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A Cosan informou nesta terça-feira (18/1), que sua subsidiária Cosan Combustíveis e Lubrificantes – dona das marcas Esso e Móbil --, e o Banco Santander lançam no primeiro trimestre de 2011, o cartão de crédito Esso Santander. O objetivo, segundo a Cosan, é estreitar o relacionamento com os consumidores da rede Esso. Por meio dessa parceria, os consumidores terão desconto na compra de combustível e produtos nos postos Esso e, como parte do Programa Pontos (programa de fidelidade da Rede Esso), terão outras vantagens, como a duplicação dos pontos acumulados que depois podem ser trocados por descontos no site do programa. A rede de parceiros comerciais participantes será informada pela Cosan. Por enquanto, participam as lojas de conveniência Hungry Tiger e Stop &Shop dos postos Esso. O cartão Esso Santander será aceito nacional e internacionalmente, podendo ser utilizado em todos os estabelecimentos comerciais que tiverem as bandeiras Mastercard e Visa.

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A Polícia Nacional da Espanha anunciou nesta terça-feira o desmantelamento do maior e mais sofisticado laboratório de cocaína em funcionamento na Europa. No local havia mais de 300 quilos de cocaína, prontos para distribuição, 33 mil toneladas de produtos químicos, 2 milhões de euros, além de armas, carros e 470 telefones celulares. Para os policiais, o laboratório foi responsável pelo movimento de cerca de 50 milhões de euros. As informações são do Ministério do Interior da Espanha, ao qual a Polícia Nacional é subordinada. De acordo com a polícia, o desmonte foi possível depois de quase dois anos de investigações. O laboratório funcionava em uma área agrícola de Villanueva de Perales, próxima a Madri – a capital espanhola. Na operação foram presas 25 pessoas. Segundo os policiais, todos os detidos são ligados ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro. As investigações começaram em 2009 a partir de dois irmãos que faziam a ponte entre traficantes colombianos e espanhóis, segundo a Polícia Nacional. Os dois irmãos, advogados e funcionários do grupo foram presos. A investigação patrimonial ainda está aberta. Os policiais disseram ter ficado surpresos com o profissionalismo do grupo, pois em meio às investigações foram identificados livros-caixa nos quais havia detalhes sobre o encaminhamento dos negócios ligados ao laboratório e à venda de drogas. Os acusados também demonstraram cuidado especial ao adotar um moderno sistema de segurança para o laboratório.

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Implantada na gestão do prefeito Fauzi Suleiman (PMDB), a Escola de Governo vinculada a Gerência Municipal de Administração completou em 2010, a marca de 1.079 servidores capacitados em apenas dois anos de atividades no município de Aquidauana. De acordo com a diretora, psicóloga Vilma Ximenes de Lima, o objetivo da Escola de Governo é promover a valorização e o desenvolvimento do servidor público municipal, por meio de um programa permanente de capacitações. “A nossa meta é elevar o nível de qualidade, eficiência, eficácia e efetividade dos serviços prestados ao cidadão aquidauanense, adequando-os aos novos perfis profissionais requeridos pelo setor público”, comenta Vilma Ximenes. Segundo ela, entre os cursos realizados de 2009 a 2010, destacam-se o de “Atendimento ao Cidadão”, “Oratória Básica”, “Atendimento ao Telefone”, “Curso para condutores de veículos do Transporte Escolar”, “Enfrentamento à violência contra a mulher”, “Cerimonial Público”, “O educador e a arte de liderar”, entre outros. A diretora do núcleo lembra ainda, que para 2011, além dos cursos, serão realizados ciclo de palestras, oficinas e dinâmicas de grupos, com temas como: motivação, relacionamento interpessoal, qualidade de vida, satisfação no trabalho, auto estima, feedback, e dicas de como trabalhar em equipe. “Vamos implementar novas atividades, mas sem fugir da missão principal que é desenvolver as competências do servidor público municipal para otimizar a capacidade de trabalho na gestão de políticas públicas”, explica Vilma.

