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José Vasconcellos (8)

Conheço bem a “Linha do Potreirito”, onde tenho um sítio, o “Santa Paula”, há trinta e três anos. Conheço sobejamente a região e muito mais, a dita Estrada. Nos mais de 40 anos que escrevo para os jornais [primeiramente Folha de Dourados e Jornal O Progresso, agora também no Douranews] sempre entendi que é inarredável a obrigação de quem escreve, expondo sua opinião, DIZER A VERDADE, não se importando com o tamanho.

Pela lei municipal de Dourados nº 2.539, de 23 de dezembro de 2002, promulgada pelo então prefeito municipal JOSE LAERTE CECÍLIO TETILA, ficou assentado, por força dessa lei, que transcrevemos integralmente, a seguir: “LEI Nº 2.539, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2002. – “Dispõe sobre denominação de rua do Município” - O PREFEITO MUNICIPAL DE DOURADOS, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei: - Denomina ALCIDES JOSÉ DE MACEDO, a estrada vicinal a partir da Av. Marcelino Pires, em frente a “Baggio Madeira”, até a Rua Tubarão no Jóquei Clube, nesta cidade. – Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário - Dourados, 23 de dezembro de 2002.- (ass.) José Laerte Cecílio Tetila. Prefeito.” – (sic)

O saudoso homenageado ALCIDES JOSÉ DE MACEDO era padeiro, morava e tinha uma padaria na Linha do Potreirito, a pouca distância do hoje trevo da BR 163. Essa estrada, antigamente, dava acesso à Vila Brasil, hoje, Fátima do Sul.

Com o tempo, a Estrada do Potreirito com início na Avenida Marcelino Pires, passou a servir muitos moradores, com o avanço do Parque das Nações II Plano. Sempre foi muito útil aos agricultores, produtores de leite e a muitos pequenos proprietários, dentre eles muitos que pegavam soro no Laticínio Camby para seus porcos. Como prefeito, Humberto Teixeira alargou e cascalhou aquele trecho.

ALCIDES JOSÉ DE MACEDO, enquanto viveu, trabalhou na sua padaria que atendia toda aquela região. Vários membros da sua família, até hoje ainda moram lá. A família sentiu-se sobremaneira honrada, na ocasião em que a Câmara Municipal, reconhecendo o trabalho do “velho Alcides”, colocou seu nome na rua onde ele viveu e trabalhou (Lei n. 2.539, de 23-12-2002, sancionada pelo prefeito Tetila).

A “Estrada do Potreirito” sempre nasceu na Avenida Marcelino Pires, conforme nos atesta o texto da Lei 2539/02, acima transcrita. Referida via, nascendo na Av. Marcelino Pires, cruza a BR 163 e passa pelo Jardim Jóquei Clube, seguindo para Fátima do Sul.

Durante a gestão do prefeito José Laerte Cecílio Tetila, além da promulgação da Lei 2.539/02, ocorreu o ESBULHO de parte dessa via pública (a Linha do Potreirito), quando o ex-prefeito JOSE ELIAS MOREIRA apossou-se de uma parte da estrada, no trecho entre o Almoxarifado da Enersul e a Avenida Marcelino Pires.

Na oportunidade, além da comunicação feita diretamente ao prefeito Tetila, cerca de dez proprietários dirigiram-se ao Ministério Público Estadual, localizado ainda à Av. Presidente Vargas, entre a av. Joaquim T. Alves e rua Onofre Pereira e, ao Procurador Alencar (Dr. JOSE Antônio Alencar), registraram a queixa do esbulho da via pública. Um processamento foi aberto e ENGAVETADO, para nunca mais ressurgir. Posteriormente, o esbulho, com todos os detalhes, foi publicado no livro deste autor “A Testemunha da Lembrança”; livro que foi entreguei ao promotor (o sósia do Bonner, da Globo), com pedido de providências. É de acreditar-se que ele nem abriu o tal livro!

O sr. JOSE ELIAS MOREIRA, praticado o esbulho com a maior cara de pau, mantém-se tranqüilo, implantando uma vila no local. Tudo acontece, pela omissão do prefeito Tetila e seus sucessores, e a inoperância do Ministério Público Estadual, costumes que vem de um tempo em que ainda não tínhamos o exemplo que nos tem dado, o juiz federal Sérgio Moro, da Lava-Jato.

Não bastasse o ex-prefeito JOSE ELIAS esbulhar parte da via pública, denominada rua ALCIDES JOSÉ DE MACEDO, agora prevaricadores, passando por cima da LEI MUNICIPAL 2.539, DE 23-12-2002, tentam trocar o nome do homenageado, dando àquela via o nome da senhora Gelcy Maria Teixeira Marcondes, que foi casada com o também saudoso médico Coronel Marcondes, ex-componente da FEB, “cassando” a homenagem concedida, por merecimento, ao velho Alcides.

