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Quarta, 17 Julho 2019 18:04

Correntes do PT querem Elias Ishy candidato a prefeito em 2020 Destaque

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Confortável no mandato de vereador do PT, Ishy está sendo convocado a projeto maior Confortável no mandato de vereador do PT, Ishy está sendo convocado a projeto maior Divulgação/Arquivo

Apontado como uma das reservas morais da política douradense, o vereador Elias Ishy só não disputa a Prefeitura de Dourados nas eleições municipais de 2020 se optar por mais uma reeleição, contemplando apenas um projeto pessoal e do grupo político que representa no PT, a AE (Articulação de Esquerda), uma vez que o nome dele é defendido por várias das principais lideranças petistas de Mato Grosso do Sul, como o ex-governador Zeca do PT, o deputado federal Vander Loubet, o ex-prefeito Laerte Tetila e o ex-deputado João Grandão, entre outras, como alternativa à sucessão da prefeita Délia Razuk (PL) no Município.

Além de ter trajetória política elogiada até por adversários ao longo dos cinco mandatos de vereador em Dourados, Elias Ishy (atualmente com 60 anos e aposentado pela Caixa Econômica Federal) teve expressiva votação para deputado estadual nas eleições do ano passado, principalmente em Dourados, onde recebeu 7.805 votos, equivalente a 7,51% do eleitorado.

O pensamento corrente dentro do PT é que chegou a vez do vereador "ir para o sacrifício", ou seja, arriscar uma reeleição teoricamente tranquila por um projeto plural - mais arriscado, é verdade, mas, absolutamente necessário para o fortalecimento partidário, como repercute o site do jornal Folha de Dourados, lembrando que essa tarefa coube no passado a Ribeiro Arce, José Joaquim, Egon Krackeke, Tetila e Wilson Biasotto, todos na disputa da Prefeitura.

“A estratégia contribuiu na eleição de bancadas na Câmara Municipal e fortaleceu o partido em Dourados, que chegou à chefia do Executivo com Tetila e à Câmara dos Deputados com João Grandão”, ilustra o texto. Os resquícios da crise pela qual Dourados atravessa desde à renúncia de Ari Artuzi, em dezembro de 2010, no bojo da Operação Uragano, trouxeram à tona, segundo as lideranças petistas, lembranças na população das administrações de Tetila, que deixou o cargo em 2008 muito bem avaliado.

E para transformar o legado de Tetila em votos, o PT precisa de uma candidatura consistente para o atual momento político nacional, dizem os líderes que tentam convencer Elias Ishy a encarar a disputa pela retomada da Prefeitura e viabilizar a eleição de até quatro vereadores. Uma eventual candidatura do hoje único vereador da legenda na Câmara à Prefeitura permitiria a ascensão de lideranças, inclusive sindicais da AE, como a professora Gleice Jane e o bancário Ronaldo Ramos, já colocados como pré-candidatos à Câmara de Vereadores.

‘Plano B’

Contudo, o vereador parece não estar disposto a atender aos apelos dos companheiros, segundo emissários do grupo político. Ele tem evitado tratativas sobre a eventual candidatura a prefeito. Caso não se sensibilize pelo projeto partidário, o "plano B" deve ser do ex-secretário de Governo de Tetila, Ermínio Guedes. Engenheiro agrônomo, gaúcho, mas radicado há várias décadas em Dourados, Guedes é ex-patrão do CTG Querência do Sul, tem experiência administrativa, transita bem no agronegócio e em outros setores da classe média e tem ótima retórica e oratória.

O nome de Ermínio Guedes, inclusive, está sendo articulado para disputar a presidência do Diretório Municipal do PT em oposição ao atual presidente Natal Ortega, assessor político e braço direito de Elias Ishy, diz a publicação.

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