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Redação Douranews

Redação Douranews

O astro do futebol Lionel Messi e seu pai, Jorge, foram condenados nesta quarta-feira a 21 meses de prisão por fraude fiscal pela Justiça espanhola. Mas, por conta das leis do país, o jogador deverá conseguir evitar a cadeia. Pelo código criminal, penas inferiores a 24 meses podem ser transformadas em multas. Assim, sem histórico na Justiça, Messi muito provavelmente será beneficiado por um padrão da Justiça espanhola de evitar a cadeia para condenações inferiores a dois anos.

Segundo o Tribunal de Barcelona, Messi é responsável por uma fraude avaliada em 4,1 milhões de euros (aproximadamente R$ 15 milhões), referentes aos anos de 2007 a 2009, quando obteve lucros não declarados de mais de 10 milhões de euros (R$ 36,5 milhões).

Em sua defesa durante o processo, Messi alegou que desconhecia a forma pela qual seus negócios estavam sendo administrados e que se limitava a seguir o que seu pai o aconselhava. “Confio em meu pai”, disse na época. Em junho, Messi chegou a depositar 5 milhões de euros (R$ 18 milhões) na conta do Estado e, numa das audiências do caso, foi aplaudido por torcedores fora do tribunal.

Jorge, pai do jogador, chegou também a admitir que era ele quem administrava os negócios e assumia a responsabilidade. Os advogados do jogador não negaram os fatos. Mas insistiam que Messi se limitava a entrar em campo e que o argentina era “apenas um jogador”.

Segundo o Ministério Público espanhol, porém, o mecanismo de fraude consistia em “simular” acordos de direitos de imagem do jogador para empresas de fachada sediadas em paraísos fiscais, como Uruguai e Belize. Dali, novos contratos eram fechados para a transferência de recursos para o Reino Unido ou para a Suíça.

Desta forma, o dinheiro jamais passava pela Espanha, o que lhe garantia que não pagaria impostos no país. Os fiscais públicos haviam solicitado 22 meses e 15 dias de prisão para Messi e seu pai. Mas a pena acabou sendo reduzida, ainda que três delitos tenham sido confirmados. Para os juízes, o pai do jogador era quem controlava as sociedades de fechada.

PRISÃO – Tradicionalmente, a Justiça espanhola suspende as ordens de prisão a réus primários e cuja punição fique abaixo de dois anos. Alguns juízes, porém, tem optado por manter a condenação como uma forma de dar um exemplo.

Na última audiência, antes da decisão, no início de junho, o procurador do Estado, Mario Maza, chegou a fazer um paralelo do caso de Messi com a máfia. “É o mesmo que o chefe de uma estrutura criminosa”, disse. “No topo está o chefe, o que mais manda e não se informa dos problemas. Leo Messi não se ocupava de reuniões com advogados, mas sim de jogar futebol e render nas partidas. Messi só se interessava no resultado final e esse era a não-tributação dos direitos de imagem”, completou.

Além de Messi, uma série de jogadores do Barcelona também enfrentam problemas com o fisco espanhol e a Justiça. Um deles é Neymar, em razão da sua polêmica transferência para o clube espanhol em 2013.

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Mais um acidente foi registrado, nesta sexta-feira (15), por volta das 16 horas, na rua Floriano Peixoto com a avenida Marcelino Pires. Conforme apurado pelo Douranews, o veículo Fiat Idea branco, placas OOP 6415, tentou uma freada brusca para não colidir com um motociclista que tentava fazer a curva na Floriano Peixoto, em sentido à rua Cuiabá, quando outro veículo, uma caminhonete S10 prata, placa ATL 0890, que vinha na Marcelino Pires, sentido centro, não conseguiu frear pelo excesso de velocidade e acabou colidindo com o Idea.

A colisão foi tão forte que o automovel Fiat Idea chegou a capotar; populares desviraram o veículo para que a mulher que o conduzia pudesse sair. A motorista não quis gravar entrevista, pois, estava em estado de choque após o incidente, mas relatou o ocorrido. "Eu estava subindo aqui pela Floiriano Peixoto, olhei e vi que dava tempo de atravessar, mas pela largura na coluna no carro eu não vi o motociclista, mas ele virou muito em cima de mim, eu freei para não pegar nele quando eu vi que ia bater com o outro carro só segurei, ainda bem que eu estava de cinto", contou.