Temos de reconhecer, a propósito, o desrespeito que se faz à memória da saudosa dona Gelcy Maria Teixeira Marcondes, mãe de uma prole com formação superior, que nos deixou uma lição de vida e um legado de comportamento. Por sua formação e caráter nunca desejaria, em quaisquer circunstância, usurpar o nome de alguém em benefício próprio. A tentada usurpação é uma ofensa à sua memória. Ela sempre acreditou em Deus, acreditou nos seus mandamentos e na solidariedade humana.

Esbulharam e usurparam, e o Vereador Silas Zanatta não sabia!

* O autor é Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais e membro da ADL. (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)
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Na ciência jurídica há um princípio de direito inarredável, que estabelece: “O específico derroga o genérico”. Isto quer dizer que quando uma lei, especificamente, trata de um assunto, vale essa lei contra qualquer outra que, genericamente, venha abordar matéria correlata àquele Diploma legal. Em questão análoga, pode-se dizer, para melhor compreensão do que seja “específico” e “genérico”, fazemos esta singela ilustração: um enfartado, no seio de um hospital que tem a disposição um cardiologista — profissional específico —, pretender-se acudi-lo com um clínico-geral — profissional genérico —, a toda evidência, é um contra senso, uma imprudência, na preservação da vida do paciente.

No jornal “O Progresso”, edição de 24/25-06-2017, podemos ler: “Presidente em exercício sanciona lei que libera inibidores de apetite”. E, no curso da reportagem: “Como presidente da República em exercício, Rodrigo Maia (DEM-RJ) sancionou, sem vetos, na manhã de ontem (23), a lei que libera a venda de emagrecedores e inibidores de apetite no País. (...) O projeto aprovado no último dia 20 pela Câmara susta de imediato os efeitos de uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de 2011, que proibiu a comercialização de alguns medicamentos desse tipo. A Anvisa já criticou a medida e vê perigo à saúde da população.”(sic)

“Em nota, a agência (Anvisa) afirma que a medida representaria um sério risco para a população, além de ser uma AFRONTA à competência legal da autarquia.” (sic)

Essa notícia nos informa o seguinte: que o Parlamento não foi fiel àqueles que o elegeu, porque militou, temerariamente, numa área que não lhe pertence e, prevaricando, acintosamente, revogou o princípio de que o ESPECÍFICO — no caso as atribuições da Anvisa, que tem a incontestável e absoluta competência legal, para decidir sobre a saúde pública -, foi invadida na sua restrita competência pelo Parlamento (poder GENÉRICO), com o respaldo do chefe substituto do Executivo, Rodrigo Maia, para modificar decisão tomada por aquele órgão em defesa da saúde pública. Nesta caso — invasão de competência — o presidente da República tinha obrigação de ofício de VETAR a invasão, que afrontou, acintosamente, a atribuição e a privacidade da Anvisa, estabelecida em lei, cuja função específica é proteger a saúde pública.

Testemunhamos, todos os dias e em todos horários, as TVs exibindo propagandas enaltecendo “as vantagens” de usar medicamentos para todos os males, inclusive para o emagrecimento, sem nenhuma prova da eficácia e da possível contra indicação. O comércio das drogas fabricadas à margem da lei, irresponsavelmente despreocupado com a saúde publica e já condenadas pela Anvisa, É UMA FESTA! O lucro incomensurável, passeando pelas casas dos bilhões, por gratidão, é dividido com aqueles que ajudaram a “MANTER AS PESSOAS MAGRAS”, enquanto engordam suas contas bancárias. Poder-se-ia até concluir que muitos não levam a sério a Lava-Jato do Dr. Moro.

Você, conterrâneo brasileiro, que habita este torrão varonil, onde as palmeiras tem folhas compridas como os cabelos da Iracema e verdes como o fardamento dos catarinenses, que lhes conferiu o apelido de “Barrigas verdes”, acredita que o Congresso e o poder Executivo, tenham viabilizado a fabricação e a venda dos “emagrecedores”, por puro amor à esbelteza dos brasileiros? Que teriam chutado o balde e mandado a Anvisa à favas, sem nem pensar no leite das crianças? Você acredita, ou acha mesmo que o lucro resultante da irresponsável e maciça venda dos placebos para emagrecimento, nocivos à saúde e inócuos para o fim a que a propaganda afiança, é só para beneficiar os espertinhos que fabricam e vendem as porcarias, ou há partilha com os políticos interessados em abastecer o “caixa-cemitério”?