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A emissão de cheques sem fundos atingiu no ano passado o menor nível desde 2004, segundo pesquisa da empresa de consultoria de crédito Serasa Experian divulgada nesta terça-feira. No acumulado de 2010 foram devolvidos 1,76% dos cheques emitidos no país. Foi o menor porcentual desde 2004, quando houve 1,58% de devoluções. No último mês de 2010, houve 1,72% de devoluções, contra 1,87% em dezembro de 2009. De acordo com os economistas da Serasa, a queda registrada na devolução de cheques no acumulado de 2010, em comparação com os anos anteriores, é resultado da preferência do consumidor por formas de financiamento com prazos mais longos que o pré-datado e com a possibilidade de fazer pagamentos mínimos, como no cartão de crédito. Endividado, o consumidor reverteu a queda na devolução de cheques por falta de fundos, entre maio a outubro de 2010, e usou mais este instrumento nos últimos dois meses do ano, para evitar, sobretudo, atingir o limite do cartão de crédito. Em razão disso, a devolução de cheques cresce em novembro e dezembro. No último mês do ano, normalmente os cheques sem fundos recuam, pelo recebimento do 13º salário, o que não aconteceu em 2010. Os economistas avaliam ainda que pode haver novo aumento na devolução de cheques no primeiro semestre de 2011, já que o orçamento doméstico fica mais apertado no período por causa do pagamento de alguns impostos, como IPTU e IPVA , e das despesas escolares.

