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Redação Douranews

Redação Douranews

Um vendedor de 26 anos foi vítima de latrocínio na madrugada desta terça-feira (12), no distrito de Anhanduí, em Campo Grande. De acordo com o delegado Cléverson dos Santos, um adolescente de 17 anos está apreendido e um homem de 34 é procurado pelo crime.

Os suspeitos estavam em uma motocicleta e assaltaram duas barracas que vendem alimentos às margens da BR 163. Na primeira, eles renderam uma funcionária e atiraram porque ela teria entregue pouco dinheiro, conforme publica o G1.

Na segunda barraca, pegaram celular e dinheiro e também atiraram no vendedor, que morreu no local. "Ele teria erguido a mão em ação de defesa e foi atingido por um tiro. Correu e foi baleado na nuca", segundo o policial.

Ainda conforme o delegado, os suspeitos foram identificados após análise de imagens de câmera de segurança, era o adolescente quem ameaçava as vítimas com a arma e foi ele também quem atirou no vendedor.

O trabalhador estava há cinco meses na barraca e deixa esposa e uma filha de 1 ano e 6 meses.

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O prefeito Murilo Zauith (PSB) recepcionou nesta segunda-feira (11) o corpo de médicos, funcionários e dirigentes da empresa Intensicare que assumiu os serviços de atendimentos na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do HVida (Hospital da Vida), unidade que oferece atendimento de média e alta complexidade a pacientes de 33 municípios da região através do SUS (Sistema Único de Saúde).

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Sebastião Nogueira, a ativação dos novos leitos faz parte do trabalho de melhoria e reestruturação do hospital, iniciado em 2013, quando a Prefeitura assumiu o gerenciamento da unidade, referência no atendimento pelo SUS para toda a população da Grande Dourados e da região sul do Estado.

“A implantação desses novos leitos é resultado do trabalho que nós fizemos, com total apoio do prefeito Murilo, com o governo do Estado. As novas UTIs serão gerenciados por uma empresa privada, iniciando uma nova forma de disponibilizar atendimento de saúde, com qualidade e respaldo de uma equipe super especializada”, explicou Sebastião Nogueira.

A empresa Intensicare foi contratada através de licitação e inaugura “um novo patamar em UTI aqui em nossa cidade, pois é um pessoal com uma experiência bem longa e que administra leitos de UTI em vários lugares do país”, comentou o secretário. O prefeito Murilo destacou a parceria com a iniciativa privada e os esforços realizados para que a Saúde esteja à altura das demandas da população.

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A CBF já tem um nome em vista para substituir Douglas Costa como um dos jogadores acima de 23 anos na Olimpíada: Renato Augusto. Após o Bayern de Munique ter divulgado que o ex-gremista não terá condições de disputar os Jogos do Rio, a entidade entrou em contato com o staff do meio-campista do Beijing Guoan para sondar a possibilidade de liberação para o torneio.

Na relação de 18 convocados divulgada pelo técnico Rogério Micale no dia 29 passado, Douglas Costa, Neymar e Fernando Prass foram os escolhidos como atletas com mais de 23 anos. Porém, na pré-lista de 35 previamente enviada à Fifa, ainda haviam Thiago Silva, do Paris Saint-Germain, Casemiro, do Real Madrid, e o ex-corintiano.

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O Sete de Dourados garantiu a classificação antecipada para a próxima fase da Série D nacional, mesmo cedendo o empate para o Sinop, de Mato Grosso, no jogo realizado domingo (10) no estádio Douradão. O torcedor que compareceu chegou a reclamar um pouco, mas, ao final festejou o resultado com os jogadores do time.

Veja fotos produzidas por Franz Mendes para o Douranews.

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A Prefeitura de Dourados anunciou, sexta-feira (8), durante encontro de membros da equipe econômica do Município, novos ajustes que estão sendo feitos em função da queda na arrecadação, que ocorre em função da redução da atividade econômica no país. Com previsão de crescimento na arrecadação de apenas 3% este ano, em relação ao ano passado o secretário de Fazenda, Alessandro Fagundes Lemes, anunciou mais cortes nos serviços para que o balanço seja equilibrado no final do ano.

De 2013 para 2014, segundo explicou, a arrecadação cresceu 11,36% de 2014 e, para 2015, 6,35%. Para este ano, os estudos indicam que o crescimento chegará a, no máximo, 3%. De maio para junho, por exemplo, a arrecadação de FPM (Fundo de Participação dos Municípios) caiu R$ 1,147 milhão e a arrecadação própria R$ 400 mil. O repasse do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) caiu 14,2% em janeiro e 2,84% em junho.

