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Redação Douranews

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A empresa MS Slots Consultoria Técnica Ltda., uma das investigadas na Ação do MPE (Ministério Público Estadual), que resultou na prisão do secretário municipal de Fazenda, João Fava Neto e do então chefe do Setor de Licitações, Anilton Garcia de Souza, revela curiosa coincidência de nomes.

A dupla que contratava, comandando licitações e fechando contratos, é a mesma que vendia o serviço, como mostra extrato da razão social, abaixo, indicando justamente os mesmos nomes no quadro societário da empresa que prestava consultoria para a Prefeitura de Dourados:

slots fava

Conforme a denúncia do MP, no trecho divulgado pelo jornal Campo Grande News, em reportagem assinada pelo correspondente em Dourados Hélio de Freitas, João Fava Neto e Anilton Garcia de Souza criaram, no fim de 2016, poucos meses antes de serem nomeados pela prefeita Délia Razuk para as funções de secretário de Fazenda e chefe de Licitações, a MS Slots Consultoria.

“Trata-se de empresa de fachada, para lavagem de dinheiro do esquema. O endereço da empresa é o mesmo endereço residencial de João Fava Neto, bem como o número do telefone celular indicado”, concluiu a apuração do MPE. Na denúncia que levou parte da quadrilha para a cadeia, segundo o jornal, o MP esmiúça o esquema montado por João Fava Neto e Anilton Garcia de Souza, que consistia em perder prazos de processos licitatórios e cancelar certames em andamento.

Tudo para a contratação emergencial das empresas do esquema com dispensa de licitação, para fazer diversos serviços, como limpeza dos prédios públicos, merenda nas escolas e troca de lâmpadas da iluminação pública, relata a publicação. “A mesma estratégia de atrasos, interrupções e suspensões nas licitações foi adotada, para novos aditivos aos contratos anteriores, outra irregularidade, segundo o MP, para permitir mais lucros à organização criminosa”, diz o Campo Grande News.

Já na licitação para contratação de merendeiras e de limpeza nas escolas municipais, o MP aponta planilhas de preços adulteradas e até preenchimento de propostas pelo próprio Anilton de Souza, a mão, quando deveriam ser preenchidas pelas empresas interessadas. Três servidores do setor que era comandado por Anilton também são réus na ação – Antônio Neres Junior, Heitor Pereira Ramos e Rosenildo da Silva França, todos alvos de mandados de busca e apreensão na ‘Operação Pregão’ desencadeada no primeiro dia do mês de novembro.

Inicialmente, o serviço que era prestado pela Douraser, depois foi assumido pela Energia Ltda., pertencente à empresária Zazi Brum e ao filho dela, Pedro Brum Vasconcelos, também alvos de mandados de buscas. Mais uma vez, segundo o MP, houve adulteração de planilhas de custo e contratação por dispensa de licitação de empresa que tinha preço maior que outras interessadas. As irregularidades já tinham sido apontadas pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado).

Preço mais alto ganha

“A dispensa foi solicitada por Denize Portolann [então secretária de Educação] e autorizada por João Fava Neto”, segundo a denúncia. No mesmo período havia um processo de licitação em andamento e inclusive tinha uma proposta de preço menor, feita pela empresa Moriá Prestadora de Serviços. Nessa licitação, a Energia tinha apresentado a maior proposta, de R$ 3,9 milhões. Só que na cotação para a dispensa de licitação, a Energia apresentou preço de R$ 3,3 milhões e foi contratada. “Tanto Denize Portolann quanto João Fava Neto tinham plena ciência sobre os valores ofertados pela empresa Moriá, consideravelmente menores do que das outras pessoas jurídicas. Para garantir o êxito na contratação da empresa Energia Engenharia, deixaram de solicitar nova cotação à Moriá, substituindo-a pela empresa Ekipe, terceira posição em preços na dispensa”, revela a denúncia.

Para o Ministério Público, havia um conluio entre a Douraser e a Energia Engenharia, “uma prática comum no que tange aos crimes envolvendo fraudes em licitações, em que pessoas jurídicas se unem para apresentar cotações simuladas, em favor de uma delas, dividindo-se os lotes”.

