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Redação Douranews

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A Toyota anunciou nesta quarta-feira (26) que chamará para recall outros 5,8 milhões de airbags defeituosos da marca Takata instalados em seus veículos, acusados de provocar mortos e feridos em todo o mundo.

A campanha envolverá 1,47 milhão de carros vendidos na Europa, 1,16 milhão no Japão, 820 mil na China e 2,35 milhões em outras regiões do mundo, incluindo a América do Sul.

A maioria dos afetados desta vez é Corolla e Yaris, produzidos entre maio de 2000 e novembro de 2001, ou entre abril de 2006 e dezembro de 2014, informou a France Press.

De acordo com a Reuters, a picape Hilux e o compacto Etios também serão convocados para trocar os airbags, que podem lançar fragmentos de metal contra os passageiros, em caso de colisão.

Em contato com o G1, a Toyota do Brasil afirmou que está apurando o envolvimento de unidades no Brasil. No total, 13 marcas já chamaram veículos para a oficina pelo mesmo problema no país.

Apenas nesta semana, a Fiat Chrysler inclui o Fiat Uno e o Jeep Renegade na lista dos modelos com o equipamento defeituoso. Confira os chamados de recall de airbags Takata no Brasil.

A companhia japonesa Takata, com sede em Tóquio, enfrenta denúncias milionárias por um defeito de fabricação em milhões de seus airbags que está relacionado a 16 mortes, sendo 11 confirmadas nos Estados Unidos.

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Motivo de polêmica e protesto de construtores em todo o Brasil, a Medida Provisória do Ministério das Cidades que começaria a valer em janeiro será editada.

Segundo disse o ministro Bruno Araújo ao deputado estadual Elizeu Dionízio (PSDB), na madrugada de hoje, exigência de construção de casas do Programa Minha Casa Minha Vida em ruas de asfalto será retirada da medida.

Conforme o ministro, a portaria que entra em vigor no dia 1º de janeiro continuará exigindo emissão de alvarás das construções, dessa forma, não será mais permitido que pessoas físicas vendam casas pelo programa federal, será necessária a emissão de CNPJ.

O item mais polêmico da medida, assunto de protestos na Capital, será retirado, conforme o ministro. “Vamos retirar da portaria obrigação da pavimentação asfáltica”, disse ao Correio do Estado.

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Mutirão para reconstrução da mama de mulheres vítimas de câncer vai oferecer cirurgias de graça, que poderiam custar pelo menos R$ 120 mil, caso fossem ser pagas. Oito mulheres que já estavam na fila de espera serão submetidas aos procedimentos cirúrgicos na sexta-feira (28), no Hospital de Câncer de Campo Grande - Alfredo Abrão (HCAA) e no Hospital da Plástica, em Campo Grande.

De acordo com o médico Gabriel Rahal, entre as pacientes estão moradoras da Capital e de cidades do interior do Estado que esperavam pela reconstrução das mamas, retiradas em decorrência da doença. “As pacientes já estavam na fila e as cirurgias para colocação de próteses de silicone foram adiantadas com a ação de Mutirão Nacional que vem ocorrendo no país, em alusão ao Outubro Rosa. A reconstrução é muito importante para o resgate da auto-estima da mulher”, comentou o especialista.

Duas cirurgias ocorrerão no Hospital das Plásticas, no Rua Raul Pires Barbosa, na Chácara Cachoeira. Outras seis reconstruções mamárias serão feitas no Hospital de Câncer, na Rua Marechal Rondon. O mutirão envolverá 10 cirurgiões plásticos.

Gabriel Rahal explica que cada procedimento como esse custa em média R$ 15 mil, que somariam R$ 120 mil. No entanto, não haverá cobrança das pacientes, tendo em vista que materiais a serem utilizados foram doados.

AÇÃO

O mutirão de reconstruções mamárias, que começou no dia 24 deste mês e segue até sábado (29), é realizado por mio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). No país, a previsão é que pelo menos 842 procedimentos sejam realizados em 98 hospitais. Ao todo, 18 unidades da federação que contam com uma regional da instituição participam da ação. 

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Deve durar 60 dias a análise de documentos apreendidos na sede da Agência Municipal de Trânsito (Agetran) na manhã de hoje. De acordo com o promotor do Patrimônio, Marcos Alex Vera, o pedido de busca e apreensão de documentos que contém detalhes sobre a manutenção dos radares de Campo Grande foi motivado pelo fato da prefeitura não ter encaminhado documentos solicitados pelo Ministério Público.

