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Redação Douranews

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Durante patrulhamento realizado nesta quarta-feira (2) na BR 463, região de Ponta Porã, policiais do DOF apreenderam carga de produtos de origem estrangeira avaliada em R$ 103 mil ao abordarem os veículos Vectra, sendo um de cor preta com placas de Sertãozinho/SP e outro de cor prata com placas de Presidente Prudente/SP.

Em vistoria nos carros, foram localizadas várias mercadorias como eletrônicos e de perfumaria, produtos de origem paraguaia. Os condutores confessaram que levariam as mercadorias para Nova Alvorada do Sul e para Presidente Prudente, e que receberiam mil reais cada um pelo transporte.

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Na terceira passagem pelo Corinthians, Oswaldo de Oliveira, de 65 anos, vai comandar a equipe pela 23ª vez em clássicos, agora contra o São Paulo, neste sábado (5), no Morumbi, às 18h30 (de MS), pelo Brasileirão. Será o décimo encontro do treinador pelo Timão diante do rival tricolor. E o histórico é positivo: de 1999 a 2000, foram quatro vitórias, três derrotas e dois empates.

Nos seis encontros em jogos eliminatórios, válidos por três semifinais, Oswaldo saiu com a vaga em duas delas: no Paulistão e no Brasileirão de 1999. A equipe foi campeã das duas competições. No ano seguinte, novamente no estadual, foi eliminado com duas derrotas.

Dentre os confrontos, os mais emocionantes foram pelo Brasileirão de 1999, com vitórias por 3 a 2 e 2 a 1, em jogos no Morumbi. Mais do que pelos cinco gols, o primeiro jogo desta série decisiva ficou marcado pelos dois pênaltis cobrados por Raí e defendidos pelo goleiro Dida.

Curiosamente, Oswaldo comandou o São Paulo de 2002 a 2003, em período de grandes resultados do Corinthians com Carlos Alberto Parreira e, depois, Geninho. Pelo Tricolor, perdeu o título do Paulistão de 2003 justamente diante do rival alvinegro.

Em sua segunda passagem, em 2004, Oswaldo comandou o Corinthians em apenas um clássico, em derrota por 4 a 0 contra o Palmeiras. No período, não enfrentou o Tricolor do Morumbi. Com informações do Globoesporte

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Nesta semana a Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) oferece 623 vagas de empregos em 31 agências no Estado. Destaque para os municípios de Costa Rica com 100 vagas, Dourados (129 vagas), Ivinhema (140), Rio Brilhante (68), Três Lagoas (110) e Campo Grande com 60 vagas de empregos.

As oportunidades em Costa Rica são no setor de serviços, com vagas para diversas funções. Destaque para o setor de automóveis, com exigência de experiência e o ensino fundamental: são 15 vagas para mecânico de automóveis, com salário de R$ 1.400 e outras 15 vagas para mecânico de máquinas pesadas (salário de R$ 1.600). Também há 15 vagas para eletricista de automóvel (salário de R$ 1.400) e mais 15 para funileiro (salário R$ 1.200), dentre outras.

No município de Ivinhema as oportunidades são no setor de serviços, comércio e no rural. Para quem busca oportunidade e não tem experiência profissional, o setor do comércio oferece 10 vagas para repositor de mercadorias e mais 10 vagas para operador de caixa, com salário de R$ 940. No setor rural são 20 vagas para auxiliar de mercadoria (salário R$R$1.000) e mais 20 vagas para tratorista (salário R$ 1.200), além de outras.

Em Rio Brilhante há 10 vagas para operador industrial (química, petroquímica e afins), salário R$ 1.200, cesta básica e assistência médica, e para soldador são 10 vagas, com salário de R$ 1.100, cesta básica e assistência médica. Também há oportunidades para motorista de caminhão com 10 vagas: o salário oferecido é de R$1.800, além de cesta básica e assistência médica.

Em Dourados as vagas também são para o setor de serviço, rural e comércio, com vagas para as funções de trabalhador rural (46 vagas), abastecedor de linha de produção (10), auxiliar de limpeza (5), carpinteiro (2), vendedor (4), dentre outras.

Os interessados em preencher alguma das oportunidades ofertadas, devem comparecer à “Casa do Trabalhador” no seu município, com RG, CPF e Carteira de Trabalho. Além dessas há outras oportunidades que podem ser consultadas no Boletim do Emprego da Funtrab.

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A Assembleia Legislativa promove nesta quinta-feira (3), a partir de proposição do deputado João Grandão (PT), uma audiência pública para debater a situação do sistema prisional e socioeducativo de Mato Grosso do Sul e também questões relativas à prevenção à tortura. O evento está agendado para às 15 horas, no Plenário Júlio Maia.