Outrossim, caso estivessem os políticos, realmente, preocupados com o bem-estar dos seus eleitores, estariam verificando por que, num Aeroporto, um cafezinho custa R$ 13,00 (treze reais) e um Hambúrguer R$ 35,00 (trinta e cinco reais). A inoperância do Congresso, do Executivo, assim como o da Polícia, em coibir os roubos descarados e acintosos, praticados nos Aeroportos pelas lanchonetes, contra o cidadão passageiro, às vezes até desempregado e sem recursos para alimentar-se, que permanece horas e horas faminto, esperando pelo seu vôo: não seria outro tipo de ação ilegal, para fomentar o emagrecimento?

* O autor é membro da Academia Douradense de Letras (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Martinho Lutero (1483-1546), padre católico alemão, protestando contra a venda de indulgências para a construção da Basílica de São Pedro, em Roma, rompeu com a Igreja e traduziu do Latim para o Alemão, o Novo Testamento que publicou em 1521; depois, com alguns colaboradores, fez a tradução completa das Escrituras, que foi impressa em 1534.

O texto em Alemão, acessível às camadas populares, contribuiu para unificar os dialetos regionais e consolidar a língua alemã. Uma das grandes conquistas da Reforma, foi colocar a Bíblia na mão do povo, que passou a ser intérprete do texto e não mais dependente dos sacerdotes. Como conseqüência, a tradução foi um vetor para a alfabetização daqueles que desejavam um conhecimento mais completo e com liberdade, do texto bíblico.

Uma repercussão parecida teve a King James Bible, uma tradução inglesa da Bíblia em 1611, que consagrou expressões usadas no inglês contemporâneo.

No Brasil, a Nova tradução na linguagem de hoje, de 1988, foi pioneira ao verter a Bíblia para o português coloquial. Em 2003, o texto foi publicado no Brasil, pela editora católica Paulinas.

Traduções da Bíblia são tão antigas, quanto o próprio texto sagrado. A Torá, a lei judaica, foi vertida para o aramaico (a língua de Jesus) no século VI a.C., durante o exílio dos israelitas na Babilônia. No século III a. C., em Alexandria, 72 rabinos trabalharam na Septuaginta, uma tradução grega da Bíblia Hebraica (Antigo Testamento, para os cristãos) que atendesse à comunidade judaica espalhada pela costa mediterrânea e figurasse na mítica biblioteca de Alexandria.

São Jerônimo, (347-420,a.D.), concebeu a Vulgata, uma tradução das Escrituras para o latim vulgar que se tornou a Bíblia oficial da Igreja Católica. GUTENBERG (Johannes Gensfleisch), (1400-1468), imprimiu a Bíblia: a famosa Bíblia de Gutenberg (1455), da qual o Brasil possui dois exemplares. A Bíblia de Gutenberg, junto com a Reforma Protestante, que tinha como meta colocar o texto sagrado nas mãos e no idioma do povo, foi sucesso e impulsionou outras traduções, a partir do século XVI. (Rev. Época, ed. fev/2017, págs. 79/81 e Dic. Enc. Ilustr. Veja Larousse, ed. 2006).

O acesso popular ao texto traduzido da Bíblia Sagrada no vernáculo, fomentou a alfabetização, que se revelou útil em todos os sentidos, inclusive na colonização do Novo Mundo. Alemães e Ingleses alfabetizados, que colonizaram e povoaram a América do Norte e o Canadá, hoje ostentam o título de Primeiro Mundo, enquanto espanhóis e portugueses, analfabetos ou com alfabetização sofrível, passados mais de cinco séculos, patinham, tentando resolver problemas elementares, que os alfabetizados no Primeiro Mundo resolveram há muito tempo!

Em nosso País, o “trabalho” dos políticos teve e tem, como prioridade a cobrança de impostos e o subseqüente desvio dos valores arrecadados. Esse costume decorre da má formação moral, intelectual e religiosa do indivíduo, à frente dos órgãos públicos.

O costume de lesar os contribuintes e emperrar o desenvolvimento do País, têm raiz nos costumes das Nações européias de origem latina, que nos despacharam os primeiros contingentes de colonizadores: analfabetos e misturados a uma multidão de degredados, da pior espécie. Eram Católicos, Agnósticos e ignorantes, que chegaram para colonizar o Brasil. Concomitante, colonizadores protestantes alfabetizados e afeiçoados à leitura bíblica, colonizavam a América do Norte e o Canadá. Confira a diferença!

A oligarquia rural brasileira, quase toda analfabeta, escorava-se no trabalho escravo; promovida a abolição em 1888, no ano seguinte, 1889, os oligarcas proclamaram a República e extinguiram o Império, depondo o Imperador D. Pedro II, que foi, compulsoriamente, expatriado. Depois de governar o Brasil por 48 anos (1841/1889), o Imperador morreu pobre dois anos depois (1891), num quarto do modesto hotel “Bedford”, em Paris. Os republicanos que assumiram o poder, aperfeiçoaram-se para burlar as leis e saquear o Erário, o que fazem até hoje, animados pela impunidade.