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A embalagem é um dos principais canais de contato com o consumidor e influencia muito no momento da decisão da compra, mas tem ficado em segundo plano em detrimento do investimento em outros meios de comunicação. Para Lucio Caramori, diretor de criação da Lew'Lara/TBWA, falta investimento na embalagem brasileira. “Sempre há uma questão de custo envolvido na hora de fazer uma embalagem. As embalagens de vidro, por exemplo, têm mais qualidade, mas o vidro acaba sendo preterido em nome de materiais mais baratos”, diz Caramori. De fato, falta mais cuidado com as embalagens. A informação sobre prazo de validade, por exemplo, é em muitos casos mal apresentada nas embalagens de alimentos, remédios, entre outros, prejudicando a leitura. “Existem várias soluções tecnicamente boas para a inclusão da data de fabricação e validade do produto na embalagem, que por sinal é obrigatória no Brasil. Empresas que não as adotam e adotam soluções ruins em suas embalagens não têm desculpa para este procedimento”, reforça o especialista Fábio Mestriner, coordenador do Núcleo de Embalagem da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Além do fator custo, o diretor de criação da Lew'Lara/TBWA fala que também há falta de tradição no mercado brasileiro em querer inovar em embalagens. “Acho que na verdade não é por falta de vontade dos fabricantes, acho que sempre é uma questão de custo, aquela história de andando no fio da navalha, a comunicação brasileira não dá muita atenção à embalagem”, destaca Caramori. O publicitário lembra que é na hora H, no PDV, que acontece a decisão de compra, “quando o consumidor olha para o produto”. Recente pesquisa encomendada pelo Popai ao Ibope Inteligência mostrou que 76% das decisões de compra acontecem no PDV. Para Caramori, em muitos casos também falta ligação entre a mensagem da embalagem e a comunicação da marca. “Falta um pouco de tradição e agilidade em pensar campanhas com certa antecedência e não criar apenas uma campanha de massa, mas também fazer um link com o PDV, a embalagem. Acho também que as agências de publicidade deveriam trabalhar mais com embalagens, ao menos esporadicamente, como em períodos de campanhas. É importante fazer a relação de todas as mídias de massa com a embalagem no PDV, reforça a identificação de marca”, avalia. Fábio Mestriner, da ESPM, considera que as embalagens brasileiras têm nível internacional, tanto no design como na qualidade. “Das 20 maiores empresas de embalagem do mundo, 18 têm fábricas e atuam no Brasil. A legislação brasileira é bastante rigorosa e seguida à risca. Nossos produtos têm informação suficiente para atender os anseios dos consumidores”, diz Mestriner. No entanto, várias empresas já detectaram que os consumidores querem mais informações nas embalagens de produtos. A SevenBoys, por exemplo, reforçou os dados nutricionais em nova linha de pães para atender a essa demanda. O professor da ESPM lembra que uma boa embalagem precisa garantir a integridade do produto e a segurança do consumidor, para que chegue a distantes pontos do País em perfeitas condições de consumo. “Precisa também cumprir as funções mercadológicas sendo atraente e informativa no ponto-de-venda. Precisa ainda ser reciclável para que possa retornar ao processo produtivo. De modo geral, as embalagens brasileiras atendem bem estes requisitos”, comenta, destacando que outra importante função da embalagem é reduzir o desperdício de alimentos. Desafios A indústria brasileira de embalagens deve faturar R$ 40 bilhões em 2010, apresentando um crescimento de 10% frente ao ano anterior, segundo estimativas da ABRE (Associação Brasileira de Embalagens). “Houve aquecimento do varejo, de todo mercado de uma forma geral, e a embalagem compõe todos os produtos, e acabou acompanhando esse crescimento. Em 2009 quase empatou. Em 2010 retomamos o crescimento. Acreditamos que neste ano a indústria volte ao crescimento histórico, de 5%”, informa Mauricio Groke, presidente da ABRE. De acordo com o executivo, a embalagem brasileira poderia ter faturado mais, não fosse o aumento de bens de consumo embalados. “Estamos chegando perto do nível aceitável de ocupação das indústrias”, explica Groke. As legislações vigentes que regulamentam as embalagens de alimentos e medicamentos são da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De acordo com Groke, as empresas associadas da Abre atendem à legislação, de modo geral. Porém, uma das reclamações dos fabricantes é que a legislação é muito rígida e limita as informações que podem ser contidas na embalagem. Na RDC71, sobre medicamentos, a Anvisa diz: “Informações ao paciente, indicações, contra-indicações e precauções: vide bula". O professor da ESPM afirma que o intuito da Anvisa é evitar a automedicação. “Considero correta esta determinação da legislação [de não permitir informações sobre o uso de remédios nas embalagens], pois ela defende acima de tudo, a saúde do consumidor”, fala Mestriner. O presidente da Abre destaca que o maior desafio da indústria da embalagem este ano será colocar em prática os conceitos de sustentabilidade. A aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos foi um dos últimos atos de Lula como presidente. “A utilização do material adequado na produção e a forma como a embalagem é descartada após o uso vão nortear os trabalhos da indústria. Já assumimos essa responsabilidade”, diz Groke. Consumidor pede mais informação Para Lisiane Cohem, gerente de marketing da Seven Boys, a importância das embalagens como impulsionadora de vendas já está comprovada. “Agora, a indústria vive outro estágio, embalagem atrativa é obrigação”, diz. A executiva explica que hoje a maior preocupação é atender a ansiedade do consumidor por mais informação nas embalagens do produto que está comprando. Atenta a essa demanda, a SevenBoys aproveitou o lançamento de três novos produtos da linha Benefice – Amaranto, Linhaça Dourada e Linhaça Dourada Light – para renovar as embalagens dos pães integrais que levam a marca. Além de trazer mais informações sobre os ingredientes dos alimentos, a tabela nutricional e a data de validade foram valorizadas nas embalagens da linha. Objetivo é proporcionar melhor visualização e facilitar a leitura para o consumidor. “Os investimentos não foram altos, porque embalagem é inerente ao produto. O investimento alto é em divulgação”, conta Lisiane. Antes de renovar as embalagens da linha Benefice, a SevenBoys encomendou pesquisa à Reali Estratégia e Marketing, que identificou essa necessidade do consumidor em cada vez mais ler rótulos, em achar as informações mais facilmente nas embalagens e ter uma entrega visual melhor. “É uma tendência as pessoas quererem saber mais sobre os componentes dos produtos que estão levando”, reforça. A executiva afirma que mesmo assim ainda não é possível colocar muita informação nas embalagens, porque a legislação da Anvisa é muito rígida. É muito restrito o que se pode colocar na embalagem. Acho que a legislação brasileira deveria se modernizar. O entendimento é que com determinadas informações, as empresas estariam enganando o consumidor”, comenta Lisiane. Nas novas embalagens, a SevenBoys também utilizou o verso para divulgar o canal da marca no Youtube (http://youtube.com/beneficesevenboys), que traz informações sobre os produtos da linha Benefice e dicas de saúde e alimentação. “Entendemos que essa é mais uma forma de auxiliar o consumidor em busca de informações sobre os produtos”, reforça a gerente de marketing da SevenBoys. Exportação cresce e vidro se destaca Dentre todos os materiais utilizados na fabricação de embalagens, o vidro é a melhor opção quando se pensa em reciclagem e preservação do meio ambiente. O vidro é 100% reciclado, sem perda da qualidade. Uma garrafa de vidro gera outra exatamente igual. O vidro armazena bebidas, medicamentos, alimentos e perfumes. Uma curiosidade: o vidro foi a primeira matéria-prima usada em maior escala para a produção de embalagens. De acordo com a Abividro (Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro), com um quilo de vidro se faz outro quilo de vidro, com perda zero e sem poluição para o meio ambiente. Além da vantagem do reaproveitamento de 100% do caco, a reciclagem permite poupar matérias-primas naturais, como areia e calcário. A produção a partir do próprio vidro reduz o consumo de energia e emite menos CO2. Outro aspecto relevante no processo de reciclagem de vidro é o menor descarte de lixo, reduzindo os custos de coleta urbana e aumentando a vida útil de aterros sanitários. Essas vantagens fazem com que a embalagem de vidro seja positiva em vários aspectos. Exportações As exportações da indústria brasileira de embalagem também cresceram. Segundo dados da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), as embalagens exportadas pela indústria brasileira no primeiro semestre de 2010 somaram US$ 184,6 milhões, valor 15% superior ao apurado no mesmo período do ano anterior, quando houve retração de 43%. A entidade destaca dois segmentos que registraram expansão nas exportações: plástico (34,12%) e papel/papelão (28,51%). Em contrapartida, as importações tiveram acréscimo de 57% no primeiro trimestre de 2010, na comparação com o mesmo período de 2009. A indústria gerou 14.943 postos de trabalho de janeiro a junho do ano passado. O número de empregados pelo setor em junho totalizou 208.776; em 2009, eram 193.833 empregados pela indústria. O estudo macroeconômico da indústria brasileira de embalagem é realizado pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