 

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Em uma entrevista consedida ao Jornal Nacional quinta-feira (14), a série de reportagens com atletas olímpicos traz a história de um jovem que aos 14 anos de idade entrou pra elite do esporte brasileiro.

Uma arte ancestral com tecnologia de Fórmula 1. Um esporte em que as aparências enganam. A flecha é de fibra de carbono ultra resistente. Ou será que é de borracha?

Marcos d’Almeida é um adolescente que ganhou um brinquedo. Ou será que é um campeão com carinha de menino? Junto com ele, nós vamos atrás das respostas. Vamos conhecer os segredos de um talento do tiro com arco.

O olhar é de pedra. Os movimentos são de artista. Ele faz a coisa parecer fácil.

“O adversário olha para ele, é como se ele não tivesse acontecendo nada”, diz o técnico, Evandro de Azevedo. “Ele não transmite como se ele estivesse fazendo um exercício muito pesado, mas na verdade está”.

Marquinhos carrega 20 quilos; 20 quilos em três dedos; 20 quilos em três dedos, 400 vezes por dia. E enquanto os dedos fazem força, o braço tem que estar relaxado, imóvel. Tarefa de quem nasceu pra isso. E ele nasceu pra tanta coisa...

“Eu pratiquei natação, jiu-jitsu, vela, remo, são tantos que eu me perco, às vezes”, conta Marcos.

Faltou pelo menos um. Entre uma onda e outra o mundo iria descobrir um brilho escondido nas areias de Maricá.

Foi na cidade a 60 km do Rio de Janeiro que a Confederação de Tiro com Arco montou um centro de treinamento. O lugar foi preparado para receber gente do Brasil inteiro. Ninguém podia imaginar que o maior talento brasileiro morava a um quilômetro dali.

“Uma criança como qualquer uma. Chega aqui, quer fazer o tiro com arco. E ficava me olhando, me olhando”, diz a primeira treinadora, Dirma Santos.

“O Marcos, sem dúvida, pareceu no momento certo. É um pouco de sorte, sim. A gente encontrou o Marquinho nesse caminho, mas também houve um trabalho muito grande em cima dele”, conta o treinador.

Os pais achavam perfeito. Um esporte tranquilo, pertinho de casa, para manter o menino ocupado. Até que, um dia, o telefone tocou.

“Quando eu atendi o telefone ele só falou assim: ‘Mãe’? Aí eu falei: ‘Oi?’ ‘Cê já sabe né?’ Eu até me arrepio até hoje quando eu falo. Quando ele falou ‘Você já sabe’, olha... Mas eu chorava, eu ria, eu ria, eu chorava, eu não sei nem te explicar o sentimento que eu tive”, lembra a mãe, Denise Carvalho.

Era a convocação para a Seleção Brasileira. O riso veio misturado com o choro porque isso significava morar sozinho, em Campinas, a 500 quilômetros de casa, aos 14 anos.

“Os três primeiros meses foram muito difíceis para mim. Eu estava longe da minha família, longe de todo mundo, do meu círculo de amizade. Eu cheguei numa casa que eu não conhecia ninguém, meu técnico não falava português”, conta Marcos.

Num fim de semana de folga, até a família pensou em desistir.

“Ele chegou no domingo, ele começou a chorar na minha sala. Isso até me emociona. Eu falei pra ele: ‘Meu irmão, quer parar?’ Ele falou: ‘Pai, não. Eu vou em frente’, e foi”, lembra o pai, Marcus D’Almeida.

O arqueiro parece um super-herói. Mas foi sem o arco e sem a flecha que Marquinhos provou ser um herói de verdade.

“Com 14 anos, chegou na hora, ele deu um beijo, foi, nem olhou para trás”, diz a mãe.

“Ele cresceu, de 14 anos, quando ele chegou aqui em casa, com 15 anos, já era um homem”, diz o pai.

240 quilômetros por hora. O voo da flecha até o alvo é tão rápido que o olhar humano mal consegue acompanhar. E nem mesmo o olhar treinado dos arqueiros conseguiu notar um outro voo: em apenas dois anos, o Brasil se juntou à elite desse esporte. No tiro com arco, essa ascensão é considerada tão rápida quanto a viagem da flecha.