Dos colonizadores contemporâneos ao descobrimento no séc. XV, temos um fóssil vivo: o ex-presidente LULA! Apedeuta, não conhece os princípios da moral apregoados na Bíblia Sagrada, intitula-se, contudo, a “Alma mais pura do Universo”.

• O autor é membro da Academia Douradense de Letras.
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Sábado, 10 Junho 2017 21:56

Decálogos que influenciaram a humanidade

Escrito por

ABRAHAM LINCOLN (1809-1865) – Presidente dos Estados Unidos da América, eleito em 1860 e reeleito em 1864. Foi assassinado por um fanático em 1865:

1 – Não criarás a prosperidade se desestimulares a poupança.
2 - Não fortalecerá os fracos se enfraqueceres os fortes.
3 – Não ajudarás o assalariado se arruinares aqueles que o pagam.
4 – Não estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio de classes.
5 – Não ajudarás os pobres se eliminares os ricos.
6 - Não poderás criar estabilidade permanente baseada no dinheiro emprestado.
7 – Não evitarás dificuldades se gastares mais do que ganhas.
8 – Não fortalecerás a dignidade e o ânimo se subtraíres ao homem a iniciativa e a liberdade.
9 – Não poderás ajudar os homens de maneira permanente se fizeres por eles aquilo que eles podem e devem fazer por si próprios.

Como faltou um “mandamento” no decálogo do Presidente Lincoln, completamos o decálogo com o que disse o Presidente John F. Kennedy, também assassinado por um fanático: “—Não pergunte o que os Estados Unidos pode fazer por você; mas pergunte-se o que você pode fazer pelos Estados Unidos.”

VLADIMIR ILITCH ULIANOV (1870-1924), o LÊNIN, comunista russo que fundou a ala Bolchevique. Em 1917, liderou a insurreição; criou o Exército Vermelho; e fundou a Internacional Comunista em 1919. Dedicou-se a fundação a U.R.S.S (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), em 1922. Eis seu decálogo, que orienta a ação do PT, sob a liderança da “alma mais pura” do Universo:

1 – Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual.
2 – Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa.
3 – Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais.
4 – Destrua a confiança do povo em seus lideres.
5 – Fale sempre em Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade assuma o Poder , sem nenhum escrúpulo.
6 – Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população.
7 – Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais ao País.
8 – Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas na as coíbam.
9 – Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas governamentais, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos deve acusar os não-comonistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for do interessa da causa.
10 – Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de foto, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.

OBSERVE, que na leitura deste decálogo do comunista Lênin, você reconhece o “modus operandi” do PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), enquanto à frente do governo.

Padre CÍCERO ROMÃO BATISTA (1844 – 1934). Ordenado Padre Católico Apostólico Romano em 1870, é venerado pelos nordestinos como Santo, que fazem repetidas peregrinações a Juazeiro do Norte, no Ceará, onde ele viveu. Proibido pela Igreja para ministrar os sacramentos aos fieis, seguramente por inveja dos seus superiores, continuou seu trabalho como padre até sua morte em 1934. O Vaticano já manifestou o desejo de beatificá-lo, à vista da veneração que o povo nordestino dedica-lhe. Lira Neto, jornalista e escritor, produziu uma minuciosa e completa biografia do Padre Cícero: Ed. Cia. das Letras, 2009. Eis seus dez mandamentos:

1 – Não derrube o mato. Nem mesmo um só pé de pau.
2 - Não toque fogo no roçado. Nem na caatinga.
3 - Não cace mais. Deixe os bichos viverem em paz.
4 - Não crie o boi nem o bode soltos. Faça cercados. Deixe o pasto descansar para se refazer.
5. –Não plante na serra acima. Nem faça roçado em ladeira muito em pé. Deixe o mato protegendo a terra, para que a água não arraste sua riqueza.
6 – Faça uma cisterna no oitão da sua casa, para guardar a água da chuva.
7 – Represe os riachos, de 100 em 100 metros, ainda que seja com pedra solta.
8 – Plante cada dia pelo menos uma árvore. Um pé de caju, de sabia, ou qualquer outra. Até que o sertão seja uma mata só.
9 – Aprenda a tirar proveito das plantas da caatinga, tais como a maniçoba, a favela, a jurema e tantas outras. Elas podem ajudar você a conviver com a seca.
10 –Se obedecer esses preceitos, a seca vai acabando aos poucos. O gado vai melhorando e o povo terá sempre o que comer. Se não obedecer, dentro em pouco tempo o sertão todo vai virar um deserto só.
Esse diálogo está escrito ao pé de um monumento, no alto da Serra do Catulé, próximo a sua estátua.

