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Redação Douranews

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A madrugada fria desta sexta-feira (10) foi agitada para os policiais do Canil do 3º. Batalhão da PM (Polícia Militar) com a realização de uma ação no terminal rodoviário de Dourados que culminou na prisão de três jovens por tráfico de drogas. Os trabalhos começaram ainda por volta das 23 horas da quinta (9), quando durante vistoria e busca com os cães farejadores em um ônibus que fazia o itinerário Ponta Porã x Dourados.

Nessa abordagem os policiais localizaram na bagagem de mão de Maríliz Pimentel Cândia, de 21 anos, moradora em Dois Irmãos do Buriti, dois tabletes de pasta base de cocaína que totalizou 1,9 quilo da droga. A jovem relatou que foi contratada em Ponta Porã para trazer a droga até Dourados e entregar a uma pessoa desconhecida na rodoviária, e que receberia 400 reais pelo ‘serviço’.

O segundo caso ocorreu na abordagem do mesmo ônibus e culminou com a prisão de Tiago Alves da Silva, de 29 anos, morador na capital do Estado, de posse de três tabletes de maconha. O homem disse que é músico e que faz uso da droga para se ‘inspirar’ em novas composições, e que comprou o produto por 150 reais próximo às bancas de camelos de Ponta Porã.

Já por volta da 2h50, já nesta sexta-feira, em varredura a outro ônibus que fazia o itinerário Ponta Porã x Dourados, policiais encontraram grande quantidade da droga conhecida como ‘Skunk’ (a super maconha), apreendendo 59 pacotes da droga que totalizaram 13,1 quilos de posse de Ana Cristiane da Costa Pereira, de 28 anos, moradora em Cuiabá. Ela disse que foi contratada por R$ 2 mil para pegar a droga em Ponta Porã e levar até Campo Grande.

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O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) prevê temperatura mínima de 3°C para a madrugada deste sábado (11) no Sul do Estado, com possibilidades, inclusive, de geada nas regiões mais vulneráveis.

Nesta sexta (10) há indicativos de que houve geada na área da fronteira e o dia será claro com nebulosidade.

A mínima na madrugada foi de 5°Ccom sensação térmica de 2ºC e a máxima prevista para o dia é de 30°C. De acordo com o Inmet, cidades como Dourados e Ponta Porã estão entre as com possibilidades de registro de geada no sábado.

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O STF (Supremo Tribunal Federal) marcou para dia 30 o julgamento de uma ação que pede para a reforma do ensino médio ser declarada inconstitucional. Enviada pelo governo em setembro de 2016, a reforma foi aprovada pelo Congresso Nacional em fevereiro de 2017 e sancionada pelo presidente Michel Temer no mesmo mês.

A reforma flexibiliza o conteúdo que será ensinado aos alunos, muda a distribuição das 13 disciplinas tradicionais ao longo dos três anos do ciclo, dá novo peso ao ensino técnico e incentiva a ampliação de escolas de tempo integral, observa reportagem do portal G1.

A ação que será julgada pelo STF foi apresentada pelo PSOL. O partido argumenta que o assunto não deveria ter sido tratado por meio de medida provisória porque "não haveria urgência necessária".

Previstas no artigo 62 da Constituição, as MPs podem ser editadas pelo presidente da República em caso de "urgência" e "relevância" de um determinado tema. Ao serem publicadas, têm força de lei antes mesmo de análise pelo Congresso.

O PSOL também afirma que a reforma contraria princípios constitucionais e o direito fundamental à educação. A ação ataca, ainda, a retirada das disciplinas de artes e educação física do rol de matérias obrigatórias.

Em manifestação encaminhada ao STF, a AGU (Advocacia-Geral da União) defendeu a constitucionalidade da medida provisória. No parecer, argumentou que o plano de reformulação e flexibilização do ensino médio tem como objetivo "elevar o padrão de qualidade desta etapa da formação educacional do estudante".

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta quinta-feira (9) considerar o horário local de cada região do país para votações e divulgação dos resultados das eleições deste ano. Uma resolução pretendia que os resultados chegassem no mesmo momento, no horário de Brasília.

A proposta havia sido feita pelo ministro Gilmar Mendes. Com a decisão, as votações serão iniciadas às 8 e encerradas às 17 horas, em todas as cidades, de acordo com o horário local. “Nós recebemos várias reivindicações”, disse o presidente da Corte, Luiz Fux, citando problemas em algumas cidades para cumprir o horário, como transporte de urnas por via fluvial.

