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Redação Douranews

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A rádio FM 92 realiza neste sábado (24) um dos três últimos debates com os candidatos a prefeito no município, na reta final desta campanha. Depois deste sábado (24), ainda serão realizados mais dois encontros entre os cinco candidatos: segunda-feira (26) com transmissão pela TV Morena e no dia 29, último dia permitido para se fazer propaganda eleitoral, na TV RIT.

O debate que a rádio FM92 vai transmitir será realizado a partir das 9 horas no auditório da Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados); os cinco candidatos confirmaram participação.
"Nosso objetivo e contribuir com o processo eleitoral, levando aos eleitores as propostas dos candidatos, fazendo questionamentos importantes e dar todos os elementos necessários para que ele possa decidir seu voto de acordo com o que ele julgue mais adequado segundo sua análise", disse Mauro Alcantara, superintendente da emissora. O mediador será o jornalista Amarildo Ricci, da emissora.

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A denúncia da operação Pecúnia, que levou o ex-prefeito Gilmar Olarte (Pros) à prisão, já tramita na 1ª Vara Criminal de Campo Grande e traz um alerta do MPE (Ministério Público Estadual) à Justiça para que o ex-prefeito e a esposa, Andreia Olarte, continuem atrás das grades.

Com a renúncia do então prefeito afastado, o procedimento saiu da segunda instância do Poder Judiciário do Estado, que corresponde ao TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Para evitar tumulto, o juiz Roberto Ferreira Filho determinou que os pedidos de revogações de prisão tramitem à parte do procedimento investigatório criminal por lavagem de dinheiro. O magistrado também retirou o segredo de justiça.

Ainda endereçado ao TJ/MS, o parecer do Ministério Público, assinado pelo procurador-geral Paulo Cezar dos Passos, informa que não há qualquer certeza do resultado efetivo da instrução criminal com a soltura dos denunciados Gilmar e Andréia Olarte, segundo divulga o jornal Campo Grande News.

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Djefferson de Oliveira Alves, de 25 anos, foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (23) em frente a uma conveniência, no Jardim Água Boa, em Dourados. Ele foi atingido por disparos de pistola e morreu no local, antes da chegada dos primeiros socorros. O atirador chegou à pé e fugiu logo em seguida, segundo constataram testemunhas no local.

Fernando de Souza Fabro, que bebia junto com Oliveira Alves no local, foi atingido na barriga, braço e ombro e está internado em estado grave no HVida (Hospital da Vida). Uma terceira vítima, um homem ainda não identificado, levou um tiro de raspão na barriga e recusou atendimento médico.

Testemunhas apontam que o autor dos disparos, após executar Oliveira, correu até a esquina e subiu na garupa de uma motocicleta, com um piloto que o aguardava. Ele efetuou nove tiros, três acertaram Fernando, um no outro rapaz que recusou atendimento, e quatro atingiram Djefferson, dois deles nas costas, um na barriga e outro na cabeça, fatal.

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A Polícia Civil investiga se o carro encontrado em Ponta Porã é o do ex-vereador Alceu Bueno, assassinado na noite de terça-feira (20) e encontrado com o corpo carbonizado na manhã de quarta-feira (21), em Campo Grande. Um veículo que aparenta ser um Land Rover Freenlander 2 foi achado completamente queimado na fronteira de Ponta Porã com Pedro Juan Caballero, no Paraguai, segundo informou o delegado Edilson dos Santos, que investiga o homicídio.

O empresário e ex-vereador foi capturado e morto na noite de terça-feira, possivelmente logo após sair da empresa dele, o Depósito Bueno, na avenida Coronel Antonino, na capital do Estado.

A hipótese de “queima de arquivo”, por conta de denúncias de corrupção envolvendo vários políticos de Campo Grande, e inclusive de que a morte estaria ligada ao escândalo de exploração sexual envolvendo a vítima, são, segundo o titular do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), Marcelo Vargas, “por enquanto, apenas suposições, mas, nada pode ser descartado e a linha de investigação vai surgir com a apuração, nos próximos dias”.

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Está chegando ao fim o prazo dado pelo WhatsApp para desativar a integração do mensageiro com o Facebook, empresa que é dona do aplicativo. Conforme os novos termos do aplicativo, os usuários têm somente até este sábado, dia 24, para impedir o compartilhamento de dados entre os serviços. Quem não realizar o procedimento dentro desse período, automaticamente aceitará a integração e não poderá voltar atrás.