* O autor é membro da Academia Douradense de Letras (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Sábado, 03 Junho 2017 10:18

A“Vivo” trata-nos como idiotas

Escrito por

Alguém poderia atestar, que sempre que tenta uma ligação com celular, utilizando a prestadora do serviço de telefonia “VIVO”, consegue que a ligação seja completada? Não, claro que não! As tentativas para fazer a ligação, invariavelmente, esbarram na enfadonha voz de uma gravação, dizendo que a ligação não pôde ser completada, e que está sendo encaminhada para a caixa de mensagens e que, para tal providência, será cobrado o serviço!

O cliente, que pagou para possuir um telefone que funcione e atenda suas demandas, sente-se um idiota, lesado pela concessionária que age, desvirtuando as disposições contratuais da concessão. Seria incompetência ou pura safadeza da concessionária, para tirar mais uns trocados do assinante?

A cada dia, o serviço telefônico da “VIVO” piora ainda mais. Às vezes consegue-se a ligação depois de duas ou três tentativas; outras vezes, não se consegue a ligação de forma nenhuma, independentemente, do número das tentativas, todas “coroadas” com a informação de que “a ligação está sendo encaminhada para a caixa de mensagens e estará sujeita...” Essa tal cobrança é um encargo adicional, criminosamente, estabelecido, com o intuito claro e injustificável para extorquir o assinante, que precisa fazer uso do serviço, para atender suas atividades e por ele já pagou.

Fica a dúvida: a “VIVO” não presta o serviço por incompetência operacional, ou apenas dissimula para achacar o assinante.

É crítica a situação da telefonia celular prestada pela “VIVO”, que cobra pelo serviço e não o presta, em condições aceitáveis; e ainda “remenda” sua obrigação líquida e certa, com a tentativa de cobrar uma tarifa complementar, decorrente da incapacidade em atender a demanda do cliente, para a qual pleiteou e obteve a concessão.

Embora caótico o serviço da “Vivo”, não se tem notícia de qualquer providência por parte do Poder Público, que celebrou a concessão, através do seu Órgão Regulador. A transgressão do que foi pactuado, tampouco tem despertado o Ministério Público, para o cumprimento do seu dever de ofício, que é defender o usuário. Assim, como último recurso, resta ao cidadão lesado recorrer ao Órgão de Defesa do Consumidor, com perda de precioso tempo e prejuízo para sua atividade, já que contato direto com a concessionária é impossível e irritante.

Funcionários públicos vinculados ao serviço de telefonia, têm a obrigação de ofício, de apurar o que está acontecendo, tempestivamente, e exigir que o serviço seja restaurado, sob pena de aplicar à prestadora a multa que, seguramente, deve estar prevista no contrato da concessão.

Observe mais, a multa deve ser lançada e cobrada, porque o que se sabe, é que maioria delas, as que tem elevado valor, envolvendo grandes devedores, terminam como PLACEBO (substância inofensiva): aquele “medicamento” ministrado para eliminar eventos psicológicos do paciente. As multas de valor elevado, lançadas para corrigir grandes safadezas, NINGUÉM TEM PAGO, é o que registra nossa história!

O assinante de celular da VIVO precisa de ajuda urgente, porque injustificável sob qualquer aspecto, que em pleno século XXI, ainda tenhamos problemas tão elementares como esse da comunicação, serviço inaugurado pelos galos quando desembarcaram da Arca de Noé. Sobre essa iniciativa dos galos, já escrevemos em duas oportunidades: 29.03.13 e 02.04.13. O primeiro, com o título “O galo, o prêmio Nobel e o Brasil”; o segundo, “Os galos, as comunicações “on line” e o jornal.”

Recordando o que foi escrito: Cientes de que não sabiam nadar e tampouco voar, os galináceos bípedes empenados, tendo o recente Dilúvio como exemplo, que se revelou funesto para os irmãos e as irmãs poedeiras; apreensivos com uma possível ocorrência danosa, para prevenirem-se de outros eventos fatídicos, resolveram enfrentar o problema de vida ou morte, estabelecendo um sistema de comunicação. A comunicação deu-se através do canto. Cantar nas primeiras horas de cada dia, para transmitir e receber as notícias. Assim criou-se a primeira rede de comunicações “ON LINE”. Um galo canta aqui, outro responde ali, avisando outro acolá, o cantarolar matinal dos galos, envia e recebe as notícias prevenindo a “classe” de quaisquer eventos danosos, como aconteceu com o DILÚVIO.

O galo precisa prevenir-se, para viver. Nós, com a VIVO, estamos no escuro procurando responsáveis!