“Como o resultado chega em horários diferentes, suscitou-se uma eventual suspeição, mas chega em horários diferentes por força do fuso desses lugares. E começar muito mais cedo para poder coincidir horário gera riscos tão grandes que na ponderação de valores a preferência foi pela manutenção de horário”, disse Fux.

“Todos os depoimentos colhidos levaram à formação do nosso convencimento”, complementou a ministra Rosa Weber. “A manutenção da orientação das normas anteriores se revela mais adequada com menos dificuldades e eventuais prejuízos”, disse, conforme repercute o portal G1.

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A campanha de vacinação contra poliomielite e sarampo, iniciada segunda-feira (6) e com duração até o dia 31, terá o “dia D” no sábado (18) que vem em Dourados. Nesse dia, a Prefeitura vai atender, por meio do Núcleo de Imunização, em todas as unidades básicas de saúde, das 8 às 17 horas, e no posto volante da Praça Antônio João, até às 13 horas.

De acordo com Carla Ribeiro, gerente do Núcleo de Imunização, o intuito é mobilizar pais e responsáveis que por conta dos compromissos durante a semana não conseguem levar as crianças para receber as dosagens.

“É uma oportunidade em especial. O dia D será de grande importância para conseguirmos atingir nossa meta no município e deixar a região livre dessas doenças”, destacou.

A mobilização em torno do dia D conta com parceria da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) e do Rotary, que tem na luta pela erradicação da pólio uma das iniciativas mais longas e importantes da sua trajetória.

A gerente destaca que a população tem acesso às doses nas 45 unidades de saúdes básicas do município, sendo necessário estar com a carteira de vacinação em mãos ao buscar o atendimento. Ela destaca que o atendimento nas unidades da Vila Rosa, Santo André e na Seleta ocorre das 7 às 13 horas e quem necessitar no horário vespertino pode se dirigir as outras unidades do município que possuem o atendimento até às 17 horas.

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O documentário Guarani-Kaiowás Ivy Poty – Flores da Terra, que debate a situação da infância indígena na região de Dourados, no Mato Grosso do Sul, foi lançado nacionalmente na terça-feira (7), durante audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, na semana do Dia Internacional dos Povos Indígenas.

Realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias em conjunto com a Comissão de Educação, a audiência discutiu as políticas públicas educacionais dos povos indígenas e quilombolas, em especial para a permanência no ensino superior. O coordenador do projeto do filme, Lucas José Ramos Lopes, diz que foi uma grande oportunidade para apresentar a produção e acompanhar as reivindicações das lideranças e coletivos ali presentes. De acordo com ele, “o documentário é uma contribuição à urgência das reflexões e tomadas de decisão necessárias para a proteção e o desenvolvimento integral das crianças e dos jovens indígenas”.

A deputada federal Janete Capiberibe, que propôs a audiência, parabenizou a produção do documentário, destacando um dos temas abordados nele que é o elevado índice de suicídios de meninos e meninas Guarani-Kaiowá. “E isso acontece, nós sabemos os motivos, a educação é um deles, também o direito à terra e outros direitos que são retirados dessa juventude, dessas crianças brasileiras”, disse.

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A prefeita Délia Razuk recebeu na manhã desta quinta-feira (9) a diretora de produção do filme “A Pele Morta”, Marcela da Costa, e conheceu o projeto que terá cenas gravadas em Dourados e região. O roteiro do roadmovie [espécie de filme que se desenvolve durante uma viagem] foi premiado pela Ancine (Agência Nacional do Cinema) e o município foi selecionado para as gravações pela equipe responsável no intuito de retratar as fronteiras do país e a multinacionalidade.

A diretora de produção representou a equipe na visita à Prefeitura e apresentou o longa que terá uma base no município. A prefeita Délia Razuk sinalizou apoio dentro do possível para a logística do roadmovie no município. Além de Dourados, “A Pele Morta”, terá gravações em Ponta Porã, no Paraguai e nas proximidades da Bolívia.

“Vamos ter cenas no centro de Dourados, bairros e na aldeia indígena. O projeto teve início em 2013, foi premiado e foram feitas longas pesquisas e visitas aqui na região. O projeto foi aprovado pela Ancine em 2015 e as produções por aqui têm início em agosto e setembro”, disse a diretora.

Marcela Costa falou do acolhimento que a equipe tem obtido no município e da importância dessa sensibilidade de apoio a ações culturais. Ela ressaltou que propostas com tal grandiosidade destacam também o local de produção. “Fui super bem recebida pela prefeita. Foi uma satisfação apresentar a ela o roadmovie e agora contamos com apoio para montar nossa base de produção. É essencial esse reconhecimento e apoio do município, pois com um projeto tão grandioso estamos também divulgando a cidade e esse acolhimento é muito importante para que tudo seja realizado de uma forma plena”, disse.

