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Terça, 24 Agosto 2010 11:20

Estado investe mais de R$ 100 milhões na polícia

Escrito por Redação Douranews

Nos primeiros três anos e seis meses de administração, o governador André Puccinelli triplicou o investimento anual em obras da área de segurança pública, viaturas, armamentos, além de ter contratado por concurso 2.279 policiais, entre policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários. Foram investidos quase R$ 100 milhões, uma média anual de R$ 27 milhões e 300 mil.

O orçamento da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, computando o sistema penitenciário, passou de R$ 412 milhões em 2006, para R$ 699 milhões, um incremento de 69%. Com maior efetivo, viaturas novas e reforço no armamento, a Polícia passou a ter uma atuação mais forte nas ruas. O reflexo é a redução dos índices de criminalidade.

Em duas gestões, entre 1999 e 2006, de acordo com a assessoria de André, o governo anterior investiu R$ 37.824.59,49 em obras na área de segurança. Na administração de Puccinelli, ainda segundo a assessoria, já foi aplicado R$ 49.272.771,73, na construção de seis prédios para a Polícia Militar, reforma e ampliação de outras 15; construção de uma delegacia e de 14 agências do Detran nos municípios.

Segundo o secretário de Segurança, Wantuir Jacini, em 2007, no início da atual gestão, a Polícia Militar tinha um efetivo de 3.500 homens, menor que da PM de Mato Grosso, com uma população um pouco maior que a sul-mato-grossense, com 4.800 policiais. A PM ganhou o reforço de 1.616 policiais, uma média de 451 policiais por ano. Em oito anos, o governo anterior contratou 821 policiais, média anual de 102 contratações. André adquiriu 863 viaturas (entre motos e veículos), mais do que as 821 compradas durante os oito anos da administração passada. A compra das viaturas custou R$ 44.320.808,51. Foram adquiridas 3.995 armas e 2.358 equipamentos de segurança, mais R$ 6 milhões investidos, ante R$ 3 milhões da gestão anterior, além de 1 milhão de unidades de munição destinadas ao treinamento e utilizadas nas operações.

Além de aumentar o efetivo e melhorar as condições de trabalho dos policiais, o Governo optou, como arma para reduzir a criminalidade, por implantar a filosofia da polícia comunitária que estabelece uma relação mais próxima dos policiais militares com a comunidade. Jacini explica que na capital já foram ativadas quatro bases comunitárias de segurança. "Com a filosofia da policia comunitária, o policial visita a comunidade e os comerciantes para estabelecer um canal de comunicação mais estreito. Isso cria confiança do cidadão e dá oportunidade de o policial ter acesso às informações de pontos de drogas, por exemplo, ou de pessoas suspeitas”, explicou.

Durante as visitas ao comércio e com a comunidade, os policiais deixam o número do celular para a comunicação direta. “É a possibilidade de um contato maior com o cidadão numa relação de cumplicidade. Isto facilita o contato quando a comunidade precisar dos policiais militares com mais rapidez”, justificou. Segundo o comandante geral da PM, Coronel Carlos Alberto David, está sendo estudada a ativação de outras seis bases comunitárias.

Dentro desta filosofia a comunidade está participando do planejamento das ações policiais, como no final do ano numa reunião com a Associação Comercial de Campo Grande e a Câmara de Dirigentes Lojistas. “Eles participaram do planejamento das ações para a operação durante os festejos natalinos e do reveillon”, lembrou.

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