Mandados de busca e apreensão solicitados pelo promotor foram autorizados pelo juiz Marcelo Ivo de Oliveira, da 1ª Vara de Direitos Difusos e Coletivos da Capital, e duraram toda a manhã de hoje.

Conforme o promotor, foram apreendidos contratos da Agetran com as empresas responsáveis pela manutenção dos radares e listagem das datas de inspeção de cada equipamento.

“Objetivo é aferir se os equipamentos estão de acordo com vistoria do Inmetro. Segundo norma do Contran, controladores têm de ser aferidos a cada 12 meses”, disse o promotor.

Caso fique comprovado que aparelhos vencidos emitiram multas, o MP pedirá anulação das multas e os motoristas podem pedir ressarcimento dos valores.

A justificativa da prefeitura para não fornecer a documentação foi o grande volume dos documentos, que couberam em pastas apreendidas hoje. Segundo o promotor, a Agetran solicitou 90 dias para repassar tudo, mas o prazo extrapolaria a gestão deste ano e provavelmente nova direção assumiria a secretaria e os documentos não seriam entregues.

Nesta manhã, o diretor-presidente da Agetran, Elídio Pinheiro, se recusou a falar com a imprensa sobre a ação do MP.

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Um grupo de vereadores de Dourados viajou nesta quarta-feira (26) para Campo Grande, onde participam, até sexta-feira (28), de seminário voltado a dar suporte aos mandatos parlamentares.
A organização é da UCVMS (União das Câmaras de Vereadores de Mato Grosso do Sul) e tem como público alvo, além de vereadores, prefeitos, controladores internos, secretários, diretores, servidores efetivos ou em comissão e assessores jurídicos, de bancadas e parlamentares.

A programação do seminário teve início na manhã desta quarta, com recepção, credenciamento e entrega de materiais, na sede da União das Câmaras. Na quinta (27), das 9h às 12 horas, acontece palestra com o advogado e professor especialista em direito público Enio Martins Murad. Ele vai falar sobre “Reforma da Lei Orgânica Municipal em face das novas atribuições do poder legislativo definidas pelo STF”.

Ainda na quinta, das 14 horas às 15h30, o administrador mestre Paulo do Valle abordará o tema “Desenvolvimento do município por meio das compras públicas, a importância da Câmara Municipal”. Em seguida, o palestrante André Lima abordará “O papel do controlador interno no serviço público”. Já na sexta-feira, das 9 às 12 horas, o administrador de empresas Dennis da Maia falará sobre “Município destaque, transparência e prestação de contas”.

De Dourados, participam do seminário os vereadores Sergio Nogueira (PSDB), Pedro Pepa, Alan Guedes e Cido Medeiros, todos do DEM; Cirilo Ramão e Juarez de Oliveira, ambos do PMDB e, representando o vereador Elias Ishy (PT), o assessor Natal Ortega.

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Aires Marques Espíndola está desaparecido desde 11 de fevereiro deste ano, quando foi visto pela última vez no endereço em que reside, na rua Hélio Vasques, 969, bairro Jardim Florida II.

O homem trabalhava como pedreiro, e no dia em que saiu de casa estava um pouco desorientado nos dias, segundo relatou a irmã Luciana, ao pedir ajuda no Douranews para tentar localizar o irmão.

Na manhã do dia em que desapareceu, segundo ela, Aires tomou café e por volta das 8 da manhã saiu de casa em uma bicicleta Poti branca, usando uma camisa polo verde com branco, short xadrez e chinelo havaiana azul; e não mais retornou.

Aires foi procurado nos bairros em que costumava andar e junto de amigos, na rodoviária, transbordo e lojas, também foram colocados anúncios em classificados das cidades vizinhas. Vrias informações desencontradas, e falsas, foram obtidas nas cidades do entorno de Dourados.

Aires tem duas filhas e estava separado há dois anos, a família procura por qualquer informação que ajude a encontrá-lo. Aires tem apelido de 'Baixinho' e 'Gurizão'. Os telefones para contato são o 67 99264 4746 (Claro-Whatsapp) e 99647 0924 (Vivo), falar com Luciana.

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Homem de 36 anos foi preso acusado de receptação depois de comprar no site de negócios OLX, moto roubada por R$ 1,3 mil. Conforme equipe do Batalhão da Polícia Militar de Choque (BPChoque), flagrante aconteceu durante fiscalização na Avenida Gury Marques, Bairro Universitário, em Campo Grande.

Depois de abordar o motociclista, policiais constataram, por meio de consulta ao Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo), que a moto conduzida por ele, modelo Honda Titan, havia sido roubada.

Veículo foi apreendido e levado para a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv). Já o receptador foi detido e levado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac).

