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Redação Douranews

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Nos últimos três meses, o governo do Estado usou mais da metade dos recursos do Fundersul (o Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul) para viabilizar obras e projetos em áreas urbanas dos municípios. Levantamento feito pelo jornal Correio do Estado mostra que o valor usado para tais ações supera em quase R$ 30 milhões o utilizado para a destinação original do tributo, que é a recuperação de áreas rurais.

No período, foram contabilizados R$ 156.765.237,63 utilizados do Fundo e destinados a contratos de obras e serviços tanto urbanos quanto rurais. Desse total, 59,2% ou R$ 92.792.741,87 foram reservados para pavimentação asfáltica de bairros de diversos municípios ou para compra de peças de caminhões e tratores, por exemplo, segundo a publicação.

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Os gabaritos e as questões das provas objetivas do primeiro Concurso Público de Provas e Títulos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, realizado domingo (25), já estão disponíveis no site da Fundação Carlos Chagas (FCC), organizadora do certame desde o final da tarde desta quarta-feira (28), segundo informa a assessoria do Poder.

Candidatos podem conferir aqui

Durante as provas realizadas domingo, foram registradas 2.289 abstenções no período da manhã e 733 no período da tarde. Ao todo, 18.040 pessoas se inscreveram ao concurso, sendo 148 candidatos com deficiência, 595 negros e 37 indígenas, para os 21 cargos distribuídos entre nível médio e nível superior.

No dia 4 de novembro deverá ser publicado o resultado preliminar das provas objetivas. Recursos poderão ser apresentados nos dias 7 e 8. No dia 18 de novembro deverá ser publicado o resultado definitivo das provas objetivas, para todos os cargos, e a convocação para entrega de títulos, para os cargos de nível superior. A Avaliação dos Títulos deverá ser divulgada no dia 9 de dezembro. A publicação do resultado final, para os cargos de nível superior, está prevista para o dia 27 de dezembro.

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O sistema para denúncias de práticas eleitorais ilegais do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), o Webdenúncia, encerrou a terça-feira (27) com o registro de 800 denúncias, incluindo as 279 somente da Capital e outras 42 de Dourados.

No final da tarde desta quarta-feira (28), após acusar uma dessas denúncias, o Ministério Público Eleitoral deslocou-se, juntamente com equipes da Polícia Federal, até à residência do candidato à vereador Jânio Miguel e no escritório de uma empresa revendedora de erva-mate, para apurar suposta queixa de compra de votos.

 

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Promotor Ricardo Rotunno, de camisa branca, deixa residência de candidato, com policial federal

Uma nova opção para consulta sobre estatísticas de denúncias realizadas durante a campanha para as Eleições municipais 2016 foi no sistema do Tribunal, onde, a partir de agora, além do gráfico que esteve disponível desde sua instalação, foi criada a aba “tabela”, onde é possível consultar as infrações mais comuns; a quantidade de infrações e o percentual que ela representa em cada município do Estado.

A infração mais cometida, até nesta terça-feira, de acordo com os números, foi o envio de propaganda por meio de mensagens eletrônicas e telemarketing (211) ocorrências, além de 190 registros por compra de votos (o que equivale a 22% do total) e 115 por propaganda em lugar de uso comum.

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A Secretaria de Comunicação Social informou nesta quarta-feira (28) que o diplomata Alexandre Guido Parola será o porta-voz do governo do presidente Michel Temer. Diplomata de carreira, Parola já atuou como diretor de Assuntos Econômicos do Ministério das Relações Exteriores e como ministro-conselheiro da Delegação do Brasil em Genebra (Suíça), junto à ONU (Organização das Nações Unidas).

Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, a avaliação é que Parola tem um "perfil adequado" para exercer a função uma vez que ocupou o mesmo no cargo no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Na comunicação do governo, Parola atuará ao lado do secretário de Comunicação, Márcio Freitas, e do secretário de imprensa, Douglas de Felice, responsáveis pela interlocução do Palácio do Planalto com a imprensa.

Até maio, a Secretaria de Comunicação tinha status de ministério, mas, quando Temer assumiu, ainda como presidente em exercício, o título foi retirado e a pasta passou a ser subordinada à Casa Civil.

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Ao fazer hoje (28) uma análise da economia mundial, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, citou o Brasil e a Rússia como países que estão "mostrando alguns sinais de melhoria após um período de severa contração". Ela disse que a economia mundial ainda apresenta uma série de fragilidades, mas acrescentou que as perspectivas das economias emergentes e em desenvolvimento "merecem um otimismo cauteloso".

Em palestra na escola Kellogg de Administração, na Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, ela disse que as economias emergentes, que  lideram a recuperação mundial desde a crise financeira de 2008, vão continuar contribuindo com mais de três quartos do crescimento global este ano e também em 2017.

A diretora do FMI disse que a China, que é um dos sustentáculos desse crescimento das economias emergentes, vem trabalhando nos últimos anos para equilibrar a expansão de sua indústria como a área de serviços e tem reorientado o seu foco para o consumo interno. Isso, de acordo com Lagarde, vai permitir o desenvolvimento sustentável do país, mesmo com crescimento mais lento. Lembrou que esse crescimento lento é ainda "robusto" porque significa uma expansão anual de 6% para o país.