O mesmo acontece com os usuários que criaram conta no WhatsApp após 25 de agosto, data em que a atualização dos termos de serviço foi divulgada. Para estes, não haverá nenhuma opção para impedir a troca de informações.

A justificativa do WhatsApp é que a mudança irá melhorar as experiências com anúncios e produtos no Facebook. No novo texto da política de uso, a companhia afirma que a medida ajudará a “combater spam entre os aplicativos, dar sugestões sobre o produto, mostrar anúncios relevantes”. O documento assegura ainda que “o Facebook não usará suas mensagens do WhatsApp por qualquer motivo que não seja nos auxiliar na operação e na execução dos Serviços”.

Como desativar o compartilhamento de dados

Independentemente das intenções do WhatsApp, os usuários que possuem conta anterior ao dia 25 de agosto e não querem que suas informações do mensageiro sejam compartilhadas com o Facebook ainda podem desativar a integração. Para isso, siga os passos abaixo.

Passo 1. Abra o WhatsApp e toque nos três pontinhos para abrir o menu principal. Com as opções expandidas, selecione “Configurações”.

Passo 2. Na tela de configurações, entre em “Conta”. Note que a opção “Compart. dados da conta” está marcada. Dê um toque na caixa de seleção para desmarcá-la.

Passo 3. Será aberta uma caixa de mensagem perguntando se você não deseja utilizar os dados da conta do WhatsApp no Facebook. Toque em “Não compartilhar” para confirmar a desativação.

Passo 4. Por fim, o WhatsApp exibirá uma mensagem informando que os dados da conta não serão usados pelo Facebook.

Compartilhamento de dados é controverso

Além de desagradar grande parte dos usuários, a mudança nos termos de uso suscitou dúvidas em relação à transparência do WhatsApp. Isso porque diversas pessoas relataram ser comum conversar com alguém no mensageiro e logo em seguida o contato aparecer como sugestão no Facebook. O fato pode ser um indício de que o compartilhamento de dados já está ocorrendo mesmo antes do prazo dado pela empresa, o que gera incerteza sobre se a escolha de desativar a integração será respeitada.

Procurado pelo TechTudo, o escritório do WhatsApp no Brasil informou que "quando você opta por não fazer o compartilhamento dos dados, não poderá reverter essa decisão depois". Ele também esclareceu que "não temos como precisar um horário exato [para o fim do prazo], pois essas atualizações vão rodando e não são automáticas para todo mundo ao mesmo tempo".

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Homem de 34 anos foi flagrado por equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) conduzindo caminhão dos Correios carregado com carga de mercadoria ilegal, avaliada em R$ 1,5 milhão. Apreensão aconteceu no final da tarde de ontem, durante fiscalização no km 28 da BR-163, na cidade de Mundo Novo.

Agentes abordaram motorista de uma empresa de transporte de encomendas terceirizada dos Correios e que usava a marca da empresa estatal. Durante fiscalização na cabine do veículo, policiais encontraram uma caixa com equipamentos eletrônicos e de informática comprados no Paraguai.

Motorista disse que pegou a mercadoria em Mundo Novo para entregá-la em Dourados, mas que o pacote não foi pego em agência dos Correios e sim próximo a um trevo na cidade.

No baú do caminhão, fechado com lacre dos Correios, agentes encontraram várias caixas, sendo algumas despachadas pelos Correios e outras sem identificação. Homem admitiu que toda a carga não identificada foi entregue a ele no trevo em Mundo Novo e que a despachada pelos Correios estavam com notas fiscais falsas.

Ele confessou também que receberia R$ 1.010 pelo transporte irregular e era a terceira vez que fazia esse tipo de serviço, porém, não revelou o nome do contratante. Caso foi encaminhado para a Polícia Federal de Naviraí.

Apurações paralelas realizadas pela Polícia Federal (PF), Ministério Público Federal (MPF) e Tribunal Regional Federal 3ª Região (TRF 3), devem resultar em investigação criminal, podendo um ex-servidor da  3ª Vara Federal da Justiça Federal de Campo Grande responder pelo crime de peculato. Da 3ª Vara,  especializada em crimes de lavagem de dinheiro e contra o sistema financeiro nacional, foram desviados pelo menos R$ 500 mil.

Com investigação sob sigilo, os órgãos deram poucas informações sobre o trâmite do caso, mesmo após o fim da auditoria administrativa da Corregedoria Regional da Justiça Federal da 3ª Região, conduzida pelo juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, no dia 5 de setembro. O TRF 3 informou que será elaborado “relatório circunstanciado dos trabalhos e dos fato que foram constatados durante a realização da correição e será levado para conhecimento do Conselho da Justiça Federal da 3ª Região”.Porém o relatório - procedimento administrativo e não penal - é restrito, por se tratar de fatos que constituem segredo de justiça.