Comentário

Os Correios vão reajustar as tarifas dos serviços postais prestados em regime de exclusividade. A correção média autorizada para este ano é de 5,99% para serviços nacionais e internacionais. A portaria com o reajuste foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (9) pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, considerando o IPCA acumulado entre fevereiro de 2017 e setembro de 2018, segundo o ministério.

O primeiro porte da carta comercial, por exemplo, terá o valor atualizado de R$ 1,85 para R$ 1,95. Já a carta não comercial e cartão postal passarão de R$ 1,25 para R$ 1,30. No caso de telegrama nacional redigido pela internet, a nova tarifa é de R$ 8,15 por página – antes, a tarifa vigente era de R$ 7,69. O telegrama fonado ficou em R$ 9,84, e na agência, em R$ 11,81.

As novas tarifas não se aplicam ao segmento de encomendas (PAC e Sedex) e marketing direto, de acordo com a estatal.

O último reajuste para esses serviços foi anunciado em outubro do ano passado e foi dividido em duas parcelas: a primeira de 6,121% por prazo indeterminado e a segunda de 4,094% autorizada a vigorar por 64 meses (5 anos e meio). Já as tarifas dos serviços de Sedex e PAC para clientes de contrato dos Correios foram reajustadas em março entre 8% e 51%.

Em agosto, os Correios começaram a cobrar R$ 15 de todas as encomendas internacionais que chegarem ao país pela empresa. Esse despacho postal só era cobrado de objetos tributados pela Receita Federal, mas, segundo a estatal, o aumento das importações a obrigou a cobrar de todas as encomendas para manter “o padrão do serviço”, conforme repercute o portal G1.

Comentário

A Ação Penal 0810338-57.2018.8.12.0002, que que motivou a realização da operação ‘Pregão’, desencadeada para desarticular uma organização criminosa que fraudava licitações na Prefeitura de Dourados, contendo mais de 150 páginas, indica que além dos servidores públicos e empresários presos quarta-feira (1) passada, o promotor de Justiça Ricardo Rotunno, de Defesa do Patrimônio Público, também pediu outras providências e a prisão de mais envolvidos nas ações fraudulentas.

Reportagem especial do jornal DiárioMS, edição desta sexta-feira (9), assinada pelo jornalista Marcos Santos, revela que, além do então secretário municipal de Fazenda, João Fava Neto e de Anilton Garcia de Souza, então presidente da Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura de Dourados, da vereadora Denize Portolann (PR) e do empresário Messias José da Silva, o MPE (Ministério Público Estadual) também pediu a prisão preventiva dos empresários Ivan Félix de Lima, Rodrigo Gomes da Silva, ambos de Campo Grande, e Pedro Brum Vasconcelos Oliveira, negada pelo juiz Luiz Alberto de Moura Filho, da 1ª Vara Criminal de Dourados.

O inteiro teor da Ação Penal continua em segredo de justiça, mas o jornal obteve dados sobre o processo que já acumula mais de 2.300 páginas. Além das pessoas físicas, também são rés na Ação Penal as pessoas jurídicas MS SLOTS Consultoria, Douraser Prestadora de Serviços de Limpeza e Conservação, GTX Serviços de Engenharia e Construção Ltda e Energia Engenharia Serviços e Manutenção Ltda. Todos os presos e investigados, pessoas físicas e jurídicas, tiveram a quebra de sigilos bancário e fiscal autorizados pela Justiça.

De acordo com a publicação, todos foram acusados em crimes de fraude de licitação, dispensa indevida de licitação, falsificação de documentos, advocacia administrativa, crime contra a ordem financeira e atos lesivos à administração pública que atentam contra o patrimônio público nacional. A denúncia sustentou que os investigados realizavam cotação em valores elevados, ou seja, com preço acima dos praticados pelo mercado, obtida conscientemente com empresas de fachada e por combinação entre pessoas jurídicas em conluio, visando elevar o preço das contratações.

Segundo a acusação do Ministério Público, para alcançarem os fins planejados, os acusados se utilizavam da manipulação de dados e cancelamentos de licitações, sem fundamentação plausível, além de forçar a realização de dispensas licitatórias. Uma das licitações fraudadas foi a realizada em 28 de maio de 2018, quando o secretário municipal de Educação requereu a abertura de procedimento licitatório visando a prestação de serviços de limpeza e conservação predial para as unidades escolares da Rede Municipal de Ensino, sendo autorizada na mesma data pelo secretário municipal de Fazenda, João Fava Neto, conforme pregão presencial 069/2018.

