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Através de uma iniciativa da prefeitura de Dourados sob o comando da prefeita interina Délia Razuk (PMDB) e através da FUNCED (Fundação Cultural e de Esportes de Dourados) sob o comando do diretor/presidente Claudevir Winter, o “Baresi” e Marcelo Lima do Nascimento, o “Tchelo”, atual diretor de cultura, o projeto “Mais Palcos” pela 1ª vez será ministrado na cidade ainda neste mês para as pessoas com idade acima de 16 anos.

O projeto elaborado e ministrado pelo diretor de teatro há mais de 10 anos e instrutor de artes cênicas, Nill Amaral, com formação no INDAC (Instituto Nacional de Arte Cênica) e SENAC (Serviço Nacional do Comércio), ambas em São Paulo, capital, acontecerá ainda neste mês no Teatro Municipal e as inscrições gratuitas serão limitadas para 20 pessoas interessadas.

Em contato com a reportagem Nill Amaral conta que o curso será realizado em três etapas, incluindo direção, dramaturgia e teatro, e mais e melhores informações sobre o projeto poderão ser obtidas através do endereço eletrônico www.maispalcos.vacaazul.com ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Nill Amaral conta que o projeto “Mais Palcos” tem como objetivo trabalhar os processos de criação do ator, utilizando técnicas teatrais e formas não convencionais de expressão para desenvolver e aperfeiçoar a comunicação dos participantes, instrumentalizando-os, para o uso pleno da voz.

O coordenador do projeto conta também que partindo do principio de que o texto teatral existe quando o ator lhe dá corpo e voz, a proposta da oficina “com a palavra, o novo ator”, é oferecer subsídios para que o ator esteja consciente dos elementos que compõem a comunicação vocal, percebendo a palavra como sonoridade e a voz como expansão do corpo. “O projeto é rico de ensinamento teatral e espero passar ele para os que se propõem a participar dele”, disse Nill Amaral quando de sua visita ao teatro douradense.

O PROJETO

“COM A PALAVRA, O NOVO ATOR”

A oficina de capacitação em teatro “Com a palavra, o novo ator” do diretor Nill Amaral, tem como objetivos principais trabalhar a revalorização da palavra no teatro como retomada do valor estético, e utilizá-la através recursos de linguagens, (técnica utilizada no teatro contemporâneo).

A voz no teatro enaltece a força da palavra por trás de cada gesto corporal, e desperta no espectador uma gama de sensações, crenças e reflexões.

Nesse sentido, a oficina fundamenta-se em ampliar as possibilidades de comunicação com a palavra no contexto teatral, estimular a ligação entre voz e corpo; desbloquear tensões que prejudiquem a emissão vocal utilizando a palavra como principio fundamental da retomada do seu valor estético e na sua real função no teatro, além da utilização do gesto na cena.

DURAÇÃO

A carga horária da oficina será de 01(um) mês, os demais meses serão definidos para ensaio do espetáculo.

PUBLICO ALVO

É direcionada tanto para aqueles que buscam capacitar-se, como para os que querem um contato inicial com a arte de interpretar. Idade a partir dos 16 anos.

INSCRIÇÕES

Para preencher a ficha de inscrição e enviar para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
e a oficina será realizada no Teatro Municipal de Dourados

A seleção dos participantes, bem como o dia e horário da oficina, se dará através de entrevista, ficha de inscrição e disponibilidade de ensaio nos dias e horários definidos da oficina.

CURRÍCULO RESUMIDO DO DIRETOR

Nill Amaral é diretor de teatro com capacitação nacional em direção e atuação, através do registro profissional número. 0052301/2002-liv 05. Fls. 11 e 12 pelo INDAC- Instituto de Artes Cênicas do Estado de São Paulo e SENAC/SP.

Trabalhou com a atriz e diretora Myriam Muniz de 1998 até 2001 onde atuou nos espetáculo Gota d’Água de Chico Buarque e Paulo Pontes e a Ópera dos Três Vinténs de Bertolt Brecht.

Em Mato Grosso do Sul dirigiu mais de dez espetáculos.

Entre eles destacam se: “Rosa de Portugal” em 2003; “Adélias” textos de Adélia Prado em  2004; “No gosto doce e amargo das coisas de que somos feitos” em 2007, e “A Serpente” de Nelson Rodrigues em 2010.