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O Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreendeu de janeiro a dezembro de 2010 mais de 12 toneladas de maconha, o que representa o aumento de 45% de apreensões em relação à estatística verificada no mesmo período de 2009. O número de mercadorias apreendidas que chamou atenção do Departamento também no ano passado, foi o aumento na apreensão de CD´s e DVD´s piratas, pneus e eletroeletrônicos. “A maioria das apreensões vem da região de Ponta Porã e Coronel Sapucaia”, afirma o comandante do DOF, coronel Joel Martins dos Santos, sobre o aumento na apreensão de maconha no Estado. De acordo com estatísticas divulgadas pelo DOF, em relação às drogas, além da maconha, em 2010 foram apreendidos 81 kg de cocaína, 11 mil bolas de haxixe, 1.000 pedras de crack e 95 kg de pasta–base. As três últimas substâncias tiveram uma diminuição significativa de apreensões. Na avaliação do Coronel Joel, o número de apreensões que também cresceu rapidamente é o de contrabando de CD´s, DVD´s e pneus. Os dados revelam que no ano passado foram apreendidas 89 mil unidades de CD's; já em 2009, as apreensões somaram 35 mil unidades, o que representa o aumento de 150% no percentual de apreensões. Em relação a DVD pirata, em 2010 foram confiscados 283 mil produtos oriundos de contrabando, e, em 2009, apenas 51 unidades foram notificadas pelo Departamento de Operações Fronteira. “Em comparação entre 2009 e 2010, os pneus tiveram um aumento de 350% de apreensões. Geralmente os pneus são apreendidos na região de Sete Quedas e Ponta Porã”, informa o coronel. Outro número que chamou atenção do DOF é o de contrabando de eletroeletrônicos. O valor estimado de apreensões ocorridas no ano passado corresponde a US$ 532,3 mil contra U$$ 124,7 mil no ano de 2009. Segundo o comandante, o que se nota em relação a essas apreensões é o preço baixo do produto - o que oferece a oportunidade do transportador revender e abastecer outros lugares com a mercadoria contrabandeada. O coronel Joel lembra também a ocorrência de casos envolvendo agrotóxicos, principalmente na época de plantio como os meses de agosto e setembro. Só no ano passado, foi registrado o aumento de 49% no fungicida e 710% no inseticida. “Além de cometerem o crime do contrabando, os agricultores cometem um crime contra o meio ambiente adquirindo esses agrotóxicos, pois o uso da maioria deles é proibido no Brasil”, lamenta o coronel. Policiamento O policiamento é realizado em 51 municípios do Estado, mas com atividades intensificadas na linha que compreende as cidades de Mundo Novo a Corumbá, num total de 12 municípios. O DOF faz o policiamento nas fronteiras do Brasil com Bolívia e Paraguai. O coronel Joel Martins dos Santos faz questão de destacar que o grande trunfo do DOF é o policiamento itinerante que resulta em grandes apreensões de drogas e materiais. “Ninguém sabe onde nosso policial está, e por meio de conversas e entrevistas com outras pessoas sabemos o que está acontecendo em determinada região”, conclui o comandante.