Índia faz reformas significativas

Christine Lagarde destacou, também, o exemplo da Índia, que "também está embarcando em reformas significativas" em sua economia, o que permite que o país cresça a uma taxa de 7% ao ano.

Para a diretora do FMI, o lado ruim - para as economias em desenvolvimento - é que os países exportadores de commodities ainda estão sendo duramente atingidos pelos preços baixos, enquanto os países do Oriente Médio "continuam a sofrer com os conflitos e com o terrorismo".

Segundo Lagarde,, levando-se em conta os pontos positivos e negativos da economia mundial, os países ainda vão enfrentar durante muito tempo os problemas decorrentes do baixo crescimento. Ela acrescentou que os pontos positivos hoje beneficiam "muito poucos".

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A pedido do juiz federal Sério Moro, responsável pelos inquéritos da Operação Lava na primeira instância, o Banco Central (BC) bloqueou hoje (28) mais de R$ 814 mil de três contas bancárias do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. O ex-ministro foi preso temporariamente na última segunda-feira (26), na 35ª fase da Lava Jato.

O BC informou hoje à Justiça Federal em Curitiba que também foram bloqueados R$ 30.064.080,41 da conta da empresa Projeto - Consultoria Empresarial e Financeira LTDA, que tem Palocci como um dos sócios.

Moro havia determinado o bloqueio preventivo de até R$ 128 milhões das contas bancárias do ex-ministro e também das contas do assessor de Palocci Branislav Kontic, e do ex-secretário da Casa Civil Juscelino Dourado.

De acordo com o Banco Central não foram encontrados valores nas contas de Juscelino Antonio Dourado. Já Branislav Kontic teve R$ R$ 1.501,03 bloqueados pela autoridade monetária do país.

De acordo com o força-tarefa da Lava Jato, Palocci teve atuação “intensa e reiterada” na defesa de interesses da empreiteira Odebrecht na administração pública federal. Segundo as investigações que resultaram na Operação Omertá, a empreiteira repassou R$ 128 milhões a uma conta que seria gerida pelo ex-ministro.

Defesa

O advogado de Palocci, José Roberto Batochio, rebateu as acusações contra o ex-ministro. “Isso é uma coisa absolutamente vaga, vazia. Para quem quer pretexto, isso é pretexto, mas o fato é que o ex-ministro da Fazenda tem que ter uma interlocução com o setor empresarial, com a cadeia produtiva do Brasil, para que se estabeleçam as políticas públicas. Se um ministro conversa com alguém da iniciativa privada, já é suspeito de praticar crime?”, questionou Batochio.

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Algumas salas de aula possuem até avisos na parede “Proibido usar celular”, contudo a proposta da pesquisadora Fátima Eveline Vareiro Teixeira, formada pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), no Mestrado Profissional em Letras, foi justamente inserir o aparelho como forma de ajudar no aprendizado dos alunos, durante as aulas de língua portuguesa. A docente utilizou o aplicativo de gravação de voz para que os alunos pudessem identificar possíveis erros, ao lerem e escutarem seus próprios textos.

Ela ressalta na pesquisa a necessidade de se trabalhar, além dos gêneros escritos, também os orais em sala de aula. Na pesquisa, os alunos participaram de uma sequência didática, em que a professora os acompanhava na leitura dos textos, depois eles faziam um resumo do texto lido e após isso gravavam o texto produzido utilizando o aplicativo do celular.

No decorrer da atividade foram identificadas algumas dificuldades em relação ao texto escrito, seja quanto à estrutura, coerência e grafia das palavras, ausência de acentuação, separação de sílabas ao final da margem, letras iniciais do parágrafo, entre outros. “Mas quando o aluno gravava a leitura com apoio do aplicativo de celular e analisava a oralização realizada, ele percebia suas incorreções, avaliando qual foi a falha e então fazia as correções”, disse Fátima Eveline Teixeira.

De acordo com o trabalho, que foi orientado pelo professor, Dr. Lucilo Antônio Rodrigues, a escola deve sim ensinar a norma culta padrão por meio das várias formas de manifestação, seja oral e principalmente na escrita, sem o receio de que os estudantes venham perder a identidade linguística.

“Estes textos orais são na verdade a expressão sonora do texto escrito, ofertado a partir do texto escrito. Na apresentação oral o aluno realiza a leitura do texto produzido, o que o autor Marcuschi chamou de ‘oralização da escrita’. Sob a premissa da escrita o texto oral se mostra coeso, pausado e argumentado, demonstrando a presença da norma quanto à estrutura, concordância e ideal pronúncia das palavras”, explicou.

A mestre, Fátima Eveline Teixeira, destaca que os desafios para a efetivação desta metodologia propõem mudanças quanto à proibição e a abertura para a integralização de tecnologias.