Manobras

De acordo com o MP, o referido pleito foi em substituição ao processo 2475/2017 (pregão presencial 015/2018), conforme solicitação de João Fava Neto, para adequação à legislação vigente, mais especificamente a conversão da unidade de medida de postos de serviços (empregados) para metragem quadrada. Na mesma data o diretor-presidente da Fundação de Esportes de Dourados (Funed) solicitou abertura de procedimento licitatório com o mesmo objeto, autorizado pelo respectivo secretário de Fazenda, entretanto já havia licitação em andamento com o mesmo fim através do pregão presencial 77/2017, que foi suspensa pelo leiloeiro Heitor Pereira Ramos, o que se justificou pela “necessidade da análise de aspectos técnicos do procedimento licitatório e, se for o caso, a readequação dos termos que compõe o edital”.

A denúncia sustenta ainda que houve atrasos no procedimento licitatório a fim de garantir a realização da dispensa emergencial em benefício da empresa Douraser Prestadora de Serviços Ltda., que recebeu, inclusive, e-mail de um servidor do Departamento de Licitações para alteração dos dados da planilha de cotação, o que demonstra o tratamento privilegiado, em violação ao princípio da impessoalidade. Outro detalhe: após vencer a licitação, a empresa Douraser ainda pediu pagamento antecipado.

Em outro trecho, o Ministério Público denuncia que a então secretária municipal de Educação, Denize Portolann, determinou a dispensa de licitação para contratação de empresa com a finalidade de prestação de serviço de merendeira, tendo como contratada a empresa Energia Engenharia Serviços e Manutenções Ltda-ME, “mesmo com outras concorrentes apresentando menor preço”.

Para o magistrado, o perigo da liberdade dos investigados João Fava Neto, Anilton Garcia de Souza, Messias José da Silva e Denize Portolann enseja a necessidade da segregação cautelar consubstanciada na garantia da ordem pública, da ordem econômica e por conveniência da instrução criminal, restando demonstrada pelo fato de se tratar de fraude em licitações, com imensa repercussão na sociedade, desvio de dinheiro público e possível ameaça a testemunhas e ocultação de documentos. “De modo que soltos, tudo indica que poderão continuar na prática dos referidos delitos, influenciando na colheita das provas e inclusive em eventual identificação de outros envolvidos”, enfatizou o magistrado.

Prática criminosa

Ainda segundo a decisão do juiz Luiz Alberto de Moura Filho, ante aos depoimentos das testemunhas ouvidas no curso do processo, têm-se que os representados João Fava Neto e Anilton Garcia de Souza se utilizam da facilidade do cargo para agir de forma continuada e sistêmica quanto a realização de dispensa de licitação para favorecer a empresa Douraser, que tem como proprietário o representado Messias José da Silva, além das reiteradas prorrogações, evidenciando que, se mantidos em liberdade, não estarão impedidos de continuar na prática das condutas ilícitas em detrimento do erário público.

Para o magistrado, a troca dos documentos que apresentavam as cotações da empresa Douraser, além do pedido de pagamento antecipado da dispensa de licitação e especialmente “o depoimento de testemunha, que inclusive enfatizou ter medo de sofrer agressões físicas, asseverando que por duas vezes fora perseguida, convalidam a conveniência da segregação dos referidos representados também para garantir a regular instrução criminal, porquanto há possibilidade de se destruir ou ocultar provas ainda em mãos dos mencionados requeridos.”

Por fim, o juiz Luiz Alberto de Moura Filho ressalta que os acusados, na qualidade de pessoas bem conhecidas e influentes na cidade, poderão se valer de tal situação para ocultar provas e inclusive pressionar testemunhas, o que sobremaneira vem a nessa mesma perspectiva, a “acusada Denize Portolann de Moura Martins, que ocupa cargo eletivo junto ao Legislativo Municipal, possuindo a função de fiscalizar os atos do Poder Executivo, de modo que a sua liberdade vem a comprometer a ordem pública, já que se mantida no cargo poderá influenciar na manipulação das atividades fiscalizatórias”.