É muito brilho para pouco tempo. São só dois anos de conquistas internacionais.

“Em 2013, eu não tive resultado nenhum. Em 2014, eu apareci ganhando todas as medalhas de ouro no sul-americano, a primeira coisa assim que apareceu”, conta Marcos.

O pescoço não descansou desde então, sustentando medalha e mais medalha. Segundo lugar na Olimpíada da Juventude, e segundo lugar na Copa do Mundo, competindo com os melhores do planeta. Um menino entre os gigantes.

Foi campeão mundial juvenil em 2015. E, em 2016, milhões de pessoas, em todo o planeta, vão olhar para ele. Todos vão pensar que ele está olhando para o alvo. E esses olhos vão surpreender o mundo mais uma vez.

“Um arqueiro que tem uma boa visão e não tem a noção de onde focar, vai focar no lugar errado. O local errado para ele focar é o alvo. O arqueiro sempre tem que focar no que ele está fazendo, tem que voltar toda a sua concentração e seu foco para dentro de si”, ressalta o treinador.

No tiro com arco, mais importante que a visão, é a repetição. E Marquinhos não se cansa de repetir o mesmo gesto, com precisão milimétrica.

Dia desses o pai acordou às 2h com esse barulho no quintal.

“O cara estava treinando, porque estava calor no quarto dele. Falou: ‘Pai, tá calor aqui eu vim treinar’”, conta o pai.

O arqueiro solitário ama o silêncio. Conversa o tempo todo com ele mesmo: “Se fosse um esporte de conjunto, você pode perguntar ao próximo. Mas aqui, não. Eu tenho que perguntar a mim. E isso eu gosto muito porque a cada dia eu aprendo mais sobre mim”.

Daqui a alguns dias, o Sambódromo vai fazer silêncio para receber os arqueiros olímpicos. Mais uma vez, o menino brasileiro vai provar que nesse esporte as aparências enganam. A ideia é dominar uma arma, um antigo instrumento de guerra e de caça. Mas, nas mãos de Marcos d’Almeida, o arco é um instrumento e o voo da flecha parece música.

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Com o objetivo de incentivar as atividades culturais sul-mato-grossenses, o 3º Festival Douradense de Música (FESDOM) começa já no próximo dia 22, sexta-feira. O evento pretende promover o fortalecimento dos movimentos musicais existentes no Mato Grosso do Sul, dando oportunidade aos músicos, educadores musicais e estudantes de música de todo o Estado para trocarem experiências e saberes. O Festival é realizado pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), por meio da sua Coordenadoria de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura.

Haverá participação ativa do público em apresentações, ensaios e concertos didáticos. Nesta edição, o evento contará com várias oficinas, concertos e intervenções musicais que acontecerão em espaços públicos e no Teatro Municipal de Dourados. Toda a programação do evento é gratuita e aberta à comunidade de Dourados e região.

O festival está com as inscrições abertas para as oficinas nas áreas de percussão sinfônica, cordas friccionadas, sopros madeira, sopros metais, além de regência e educação musical. Um dos principais destaques será amasterclass de piano com a professora Cinthia Ruivo. As inscrições podem ser feitas pelo site www.fesdom.com.

O 3º FESDOM conta com o apoio de diversos parceiros para sua realização, dentre eles a Associação dos Servidores da UFGD, Prefeitura de Glória de Dourados, Secretaria de Cultura de Dourados, Kikão Restaurante, Casa dos Ventos e Casa da Cultura da UEMS.

A direção artística do Festival é de responsabilidade da maestrina Thais Costa e toda programação já está disponível no site oficial do evento.

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A Secretaria Estadual da Mulher do Partido Solidariedade está realizando neste sábado (16/07), em Campo Grande, o 1º Encontro da Mulher Solidária MS, para incentivar a participação feminina nas discussões políticas e sociais.

Com o tema “Mais Mulheres na Política”, o evento será realizado na Câmara Municipal, a partir das 9h, com a presença de Eunice Cabral, presidente Nacional da Secretaria da Mulher do Solidariedade, e da vice-governadora Rose Modesto. 50 mulheres de todo o Estado de Mato Grosso do Sul são esperadas no evento.