Por isso, os cortes de despesas estão sendo ampliados. A Prefeitura já havia cortado o café nas repartições e os serviços terceirizados de limpeza. Agora, está reduzindo o consumo de combustível a 30% do volume normal, paralisando a manutenção de veículos e retirando uma boa parte da frota de circulação.

Com a queda na arrecadação, a Prefeitura deve adiar, inclusive, alguns compromissos assumidos em 2014, antes do ‘estouro’ da crise. “Nós, técnicos, nos reunimos com o prefeito Murilo e o alertamos sobre isso; se colocar em prática alguns compromissos assumidos no passado não conseguirá fechar o balanço”, disse Rosenildo França, contador da Prefeitura.

Uma das maiores preocupações é com relação à Educação, cujos repasses do Fundeb caem mês a mês. A partir de maio, quando a Prefeitura pagou o reajuste ao magistério de 11,36%, a conta não fechou mais. Na folha de maio, a Prefeitura teve que colocar R$ 1,052 milhão de recursos próprios para completá-la e a previsão é de que para pagamento da folha de junho seja necessário completar com R$ 2,614 milhões.

Um dos quesitos reclamados pelos professores em greve é a incorporação à folha do reajuste de 11,36% de abril. O reajuste está sendo pago como adicional e se incorporado à folha incidirá contribuições sobre ele. De acordo com Jorge Rodrigues de Castro, diretor tesoureiro da Prefeitura, a incorporação resultará em um aumento de R$ 400 mil por mês ao caixa. “A Prefeitura não tem dinheiro para fazer isso hoje”, afirma.

A previsão é de que a partir de outubro melhore a arrecadação, quando a Prefeitura poderá fazer a incorporação e também a implantação do piso de 20 horas. Também em outubro será cumprida a primeira parte do PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) do pessoal administrativo da educação. “Se fizéssemos hoje a incorporação e a implantação do 1/5 a folha seria impactada em mais de R$ 4 milhões por mês; não tem esse dinheiro, com a previsão de receita atual não tem como cumprir”, explica Rosenildo.

Sacrifício

Enquanto os professores acumulam reajuste de 66,86% de 2011 até agora, os demais servidores do município estão há dois anos sem melhoria no salário. E o sacrifício deve continua este ano, já que não há caixa para o reajuste.

“O prefeito Murilo é um administrador técnico e responsável. Ontem recebemos o ofício do Tribunal de Contas do Estado, com as contas de 2012 da Prefeitura aprovadas. Tudo é muito transparente, inclusive melhoramos o nosso Portal da Transparência e agora as informações são postadas em tempo real”, comenta o contador Rosenildo.

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Faz dois anos que Hayenne não frequenta uma escola regular. A garota brasileira de nove anos, que mora em Hamamatsu, na província japonesa de Shizuoka, é educada por voluntários enquanto a mãe, Arianne Hayasaka, de 33 anos, trava uma batalha provar que a filha não é autista, diferentemente do atestado pelos profissionais contratados pelo município para triar crianças com necessidades especiais. O caso de Hayenne não é o único. Segundo dados do governo do país asiático, compilados por um grupo de ativistas e divulgados pela ONG Serviço de Assistência aos Brasileiros no Japão (Sabja), 6,15% dos alunos brasileiros seriam autistas - entre os japoneses, o índice é de 1,49%.

Essa proporção muito maior de diagnósticos de autismo entre os filhos de brasileiros criou polêmica e motivou críticas até do governo brasileiro. Os profissionais de saúde e educação ainda não conseguem explicar as razões para tantos casos. Mas Edilson Kinjo, presidente da organização sem fins lucrativos SAB (Associação Amigos do Brasil), tem uma teoria: a forma como o teste é feito.

"É claro que não temos tantas crianças autistas assim", afirma o ativista, que acompanha a questão há mais de seis anos. Para Kinjo, muitas crianças não entendem perfeitamente o idioma japonês e acabam não respondendo aos comandos do profissional durante a avaliação, mesmo sendo ele um médico ou psicólogo.

"O resultado é que a criança não consegue responder aos estímulos e, consequentemente, a escola conclui que ela tem necessidade especial e já a classifica como autista", diz.
Procurado pela BBC Brasil, o Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia do Japão não quis se pronunciar sobre os dados. "Devido à falta de uma metodologia e de outros detalhes da pesquisa, não podemos comentar", justificou em nota.

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A Prefeitura de Dourados inaugura nesta segunda-feira (11) às 10 horas os dez novos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do HVida (Hospital da Vida), unidade que oferece atendimento de média e alta complexidade a pacientes de 33 municípios da região através do SUS (Sistema Único de Saúde).

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Sebastião Nogueira, a ativação dos novos leitos faz parte do trabalho de melhoria e reestruturação do hospital, iniciado em 2013, quando a Prefeitura assumiu o gerenciamento da unidade que é referência no atendimento pelo SUS para toda a população da Grande Dourados e da região sul.

