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Quinta, 07 Dezembro 2017 08:49

"Explosão de adrenalina”, diz delegado que aparece em fotos com traficante preso Rogério 157

Escrito por Bom Dia Rio
Rogério 157 "não acreditava que estava sendo preso", diz delgado Rogério 157 "não acreditava que estava sendo preso", diz delgado Reprodução/TV

O delegado Gabriel Ferrando, responsável pela prisão do traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, e um dos policiais que aparecem em fotos com o preso, disse, em entrevista na manhã desta quinta-feira (7), que já se adiantou e pediu uma audiência na Corregedoria Geral da Polícia para explicar sua atitude.

O traficante preso durante a operação integrada das forças de segurança nas favelas da Mangueira, Tuiuti, Mandela e Parque Arará na manhã de quarta-feira (6). Ele foi encontrado numa casa na favela Parque Arará, em Benfica, na Zona Norte do Rio, onde havia chegado por volta das 3h.

“Já me adiantei e pedi uma audiência com a Corregedoria Geral. O que acontece é que foi muito de dedicação na investigação, diante das inúmeras dificuldades na polícia, o que aconteceu foi uma explosão de adrenalina”, justificou o delegado.

Ferrando contou que há cinco anos, quando foi o primeiro delegado recém-criada 11ª DP (Rocinha), começou a investigar o traficante. Na operação de quarta-feira, uma equipe de 30 agentes foi para a favela, mas somente de oito a dez participaram efetivamente da prisão.

“Era uma ação de alta complexidade e foi feita por agentes que conheciam as características físicas dele, que poderiam reconhece-lo. Tínhamos informações de que ele estaria naquela região, mas a informação não chega limpa, tem de ser filtrada. Por isso, verificamos várias casas, até que vimos dois elementos em fuga e fomos checar as casas daquela região. A sorte às vezes é a oportunidade para a competência”, disse Ferrando.

O delegado contou ainda que o traficante, com o poderio criminosos que tem, não acreditou que estava sendo preso e que chegou a sugerir um suborno aos policiais.

“Ele disse aos policiais que poderia mudar a vida deles. Quando me viu, ele me conhecia lá da delegacia da Rocinha, ele disse: doutor, não posso ser preso. Mas aí viu que não dava, se entregou, baixou a cabeça e não resistiu”, detalhou Ferrando, acrescentando que o traficante vinha tentando mudar suas características físicas, como apagar tatuagens, porque estava sendo caçado por todos os lados.

O delegado disse ainda que Rogério prestou depoimento na Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) e depois de fazer exame de corpo de delito no IML, foi levado para um presídio de Bangu, na Zona Oeste.

Última modificação em Quinta, 07 Dezembro 2017 08:40
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