A audiência traz dados obtidos pela Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, em visita a três unidades de privação de liberdade no Mato Grosso do Sul, de 12 a 23 de setembro, que apresentará um relatório do MNPCT (o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura), órgão federal criado em 2015, que tem como função a prevenção e combate à tortura a partir de visitas regulares aos locais de privação de liberdade e da emissão de recomendações aos órgãos competentes. Seus membros são peritos federais independentes no exercício de suas funções.

Para o deputado João Grandão, esta será a oportunidade de trazer ao conhecimento da imprensa, órgãos públicos e da sociedade – com imagens, dados e números – “a realidade cruel dentro das unidades prisionais do Estado, o papel dos entes federativos no estabelecimento de políticas públicas preventivas para o setor”.

O MNPCT esteve no Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande, a PED (Penitenciária Estadual de Dourados) e na Unei (Unidade Educacional de Internação) Dom Bosco, na Capital, para adolescentes e jovens em conflito com a lei. Segundo o coordenador geral do MNPCT, Rafael Barreto Souza, os dados são alarmantes. “O Mato Grosso do Sul tem uma taxa de encarceramento de 500 presos por 100 mil habitantes, mais do que o dobro da média nacional, que é de 200”, informou. Ele é um dos convidados da audiência.

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O governo do Estado de Mato Grosso do Sul garantiu moradia a mais de 8,7 mil famílias sul-mato-grossense desde o início da sua gestão. Em 2016 foram entregues 4.468 moradias em 14 municípios e no ano passado 4.243, distribuídas em 36 cidades, totalizando 8.711. Parte das unidades faz parte do programa estadual Obra Inacabada Zero.

O Governo também firmou parceria com os governos federal e municipal para a construção de 2.132 casas urbanas e rurais. As moradias serão construídas por meio dos programas Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), Programa Minha Casa Minha Vida (FDS) e Programa Minha Casa Minha Vida (FGTS). Além das obras já contratadas, existe a previsão de contratação, até o fim do ano, de mais duas mil unidades habitacionais, incluindo as moradias do Programa Lote Urbanizado. As obras contratadas totalizam investimentos de R$14 milhões pelo Governo do Estado, que investirá ainda R$ 23 milhões para as novas contratações.

Financiamentos

Os programas habitacionais do governo  também abrangem famílias em busca de subsídios para o financiamento da casa própria, como é o caso do Programa Financiado e Subsidiado, parceiro do Minha Casa Minha Vida, com formato inédito no país.

“O programa Financiado e Subsidiado possibilita o financiamento às famílias que possuem parte dos recursos necessários ao financiamento utilizando o FGTS. Trata-se de um programa pioneiro que amplia o atendimento da demanda habitacional ao financiamento da casa própria, por meio de um subsídio estadual”, destacou a secretária estadual de Habitação, Maria do Carmo Avesani Lopez.

Lote Urbanizado
O programa Lote Urbanizado, lançado este ano pelo governador Reinaldo Azambuja, tem como objetivo atender famílias que vivem em situações de risco ou de vulnerabilidade, reduzindo o déficit habitacional de Mato Grosso do Sul.  Por meio de parcerias firmadas com os municípios, foi possível garantir a contratação de 1.706 unidades habitacionais ainda em 2016, com início das obras previsto para janeiro de 2017.

A Agência Estadual de Habitação (AGEHAB) será responsável por subsidiar a construção da fundação de uma residência (formada por contrapiso, fossa séptica e sumidouro totalizando 42,56m²) e os municípios ficam responsáveis pela doação do terreno dotado de infraestrutura básica (água encanada, energia, arruamento e iluminação pública), além do acompanhamento da obra por um profissional.  Os beneficiados pelo programa ficam responsáveis somente pelo investimento do material de construção da unidade.

Cada base para edificação custará R$2,5 mil, pagos com recursos próprios do Estado, totalizando um investimento de R$4.265 milhões. São elegíveis ao programa famílias com renda de até cinco salários mínimos que não tenham sido beneficiadas com nenhum outro programa habitacional.

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O presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi (PMDB), autorizou nesta terça-feira (1) a abertura de Processo Licitatório para a aquisição de relógios de ponto eletrônico ou digital para o controle da frequência dos servidores da Casa de Leis.

O despacho foi lido durante a Ordem do Dia, no Plenário Deputado Júlio Maia. No mesmo documento, Mochi determinou que fossem tomadas as providências legais necessárias para a elaboração do respectivo processo administrativo.