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No período, foram realizados 1.520 serviços ambulatoriais e 90 internações, de acordo com relatório encaminhado pela Funsau-NA

O diretor geral da Fundação de Saúde de Nova Andradina (Funsau-NA), Norberto Fabri Junior, gestor do Hospital Regional, encaminhou relatório dos primeiros oito dias de atendimento do hospital, que iniciou seu funcionamento no dia 1º de janeiro. De acordo com o relatório, nos primeiros oito dias, foram realizados 1.610 procedimentos, entre serviços de ambulatório e internações.

No dia 1º, foram 142 serviços ambulatoriais e 17 internações, totalizando 159 procedimentos, no dia 02, foram realizados 168 procedimentos, sendo 154 serviços ambulatoriais e 14 internações, no dia 03, foram 245 procedimentos, sendo 238 ambulatoriais e 07 internações, no dia 04, foram 255 procedimentos, sendo 243 ambulatoriais e 12 internações, no dia 05, foram 227 procedimentos, sendo 220 ambulatórios e 07 internações, no dia 06, foram 160 serviços, sendo 152 ambulatoriais e 08 internações, no dia 07, foram 202 procedimentos, sendo 195 ambulatoriais e 07 internações, e finalmente, no dia 08, foram 194 procedimentos, sendo 176 ambulatoriais e 18 internações.

O diretor da Funsau-NA, Norberto Fabri Junior informou que o Hospital Regional iniciou as atividades no dia 1º de janeiro de 2011, com a missão de atender o usuário com respeito, presteza e qualidade técnica. “Não temos medidos esforços para que nossos objetivos sejam alcançados em sua totalidade”, declara.

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Em sua segunda tentativa de se tornar o candidato do Partido dos Trabalhadores a prefeito de Dourados, o vereador Elias Ishy teve nova derrota. Desta vez, a ação interposta por Ishy no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul - TRE/MS foi rejeitada por unanimidade. Ishy alegava que o partido estaria descumprindo uma decisão de Executiva Nacional, que segundo ele, proibia uma aliança entre o PT e o DEM. Na semana passada, em visita ao Douranews, Ishy já havia afirmado que, caso fosse derrotado no TRE, iria recorrer ao TSE. "Irei até a última instância para que o Partido dos Trabalhadores tenha candidato próprio. Tenho o apoio de 90% do partido", disse Ishy naquela oportunidade. Com a decisão do TRE/MS, Dourados volta a ter quatro candidatos concorrendo à eleição extraordinária do dia 6 de fevereiro - Murilo Zauith (DEM), José Araújo (PSOL), Genival Valeretto (PMN), e Geraldo Sales (PSDC).