* O autor é membro da Academia Douradense de Letras (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

Não é fácil descortinar a variedade e a multiplicidade das dissimulações, manhas, faltas de escrúpulos, ganância, destemor à repressão, tudo bem untado com o disfarce acintoso e a má-fé, encalacrados na cultura criminal, que se aliam e se somam, quando se trata de subtrair o dinheiro público, usando para perpetrar o crime, quaisquer dos inúmeros recursos de que dispõem. Nada os assustam! Nada os detém!

O peculato, malversação que veio com a colonização portuguesa para o Brasil, foi introduzida na cultura do serviço público. Essa ação dos calhordas busca, evidentemente, meter a mão no dinheiro público, com a mesma desenvoltura das saúvas, no desfolhamento das roseiras.

Equipados com “ferramentas” instintivas, forjadas para a ladroagem, lesam o patrimônio público, privando o povo que paga os impostos, de investimentos na saúde, na educação e na segurança. Recursos públicos, para o peculatário, são como as lâmpadas para as mariposas: atrai, inebria e catapulta o meliante para as gavetas do Erário, para cumprir sua nefasta sina: ROUBAR O POUCO, DOS QUE MAIS PRECISAM!

O povo sabe que é furtado, roubado e assaltado por escroques de colarinhos engomados; sente na própria pele que os serviços públicos essenciais não são prestados, para justificar os impostos recolhidos. Obras públicas nunca são concluídas pela ação do peculato: são escolas, hospitais, creches, rodovias e outras necessidades relacionadas com a infra-estrutura, indispensáveis para o desenvolvimento do País.

Antes da Lava-Jato nunca houve empenho em acabar com o peculato; os peculatários sempre estiveram mansos e ativos. Ninguém ignorava, a existência de uma gigantesca e sólida engrenagem, constituída pelos executivos e pelos legislativos, em todos os níveis das administrações públicas, inclusive com o concurso de Tribunais de Contas e a “ajuda” discreta de magistrados corruptos, instalados no seio da Justiça.

Essa engrenagem foi travada pelo juiz federal Sérgio Moro. Está emperrada agora, quase parando, mas não parou. Na ação da Lava-Jato, espera-se que a hora e a vez dos ladrões do Erário chegou, para que paguem na jaula, o repugnante crime de furtar o “sangue do povo”.

Os legisladores que detém a função primordial de fiscalizar os demais órgãos da administração, na realidade representam um evento danoso para a Democracia, quando se juntam com outros mandatários para furtar o Erário. O Executivo e o Parlamento, num aconchego a que chamam de “base aliada”, exploram com ganas os recursos públicos, com manobras a que chamam de “caixa”, para atender campanhas políticas, viagens, compra de fazendas, de mansões, de jatinhos, de embarcações com o nome de iate... Para a Justiça, a suntuosidade nas instalações, aposentadorias milionárias e a baixa produção judicante, que faz dos Tribunais brasileiros, grandes depósitos de processos. Os maiores!

Nas sessões do Parlamento, sentados permanecem apenas os parlamentares do “Vale dos caídos”, ignorantes, mudos e satisfeitos com os proventos (Jetom) que recebem; os demais: extrovertidos, exigentes e falantes, mantém-se de pé discutindo ao pé do ouvido de um colega, qualquer assunto, menos aquele que se debate ou que interesse ao País e ao contribuinte, que lhe paga até a empregada doméstica e o papel higiênico que usa em sua casa, seguramente uma dependência residencial, fornecida pelo governo com dinheiro dos impostos.

Já foi dito por alguém: “É possível enganar uma pessoa durante todo o tempo; algumas durante algum tempo; mas todas ao mesmo tempo, é impossível!”

Descendo no alfabeto de A para Z, vamos encontrar a Câmara Municipal de Dourados, onde os vereadores representam uma população com mais de 200 mil almas, numa cidade que não possui calçadas; emplacamento com o nome das ruas; limpeza e remoção do lixo e dos entulhos, na medida da necessidade. Faltam ainda semáforos para o trânsito e para os pedestres; pavimentação de verdade nas ruas; e muitas outras carências. Sobram, contudo, lombadas eletrônicas e transversais sem pintura; câmeras para atrasar, embaraçar e espoliar o motorista com multas; e caminhões trafegando na área urbana. Não obstante esses desarranjos, vereadores dedicam seu tempo remunerado pelo IPTU, para pedir CEMITÉRIO PARA CACHORROS e GLORIAS PARA O TERERÉ!

Pode? A pergunta é feita, porque é você, contribuinte, que os paga pelo “trabalho” de todos eles: municipal, estadual e federal!

