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Redação Douranews

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Quando anunciou, no mês passado, que Neymar estava efetivado como capitão da Seleção, Tite disse, entre outras coisas, que seria bom para o atacante se expor mais publicamente. Falar mais, externar opiniões e deixar que as pessoas o conhecessem melhor.

Não que sua relação com jornalistas e público seja de total intimidade, mas o atacante sai desta data Fifa na condição de porta-voz do grupo, bem diferente de quando passou a Copa do Mundo praticamente toda em silêncio.

Depois das vitórias sobre Arábia Saudita e Argentina, Neymar parou no que se chama de zona mista, um corredor que liga o vestiário ao ônibus da equipe, onde eles são entrevistados por jornalistas. Em ambas, o camisa 10 foi o último jogador a sair. Sem pressa, sem encurtar respostas e sem fugas, traços que ele costumava adotar para se livrar dessa “obrigação”, como observa o Globoesporte.com.

Foram mais de 25 minutos de entrevistas, acrescentando uma coletiva. Neymar falou sobre sua atuação no vestiário após vencer os árabes, as críticas, em seu modo de ver, injustas a Gabriel Jesus por seu desempenho na Copa do Mundo, sobre cabelo...

Em poucos minutos, admitiu ter alertado o grupo para a importância do clássico sul-americano depois do mau desempenho do primeiro amistoso, e também confessou não gostar de manter o mesmo penteado por mais de um mês - ainda não sabe como será o próximo, depois do topete louro.

O craque só não quis comentar as questões políticas da Arábia Saudita, sede dos amistosos e envolvida no polêmico sumiço de um jornalista do país, crítico do sistema, após entrar no consulado em Istambul, capital turca. "Eu te peço desculpas, mas não tenho como responder sobre algo que não tenho domínio", evadiu-se.

Comentário

O jornalista saudita Jamal Khashoggi foi torturado antes de ser decapitado no consulado de seu país em Istambul, na Turquia, informou nesta quarta-feira (17) o jornal turco “Yeni Safak”. Há duas semanas, o paradeiro do jornalista é desconhecido.

Em 2 de outubro, Khashoggi, de 59 anos, que era crítico do governo da Arábia Saudita, foi ao consulado do país, em Istambul, para resolver trâmites burocráticos relativos a seu casamento com uma cidadã turca. Desde então, está desaparecido, informa a agência AFP.

O periódico, que é ligado ao governo turco, afirma que teve acesso a um áudio que mostra que os agentes sauditas cortaram os dedos de Khashoggi durante o interrogatório na representação diplomática saudita, em 2 de outubro. “Depois sua cabeça foi cortada até a morte”, descreve o jornal, que não deixa claro como teve acesso à gravação.

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Eliza Villagra, de 19 anos, apontada como envolvida no roubo de uma caminhonete recuperada na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, de propriedade do vereador Idenor Machado (PSDB), de Dourados, e Raquel Chamorro, de 16 anos, foram encontradas mortas por volta das 6h45 da manhã desta quarta-feira (17) em uma área desabitada do bairro Santa Ana na cidade de Pedro Juan.

De acordo com o que publica o jornal Poranews, os corpos teriam sido abandonados em meio ao lixo e os autores teriam tentado incendiar os corpos das vítimas, executadas de forma brutal em outra parte da cidade e depois ‘desovados’ nessa área abandonada do bairro fronteririço. Ainda segundo a publicação, os corpos foram atingidos com vários tiros e golpes de faca e várias partes.

A execução violenta das duas jovens poderia estar relacionada a ajuste de contas entre assaltantes nesta parte da fronteira com o estado do Mato Grosso do Sul, de acordo com hipóteses apontadas pelos investigadores da Divisão de Homicídios e agentes da Polícia Técnica, apoiados pelo promotor de justiça Gabriel Segovia.