A OFICINA

A oficina de capacitação em teatro “Com a palavra, o novo ator” do diretor Nill Amaral, tem como objetivos principais trabalhar a revalorização da palavra no teatro como retomada do valor estético, e utilizá-la através recursos de linguagens, (técnica utilizada no teatro contemporâneo).A voz no teatro enaltece a força da palavra por trás de cada gesto corporal, e desperta no espectador uma gama de sensações, crenças e reflexões. Nesse sentido, a oficina  fundamenta-se em ampliar as possibilidades de comunicação com a palavra no contexto teatral, estimular a ligação entre voz e corpo; desbloquear tensões que prejudiquem a emissão vocal utilizando a palavra como principio fundamental da retomada do seu valor estético e na sua real função no teatro, além da utilização do gesto na cena.

DURAÇÃO

A carga horária da oficina será de 01(um) mês, os demais meses serão definidos para ensaio do espetáculo.

PUBLICO ALVO

É direcionada tanto para aqueles que buscam capacitar-se, como para os que querem um contato inicial com a arte de interpretar. Idade a partir dos 16 anos.

INSCRIÇÕES

Preencher a ficha de inscrição e enviar para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
LOCAL DA OFICINA

No Teatro Municipal de Dourados

A seleção dos participantes, bem como o dia e horário da oficina, se dará através de entrevista, ficha de inscrição e disponibilidade de ensaio nos dias e horários definidos em que elas serão realizadas.

CONTATO

Contato com Nill Amaral poderão ser feitos através dos telefones (67) 9283-6197 ou (67) 3411-7702 e as inscrições poderão ser feitas através do endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com a ficha de inscrição (veja abaixo) que poderá ser obtida através do e-mail www.maispalcos.vacaazul.com.

Ao preencher a ficha de inscrição, ela dever ser enviada para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. informou Nill Amaral a reportagem.

 

Comentário

Joaquim José Soares Neto não é mais o presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), do Ministério da Educação. A demissão dele foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União. Em seu lugar assume a reitora da Universidade Federal do estado do Rio de Janeiro (UniRio), Malvina Tânia Tuttmann. A confirmação da exoneração de Soares Neto ocorre um dia após a nova falha envolvendo o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A assessoria do MEC, porém, afirma que foi ele próprio quem pediu demissão e que a saída de Soares não tem relação com os problemas no sistema de divulgação de notas do Enem

Na segunda-feira, candidatos que acessavam o site do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – que unifica a oferta de vagas em instituições públicas de ensino superior – eram direcionados aos cadastros de outras pessoas, acessando dados como nota e opção de curso de seus concorrentes.

As recorrentes reclamações de lentidão na página do Sisu na internet já fizeram com que o MEC reduzisse o tempo de inscrição para 20 minutos. A medida pretendia evitar congestionamentos e problemas para a efetivação da inscrição. Desde a abertura do portal, no domingo, os candidatos já reclamavam de lentidão. Ainda na segunda-feira, o MEC informou que estenderá o prazo para as inscrições no Sisu para as 23h59 da quinta-feira.

A saída de Soares Neto vinha sendo cogitada desde o ano passado, quando os estudantes que prestaram o Enem foram surpreendidos com erros de impressão nos cadernos de prova. Em 2010, os dados pessoais de 12 milhões de alunos que se submeteram às edições do Enem entre 2007 e 2009 vazaram. Também houve problemas na escolha da gráfica.

Comentário

A presidenta Dilma Rousseff confirmou ter recebido a carta da deputada iraniana Zohreh Elahian, sobre a suspensão da pena de morte por apedrejamento da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, acusada de trair e planejar o assassinato do marido.

Em carta enviada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Dilma reiterou a posição do governo brasileiro em relação aos direitos humanos. O documento fala em "disposição de continuar conferindo à questão dos Direitos Humanos um lugar central em nossa política externa, sem seletividade e tratamento discriminatório".

Ao agradecer a carta da deputada iraniana, a presidente falou em "intercâmbio de opiniões" e futuros diálogos com comissões de direitos humanos do Congresso brasileiro.

A carta chegou às mãos da presidente Dilma Rousseff nesta terça-feira, segundo a secretaria de comunicação da Presidência. Segundo o Itamaraty, a carta escrita originalmente em farsi foi versada para o inglês e depois para o português.

Nela, a presidente do Comitê de Direitos Humanos do Parlamento iraniano, Zohreh Elahian, disse que o país suspendeu a pena de morte de Sakineh, condenada por suposto adultério e assassinato. Segundo a agência oficial iraniana ILNA, Elahian informa que a pena de Sakineh foi comutada para prisão e chama de "propaganda" as críticas dos governos ocidentais ao sistema judicial iraniano.