"Desde o ano passado adotamos o apontamento do ponto em livro. Temos todo o processo licitatório, mas acredito que finalizamos em até 40 dias. Após verificar o que é adotado hoje no Tribunal de Contas e no Tribunal de Justiça, vamos escolher o sistema que melhor se adequa a nossa realidade financeira e que atinja a sua finalidade que é garantir a presença e o controle da jornada diária dos nossos servidores", concluiu Mochi.

Requerimento

A instalação de ponto eletrônico digital biométrico na Casa de Leis foi requerida pelo deputado Paulo Corrêa (PR) durante pronunciamento sobre grampo telefônico que considerou criminoso durante ligação em queele próprio pede para o deputado Felipe Orro (PSDB) regularizar a folha de ponto dos servidores do seu gabinete.

No requerimento, durante fala na tribuna da Casa de Leis, Corrêa afirma que a implantação do sistema é necessária para o perfeito registro de presença dos servidores do Poder Legislativo e que a medida já foi objeto de proposição apresentada por ele em 2012, quando foi primeiro-secretário da Assembleia.

“Elaborei um modelo para o monitoramento eletrônico desta Casa e essa ação tornou possível também o processo de discussão para implantação do Ponto Eletrônico. E, por esta razão, encaminho neste momento à Mesa Diretora, requerimento para que a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul implante, ainda esse ano se possível, o ponto eletrônico digital, para que assim possamos ter controle efetivo das frequências e para que não restem dúvidas sobre o controle de frequência dos nossos servidores”, disse o parlamentar.

Sobre a conversa com Felipe Orro, Paulo Corrêa afirmou que "é lamentável que tenha ocorrido a distorção dos fatos" e admitiu que usou "equivocadamente o termo fictício para dizer que os servidores deveriam assinar o ponto de forma manuscrita".

Em questão de ordem, o deputado Pedro Kemp (PT) defendeu a abertura de apuração dos fatos pela Corregedoria da Casa de Leis e a implantação do ponto digital para controlar a jornada dos servidores. "Corta-se o salário de quem não registrar a frequência e exonera-se quem não trabalha. Temos que tomar decisões mais firmes para responder aquilo que nos cobram neste momento, dando uma satisfação para a sociedade", concluiu.

Ações

Ainda na sessão, o presidente Junior Mochi leu o Ato da Mesa Diretora solicitando à Corregedoria Legislativa, com base no Regimento Interno, que proceda "a apuração dos fatos noticiados como suposta orientação equivocada quanto à folha de ponto dos servidores” do Poder Legislativo. Mochi disse que desde o início desta gestão tem compromisso com a verdade e com a transparência e elenca uma série de medidas como a edição de ato para extinguir a verba de representação dos parlamentares eleitos para a Mesa Diretora, atualização cadastral de todos os servidores, edição de ato disciplinando a jornada de trabalho e exigindo a assinatura de ponto e realização do Censo Previdenciário.

Também enumerou o convênio com a Cassems para o atendimento médico reduzindo custos de aproximadamente R$ 300 mil mensais com servidores, a edição do PAI (Programa de Aposentadoria Incentivado) que reduziu as despesas com pessoal e a convocação do primeiro concurso público realizado na história da Assembleia em Mato Grosso do Sul.

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O Presídio de Trânsito de Campo Grande (Ptran) recebeu na última terça-feira (1º) mais uma operação pente-fino realizada pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), sob o comando da Diretoria de Operações.  As vistorias foram efetuadas no Pavilhão 2, galerias A e B, com o objetivo de apreender materiais ilícitos, coibir irregularidades e verificar a situação das celas.

As revistas duraram cerca de três horas e meia e foram realizadas por 19 agentes penitenciários. Quarenta e seis policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar participaram da ação, atuando na retirada e contenção dos detentos. A Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário (Gisp) acompanhou os trabalhos. Segundo o diretor do Ptran, Claudiomar Suszek, a operação transcorreu sem nenhuma alteração.

Conforme relatório apresentado pela chefia de disciplina do presídio, foram apreendidos 18 celulares, 15 carregadores, quatro chips, nove fones de ouvido, três cabos USB, três baterias avulsas e um cartão de memória, além de várias porções de maconha e cocaína. Os ilícitos estavam escondidos em diferentes lugares, entre eles vaso sanitário, bíblia e em meio a roupas. Um dos internos foi flagrado pelos agentes com celular escondido na cueca, durante a revista corporal antes de sair da cela.

