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Quinta, 03 Outubro 2019 14:39

Liderança indígena condena jogo político em morte de bebê por conta de bloqueio

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O capitão da Aldeia Jaguapiru em Dourados, Isael Morales, o Neco, define a denúncia da mãe do bebê de 1 ano e 8 meses que alega que o bloqueio da MS 156 teria impedido o veículo da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) de adentar na reserva indígena e prestar socorro à criança que estava com diarreia, febre e vômito, como “parte de um jogo político”.

“Nós estamos tranquilos quanto a isso, porque desde o início do fechamento da rodovia foi orientado aos manifestantes que os carros oficiais como ambulância, viaturas da polícia, e principalmente da Funasa, tenha livre acesso, então não é verdade que a Funasa foi impedida de entrar na reserva; para mim, isso não passa de um jogo político, de manipulação que estão fazendo com a mãe da criança”, disse Neco ao site MGSnews.

O fato é que um bebê, filho de moradora na Aldeia Bororó, em Dourados, passou mal na segunda-feira (30), e foi levado pela mãe ao posto médico da reserva, medicado e depois liberado. Na tarde desta terça (1), o menino voltou a passar mal, então a mãe teria ligado para o plantão da Funasa, que segundo o registro policial, não pode passar porque a rodovia estava interditada.

Tempo depois as lideranças indígenas foram informadas sobre o caso e estiveram na casa do bebê, e acionaram o Samu e o Corpo de Bombeiros, porém, quando o socorro chegou, a criança já estava morta.

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