O procurador-geral do Estado e porta-voz do Poder Judiciário iraniano, Gholam Hossein Mohseni-Ejei, no entanto, negou que tenha sido suspensa a pena de morte imposta a Sakineh.

Polêmica

A polêmica em torno da pena de morte de Sakineh começou em julho do ano passado, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu asilo à iraniana no Brasil. O governo do Irã rejeitou a oferta, alegando que ele não estava bem informado sobre o caso. Pela lei islâmica em vigor no Irã, o adultério pode ser punido com a morte por apedrejamento, enquanto crimes como homicídio, estupro, assalto, apostasia e narcotráfico resultam em enforcamento.

O caso de Sakineh abalou ainda mais as relações entre o Irã e o Ocidente, já prejudicadas por causa do programa nuclear iraniano, que os EUA e seus aliados temem estar voltados para o desenvolvimento de armas nucleares. Teerã insiste no caráter pacífico das suas atividades.

A Anistia Internacional diz que o Irã é o segundo país que mais usa a pena de morte no mundo, atrás apenas da China. Em 2008, pelo menos 346 réus foram executados. As autoridades iranianas rejeitam as acusações de abusos aos direitos humanos, e alegam estarem seguindo a lei islâmica.

 

Comentário

No momento em que se forma uma rachadura num pedaço de vidro, sua tendência é se espalhar. Isso ocorre porque, embora o vidro seja muito duro e resistente à deformação, falta-lhe a resistência que metais como o alumínio e o aço possuem.

Agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia e da Universidade da Califórnia, nos EUA, relataram a criação de um novo tipo de vidro metálico, que é duro como o vidro e forte como o aço --o mais resistente de todos os metais.

"Com materiais, é muito difícil conseguir dureza e força ao mesmo tempo; geralmente é um ou o outro", disse Marios Demetriou, engenheiro de materiais da Caltech e principal autor do estudo reproduzido na revista "Nature Materials".

Porém, existe um problema nessa descoberta aparentemente perfeita.

"O custo do material é muito alto, o bastante para ser proibitivo, em se tratando de produtos de consumo", afirmou Demetriou, mesmo sem apresentar valores.

Mas os pesquisadores, que já estão patenteando o novo material, acreditam que ele poderia ser utilizável em pequenas quantidades.

"Ele poderia ser útil, por exemplo, em implantes ortodônticos devido ao alto grau de resistência exigida", explicou Demetriou.

O vidro metálico foi descoberto pela primeira vez cerca de 50 anos atrás, na Caltech.

Embora possua a estrutura atômica do vidro, ele é opaco e possui uma aparência brilhante, metálica.

Atualmente, outras composições de vidro metálico são usadas para fabricar tacos de golfe, estojos eletrônicos e ponteiros de relógios.

Comentário

Para cumprir a meta de criação de 2,5 milhões de empregos com carteira assinada em 2010, o governo contabilizou também as vagas que foram declaradas por empresas fora do prazo.

O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou nesta terça-feira (18) que o Brasil criou 2,52 milhões de empregos com carteira assinada em 2010, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

Além de ser recorde, foi o melhor resultado anual do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, em oito anos, registrou a abertura de 15 milhões de postos de trabalho formais.

Para chegar a esse número, entretanto, o governo contabilizou, pela primeira vez, postos de trabalho declarados fora do prazo de entrega da declaração.

De acordo com o ministério, 2,136 milhões de vagas foram declaradas pelas empresas de janeiro a dezembro, e, portanto, dentro do prazo. Já 387 mil empregos foram declarados fora do prazo (criados entre janeiro e novembro). Todos, no entanto, foram criados em 2010.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou, porém, que a mudança da contabilização dos números do Caged, em dezembro, visa a uma melhoria da qualidade das informações.

- Não há manipulação. O dado é o mesmo, a metodologia é a mesma.

Geralmente, essa informação extra vem com os dados da Rais, em meados do ano seguinte. Pelos dados apresentados pelo ministro nesta terça-feira, os números contam com as atualizações atrasadas de janeiro e novembro. Os números de dezembro ainda não foram fornecidos e devem puxar o dado para baixo.

A manobra contábil feita até agora possibilitou ao ministro entregar o cumprimento da meta de geração líquida de empregos (já descontadas as demissões) em 2010. Sem a incorporação desses dados, o saldo de emprego em 2010 seria de 2,136 milhões.

- Não antecipei por causa da meta. E nunca disse sobre prazos [de divulgação de dados].