A equipe “A Pele Morta” realizará uma seleção de elenco às 16 horas deste sábado (11), no Centro de Convenções. Conforme a diretora, podem participar atores e não atores e serão selecionados 30 pessoas para participarem do longa. O roadmovie tem direção de Denise Moraes e Bruno Torres.

O filme

‘A Pele Morta’ é a trajetória de personagens em mutação. Três personagens a bordo de um caminhão de mudanças, do Brasil até a Bolívia, por dentro do Chaco Boreal - as veias abertas do coração da América do Sul: Justo, um caminhoneiro que deixou a Bolívia e não se adaptou ao Brasil; Saulo, um jovem guarani que saiu da sua aldeia para fazer música e se marginaliza na cidade, e Rosário, adolescente que sobrevive do que lhe oferecem as estradas pelo interior do Paraguai. Uma história em que a paisagem natural e humana é tão personagem como os indivíduos que a percorrem, segundo define a sinopse do trabalho.

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Cerca de 150 pessoas participaram nesta quinta (9) de um ato no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, contra o Parecer Normativo 001/2017, da AGU (Advocacia-Geral da União), que trata da demarcação de terras indígenas. Segundo o parecer, ratificado em julho do ano passado pelo presidente Michel Temer, em todos os processos de demarcação deverão prevalecer parâmetros considerados no caso de Raposa do Sol, em Roraima, além da tese do marco temporal, que estabelece que os povos terão direito somente às áreas que já estivessem sob a posse em 5 de outubro de 1988, quando a Constituição Federal foi promulgada.

No protesto, programado para coincidir com o Dia Internacional dos Povos Indígenas, foi divulgada uma carta assinada pela Mobilização Nacional Indígena (entidade que se autodenomina MNI), coletivo que reúne mais de 120 entidades da sociedade civil, em que as organizações assinalam que, ao adotar o conceito de marco temporal, legaliza-se a violência à qual os povos indígenas foram submetidos antes de 1988.

"Ignorando dados técnicos apresentados por integrantes do próprio governo que apontam que o parecer tem, de fato, paralisado as demarcações, o apelo do Ministério Público Federal que, através de documentos, demonstrou a inconstitucionalidade do parecer, e os apelos das lideranças que fizeram testemunhos sobre o aumento da violência contra as comunidades indígenas, a ministra [advogada-geral da União, Grace Mendonça] não só se recusou a discutir a revogação do Parecer 001/2017, como resolveu criar um Grupo de Trabalho (GT) para 'aprimorar' os entendimentos sobre ele, à revelia da posição das lideranças indígenas", escrevem as entidades, destacando que encaram o grupo de trabalho como uma estratégia do governo para prorrogar a vigência do parecer.

No entendimento de Antonio Carlos Alpino Bigonha, procurador da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (Ministério Público Federal) - Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais, o parecer revela uma posição "antiquada" e, ainda, uma perspectiva jurídica "tosca". "[O parecer] Gera uma grande insegurança jurídica para os grandes interessados, que são os indígenas, gera uma insegurança jurídica enorme para os órgãos de governo que têm interesse em atuar em prol da causa indígena e na sociedade civil como um todo, porque faz reacender antigas pretensões privadas contra o reconhecimento da posse tradicional", afirmou, durante o protesto.

Na avaliação da coordenadora do Instituto Socioambiental (ISA) Adriana Ramos, os guarani e outros povos indígenas que residem em determinadas regiões do país, como o Sul e o Centro-Oeste, têm amargado situações mais críticas após a oficialização do parecer, sendo vítimas, inclusive, de racismo e violência física. "Na medida em que o Estado sinaliza publicamente que não está respeitando a Constituição, cumprindo seu papel de proteger essas populações, deixa-as mais vulneráveis à ação daqueles que, por interesses espúrios, preferem tirar essas pessoas, na marra, da sua frente, para ocupar de forma irregular seus territórios", destacou. Com informações da Agência Brasil

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O juiz federal aposentado Odilon de Oliveira, aprovado como candidato a governador na convenção que o PDT realizou dia 21 de julho em Campo Grande, anunciou nesta quinta-feira (9), no Douranews, que é favorável à manutenção e até o incremento do programa de incentivo fiscal concedido pelo Estado às empresas. “O que não pode continuar é a propina”, disse, a propósito dos mandados de prisão e apreensão de documentos cumpridos esta semana em mais uma operação do Gaeco, órgão auxiliar do MPE (Ministério Público Estadual) de combate à sonegação fiscal e corrupção.