De acordo com o diretor-presidente da Agepen, a vistoria foi de rotina, previamente programada, como parte das ações de segurança no sistema penitenciário do Estado. “Esta é a terceira operação pente-fino que realizamos no Presídio de Trânsito em menos de um mês, intensificação que também está sendo efetuada em outras unidades prisionais do Estado”, finaliza Stropa.

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Daniel da Silva Vasconcelos, de 28 anos, e Eliezer de Souza Prado, de 21, morreram em acidente de trânsito ocorrido na noite desta quarta-feira (2) na rodovia MS 228, em Corumbá. O automóvel que eles ocupavam, do modelo Gol, derrapou na ponte do Sarã e caiu em uma vazante do rio Paraguai, distante cerca de 35 quilômetros da área urbana da cidade.

De acordo com informações do Diário Corumbaense, Alan de Souza, que dirigia o carro, contou que a ponte estava escorregadia por causa da chuva e ele acabou perdendo o controle da direção. O carro derrapou, caiu de uma altura de quatro metros e ficou submerso na profundidade de cinco metros abaixo do nível do rio.

Alan, o irmão Eliezer e o cunhado buscavam algum lugar para pescar no momento que o acidente ocorreu. O condutor disse, ainda, que o irmão e o cunhado morreram porque ficaram presos no carro, como repercute o jornal Correio do Estado.

Policiais Militares Ambientais de Três Lagoas, que trabalhavam na operação Dia de Finados foram acionados ontem (2), por Policiais Militares do 2º Batalhão PM da cidade, devido à prisão e condução para a delegacia de polícia civil de um paulista transportando filhotes de papagaios ilegalmente.

A equipe havia detido o infrator, residente em Araçatuba (SP), em um veículo onde foram encontrados três filhotes de papagaios, que eram levados para a cidade do infrator. As aves foram apreendidas.

O infrator foi autuado administrativamente pela PMA em R$ 15mil.  Ele responderá por crime ambiental e poderá pegar pena de seis meses a um ano de detenção. As aves serão encaminhadas ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) na Capital.

Durante a operação Dia de Finados, a PMA dedicou atenção especial ao tráfico de papagaios. Este período, de agosto a dezembro é preocupante com relação ao tráfico de animais silvestres, pois é o período reprodutivo dos papagaios que é o animal mais traficado do Estado.

A PMA mantém trabalhos preventivos nas propriedades rurais para prevenir a retirada dos animais e aliciamentos de funcionários de fazendas e assentados pelos traficantes, para a retirada dos filhotes.

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O índice de evolução da produção industrial sul-mato-grossense caiu no mês de setembro após registrar duas altas seguidas em julho e agosto, conforme a Sondagem Industrial realizada pelo Radar Industrial da Fiems junto às empresas estaduais. “O índice marcou 47,6 pontos, queda de 1% em relação a agosto. Apesar do recuo, é importante ressaltar que o indicador vem apresentando trajetória ascendente desde o início do ano, porém, o índice ainda permanece abaixo da linha divisória dos 50 pontos”, detalhou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.

Ele destaca que em setembro, para 27,7% das empresas ouvidas, a quantidade produzida caiu, enquanto para 56,6% houve estabilidade e para 15,7% aumento. “Por outro lado, segue elevada a capacidade ociosa na indústria de Mato Grosso do Sul, pois, para 44% dos respondentes, a utilização da capacidade instalada esteve abaixo do usual para o mês. Já o índice ficou em 40,6 pontos em setembro, permanecendo muito abaixo do patamar considerado adequado para o período, que é alcançado quando o indicador se situa em torno dos 50 pontos”, explicou, completando que a ociosidade média da capacidade instalada ficou em 30%.

Na avaliação do empresário industrial as condições financeiras continuaram ruins no 3º trimestre de 2016, pois, de um modo geral, mostraram-se insatisfeitos com a margem de lucro operacional alcançando 41,1 pontos. “Comportamento semelhante foi verificado em relação às condições de acesso ao crédito e situação financeira geral da empresa, com os indicadores alcançando 29,2 e 40,4 pontos, respectivamente”, citou Ezequiel Resende, completando que valores abaixo de 50 pontos indicam insatisfação dos empresários em relação aos itens pesquisados.

Ainda de acordo com a Sondagem Industrial, as principais dificuldades enfrentadas pelos industriais de Mato Grosso do Sul no 3º trimestre de 2016 são a elevada carga tributária, a inadimplência dos clientes, a taxa de juros elevadas, a falta ou alto custo da matéria-prima, a falta de capital de giro e a demanda interna insuficiente. “Enfim, em resumo, o desempenho do setor industrial sul-mato-grossense deu uma arrefecida, mas nada que não deve ser revertido nos próximos meses”, pontuou.

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