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A Secretaria de Estado de Educação (SED) publicou ontem (17) a relação de candidatos para processo de seleção para os cursos de Educação Profissional, no site www.sed.ms.gov.br . Os candidatos relacionados nas listas deverão comparecer nas escolas citadas entre os dias 18 a 20 de janeiro, para participarem do processo seletivo. Somente após o processo seletivo, o candidato estará apto ou não a realizar o cursos profissionalizantes. No dia 25 de janeiro, será publicada a lista com o nome dos candidatos selecionados para efetuarem as matrículas. O candidato que não comparecer na datas previstas automaticamente será excluído do processo de seleção. Os cursos são nos municípios de Aquidauana, Campo Grande (C. de Educ. Profissional Ezequiel Ferreira Lima), Corumbá, Coxim, Dourados, Naviraí, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas. Em 2011 a Educação Profissional oferecida pela Rede Estadual de Ensino se expande e oferece 3.300 vagas. A modalidade de ensino já atende 28 municípios em 45 escolas e com 23 opções de cursos. Dos 55 cursos no Estado, 18 são integrados ao ensino médio, destes, três são integrados ao Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Somente na Capital oito escolas oferecem cursos de educação profissional, incluindo o Centro Estadual de Educação Profissional Ezequiel Ferreira Lima.

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O desvio de cestas básicas destinadas a famílias de trabalhadores rurais em acampamentos em Mato Grosso do Sul resultou em um rombo de pelo menos R$ 914 mil aos cofres públicos. É o que foi constatado pelo Ministério Público Federal (MPF) no estado após apurar que as cestas - destinadas a famílias em situação de insegurança alimentar - estavam sendo comercializadas por presidentes de sindicatos e líderes de acampamentos. Também há suspeitas de exploração da distribuição das cestas com cunho eleitoral por servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Segundo o MPF, o esquema fraudulento começava no Incra, que chegou a encomendar, em agosto do ano passado, 16 mil cestas quando havia apenas 2.553 famílias em acampamentos, segundo recadastramento determinado pelo Ministério Público. Ainda no ano passado, outras duas remessas distribuíram 13.587 e 13.671 cestas básicas no estado. Segundo o Ministério Público, caso o excedente seja o mesmo para as duas remessas, o prejuízo subiria para mais de R$ 2,5 milhões. Além do recadastramento, o MPF determinou que as entregas sejam feitas diretamente aos acampados, que devem assinar um termo de declaração que certifique a moradia no acampamento e recibos que contenham nome, CPF. O MPF também determinou que cada novo cadastro seja comprovado e comunicado ao Incra. O Incra informou, por meio de sua assessoria, que o problema no Mato Grosso do Sul é pontual e que não tem informação sobre investigações de órgãos de controle ou Ministério Público na distribuição de cestas em outros estados. O órgão também disse que no momento não tem a quantidade de cestas distribuídas aos acampamentos rurais nos demais estados. Segundo o Incra, a distribuição é realizada mensalmente e todas as famílias acampadas são cadastradas. O controle é feito pela superintendência da autarquia nos estados, inclusive com atualização cadastral. O superintendente regional do Incra em Mato Grosso do Sul, Manuel Furtado Neves, informou por meio de nota que o órgão já havia determinado o recadastramento das famílias ainda durante as investigações e que “de lá pra cá, só foi distribuído o número de cestas compatível com o número de famílias cadastradas”. Segundo Neves, a superintendência regional do Incra tomará as medidas administrativas cabíveis para a apuração de responsabilidade de servidores envolvidos em irregularidades na distribuição de cestas de alimentos.

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