Segundo Idelmar da Mota, presidente estadual do Solidariedade, o encontro servirá para fortalecer o debate sobre a participação das mulheres. “Esse é o primeiro encontro que estamos realizando. O Solidariedade tem uma secretaria especifica para as mulheres, e luta por políticas públicas que garantam seus direitos. Uma maior inserção das mulheres sul-mato-grossenses na política é um importante avanço para que a Democracia se mantenha”, ressaltou.

Secretaria do SD Mulher no MS, Selma Pieri destaca que o encontro colocará em foco o papel e a importância da mulher na política. “Mulher tome partido! Precisamos ocupar mais espaços de representação social e política para garantir nossos direitos. Além de priorizar a luta pela igualdade de direitos e oportunidades na disputa por cargos eletivos, o encontro será uma oportunidade enriquecedora de troca de experiência as mulheres do Solidariedade de Mato Grosso do Sul”, explicou.

O Solidariedade tem como bandeira o incentivo da participação feminina nas eleições e a luta pelo fim da desigualdade entre gêneros, na garantia de um Brasil com oportunidades para todos.

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Buscando se aproximar cada vez mais da comunidade em que está inserida, a Sicredi Centro-Sul MS está promovendo uma ação social que contribuirá com a restauração da pintura das aves no Edifício Adelina Rigotti, conhecido como “Prédio das Araras”, em Dourados. Para o lançamento da ação, a Cooperativa realizou na noite de quarta-feira, dia 13, um jantar com o intuito de apresentar a campanha para a comunidade douradense.


Entre os presentes estavam autoridades, representantes de instituições, jornalistas dos veículos de comunicação do município, conselheiros e coordenadores de núcleo da Sicredi Centro-Sul MS, além do síndico do condomínio Adelina Rigotti, Mário Sérgio de Oliveira, e do artista plástico autor da obra e responsável pela revitalização, Cleir Ávila.


Durante o evento, o Presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero, apresentou o Sistema Sicredi e como está posicionada a Cooperativa dentro deste Sistema, figurando entre as maiores do Brasil. Logo após, o Diretor Executivo, Giorgio Martins Bonato, apresentou a importância da revitalização da pintura das araras para o município, já que se tornou uma referência para Dourados, e também como se desenvolverá a ação social.
Ação


O objetivo da ação é incentivar a comunidade douradense a cooperar com a revitalização por meio do investimento em poupança. Segundo o Presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero, com a cooperação de todos a Cooperativa poderá auxiliar na recuperação desta obra de arte. “Quem não conhece o Prédio das Araras ou já não se localizou no centro da cidade por ele? Nós queremos ajudar a restaurar este marco que, para os moradores, já se tornou um patrimônio cultural”, afirma o Presidente.


Conforme Masiero, para contribuir com a ação a população só precisa abrir ou levar a sua poupança para o Sicredi. “Só de trazer a poupança para a Cooperativa as pessoas já estão contribuindo com a revitalização das araras. É simples e fácil e, com certeza, todos sairão ganhando, pois estarão investindo o seu dinheiro em uma instituição financeira cooperativa que se preocupa com a comunidade local.”


Todas as pessoas que contribuírem depositando valores em sua poupança nas unidades do Sicredi em Dourados ganharão brindes como forma de incentivo na participação da ação. Estes brindes podem variar de acordo com os valores aportados, podem ser imã de geladeira, chaveiro ou camiseta ecológica, todos personalizados com a pintura das araras confirmando a colaboração na campanha.


De acordo com Giorgio Martins Bonato, Diretor Executivo da Sicredi Centro-Sul MS, a Poupança Sicredi apresenta alguns diferenciais. “Os recursos captados na poupança são reinvestidos na comunidade, gerando desenvolvimento para as regiões em que a Cooperativa está presente. Além disso, para os associados, a poupança rende mais, devido as sobras que são distribuídas anualmente. Em 2015, o Conselho de Administração teve a iniciativa de propor a remuneração adicional de 2% ao ano sobre o saldo médio da poupança, o percentual foi aprovado pelos associados na Assembleia Geral Ordinária. Este diferencial adotado pelo Conselho deverá ser mantido para os próximos anos.”