“É o ensino que deve se adequar à realidade escolar. É preciso buscar medidas que integrem e venham a somar didaticamente, despertando interesse, curiosidade e assim suplementar a aprendizagem. Pode-se dizer, que com a realização da pesquisa-ação houve avanços na aprendizagem dos alunos em relação à norma culta na escrita e na oralidade, pois é notável que os alunos têm se preocupado com a melhor forma de expressão oral e escrita”, concluiu.

A proposta foi realizada em 2014, na Escola Municipal Frederico Soares, em Campo Grande, e contou com a participação de 30 alunos do 8º ano, com a faixa etária entre 13 e 14 anos.

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Pelo menos, cinco novas pesquisas estão registradas e poderão ser publicadas, contendo as informações sobre a disputa eleitoral de Dourados, conforme registra o portal do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) na internet. A novidade é que a Fiems, a poderosa federação das indústrias do Estado, encomendou ao instituto Vox Populi, famoso por sondagens de disputas nacionais, um trabalho que está sendo feito junto a 400 eleitores do Município para ser publicado nesta quinta-feira (29), último dia permitido para campanha eleitoral.

Além disso, há o pedido de registro de pesquisas por parte do jornal Correio do Estado, através do instituto Ipems, para ser publicado no domingo (2), dia das eleições; e do instituto Sensor, do jornal DiárioMS, da empresa Foccus, localizada em Santa Bárbara do Oeste/SP, para ser publicada no jornal Tribuna; e do instituto Atualidade, todas com previsão de publicação para sexta-feira (30).

Eleições

Dourados compõe o segundo maior colégio eleitoral do Estado, com cerca de 151 mil de um total de 1.875.869 eleitores aptos no Mato Grosso do Sul a exercerem o voto nas eleições de domingo. O maior eleitoral édo da Capital, com 595.174 aptos ao exercício da cidadania.

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Em cumprimento às disposições da Resolução nº 1638, do Conselho Federal de Medicina (CFM), o Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD) constitui, em agosto deste ano, por meio da Portaria nº 187, a sua Comissão de Revisão de Prontuários.

A Resolução do CFM “define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde”. Representantes da Enfermagem e do corpo médico integram a Comissão, que, entre suas competências, visa “assegurar a responsabilidade do preenchimento do prontuário, que cabe ao médico assistente, à chefia da equipe, da clínica, e à direção técnica da unidade de saúde”, conforme estipula a Resolução.

“O preenchimento correto do prontuário é um fator muito importante com relação à segurança do paciente, das equipes e da instituição, pois qualquer falha ou incorreção pode representar um grande risco de erro na conduta durante a internação. No prontuário ficam registrados os diagnósticos médicos e procedimentos realizados, o que, por outro lado, vai dar respaldo às equipes e à própria instituição frente a eventuais processos investigatórios”, comenta a médica Mirna Matsui, secretária da Comissão.

Segundo explica a médica, as incorreções, demoras e falhas no preenchimento do prontuário também podem representar prejuízo à instituição pelo subfaturamento dos procedimentos efetuados.

“O preenchimento correto é uma obrigação de todos, e nós, da Comissão, temos a prerrogativa de orientar e fiscalizar. As falhas eventualmente identificadas serão informadas às Comissões de Ética Médica e de Ética da Enfermagem para as providências cabíveis”, informa.

A Comissão de Revisão de Prontuários também se reporta à Superintendência do HU-UFGD, por meio do Núcleo de Comissões de hospital. Além disso, conta com a parceria da Comissão de Documentação Médica e Estatística (CDME), responsável por definir a organização do prontuário.

O CFM também publicou a Resolução nº 1639, que “aprova as ‘Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico’, dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários, estabelece critérios para certificação dos sistemas de informação, revoga a resolução que menciona, e dá outras providências”. Para ver a íntegra das resoluções do CFM, CLIQUE AQUI. ​

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O Sesi está com 4,4 mil vagas abertas em 22 cursos gratuitos de EaD (Educação a Distância) nas mais diversas áreas, com carga horária que varia de 4 a 40 horas-aulas. Todas as capacitações são a distância, auto instrutivos e gratuitas e o prazo de inscrições vai até o dia 21 de outubro.

As unidades operacionais do Sesi em Campo Grande, Corumbá, Dourados, Três Lagoas e os Centros Integrados Sesi Senai de Aparecida do Taboado, Maracaju e Naviraí são responsáveis pelo atendimento direto das demandas das indústrias que optam por essa modalidade, por meio das interlocuções da Educação Continuada.

Segundo o gestor de Educação Continuada do Sesi no Estado, Luciano Ferraz Servantes, os cursos mais demandados são os de Libras (Língua Brasileira de Sinais), combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e reforço escolar em Língua Portuguesa. “São oferecidas 200 vagas para cada curso, mensalmente. A indústria deve comunicar o interesse às unidades do Sesi, sem necessidade de número mínimo de alunos”, explicou.

De janeiro a agosto de 2016, 23 empresas sul-mato-grossenses optaram por cursos na modalidade EaD e, somente em agosto, foram feitas 8.690 matrículas. Todos os cursos podem ser realizados no prazo de 30 dias e a abertura de turmas é contínua.

Serviço - Mais informações e inscrições no site ead.sesi.org.br/ms/

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