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O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) admitiu nesta quarta-feira que não deve investir os R$ 40 milhões necessários para a finalização da obra do Aquário do Pantanal. Azambuja afirmou preferir usar o valor, principalmente neste período de crise financeira, em ações voltadas para saúde.

A declaração do governador foi feita no Hospital São Julião, durante última etapa do programa pós-caravana da saúde, que utiliza estrutura de três hospitais da Capital em convênio com o Estado para realização de cirurgias eletivas.

Desde o início do programa, que priorizou cirurgias de catarata, foram investidos R$ 76 milhões pelo Governo do Estado. Azambuja deixou claro que prefere investir em ações de saúde do que em obras e citou o polêmico Aquário do Pantanal, obra iniciada ainda na gestão André Puccinelli (PMDB).

“Dou o exemplo do Aquário. No início custaria R$ 84 milhões, gastou R$ 230 milhões e precisa ainda de R$ 40 milhões para concluir. Será que não é melhor investir os R$ 40 milhões para atender a saúde do que, agora na escassez de recursos, terminar o Aquário? São essas decisões que o governo tem que tomar e vou priorizar às pessoas”, disse Azambuja sem detalhar sobre o que pode ser feito com a estrutura já erguida na Avenida Afonso Pena.

Coincidência ou não, a edição de hoje do Diário Oficial do Estado (DOE) trouxe paralisação de contrato que o Governo possui com a Clima Teck Climatização, empresa responsável pela ventilação e exaustão mecânica do prédio do Aquário. O prazo da paralisação é de 120 dias contados a partir de julho.

CIRURGIAS

O pós-caravana, como é chamado o mutirão de cirurgias eletivas feito nos hospitais São Julião, Santa Marina e Hospital do Pênfigo em convênio com o Estado, será encerrado nas próximas semanas.

Só o Hospital São Julião realizará 350 cirurgias do convênio. Ao todo, foram 990 procedimentos contratados pelo Estado e 850 já realizados. Entre eles há procedimentos em vesícula, hérnia, varizes, cabeça e pescoço

Uma das pacientes que espera ter fim em romaria que já dura 50 anos é a dona de casa Justa Benites Martins, moradora de Maracaju. Uma vez por semana ela viaja da cidade onde vive até Campo Grande para realizar curativo na perna. Ela passará por cirurgia ainda hoje.

Diretor administrativo do hospital, Amilton Alvarenga afirma que os convênios firmados entre o poder público e as instituições privadas deveriam ser ampliados em mais de 6 meses.

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Mariano descobriu um cisto no cérebro ao ser internado após sofrer uma queda nos treinos do "Saltibum", quadro do "Caldeirão do Huck", no último dia 18. E o tumor benigno foi a causa do sertanejo parceiro de Munhoz ter ficado por quatro dias na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). Ao bater com a cabeça depois de um salto no trampolim, o inchaço - com líquido no seu interior - acabou se rompendo.

"Ele já tinha esse cisto benigno e não sabia. O cisto se rompeu, mas não era grande o suficiente para causar um problema maior", explicou Ronaldo Gorga, médico de confiança de Mariano, ao colunista Leo Dias, do jornal "O Dia", nesta quarta-feira (26).

"De tempos em tempos ele vai ter que fazer novos exames", acrescentou Gorga. Depois de receber alta no final de semana, o sertanejo já está retornando, aos poucos, a rotina, porém não tem previsão de quando vai voltar aos palcos. Embora já esteja apto para fazer os shows.

Há dois dias, o músico retornou ao hospital para fazer novos exames e acabou liberado para retornar à cidade natal, Campo Grande, ao lado da mãe. Durante o período de internação, o artista foi medicado com morfina devido às fortes dores que sentia. Agora, a medicação foi substituída por outros remédios. Em entrevista, Mariano classificou como "bem grave" o corte que sofreu na cabeça e que lhe rendeu dez pontos. Após o acidente, o cantor acabou deixando a competição de saltos ornamentais.

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As multas de trânsito ficarão mais caras. O reajuste, de aproximadamente 60%, está previsto na Lei 13.281, publicada em maio de 2016, e passa a valer no dia 1º de novembro. Ss novos valores são os seguintes:

- Leves: passarão de R$ 53,20 para R$ 88,38 (3 pontos);

- Médias: passarão de R$ 85,13 para R$ 130,16 (4 pontos);
- Graves: passarão de R$ 127,69 para R$ 195,23 (5 pontos);
- Gravíssimas: passarão de R$ 191,54 para R$ 293,47 (7 pontos).