Conforme o Diretor Executivo, os associados que investirem na poupança poderá ter isenção na taxa da cesta de relacionamento, “para isso deverá manter um valor mínimo estabelecido pela Cooperativa em saldo de poupança”. E ainda participarão da Campanha “Poupar e Viajar É Tudo de Bom”, em três sorteios que ocorrerão durante todo o ano. “Estas são várias vantagens da poupança do Sicredi e servem como incentivo aos associados a realizarem seus sonhos. Para mais informações, procure uma de nossas unidades de atendimento.”, finaliza Bonato.

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados debateu segunda-feira (11) os cuidados com a segurança que o Brasil deverá tomar durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Segundo o analista do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, Marcelo Rech, o País precisa avançar em políticas antiterrorismo.

Os grandes eventos esportivos sediados pelo Brasil nos últimos anos apontaram para uma fraqueza do Brasil em relação à segurança. As alternativas que o País possui atualmente estão aquém do que é preciso para dar tranquilidade a todas as pessoas que estarão presentes na Olimpíada e Paralimpíada deste ano.

"Um ataque terrorista nunca é improvisado. É pensado, são avaliados os riscos, o grau de visibilidade que vai se ter. Então, o Estado tem que estar um passo à frente e eu diria que, hoje, o Estado está dez passos atrás", afirmou Marcelo Rech.

Segundo o Terra, também participaram do encontro oficiais superiores, especialistas das áreas militares e 138 oficiais-alunos do curso de Altos Estudos Militares, da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme). Junto a eles o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) também marcou presença na Câmara e defendeu o aumento de recursos para que a área militar possa desenvolver um projeto mais competente no que diz respeito à segurança, podendo combater e evitar não só ameaças terroristas, como outros riscos também.

"Isso é um investimento que o Brasil faz e que terá retorno, com toda a certeza. O militar brasileiro é muito querido, muito respeitado pelo mundo afora. O nosso papel no Haiti é um papel fantástico e são vários os países que requisitam os brasileiros para missões dessa natureza", afirmou Heráclito, lembrando também das missões de paz realizadas pelo Exército Brasileiro.

Comentário

A convite do deputado federal Geraldo Resende o ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário) e o senador José Medeiros (PSD-MT) estarão em Dourados no próximo final de semana (dias 22 e 23) na Câmara de Vereadores, para debater um tema atual: o marco legal da primeira infância.
A presença das autoridades e de diversos especialistas será no “1º Seminário da Primeira Infância”, será realizado numa parceria entre o deputado e a Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância, com o apoio de diversas instituições, como o Senado Federal, Prefeitura de Dourados, Câmara de Vereadores, entre outras.
O seminário pretende mobilizar as lideranças e profissionais do município de Dourados e região que realizam ações envolvendo crianças de até seis anos de idade e suas famílias, com especialistas locais, regionais e nacionais. O objetivo principal do evento é contribuir para a adequada aplicação da Lei 13.257/2016, mais conhecida como “Marco Legal da Primeira Infância”.
Conferencistas
A primeira palestra do evento será com o deputado federal licenciado e criador da Frente Parlamentar da Primeira Infância, Osmar Terra, atualmente ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Agrário. Na próxima sexta-feira, 22, às 19h40, ele falará sobre “A importância da primeira infância e a trajetória de construção do Marco Legal da Primeira Infância”.
O senador José Medeiros, por sua vez, falará no sábado, 23, às 10h15, sobre o tema: “Impactos familiares dos vínculos afetivos. O parlamentar é presidente em exercício da Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância. Na sequência, haverá a apresentação da Lei 13.257, de 2016, pela doutora Ivânia Ghest, assessora do ministro Osmar Terra, cuja palestra será seguida de debates.
Documentário
Além das palestras, o seminário constará, no sábado, a partir das 8h30, da apresentação de um filme-documentário intitulado “O Começo da Vida”, que retrata a importância dos primeiros anos de vida na formação de cada pessoa. O vídeo será analisado na sequência (às 10 horas), pela doutora Anelise Timm, Analista de Conhecimento Aplicado da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal.
Ao final do evento, no sábado, será proposta a realização de um “Pacto Douradense pela Primeira Infância” e redação da “Carta da Primeira Infância de Dourados”, com base nas ações previstas na nova legislação, tais como a criação do Comitê Estadual da Primeira Infância e os Comitês Municipais. Para tanto, deverão participar representantes da justiça local, Promotoria, Conselho Tutelar, Delegacia da Infância e Juventude e demais autoridades presentes.
Além das entidades já citadas, o seminário conta com o apoio da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, que em parceria com a Fundação Bernard van Leer, o Instituto Alana e o UNICEF realizou o filme “O Começo da Vida”, com produção da Maria Farinha Filmes e direção e roteiro da cineasta Estela Renner. Também apoiam o seminário o Governo do Estado, Secretaria de Estado de Educação (SES), Secretaria Estadual de Saúde (SES), UNICEF e o Conselho Tutelar de Dourados.

