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Domingo, 24 Junho 2018 09:38

Políticos de centro se reunem em jantar para 'construir' candidatura de Doria Destaque

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Em pré-campanha pelo interior de São Paulo, Doria produz selfie com populares Em pré-campanha pelo interior de São Paulo, Doria produz selfie com populares Reprodução/Facebook

A possibilidade de substituir Geraldo Alckmin por João Doria na chapa presidencial do PSDB, unindo o MDB e o DEM em torno desse novo candidato, foi o principal assunto de um jantar promovido quinta-feira (21) na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O encontro, que teve Maia como anfitrião, reuniu o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. Apesar de acertada há alguns dias, a reunião não constava da agenda oficial nem de Temer nem de Maia, como publica a revista Veja na internet.

Repercutindo notícia dada pelo jornal O Estado de S. Paulo, Veja escreve que durante o encontro foi feita uma avaliação de que Alckmin, estagnado nas pesquisas de intenção de voto, não consegue empolgar e, se nada for feito, o chamado centro político estará fora do segundo turno da disputa. O governo, a cúpula do MDB e setores expressivos do DEM têm simpatia por Doria, de acordo com a publicação.

Bolsonaro reprovado

Depois de três meses de estabilidade, a desaprovação ao pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) subiu de 60% para 64%, enquanto a aprovação caiu de 23% para 20%. Esta é a principal novidade da pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos, que todos os meses analisa a opinião dos brasileiros sobre personalidades do mundo político e jurídico. Praticamente não houve mudanças nas taxas dos demais possíveis concorrentes ao Planalto, de acordo com a pesquisa.

“Bolsonaro vem mantendo esse patamar de aprovação há um ano”, disse Danilo Cersosimo, diretor do Ipsos. “É possível que seja um dado que confirme seu teto. O início da campanha eleitoral, após a Copa, vai testar a solidez dessa aprovação”, analisou.

Todos os presidenciáveis seguem com taxas altas de reprovação. O que aparece em pior situação é Geraldo Alckmin, do PSDB: 70%, contra 18% de aprovação.

Lula em alta

Apesar de o Ipsos incluir o nome de possíveis concorrentes ao Planalto na pesquisa, o instituto não procura medir intenção de voto. O que os pesquisadores dizem aos entrevistados é o seguinte: “Agora vou ler o nome de alguns políticos e gostaria de saber se o (a) senhor (a) aprova ou desaprova a maneira como eles vêm atuando no País”.

Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) têm taxas de desaprovação de 65% e 63%, respectivamente, e estão empatados com Bolsonaro nesse quesito. Marina, porém, têm aprovação de 29%, cerca de dez pontos percentuais acima desses dois adversários.

Citado como possível substituto do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do PT, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad tem desaprovação de 57% e é aprovado por 7%. No caso de Lula, preso desde o dia 7 de abril, a desaprovação oscilou para cima (de 52% para 54%), após dois meses de tendência de queda. O ex-presidente é aprovado por 45% – a taxa mais alta entre todos os 19 nomes apresentados pelo Ipsos aos entrevistados, como mostra a reportagem de Veja.

Última modificação em Domingo, 24 Junho 2018 09:23

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