“A implantação desses novos leitos é resultado do trabalho que nós fizemos, com total apoio do prefeito Murilo, com o governo do Estado. As novas UTIs serão gerenciados por uma empresa privada, iniciando uma nova forma de disponibilizar atendimento de saúde, com qualidade e respaldo de uma equipe super especializada”, explicou Sebastião Nogueira.

De acordo com o secretário, a empresa Intensicare foi contratada através de licitação e inaugura “um novo patamar em UTI aqui em nossa cidade, pois é um pessoal com uma experiência bem longa e que administra leitos de UTI em vários lugares do país”.

Nogueira informou que muito em breve o Hospital da Vida contará com 20 leitos de UTI, já que os dez existentes serão desativados provisoriamente hoje para uma reforma completa do setor. “Vamos reformar a UTI velha, adequar todo o sistema a melhores condições de atendimento ao paciente e o serviço deve durar de 20 a 30 dias. Depois disso aí sim teremos 20 leitos de UTI no Hospital da Vida”, explicou.

Parceria

Sebastião Nogueira explicou que o funcionamento dos novos leitos de UTI faz parte de uma parceria do Município com o Estado. “O Governo do Estado vai financiar esses dez novos leitos como resultado de um trabalho que fizemos junto com o secretário Nelson Tavares”, agradeceu Sebastião.

Conforme o secretário, como resultado do trabalho feito pela atual administração para melhorar os serviços de saúde, o Estado vai pagar mensalmente para a empresa terceirizada R$ 510 mil pela locação dos dez leitos. Os recursos serão repassados para a Funsaud (Fundação de Saúde de Dourados), que contratou a empresa terceirizada através de licitação.

Sebastião Nogueira explicou que todos os equipamentos instalados na nova UTI são da empresa Intensicare. “Toda a equipe que vai trabalhar na nova UTI, incluindo médicos e demais profissionais, serão pagos pela empresa terceirizada. Medicamentos e insumos utilizados no atendimento aos pacientes também serão de responsabilidade da empresa. Se o equipamento quebrar, a manutenção será feita pela empresa”, explicou.

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Os índices brasileiros de suicídio entre membros da população na faixa de 9 a 19 anos de idade ainda são baixos se comparados a outros países, porém, os dados ficam mais preocupantes quando a análise recai sobre populações indígenas. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), entre 90 países, o Brasil ocupa o 43º lugar. O México está em primeiro na lista. Municípios do Amazonas e do Mato Grosso do Sul estão no topo da lista de suicídios entre crianças e adolescente indígenas.

Entre 2003 e 2013, a média do Brasil saiu de 1,9 em 100 mil crianças e adolescentes para 2,1 em 100 mil. Os números integram o relatório sobre violência letal contra crianças e adolescentes no Brasil, elaborado pela Flacso (a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais). Em alguns desses locais o estudo revela a existência de uma verdadeira pandemia, como define o próprio relatório.

Em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, a taxa de suicídios na década analisada foi de 33,3% na faixa etária de 10 a 19 anos. Em Tacuru, no Mato Grosso do Sul, o índice chegou a 100%. Para a antropóloga Lúcia Helena Rangel, professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo e coordenadora do Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), é preciso analisar contextos de cada local para apontar possíveis causas para os suicídios nessas populações.

“Por um lado, você tem essas situações de vida urbana, de racismo, de discriminação. E o outro é o contexto de violência”, aponta ela. O Relatório de violência contra indígenas de 2014 relacionou 135 casos de suicídio entre indígenas em diversas regiões do país. Noventa por cento entre jovens indígenas de 10 a 29 anos.

Na opinião de Julio Jacobo, autor do estudo da Flacso, o suicídio vem num ambiente de não aceitação, tanto nas cidades, quanto nas aldeias. “São crianças e jovens que estão entre dois mundos: Foram alfabetizados. Na cidade não são admitidos como cidadãos plenos, na cidade são índios e nas aldeias são citadinos. São imigrantes na cidade e imigrantes nas aldeias indígenas”, afirmou.

A pesquisa utilizou dados do Sistema de Informações de Mortalidade, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e analisou outros índices, como homicídios e mortes por acidentes de trânsito entre crianças e adolescentes, conforme publica a Flacso.

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O Procon realizou a primeira pesquisa comparativa de preços de medicamentos em Dourados. A pesquisa, feita entre os dias 6 e 8 deste mês, envolveu oito drogarias da cidade, foram pesquisados os preços de 68 medicamentos, sendo 34 de referência e 34 genéricos.