Conforme o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), os valores das sanções não eram corrigidos desde o ano 2000. “Quando os condutores optam por cometer uma infração, eles têm que ser penalizados e isso tem que ter significado. Com o passar do tempo, o valor da multa foi perdendo significância quando o condutor o recebia. Ainda que tenha a pontuação – se passar de 20 pontos, se perde o direito de conduzir –, muitos se sentem realmente pressionados quando veem o valor mais elevado”, explica o coordenador de Educação do Denatran, Francisco Garonce.

Além disso, a lei alterou algumas infrações de trânsito, elevando a gravidade da punição. Veja algumas das mudanças:

Celular ao volante: infração gravíssima

Quem falar ao celular ou manusear o equipamento enquanto estiver dirigindo cometerá infração gravíssima, que tem multa de R$ 293,47 e soma 7 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Até então era infração média, já que era uma prática enquadrada como “dirigir com apenas uma das mãos”.

“O objetivo do legislador ao colocar isso de forma clara é que temos constatado que tem crescido muito o número de acidentes em virtude de as pessoas estarem distraídas manipulando os celulares. São acidentes que poderiam ter sido facilmente evitados”, explica Garonce. “As pessoas precisam se conscientizar de que aquela olhadinha para o celular te tira alguns segundos que podem ser a diferença entre você poder evitar um atropelamento, evitar uma colisão, ou não, porque seus olhos estavam para dentro do carro naquele momento”, reforça.

Estacionamento irregular em vagas reservadas: infração gravíssima

Quem estacionar irregularmente em vagas destinadas a pessoas com deficiência e a idosos também cometerá infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH. O veículo também será removido do local. O coordenador de Educação do Denatran esclarece: “para estacionar nessas vagas, o condutor precisa ter uma credencial que o autorize, concedida pelos órgãos de trânsito. Não basta que o indivíduo seja idoso ou uma pessoa com deficiência. A credencial tem que estar no carro e visível ao agente de trânsito”. Até então, essa infração era considerada média. 


Excesso de peso: valores determinados

As mudanças também tratam do excesso de carga. Até então, o Código de Trânsito estabelecia um adicional à multa, conforme o peso excedente, em Ufir (Unidade Fiscal de Referência).

Com as alterações, os valores passam a ser especificados em reais, o que facilita o entendimento. Então, o infrator deverá pagar R$ 130,16, por estar cometendo uma infração média, mais a sanção equivalente ao peso da carga excedente:


- R$ 5,32 até 600 kg;
- R$ 10,64 de 601 kg a 800 kg;
- R$ 21,28 de 201 kg a 1.000 kg;
- R$ 31,92 de 1.001 kg a 3.000 kg;
- R$ 42,56 de 3.001 kg a 5.000 kg;
- R$ 53,20 acima de 5.001 kg.

Beber e dirigir: multa pode chegar a quase R$ 6 mil  

Com a mudança dos valores das multas, quem beber e dirigir e for flagrado em teste do bafômetro ou se negar a fazer exames para verificar o consumo de álcool e drogas pagará, no mínimo, R$ 2.934,70 (dez vezes mais que o valor da infração gravíssima). Mas se o motorista for reincidente nesse tipo de infração, a sanção dobra, e chega a R$ 5.869,40.

Além disso, o condutor fica com o direito de dirigir suspenso por 12 meses e deverá fazer curso de reciclagem.  

Suspensão do direito de dirigir 

O novo texto ampliou, ainda, os prazos mínimos de suspensão do direito de dirigir. Por exemplo: o motorista que somar 20 pontos da CNH no período de um ano, ficará de seis meses a um ano sem poder conduzir um veículo; se houver reincidência no período de 12 meses, perderá esse direito por, no mínimo, oito meses e, no máximo, dois anos. Antes, os tempos mínimos eram de um mês; para reincidentes, de seis meses.

Para as infrações que preveem, como punição, a suspensão do direito de dirigir, o prazo será de seis meses a um ano. Se houver reincidência em 12 meses, a suspensão vigorará de oito meses a um ano e meio.

Motoristas habilitados nas categorias C, D ou E que trabalham com transporte poderão optar por participar de um curso preventivo de reciclagem sempre que, no período de um ano, atingirem 14 pontos.

Os artigos que tratam desses temas ainda precisarão ser regulamentados pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

Reajustes e publicidade

Outra novidade diz respeito à possibilidade de correção nos valores das multas pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), até o limite da variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação, no exercício anterior. Mas os novos valores deverão ser divulgados pelo Contran com, no mínimo, 90 dias de antecedência da aplicação.

O texto prevê, também, que o órgão responsável deverá publicar, na internet, a arrecadação anual com multas e a destinação dos recursos.

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