O caso

A caminhonete Toyota Hilux, de cor preta, placas CWQ 5136, pertencente ao vereador Idenor Machado (PSDB) da cidade de Dourados, foi tomada em assalto no dia 19 de julho. Dois dias depois, policiais da fronteira recuperaram o veículo em um barracão onde também foram encontradas quatro motocicletas da marca Yamaha e uma moto Honda CB 300R, além de um revólver calibre 38, um notebook, um aparelho de televisão, dois aparelhos de telefone celular, capacete de motoqueiro e munições.

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A Guarda Mirim de Dourados “Dr. João Adolfo Astolfi” está com inscrições abertas para o processo de seleção dos integrantes da quarta turma. Serão ofertadas, inicialmente, 100 vagas para adolescentes residentes na cidade de Dourados, sendo metade de homens e a outra metade de meninas, com idade compreendendo o mínimo de 13 anos até a data da matrícula para o início do curso e 16 anos completos até o dia 31 de dezembro.

As inscrições deverão ser realizadas até o dia 31 deste mês, mediante o pagamento da taxa no valor de R$ 30, diariamente, no período vespertino, de segunda a sexta-feira, entre as 13h30 e às 17 horas, na Igreja Presbiteriana Central de Dourados (Igreja do relógio). A prova será realizada no dia 18 de novembro, com duração de três horas.

O processo seletivo é constituído pelo ato de inscrição, a prova escrita, um teste físico, a classificação e matrícula dos aprovados, seguido de um período de 30 dias para adaptação à rotina institucional. O curso de formação da Guarda Mirim será realizado no período vespertino, com duração de seis meses.

São requisitos mínimos para integrar a Guarda Mirim, estar matriculado e cursando o ensino regular em estabelecimento público de ensino municipal, estadual ou federal, ou em colégio particular mediante a apresentação de documento que comprove bolsa integral de estudo.

Confira aqui o edital completo do processo

Responsabilidade dos pais

O edital da seleção da turma deste ano da Guarda Mirim prevê, ainda, no item 10.2.5, que, no ato da matricula, os pais ou responsáveis legais ficam cientes que as custas do fardamento oficial (camisa, calça, cobertura, camiseta, shorts e coturno), são de inteira responsabilidade deles.

A Guarda Mirim de Dourados emitirá boleto bancário no valor de R$ 300 que poderá ser quitado à vista ou parcelado em seis vezes de R$ 50 para o atendimento a essas despesas.

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O Crea-MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul) promove, nesta quarta-feira (17), na sede de Dourados (na Avenida Guaicurus, 60), a palestra Desafios na prescrição do receituário agronômico. Ministrada pelo engenheiro agrônomo Jason Oliveira, a palestra abordará a importância da participação do profissional responsável técnico na indicação das melhores alternativas de controle de doenças, insetos ou plantas daninhas que causam danos às culturas.

“A aplicação de produto químico deve ser a última medida, já que antes é possível aplicar técnicas de manejo integrado de pragas, como por exemplo, a rotação de culturas, variedades resistentes, entre outras”, opina o presidente do Crea-MS, Dirson Freitag.

Segundo ele, uma das preocupações do Conselho é realizar treinamentos para que os profissionais possam oferecer aos produtores rurais as técnicas mais adequadas no que se refere à economia, eficiência do controle químico de pragas na agricultura e responsabilidade ambiental.

Fiscalização

Outro tema abordado na ocasião será a fiscalização realizada pelo Conselho na área da agronomia, palestra ministrada pelo coordenador da Câmara Especialidade de Agronomia, engenheiro agrônomo Jorge Cortez. A palestra é gratuita e mais informações podem ser obtidas 67 3426-3190 ou www.creams.org.br

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A prefeita Délia Razuk recebeu, em audiência, na manhã desta terça-feira (16), grupo de artistas da cidade, acompanhados pela presidente da Comissão de Cultura e Artes da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Dourados, Ingrid Torres, com quem tratou sobre ações do Município de fomento às ações realizadas por esse setor.