Portanto, o total de empregos gerados em 2010 ainda deve aumentar, quando, em maio, forem contabilizados empregos declarados fora do prazo de dezembro e de servidores públicos, municipais, estaduais, federais e militares (que não entram no Caged).

Segundo Lupi, com o resultado da Rais o volume total de novas vagas criadas em 2010 atingirá a marca de 3 milhões.

Para 2011, o ministro manteve a previsão de abertura de 3 milhões de vagas com carteira assinada.

Comentário

Imagine se você fosse um professor de colégio com uma terrível alergia a giz. Você simplesmente não conseguiria dar aula, para desespero seu e felicidade dos alunos menos aplicados. Ter mãos sensíveis e propensas a alergias é um grande inconveniente. Qualquer pessoa pode desenvolver essa sensibilidade, em qualquer momento da vida. Existem pessoas mais expostas, como, por exemplo, quem mexe com água e detergente, caso das donas de casa. Ou então os que, pela profissão, entram em contato com substâncias químicas irritantes, como médicos, enfermeiros ou dentistas que usam diariamente luvas de látex. Ou o professor, o dia todo com um giz na mão.

Quando expostas ao elemento que desencadeia a sensibilidade da pele, as mãos desenvolvem uma reação chamada eczema: ficam avermelhadas, coçam, descamam, e surgem pequenas bolhas e rachaduras na pele.

O primeiro conselho que se dá a uma pessoa com eczema de mãos é evitar contato com o agente causador da sensibilidade. Mas na maioria das vezes esse conselho é difícil de ser posto em prática. Afinal, como evitar contato com água e detergente se o trabalho de casa tem que ser feito? Por isso, além dessa orientação geral, existem outras recomendações para quem tem mãos sensíveis. Aqui estão algumas delas:

1.    Ao lavar as mãos, use água fria e sabonete sem perfume e para pele sensível. Seque com delicadeza: em vez de esfregar as mãos na toalha, dê tapinhas na toalha. E, com as mãos levemente úmidas, passe hidratante.

2.    Deixe na pia um pote de hidratante específico para mãos propensas a alergia, para usar depois de lavar suas mãos. Um bom ingrediente para o hidratante de mãos sensíveis é vaselina. Assim como o sabonete, o hidratante também deve ser sem perfume. Passe uma camada fina, para suas mãos não ficarem excessivamente engorduradas. Se você estiver usando algum creme de tratamento, ele deve ser aplicado antes do hidratante.

3.    Deixe no local de trabalho seu sabonete e seu hidratante de mãos. Assim você evitará o uso de sabonetes agressivos e poderá reaplicar o hidratante várias vezes ao dia.

4.    Durante uma crise alérgica, evite usar álcool gel nas mãos. Mesmo fora de crise, use o produto apenas se necessário.

5.    Ao fazer o trabalho doméstico, use luvas de borracha. As luvas devem evitar completamente o contato com a água. Se entrar água na luva, interrompa seu trabalho, seque suas mãos e troque de luvas. Se o uso de luvas de borracha também agredir sua pele, use luvas de algodão embaixo das luvas de borracha. Pode ser incômodo no início, mas dá para se acostumar a trabalhar dessa maneira. Use água fria ou morna também na cozinha, evitando água quente.

6.    Se você é profissional da saúde e tem alergia a luvas de látex, use luvas hipoalergênicas e sem talco.

7.    Se você é professor e desenvolveu sensibilidade a giz, procure giz anti-alérgico, ou use dedais de borracha. E vá em frente com sua aula.

8.    Se a causa de sua alergia for uma incógnita, converse com seu dermatologista sobre a possibilidade de fazer um teste alérgico de contato. O teste apontará os prováveis culpados pelo incômodo.

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Terça, 18 Janeiro 2011 16:11

Novos ministros mantêm salário da Câmara

A nomeação de parlamentares para cargos no Poder Executivo levou 33 novos deputados e cinco senadores a Brasília. Se a entrada desses suplentes - quase todos para cumprir apenas um mês de mandato, já que os eleitos em 2010 tomam posse em fevereiro - mantém a representação dos Estados inalterada, o mesmo não ocorre com as despesas. Isso porque a maioria dos parlamentares prefere manter o salário recebido do Congresso, maior que o de um ministro ou um secretário estadual.