“Corrupção é um sentimento que toma conta da alma do brasileiro, por onde ando só ouço falar disso, as pessoas estão enojadas e não querem mais ouvir falar no assunto, esta deve ser a primeira ação do próximo governante, porque o incentivo fiscal deve funcionar como a troca de isenção de tributos do Estado por geração de empregos, nada mais do que isso. Acabar com a sonegação fiscal é prioridade zero”, disse o candidato.

Odilon esteve no Douranews acompanhado do candidato a vice-governador, o bispo evangélico Marcos Vitor, a quem considerou ‘um achado’ para completar a chapa na disputa das eleições deste ano; antes dele, experimentou o empresário Herbert Assunção, presidente da Fundação de Pesquisas do Estado e a radialista Keliana Fernandes, também de Dourados. “Vejo a mão de Deus nisso tudo, porque assim como o dr Odilon, nunca imaginei entrar, antes, em política e agora estamos juntos, no tempo certo, para levar uma mensagem de esperança ao Estado”, completou o candidato a vice.

Relações com André

O ex-juiz Odilon falou sobre as operações policiais de combate a corrupção. Definiu a Lava Jato como “um exemplo bem didático para que o homem público pense bem antes de roubar” e sobre a Lama Asfáltica despachou, ainda quando comandava o 3º. Juizado Federal, por onde tramitou o processo, “para que não fosse designado o juiz Odilon no caso”, diante das boas relações, que definiu ‘institucionais’, que mantinha com o ex-governador André Puccinelli, um dos investigados, preso desde o dia 20 do mês passado, e alijado da disputa eleitoral.

Se eleito, Odilon definiu como primeiro ato de Governo um choque na estrutura moral. “A fronteira é violenta há décadas, o tráfico e a morte imperam, e nossa Segurança não consegue resolver. Tem que envolver a Educação e a Saúde nesse debate, e buscar industrialização com justiça fiscal, menos impostos e mais empregos. O Paraguai está aberto, economia forte, captando brasileiros para investir. Por que? Porque o Brasil não inspira confiança”, analisou.

Aquário do Pantanal e Fundersul

O candidato disse que o maior exemplo da falta de prioridade dos governantes mais recentes é o Aquário do Pantanal, obra que já consome mais de R$ 200 milhões e que, segundo estimou, ainda vai precisar de mais uns R$ 50 milhões para ficar pronta. Ele atribui responsabilidades ao ex-governador, por ter iniciado a obra e ao atual, por não te-la concluído, “mas eu vou concluir, e entregar para visitação e pesquisa, mesmo a gente tendo um Pantanal inteiro bem pertinho, e de graça”, disse.

Por isso mesmo, defendeu que as licitações de obras sejam realizadas de forma pública e transparente, “transmitidas ao vivo pela imprensa”, para não haver má aplicação do dinheiro público. E mais: Odilon quer saber como, onde e com quem é aplicado o percentual equivalente a 25% da arrecadação do Fundersul, um fundo criado ainda no Governo do atual deputado federal Zeca do PT para cuidar da malha viária do Estado, sucateada, segundo ele, e onde “nem ponte para em pé”.

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A presidente da Câmara de Dourados, Daniela Hall (PSD), vai participar das eleições majoritárias deste ano em Mato Grosso do Sul na chapa do candidato ao Senado pelo PSDB, engenheiro Marcelo Miglioli, que divide a disputa pelas duas vagas abertas nessas eleições com o ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad.

Miglioli, que foi um dos coordenadores da campanha do governador Reinaldo Azambuja e secretário de Infraestrutura nos primeiros três anos do atual Governo, agora é candidato ao Senado e convidou a presidente da Câmara de Dourados para formar na chapa como candidata a segundo suplente. O primeiro é o pastor Antonio Dionizio, da igreja Assembleia de Deus em Campo Grande, e pai do deputado federal Elizeu Dionízio (PSB).

“Espero poder contribuir nessa chapa e somar para os nossos candidatos às eleições proporcionais; Dourados está servida com bons nomes e só da nossa Câmara, por exemplos, temos os colegas Marçal Filho e Sergio Nogueira, disputando para a Assembleia Legislativa e o Alan Guedes como candidato a deputado federal”, comentou a vereadora.

Daniela disse que o convite para caminhar junto com o pastor Dionizio e ajudar a levar Marcelo Miglioli ao Senado “deve ser visto como reconhecimento ao papel que desempenha a nossa Câmara de Vereadores, como força política que ajuda a projetar o nome de Dourados no Estado”. Ela também considerou decisiva a presença do ex-prefeito Murilo Zauith como companheiro de chapa do candidato a reeleição para o Governo.

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