Délia Razuk fez um relato dos primeiros dois anos de mandato, prestes a se completar em dezembro, e discorreu sobre as dificuldades enfrentadas nessa primeira metade da gestão. “Enfrentamos dois anos atípicos, tivemos até que parcelar salários de funcionários, imaginem a dificuldade, nem queiram passar por tudo que eu passei”, observou a prefeita, ao destacar os esforços que, mesmo assim, artistas desenvolvem para manter viva a cultura local.

“Sempre tive ligações muito próximas com esse segmento, fui eu quem criei a Secretaria de Cultura quando fui prefeita interina (em 2010) e agora já orientei ao nosso secretário Peu para incrementar as atividades do programa Palco para Todos, ampliando a oferta de oportunidades para essas manifestações”, anunciou a prefeita.

Com os visitantes, João Rocha representando o espaço Sucata Cultural, integrantes da empresa Plug Produções e a presidente da Comissão de Cultura e Artes da OAB a prefeita também debateu formas de regularizar o funcionamento do FIP (Fundo de Incentivo à Produção Cultural) e assegurar “o máximo que conseguirmos” na elaboração do Orçamento de 2019. Atualmente, o FIP compreende o repasse de R$ 156,4 mil para projetos da área, mas já foi de R$ 194 mil no ano anterior. “Vamos fazer o possível para melhorar”, prometeu Délia Razuk.

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O corpo do jornalista Gil Gomes, de 78 anos, será enterrado na manhã desta quarta-feira (17) no Cemitério Vertical de Guarulhos, na Grande São Paulo. O sepultamento deve ocorrer às 10 horas locais. Ele foi velado durante a madrugada na Capela Obelisco, em frente ao Parque Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo.

Gil Gomes morreu na madrugada de terça-feira (16) no Hospital São Paulo, na Vila Clementino, Zona Sul. Ele enfrentava um câncer de pâncreas e há mais de dez anos tinha sido diagnosticado com Mal de Parkinson.

Na noite de segunda (15), o jornalista passou mal em casa, no bairro Jardim da Saúde, Zona Sul da capital, e foi socorrido por uma equipe do Samu que o conduziu ao pronto-socorro. Ele deixa 4 filhos e 9 netos.

“Quando a gente está com pessoas queridas a volta, pessoa que amam, às vezes a dor ameniza muito mais. E ele estava com os familiares, os amigos, os colegas de trabalho, Eu acredito que isso possa, que isso veio a amenizar muito a dor que ele estava sentindo. O amor é o carinho que todos deram a ele”, afirmou Daniel Gil Gomes, filho do jornalista.

O local definido para o velório, embaixo do Obelisco, um dos símbolos da cidade de São Paulo, se deve ao fato de o pai e o sogro de Gil Gomes, um dos mais enigmáticos jornalistas da área policial, terem lutado na Revolução Constitucionalista de 1932, observa reportagem do G1.

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A PF (Polícia Federal) entregou na tarde desta terça-feira (16) o relatório final do inquérito dos Portos, que investiga o presidente Michel Temer (MDB) ao ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal). O ministro chegou a prorrogar a conclusão do inquérito por quatro vezes.

Barroso deve encaminhar o inquérito para a Procuradoria Geral da República se manifestar. A PGR tem até 15 dias para se pronunciar.
A investigação foi aberta no ano passado a partir de depoimentos de executivos do grupo J&F que fecharam acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Desde novembro de 2017, o delegado Cleyber Malta Lopes investiga se empresas do setor portuário pagaram propina em troca de um decreto presidencial.

O presidente nega que o decreto tivesse essa finalidade desde o início das investigações. Empresas alvo do inquérito também negam o pagamento de propina. Em maio de 2017, o presidente Michel Temer ampliou de 25 para 35 anos o prazo de contratos de concessões de empresas portuárias, podendo chegar a até 70 anos.