Dos 33 deputados que se licenciaram para assumir ministérios e secretarias estaduais, 27 optaram por manter o salário pago pela Câmara (R$ 16.512), apesar de um suplente ocupar sua vaga. É como se, em janeiro, a Casa contasse com 540 deputados, e não 513, provocando um impacto extra na folha de pagamentos de pelo menos R$ 115,6 mil. Outros seis deputados deixaram a Câmara para assumir os cargos de vice-presidente da República e de vice-governadores.

Esse grupo usa uma regra constitucional que permite ao deputado ou senador escolher por receber o salário pelo Executivo - como ministro ou secretário estadual ou municipal - ou pelo Legislativo. Na prática, isso representa uma diferença na conta bancária de R$ 5.764, no caso de ministros. Um deputado recebe R$ 16.512, enquanto o salário de um ministro é de R$ 10.748. Em relação aos secretários estaduais, caso de 26 dos 33 licenciados, a diferença é maior. Geralmente, os governos estaduais equiparam os salários dos secretários ao dos parlamentares das Assembleias Legislativas, que são limitados a 75% do que recebe um deputado federal.

Optar por manter o vínculo com o Legislativo traz outros benefícios aos deputados ministros. Os parlamentares têm 15 salários por ano e, como ministros, ainda podem usufruir do apartamento funcional da Câmara ou receber o auxílio moradia de R$ 3.000 mensais.

Reajuste

Essa distinção salarial, no entanto, tem os dias contados. Em dezembro, os parlamentares aprovaram em votação-relâmpago um projeto concedendo aumento de 61,83% nos próprios salários.

No mesmo projeto, os deputados e os senadores aumentaram os vencimentos do presidente da República em 133,96% e os salários dos ministros de Estado e do vice-presidente da República em 148,63%. A partir de 1º de fevereiro, todos passarão a receber R$ 26.723,13, o mesmo salário dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

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Terça, 18 Janeiro 2011 16:11

Morte de Tarsila do Amaral completa 38 anos

Quando pintou o seu primeiro quadro, intitulado “Sagrado Coração de Jesus” aos 16 anos, a artista brasileira, Tarsila do Amaral, não imaginava a projeção que ela teria no mundo das artes.

Nascida no dia 01 de setembro de 1886 em Capivari, interior de São Paulo, ela foi terminar seus estudos em Barcelona, na Espanha.

Ainda na Europa, a capivariense estudou pintura, escultura, desenho e ingressou na "Academie Julian", em Paris.

Na década de 20, a pintora se uniu à Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia, criando o grupo dos cinco.

Nessa segunda-feira, dia 17, fez 38 anos que Tarsila nos deixou.

Tarsila se foi, mas nos deixou como herança suas obras que marcaram a genialidade de uma das maiores artistas do Brasil.

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Terça, 18 Janeiro 2011 16:09

Moagem de cana cai mais de 75% em dezembro

A moagem de cana-de-açúcar na região Centro-Sul do País na segunda quinzena de dezembro totalizou 2,44 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 76,39% em relação ao mesmo período de 2009, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira pela União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica).

A diferença se refere ao período de encerramento da safra. Em dezembro de 2009, a moagem ainda estava sendo feita em ritmo acelerado, com 90 usinas funcionando. Em dezembro do ano passado, a safra já estava no fim, com apenas 21 destilarias em operação no Centro-Sul. No acumulado da safra 2010/2011, foram processadas até agora 555 milhões de toneladas, de acordo com a Unica.

Nos últimos quinze dias de dezembro, a produção de açúcar atingiu 67,48 mil toneladas, somando 33,46 milhões de toneladas desde o início da safra até 31 de dezembro de 2010. O total é 18,22% superior ao registrado em igual período de 2009 e 16,82% superior ao produzido na safra passada (2009/2010).

De acordo com a Unica, a produção de etanol alcançou 142,47 milhões de litros na segunda quinzena de dezembro, dos quais 53,24 milhões de litros de álcool anidro e 89,23 milhões de litros de álcool hidratado. Desde o início da safra até dezembro foram produzidos 25,27 bilhões de litros, alta de 10,34% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

As vendas de etanol pelas produtoras do Centro-Sul registraram aumento de 2,64% em dezembro na comparação com o mês anterior, com 2,22 bilhões de litros comercializados. Desse total, 2,11 bilhões de litros foram negociados no mercado interno e 108,33 milhões de litros foram exportados.

Em relação às vendas internas, o volume de etanol hidratado somou 1,5 bilhão de litros, crescimento de 2,44% em relação a dezembro de 2009. No caso do etanol anidro, o aumento foi de 16,07% (524,39 milhões de litros para 608,66 milhões de litros).

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