Ao final, o magistrado sustenta que a segregação dos referidos envolvidos se mostra indispensável para garantia da ordem econômica, pois supostamente acordaram, combinaram, manipularam ou ajustaram com concorrentes os preços, condições, vantagens ou abstenção em licitação pública. “Assim, temos que a reiteração criminosa apenas cessará com a segregação cautelar dos referidos representados, evitando-se inclusive que causem um prejuízo ainda maior à Administração e aos cofres públicos”, registrou, conforme repercute o jornal DiárioMS.

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Tradição no preparo da gastronomia típica e em danças originais, começa nesta sexta-feira (9) e vai até domingo (11), na sede campestre do Clube Nipônico de Dourados, no Jardim Flórida, a 17ª. edição do Japão Fest, uma celebração do povo japonês, cujos primeiros imigrantes chegaram ao Brasil em 1908, fixando-se em diversas regiões, contribuindo para o desenvolvimento do país.

Durante os três dias do Japão Fest, as recordações da imigração japonesa afloram e os brasileiros podem sentir a força desse povo que partiu do outro lado do mundo para aqui chegar, conforme ilustra reportagem do jornal DiárioMS. Com danças e comidas absolutamente típicas e tradição seculares, a festa costuma atrair milhares de pessoas, de diferentes raças.

A abertura da Praça de Alimentação está marcada para as 19h30. Uma hora depois ocorrerá a cerimônia oficial de abertura do evento, com a presença de autoridades, no palco principal. Em seguida, será a vez dos shows artísticos, com grupos de Dourados e também de outras cidades de Mato Grosso do Sul, além de convidados de outros estados.

No sábado, a abertura da Praça de Alimentação acontece meia hora mais cedo, a partir das 19 horas. E meia hora depois começa o Bom Odori, o mais tradicional Festival de Dança Folclórica Japonesa, e uma das grandes atrações de todo o evento. No domingo, a Praça de Alimentação começará a atender a partir das 18 horas, os shows artísticos serão iniciados às 19 horas o encerramento da festa está marcado para às 23 horas.

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Um jovem de 19 anos foi morto por engano dentro do Hospital Centenário, em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, na madrugada desta sexta-feira (9), conforme informação confirmada pela Polícia Civil ao G1. Por volta das 3h15, quatro homens teriam chegado ao hospital atrás de um outro paciente, de 28 anos, que tinha sido baleado na quarta-feira (7) na Vila Brás, na mesma cidade.

Por engano, o jovem Gabriel Minossi, que estava internado após ter sofrido um acidente de trânsito, foi morto pelos bandidos. Além da vítima, outras duas pessoas ficaram feridas, segundo o delegado Alexandre Quintão.

A polícia divulgou imagens das câmeras de segurança que registraram o momento em que os criminosos chegaram de carro ao hospital. Dois homens descem e são vistos correndo armados pelos corredores, à procura da vítima. Enquanto isso, outros dois, carregando armas longas, aguardam em frente à recepção.

Conforme o pai do jovem morto, Marcelo Minossi, o alvo dos bandidos chegou a ficar na mesma ala que Gabriel, mas na tarde de quinta-feira (8) foi transferido para outro setor porque já havia boatos de que poderia ocorrer alguma confusão.

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O diretor-presidente do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), Ricardo Eboli, e o secretário de Meio Ambiente do Mato Grosso, André Luís Torres Baby, finalizaram o teor de um Termo de Cooperação que será firmado entre os dois estados visando a uniformização e a compatibilização do regramento sobre o uso, gestão, conservação, proteção e preservação dos recursos naturais do Pantanal. Eboli considerou o acordo como o passo mais importante das autoridades ambientais dos dois estados em direção à gestão sustentável da planície pantaneira.

“Os estados estão unidos pela gestão do bioma Pantanal. Temos legislações próprias sobre uso dos diversos recursos naturais, como pesca, atividades de ecoturismo, substituição de pastagem nativa, compensação de reserva legal, e com esse termo de cooperação vamos buscar uniformizar a legislação de forma harmônica para dinamizar e ampliar o alcance de nossas políticas e ações”, disse o presidente do Imasul.

Na visão do secretário André Baby, o que Mato Grosso e Mato Grosso do Sul têm buscado é o equilíbrio no regramento visando preservar “o bem mais precioso do Pantanal”, que são seus recursos naturais, sobretudo a própria água. O objetivo do convênio é “uniformizar a legislação e as políticas públicas para não criar competitividade entre os estados, já que o Pantanal é um só”, falou o secretário.