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Ao contrário do preço do leite, que teve reajuste de até 21% nos últimos dias, o preço do pão francês não terá aumento nos próximos 30 dias em Mato Grosso do Sul, conforme informou o presidente do Sindepan/MS (Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria do Estado), Marcelo Alves Barbosa. Ele explica que no início deste ano o produto teve uma elevação no valor em decorrência da variação cambial do dólar frente ao real, o que afetou o preço do trigo, mas, de lá para cá, não foi registrada mais nenhuma grande oscilação, permitindo o “congelamento” da tabela.

“O preço do trigo está estável e, em consequência disso, o valor do pãozinho francês também será mantido no atual patamar, ou seja, variando de R$ 8,00 a R$ 12,00 o quilo nas panificadoras de Mato Grosso do Sul”, informou Marcelo Barbosa, completando que o preço do produto ficará inalterado para o consumidor final. “Os níveis de preço do trigo no mercado internacional estão retrocedendo, ultrapassando até mesmo os baixos níveis de 2006 e, como se trata da nossa principal matéria-prima, só temos a comemorar”, ressaltou.

O presidente do Sindepan/MS reforça que, além disso, o reajuste no preço do leite devido à escassez do produto no mercado, não seria viável aumentar o valor do pão francês, principalmente, porque provocaria uma grande evasão de clientes nos estabelecimentos de Campo Grande e do interior do Estado. “O empresário, devido à evasão de consumidores, opta por manter o preço para não prejudicar ainda mais as vendas”, reforçou.

Leite

No entanto, conforme informações do Conselho Paritário entre Produtores e Indústrias de Leite do Estado (Conseleite/MS), no mês passado o valor pago ao pequeno produtor pelo litro do produto foi de R$ 0,99 e neste mês a estimativa é de R$ 1,05, reajuste de 6%. Para os produtores maiores, a projeção é ainda mais expressiva, podendo chegar a 32,2%, provocando uma verdadeira escalada de preços, chegando a até R$ 1,21. Porém, na prática, as indústrias estão pagando mais porque existe uma falta de leite muito grande no mercado.

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A PF (Polícia Federal) realiza desde a madrugada desta terça-feira (12) uma operação para combater o crime de contrabando de cigarros em cidades do norte do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Foram expedidos 38 mandados judiciais, sendo 21 de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão. A ação foi batizada de "Pleura".

No Paraná, os mandados estão sendo cumpridos em Loanda, Querência do Norte e Capanema; em São Paulo, na cidade de Tupã; e em Mato Grosso do Sul, no município de Naviraí. Seis dos 21 alvos de prisão são contra fornecedores que estão no Paraguai, segundo a PF. Eles serão incluídos na lista de procurados da Interpol.

Até as 9h40, onze pessoas tinham sido presas. Entre elas estão um advogado e um médico que moram em Loanda e são considerados os líderes da quadrilha. Na casa do advogado foi apreendida grande quantidade de munição, ainda conforme a PF. Uma família que mora na mesma região também atuava intensamente no esquema ilegal, de acordo com os policiais.

Segundo a PF, a quadrilha utilizava os rios Paraná e Ivaí, na região de Querência do Norte, no interior do Paraná, para escoamento de cargas contrabandeadas de cigarros paraguaios em embarcações que saíam de Salto del Guairá, no Paraguai.

O esquema criminoso gerou a criação de uma extensa rede de olheiros, carregadores e batedores que utilizavam armas e lanchas de apoio para viabilizar a atividade em diversas cidades, segundo as investigações.

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