* O autor é Bacharel em ciência jurídicas e sociais; membro da Academia Douradense de Letras. (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

As muralhas caíram para permitir a entrada dos israelitas na cidade de Jericó (Josué: 6-20). A queda das muralhas marcou o fim da caminhada iniciada por Moisés com seu povo, desde o Egito, pelo deserto da Arábia, onde, no Monte Sinai, recebeu as Tábuas da Lei com os Dez Mandamentos, (Ex.20:1-18).

Os israelitas voltavam para Canaã, de onde saíram para o Egito há quatrocentos anos, por convite de JOSÉ, filho de Jacó, então ministro e governador junto ao Faraó, por haver decifrado-lhe sonhos que salvaram o Egito de prolongado período de fome.

É remoto o começo dessa história: teve início com a venda do israelita JOSÉ, filho de Jacó, aos egípcios por seus irmãos. No Egito, JOSÉ, foi trabalhar na casa de Putifar, capitão da Guarda do Faraó, que era eunuco por exigência da função que exercia. A mulher desse capitão, RANOFRIT, começou a assediar sexualmente o empregado JOSÉ. Diante da resistência moral do assediado, como vingança pela rejeição, o assunto chegou ao conhecimento do capitão, com a versão inversa a da verdade: JOSÉ é que estaria assediando RANOFRIT (?) A Bíblia Sagrada, (Genêsis. Cap.37 e vers.; 39:7 e ss.), relata-nos, com minúcias, a história dos assédios de Ranofrit. José foi preso!

Na prisão, José tornou-se vidente e sua fama alcançou o Faraó (Gen. 41 e vss) que pediu-lhe para decifrar um sonho que tivera. Pela ajuda que deu ao Faraó, José tornou-se primeiro-ministro (Gen.41:37) e governador de toda região (Gen. 46:4). E de toda terra vinha-se ao Egito comprar trigo a JOSÉ, porque a fome era violenta em toda a terra (Gên.41: 57). Jacó sabendo que havia trigo no Egito, (...) e que JOSÉ governava todo o Egito (Gen. 45:25). Israel partiu (para o Egito) com tudo (Gen. 46:l).

Os israelitas ficaram por 400 anos no Egito, conforme premonição divina (Gên:15-13): O Senhor disse a Abrão: “Sabe que teus descendentes habitarão como peregrinos numa terra que não é sua, e que nessa terra eles serão escravizados e oprimidos durante quatrocentos anos.”

Desses eventos, cumprida a profecia (Gen. 15-13), vieram o Êxodo, Moisés, o Monte Sinai, os Dez Mandamentos e, finalmente, o retorno à Terra Prometida (Canaã).

Note que o PRIMEIRO ASSEDIO SEXUAL, que se tem notícia através da Bíblia foi praticado por uma MULHER, a JOSÉ, filho de JACÓ, que não cedeu; e a pureza da sua moral desencadeou acontecimentos, já previstos pelo Criador (Gen. 15:13) que influenciam a vida dos humanos civilizados até hoje.

Veja, ed. 12.04.2017, estampa na sua capa fotos de mulheres, protestando contra assédios sexuais. Às páginas 74/81 da revista citada, elas voltam-se contra o ator José Mayer, que teria assediado uma colega da Rede Globo — Susllem Tonani — (que nem é parente do saudoso Antonio Tonnani), que registrou queixa contra o ator, seu colega na TV Globo. O protesto harmonizou-se num fraterno e solidário movimento feminino, com o grito de guerra: “Mexeu com uma, mexeu com todas!”

Esse desbarrancamento, essa queda pluviométrica assustadora, esse grito que faria Tarzan — nos bons tempos de cipó — passar vergonha; enfim essa revolta que ameaça a natureza com a queda de árvores; e a humanidade, com a febre amarela, é um movimento orquestrado contra o humilde e desamparado JOSE MAYER, 67 anos de idade, ator da Globo, participante de dezenas de filmes e novelas. Seu nome JOSÉ, fez-nos lembrar daquele israelita JOSÉ DO EGITO, filho de Jacó, que fora insistentemente assediado por uma mulher: RANOFRIT, a mentirosa esposa de Putifar.

JOSÉ MAYER, com os cabelos e as barbas brancas, já confessou e, timidamente, pediu desculpas pela fraqueza que o conduziu à “tentação”, denunciada pela figurinista da Globo. Presume-se que Mayer tenha sido influenciado pelos comerciais de medicamentos nas TVs que anunciam remédios para a disfunção erétil e outras “barbaridades” durante o almoço; e à mesa do jantar, quando se ouve os acordes da Ave Maria, as TVs voltam com suas novelas, mostrando mulheres quase nuas, grudadas em homens, usando linguajar chulo e trejeitos obscenos. Tudo é feito, imagina-se, para incendiar desejos, e quando alguém fraqueja, acontecem coisas — aí — quem provoca, acusa!