Projeto de Lei do Pantanal

A aproximação dos dois estados ocorre no momento em que se discute no Congresso Nacional o Projeto de Lei 750/2011, que tenta impor regras sobre o uso do solo e toda gestão dos recursos naturais do bioma Pantanal. Autoridades, ambientalistas, proprietários de imóveis, produtores rurais, empresários e moradores da região encaminharam subsídios para aprimorar a letra da lei à real necessidade local. Entretanto, foram surpreendidos ao perceber que as alterações propostas – e acordadas com o relator da matéria – não foram consideradas. O projeto estava em pauta para ser votado nesta semana e só foi retirado após intensa articulação dos dois estados.

“Essa não é uma terra inabitada. Somos seres viventes daqui. Aqui tem gente, tem governo, tem lei”, afirmou o secretário André Baby, refutando a tentativa de se impor uma legislação ao Pantanal sem ouvir nem considerar a opinião dos habitantes locais. “Os estados são soberanos e precisam ser respeitados. Esse projeto de lei retira a competência do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul de legislar sobre a região, e submete o Pantanal a uma lei federal e até a tratados internacionais. Precisamos de menos Brasília aqui”, disse Eboli

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A Semed (Secretaria municipal de Educação) realiza neste sábado (10) a segunda etapa do III Festeid (Festival da Educação Infantil de Dourados). A atividade programada é um “Encontro no Parque – passeando, brincando, plantando sonhos e patrimônios”, e vai acontecer a partir das 14 horas na Praça da Juventude, localizada no Parque da Nações I.

Como relatou Cláudia Marinho Noda, coordenadora do Núcleo de Educação Infantil municipal, é um evento destinado a alunos e funcionários da educação infantil e familiares, com diversas atrações voltadas principalmente para o lazer, mas sem deixar de lado a conscientização, como o plantio de mudas de Ipê, símbolo de Dourados, uma homenagem ao aniversário do município, que ocorre daqui há um mês.

“É uma forma de encerramos as atividades do ano letivo de 2018 com ações que envolvem toda a comunidade ligada diretamente à educação infantil e, cumprindo assim a nossa missão de garantir a essas crianças o direito de aprendizagem. É ensinar, educar e conscientizar enquanto brincam”, destacou a coordenadora.

O III Festeid começou no dia 25 de outubro com encontros entre profissionais da educação infantil, como uma oportunidade de debater temas destinados a esse público. No dia 26 houve uma apresentação cultural das crianças no Espaço Esperança, com o tema “Plantando sonhos e cultivando saberes”, que contou, inclusive, com a presença da prefeita Délia Razuk.

Já para este sábado o momento é de lazer e descontração com atividades como tobogã, cama elástica, pintura facial, cinema, contação de histórias, brincadeiras dirigidas, brincadeiras livres pela praça, passeio de trenzinho, algodão doce e pipoca, além do plantio de árvores.

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O deputado Geraldo Resende, que perdeu as eleições na tentativa do quinto mandato para a Câmara Federal, revelou, em entrevista na manhã desta sexta-feira (9), ao radialista Amarildo Ricci, na rádio 92FM, que priorizou a destinação das emendas individuais do mandato, a que tem direito para a formatação do Orçamento Geral da União do ano que vem, para os municípios onde foi melhor votado. Ele obteve 61.675 votos no Estado.

“Eu priorizei, logicamente, a distribuição das emendas para aquelas cidades onde os compromissos firmados na campanha foram cumpridos”, disse o deputado. Geraldo ainda afirmou que não sabe se vai querer permanecer em Brasília, mesmo com a confirmação, por parte do presidente eleito Jair Bolsonaro, de que a deputada reeleita Tereza Cristina será ministra da Agricultura, abrindo a vaga na Câmara para o primeiro suplente.

A ENTREVISTA COMPLETA, AO VIVO, PODE SER CONFERIDA AQUI

“Estou aguardando o convite que me foi feito pelo governador Reinaldo Azambuja, avaliando se o melhor para continuar atendendo Dourados e o interior do Estado será a minha presença em Brasília ou, se ficando por aqui, em uma assessoria do futuro Governo”, disse o deputado, cujo mandato encerra em dezembro deste ano. Na entrevista, ele também fez um relato do resultado das verbas obtidas para diferentes setores do Município.