Com base na diversidade de política de preços adotada pelos diversos estabelecimentos e para que fosse possível efetuar um comparativo, o Setor de Fiscalização do Procon definiu como parâmetros para a pesquisa o levantamento pessoal de preços em farmácias de médio e grande porte, escolhidas aleatoriamente; a pesquisar do medicamento de referência e genérico de menor preço com a mesma apresentação do de referência, definida pelo Procon (independente do laboratório); e o critério do “preço à vista com desconto máximo para o cliente comum”, independente da exigência de cadastro do consumidor.

Também foi definida a interpretação de que cliente comum é aquele que não possui nenhuma condição especial (aposentado, empresas, planos de saúde conveniados, etc.), e o indicador dos preços dos medicamentos devem seguir a exigência de aprovação da CMED (a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, onde os reajustes ocorrem anualmente.

A última publicação da CMED nesse sentido foi fixada pela Resolução nº 1, de 14 de março deste ano, que dispõs sobre a forma de definição do PF (Preço do Fabricante) e do PMC (Preço Máximo ao Consumidor) dos medicamentos, estabelecendo a forma de apresentação do Relatório de Comercialização, a publicidade dos preços dos produtos farmacêuticos e as margens de comercialização desses produtos.

A partir dessas considerações, o percentual obtido dee abastecimento de produtos, em relação ao total de 68 itens pesquisados, apontou a rede São Bento com 66 itens (97%); Auxiliadora, com 68 itens (100%); Drogacity, 60 itens (88%); Pague Menos, 64 itens (94%); Drogasil, 61 Itens (90%); Maxi Popular, 66 itens (97%); Preço Popular, 66 itens (97%) e a Ultra Popular, com 65 itens (96%). Do total dos itens comparados, a farmácia Maxi Popular foi a que apresentou a maior quantidade de medicamentos com menor preço (31 itens), seguida da Ultra Popular com 19 itens mais baratos.

Entre os medicamentos de referência, a maior diferença do menor para o maior preço encontrada foi de 181,61% para o Dexason (laboratório Teuto), o creme Derm, com 10 gramas, com maior preço (R$ 9,80) e o menor (R$ 3,48), apurando-se a média de R$ 5,93.

Entre os medicamentos genéricos, a maior diferença entre o menor e maior preço encontrada foi de 1.087,92% para o Diclofenaco Sódico, 50 mg, com 20 comprimidos, variando de R$ 17,70 (maior preço) para até R$ 1,49 (o menor), e a média de R$ 9,62.

Veja a pesquisa

Comparando-se os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma apresentação, constatou-se que, em média, os medicamentos genéricos são 57,74% mais baratos do que os de referência, o que pode representar uma grande economia ao bolso do consumidor.

Na comparação entre preços de medicamentos de referência e genéricos, observa-se que a diferença é grande. Por serem produzidos por diversos laboratórios, os medicamentos genéricos são, em geral, mais baratos. Mas é bom lembrar que um genérico de um mesmo laboratório também pode apresentar preços diferentes entre as drogarias/farmácias. Logo, é essencial a pesquisa de preços sempre aliada à recomendação e prescrição médica.

O Procon orienta que: • Antes de comprar o medicamento, o consumidor verifique o prazo de validade; • Verifique se o número do lote, prazo de validade e data de fabricação que constam na caixa do medicamento são iguais aos marcados nas cartelas ou frascos; • Guarde sempre o medicamento em local seco, arejado e fora do alcance de crianças. Tenha cuidado especial com remédios de formato ou aroma atrativo às crianças (formato de bichinhos, cheiro ou gosto de chiclete ou bala etc.); e a observação de que todo medicamento deve possuir o número de registro no Ministério da Saúde.

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O Sete de Dourados está bem perto da vaga na próxima fase da Série D do Brasileiro. Neste domingo (10), a equipe empatou com o Sinop em 2 a 2 e manteve a liderança do grupo 11. O placar eliminou as chances de classificação do time de Mato Grosso. A partida foi disputada no Douradão, válida pela 5ª rodada.

O primeiro gol da partida foi marcado por Fabricio, no final da primeira etapa. O Galo do Norte jogou mais de 80 minutos com um a menos, após a expulsão de Cabralzinho e chegou ao empate com Pretinho, já no segundo tempo. Porém, Johny colocou o time da casa à frente novamente. Nos acréscimos, Pretinho converteu pênalti e colocou números finais na partida.

Com o empate, o Sete foi aos 10 pontos. O Sinop foi aos 3 pontos, mas na lanterna e sem nenhuma vitória. Na próxima e última rodada da primeira fase, o Sete de Setembro enfrenta o Luziânia-DF,, no Serra do Lago. O eliminado Sinop recebe o Anápolis-GO, no Gigante do Norte.

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