Insultado pelos “sex appeal” que se avolumam, José Mayer, descendente de alemães, convivendo com os ECDISES nos camarins da TV, acuado, pediu escusas, mas deu seu grito de guerra em alemão: Sexuelle belästigung ist ein normaler akt!

O autor é membro da Academia Douradense de Letras. (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Todos sabemos que uma obra pública, para ter início, depende de um projeto elaborado por profissionais competentes; de reserva orçamentária capaz de cobrir a demanda financeira do empreendimento; e a licitação. Vence o “concurso” ao qual damos o nome de Licitação, a empresa que apresentar competência técnica e operacional para executar o projeto, com o menor custo ao Poder público.

Quanto mais honesta for a licitação e hábil e correta a empresa vencedora, menor será o dispêndio do Erário para implantar a obra como planejada, o que é sobremaneira interessante ao cidadão que recolhe os impostos, e ao povo, em geral, que depende, invariavelmente, da obra que envolve saúde, educação, habitação e segurança. As obras públicas sempre vão de encontro aos anseios do povo que busca melhora, crente nas promessas dos políticos.

Um dia, finalmente, cumprida a liturgia sacramentada nas leis, que regulam a licitação e a conseqüente contratação da empresa vencedora, para a edificação de obra pública, definidos o prazo, o custo, as dimensões e as condições impostas: no que tange a execução da construção e as qualificações dos materiais a serem utilizados, começa a limpeza do terreno.

Iniciado o preparo do terreno, a empresa contratada alega que a área precisa de aterramento; e que essa terraplenagem têm um custo considerável, que não foi previsto na licitação! A partir desse momento está acionada o que, na linguagem dos escroques, é chamada de “engrenagem da vantagem”, com o indisfarçável intuito de lesar o Erário.

Lavra-se, então o primeiro Aditivo para elevar o custo da obra. Preparado o terreno e iniciada a construção, observa-se o que de mais comum tem-se testemunhado na edificação dos prédios públicos. Pela ação nefasta de funcionários corruptos, paga-se, sempre, mais metragens do que a contratada realizou, em cada etapa da obra. Quando o dinheiro destinado ao empreendimento acaba, a obra que já foi inteiramente paga, pára, fica abandonada em meio ao mato. Então ela entra para a estatística como mais uma, a ser somada às Trinta Mil obras inacabadas só na área de habitação — algumas até bem perto da conclusão! Viram Elefantes Brancos, como são chamadas. Esses elefantes apenas testemunham o roubo e a frustração daqueles que esperam um lugar para alojar a família.

O lar sonhado por milhares de famílias, como noticiou a TV, mostrando os conjuntos habitacionais abandonados sem o término da obra, tomados pelo mato. Ouvindo interessados, alguns até já sorteados, que se mantém “namorando” o que seria a sua redenção, sabem que a conclusão e entrega da obra está subordinada aos peculatários, que vivem dos aditivos que encarecem e embaraçam as obras públicas. Para que o sonho da família realize-se e ela tenha seu lar, depende da celebração de um novo Aditivo, consoante agem, tradicionalmente, os escroques para que a obra fique pronta. Em qualquer circunstância, considere que os desvios sempre são mais rápidos que os andamentos das obras, dessa disparidade, o nascimento dos Paquidermes Albinos, que infestam o País.

Os aditivos, que encarecem as obras públicas são o caldo de cultura onde medram entidades que não podem ser consideradas humanas e tampouco animais, das espécies que conhecemos, porque desconhecem a fraternidade entre os homens de boa vontade. Privados da Luz Divina, ajoelham-se para glorificar a hipocrisia e a ganância, como modo de vida.

Dos malfadados Aditivos ainda dependem as obras de hospitais, de escolas, creches, de centros de saúde e mais uma infinidade de obras do interesse público, inclusive as penitenciárias onde hoje habita o crime organizado, que orienta ações nas ruas, onde os bandidos têm a liberdade para ir — praticar o crime — e voltar para a origem, livres da repressão.

Os ladrões sabemos quem são, todavia as leis que deveriam nos proteger deles, estranhamente os protegem. Veja o exemplo: o ex-presidente da república, o petista esperou por meses a audiência na Lava-Jato, para a qual arrolou 87 testemunhas, e na véspera, escorado em dezenas de advogados regiamente remunerados com dinheiro público, alegando o que sempre alegou, pediu o adiamento da audiência, escorado na mentira, na qual é mestre laureado pela militância. O pedido foi indeferido! Arre égua!

Nosso país precisa mudar, ou no exterior nossa Nação será classificada como um ajuntamento de palermas, passivamente explorados por escroques apedeutas, mestres na corrupção ativa e passiva.

— Senhor, não prive os brasileiros da dignidade que eles imaginam possuir!

* O autor é Advogado, membro da Academia Douradense de Letras. (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

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