O inquérito dos Portos foi aberto pelo ex-procurador da República, Rodrigo Janot, depois de delação de executivos do Grupo J&F, que denunciaram pagamentos de propina a agentes políticos, entre eles Michel Temer e o ex-assessor dele, Rodrigo Rocha Loures. Durante 11 meses, a PF investigou a edição do decreto e pessoas ligadas ao presidente Michel Temer, como o coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer há mais de 30 anos e sócio da empresa de arquitetura Argeplan.

A suspeita da PF é a de que a empresa tenha sido usada para receber propina do setor portuário, pelo coronel Lima e seu sócio, Carlos Alberto Costa, em nome do presidente Michel Temer. A PF também investigou ao longo de quase um ano uma reforma feita na casa da filha do presidente, Maristela Temer. O imóvel passou por obras entre 2013 e 2015 e a suspeita da PF é de que pelo menos R$ 1 milhão tenha vindo do setor portuário.

Executivos do grupo J&F, donos da Eldorado Celulose, que atua no Porto de Santos, disseram à PF que repassaram 1 milhão de reais ao coronel João Baptista Lima Filho, em 2014, na sede da Argeplan, a pedido do presidente Temer. Com informações do portal G1

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Após quase 48 horas do desaparecimento, notificado no meio da noite de domingo (14) pelos familiares, uma força-tarefa do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar de Caarapó e ainda membros da Guarda Municipal e da Polícia Militar de Dourados localizaram a servidora pública do Tribunal Regional Eleitoral e empresária do ramo de confecções em Dourados, Cyntia Adriana Gimenes Kobus.

A empresária foi encontrada por volta das 15h20 desta terça-feira (16), em uma casa vazia onde havia uma placa com a inscrição ‘vende-se’. Conforme o sargento Vanilton, a casa fica localizada na rua Quintino Bocaiúva e a mulher já apresentava sinais de debilidade pelo fato de estar sem comida e remédios desde a noite de domingo.

Cyntia foi encaminhada ao Pronto Socorro de Caarapó para o recebimento de atendimento médico.

A servidora pública e empresária foi vista pela última vez na noite de domingo embarcando em um ônibus no terminal ‘Renato Lemes Soares’, após abandonar o carro com a chave na ignição e o celular dentro do veículo, nas proximidades da igreja Nossa Senhora de Fátima, na região da Cabeceira Alegre, em Dourados.

Conforme o marido dela, Sidney Aparecido Pedro, a mulher foi diagnosticada em abril com estágio de depressão profunda, mas após alguns meses de tratamento vinha apresentando melhoras significativas, segundo divulga o jornal Caaraponews.

O Laboratório de Ensino e Pesquisa de História Indígena (LEPHI) da UFGD realiza, até o dia 31, a 4ª Exposição Culturas Indígenas, no hall do Núcleo de Estudos Estratégicos de Fronteiras, localizado na Unidade 2 (último prédio da avenida principal da Cidade Universitária), no campus universitário.

Nesta quarta edição, a exposição é dedicada aos 11 povos indígenas vivos de Mato Grosso do Sul: Atikum, Terena, Kinikinau, Kadiweu, Ofaye, Camba, Kaiowa, Guarani, Guató, Ayoreo e Chamacoco.

O objetivo é promover a reflexão sobre a riqueza da diversidade étnica a partir do patrimônio da cultura material dos povos indígenas do Estado. Nesse sentido, o LEPHI convida estudantes tanto das escolas do ensino fundamental e médio, da rede pública e particular, quanto as turmas de estudantes universitários, indígenas e não indígenas, para visitarem a exposição.

Para isso é necessário apenas fazer o agendamento por telefone ou WhatsApp com a acadêmica Letícia de Jesus (67 99907-2404) ou com Rodrigo Reis (67 99659-3821). Os horários de referência para agendar são: 7h30 às 11, das 14 às 17h30 e das 19h30 às 22 horas. Fora do agendamento, o local estará fechado. O transporte fica por conta da comunidade escolar interessada.

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