Caso decida não assumir a vaga de Tereza Cristina em Brasília, será convocada a segunda suplente Beatriz Cavassa (PSDB), viúva do prefeito de Corumbá, Ruiter Cunha, que obteve pouco menos de 18 mil votos. O jornal Midiamax repercute, segundo pessoas próximas ao Governo, que essa manobra seria ‘em agradecimento ao apoio da cidade pantaneira aos votos para Reinaldo’. 

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Instituto odontológico, ótica, venda de motos, spa de sobrancelhas e móveis planejados. À primeira vista, esses segmentos podem parecer não ter nada em comum, mas todos estavam presentes na 13ª Mostra de Comunicação da Unigran. Realizada pelo curso de Publicidade e Propaganda, o evento conta com a participação de acadêmicos do oitavo semestre da graduação e serve para que estes alunos possam apresentar os projetos experimentais de conclusão de curso.

Neste ano, os acadêmicos do último ano foram orientados pelos professores Milena Cardinal e Oséias Iapechino, além de contarem com a coordenadora Lana Guedes como co-orientadora. Em grupos de quatro e cinco alunos, eles deveriam formar uma agência experimental para atender um cliente real do mercado de Dourados.

Lana Guedes vê a Mostra, dentre outros significados, como uma vitrine para os acadêmicos divulgarem seus trabalhos, tanto para o público, quanto para profissionais do mercado. O trabalho de conclusão é um projeto experimental em que os acadêmicos empregam todo seu conhecimento teórico e prático adquirido no decorrer do curso.

Para a professora Milena Cardinal, a realização da Mostra é excelente por permitir que os alunos avaliem seu desenvolvimento durante os quatro anos de curso. Nas palavras dela, "não existe pesquisa ou trabalho acadêmico e científico sem que haja interesse público, sem que haja interesse dessa comunidade, e por isso a Mostra é tão importante".

A avaliação do desempenho dos alunos é feita seguindo as normas estabelecidas pela comissão de projetos experimentais. No dia, profissionais de comunicação da região convidados e professores avaliam o conjunto do trabalho apresentado, desde a formação da agência, ao planejamento de campanha e terminando com as peças produzidas para o cliente.

A Mostra de Comunicação, realizada quarta-feira (7), teve como objetivo básico proporcionar a realidade de mercado aos acadêmicos enquanto eles ainda estão no curso e são assistidos pelos professores, com o fim de integrar diferentes e essenciais competências profissionais como a inventividade, trabalho em equipe, organização, planejamento, gestão financeira e até mesmo de crise, contribuindo ainda mais para a formação efetiva dos alunos.

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Fala-se no Boca x River deste sábado (10) em cada esquina de Buenos Aires. E também dentro dos escritórios. No específico prédio do Ministério da Segurança e Justiça, talvez o Superclássico da final inédita da Libertadores encontre ainda mais eco, segundo o Globoesporte. Cerca de 1.500 policiais serão mobilizados dentro e fora da Bombonera no clássico da final da Libertadores.

A preocupação é tamanha que há até mesmo um torcedor millonario entre os membros mais altos da cúpula aceitando uma derrota de seu time para não ver a fúria dos xeneizes – tudo bem, talvez ele não goste tanto de futebol assim, mas é um fato para lá de curioso em se tratando de um confronto que vale a taça mais importante do continente.

Como também é curiosa a proibição do guarda-chuva numa tarde em que se prevê um temporal na capital argentina. O objeto é considerado perigoso, como explicou Juan Pablo Sassano, Subsecretário de Segurança do Ministério da Justiça:

“Não serão permitidos guarda-chuvas, armas, explosivos e nada desse tipo. O guarda-chuva é importante, pois se prevê um dia com chuva, mas não vão poder entrar, pois são elementos que podem ser perigosos para a segurança num lugar onde vão juntar 50 mil pessoas”, observa.

Nesta quinta-feira (8), alguns sócios do Boca se dirigiram à Bombonera, local da partida de ida, para protestar contra a diretoria pelo insucesso na compra de ingressos pela internet. A polícia precisou ser chamada para conter os ânimos, uma vez que muitos acusavam o presidente Daniel Angelici de privilegiar apenas uma parte da torcida.

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