Domingo, 18 Novembro 2018 11:53

A insegurança que mantém os brasileiros despidos e desarmados Destaque

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O descarado, volumoso e manso rombo que os políticos corruptos, protegidos pelo FORO PRIVILEGIADO dão no Erário, constitui uma desmedida e institucionalizada roubalheira, incontestavelmente, funesta ao País e à Nação. Salva-se da corrupção apenas uma parcela pequena dos políticos etiquetados no País. A repressão ao crime, capenga e tímida, quando avança sobre políticos tradicionais não os assusta. São profissionais calejados na corrupção.

A despeito de algumas investidas policiais, com a prisão de alguns corruptos e a recuperação de bens e dinheiro — noticiadas as prisões, pelas TV´s e outros órgãos — não os inibem e continuam roubando as finanças públicas, com a ganância de sempre. A tranqüilidade dos corruptos pela carência de uma repressão eficiente, é que oficializa, na sua esteira, a licenciosidade para ação dos marginais “pé-de-chinelo”, muitos deles menores, que roubam as bolsas das velhinhas para comprar crack.

A cada dia, e todo o tempo, assistimos a violenta ação dos bandidos nas ruas, investindo contra motoristas. Multiplicam-se os arrastões, os latrocídas fazem suas vítimas, para arrebatar um simples telefone. Marginais, dentre eles os menores inimputáveis, matam sem piedade pessoas úteis à sociedade, como médicos altamente preparados para salvar vidas; empresários que investem na economia, criam e mantém empregos a custa de sacrifícios, e qualquer outra pessoa, por mais útil que seja ao País.

Em todo território nacional, agem os traficantes, os ladrões de bancos, das cargas dos caminhões que contam com os receptadores disfarçados de comerciantes. Nessa faina criminosa, ceifam a vida de pessoas, muitas delas chefes de famílias e dão incalculável prejuízo à Nação, além de denegrir o nome do País. Causam dor, sofrimento e prejuízos!

O sistema político administrativo na República Federativa do Brasil, tem dentro das suas fronteiras, uma massa de bandidos do colarinho branco, ativos, que ministram aulas de hipocrisia e alta safadeza, certos e seguros da impunidade que lhes confere o FORO PRIVILEGIADO e um cipoal de leis e regulamentos, tudo com respaldo na legislação obsoleta ainda da década de 1940. Assim, em quaisquer das esferas sociais, o crime prolifera sem controle, como infecção hospitalar.

Políticos desonestos e com viés esquerdista, fizeram falir a educação e a assistência à saúde e, por incompetência e muita vez por interesse próprio, agiram para corromper e anular a segurança pública, que se encontra com seus equipamentos e viaturas sucatados, armamentos obsoletos que provocam risos no enfrentamento dos bandidos, fortemente armados com fuzis modernos e todo um aparato bélico, para escorar os desvalidos e mal remunerados homens da lei; que a cada dia testemunham o assassinato de um colega jovem e idealista, que deixa viúva e uma prole na primeira idade. Por outro lado a justiça preocupa-se mais em processar o policial que matou um bandido, do que o bandido que matou um policial. Um mutirão para a operação de cataratas, que custou cerca de R$ 50 milhões aos Cofres Públicos, produziu quase o mesmo número de CEGOS! Constata-se que para furtar o dinheiro público, vale qualquer ação criminosa, inclusive aquela que explora a boa-fé das pessoas simples, que acreditaram na cirurgia e perderam o restante da visão que tinham.

Professores mal remunerados, inseguros numa sala de aula deteriorada, sustentados pelo idealismo, ainda precisam enfrentar os alunos que avançam sobre eles para agredi-los, por qualquer motivo.
Médicos contratados pelo Serviço Público para atender nas repartições de saúde, marcam o ponto e, mansamente, deixam o local de trabalho, e seguem para suas clinicas — é o que nos têm mostrado as TV´s!

O que conforta os brasileiros — a despeito de todas as desgraças e a esperança que já claudica a caminho do último estertor— foi a eleição de um NOVO PRESIDENTE, que promete ação urgente para coibir a “ladroagem oficial”, mais conhecida como CORRUPÇÃO, que grassa em todos setores do Serviço Público.

Recuperar os órgãos de segurança, estará sob a custódia profissional do Dr. Sérgio Moro. À administração, enxugar o quadro de funcionários públicos, volumoso e inoperante. Privatizar empresas públicas utilizadas como cabide, para acomodar apadrinhados de políticos.

Que Deus proteja nosso novo presidente e dê-lhe força para executar o trabalho a que se propõe, indispensável para resgatar a moralidades pública e restabelecer a solidariedade necessária para amparar os irmãos mais necessitados, em nossa República Federativa do Brasil.

* O autor é membro da Academia Douradense de Letras
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José Vasconcellos

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