A correição foi comunicada para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), MPF e Advocacia-Geral da União (AGU).Também em nota, a Superintendência Regional da PF em Mato Grosso do Sul confirmou a instauração de inquérito policial, “o qual já foi relatado e encaminhado à Justiça Federal/MS”. Já o MPF disse aguardar o envio da investigação para oferecer denúncia.

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Há 24 horas em Campo Grande, o aplicativo Uber, que intermedia o contato entre motoristas e passageiros, está na boca do povo. Seja dos passageiros, interessados na possibilidade de pagar metade do preço da corrida do táxi, seja dos próprios taxistas, que avaliam se é hora de migrar para um esquema mais independente de trabalho.

Por onde passou, o Uber gerou polêmica. De motorista esfaqueado em Minas Gerais à carros depredados em São Paulo, os taxistas rechaçam a concorrência. Aqui em Campo Grande, o cenário é outro.

"A violência não é o caminho e não vamos comprar brigas virtuais, mas estamos nos articulando para responder na hora certa, do jeito certo", adianta Bernardo Quartin Barrios, presidente do Sintaxi (Sindicato dos Taxistas do Estado de Mato Grosso do Sul). "O ouro de trouxa é vendido a todo momento, quem sou eu para dizer algo? O tempo é que vai mostrar".

Além do clima aparentemente pacífico, a capital se difere do resto do país por outro motivo: aqui até os taxistas pediam a chegada da Uber, já que a grande maioria dos condutores de táxi (a saber, 450 dos 490 que rodam a cidade) se enquadra na categoria auxiliar.

Por isso, antes mesmo do aplicativo chegar, a própria categoria tentava atrair o serviço para cá por acreditar que ele representa uma fonte de renda melhor do que o táxi alugado. Isso porque eles tem que pagar as tais diárias, que variam entre 170 e 235 reais por dia.

"Eu pago uma diária altíssima e, do jeito que está, vou ter que mudar pro Uber. Já tenho um carro bom e estou pensando seriamente em migrar", conta Luiz Carlos de Lima, 53 anos. Há 13, ele é taxista auxiliar no centro da cidade. "Creio que o movimento dos táxis irá diminuir, porque o preço é realmente muito vantajoso para a população", completa ao Campo grande News.

O pensamento é maioria, mas não é unânime. "Depois de 4,5 meses, eles (os adeptos do aplicativo) não vão aguentar os custos e vão acabar tirando menos que o táxi", calcula Carlos Alberto Fernandes, 55, um dos poucos taxistas que conduzem seu próprio táxi, alvará conquistado há 4 anos.

"A população em Campo Grande é pequena para isso e o gasto com manutenção é caro, a maioria está alugando carro para fazer isso", lista Fernandes. A diferença é que os taxistas têm desconto na compra de peças e até de novos veículos. "Eu não troco nem pensar", completa.

No aeroporto, onde Carlos Alberto coordena os 38 táxis, a disputa pelos passageiros promete ser acirrada, já que é lá que a bandeirada do táxi é mais cara, R$8,56 contra R$4,50 nos outros pontos da cidade. No Uber, a 'bandeirada' sai R$2,50. "Mas seguimos uma série de normas, andamos uniformizados e pagamos taxas para a Infraero e Prefeitura para pegar passageiros aqui", elenca.

Outra diferença apontada pelos taxistas que não veem com bons olhos a novidade é a qualificação do motorista. "Se um engenheiro faz bico de motorista, acho que diz sobre o tipo de profissional que ele é. O consumidor quer preço, claro, mas preço não significa qualidade", opina Bernardo.

Preços - Além de ser mais barato para os clientes, cerca de R$1,71 por quilômetro somando o preço base, o deslocamento por quilômetro e por tempo, o Uber fica com 25% do valor de cada corrida apenas e o resto vai para o motorista, que tem que arcar com a manutenção do carro, que calcula-se que seja 40% do valor.

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O preso Mário Márcio Oliveira Santos, 31 anos, resgatado na manhã de quinta-feira (22) por quatro homens armados, dois deles com fuzis, enquanto aguardava consulta no Hospital do Pênfigo, já fugiu da Polinter (Delegacia Especializada de Polinter e Capturas) levando carro da polícia e armas. O caso aconteceu em 2007.

Na época, Mário Márcio fugiu junto com mais 37 homens. O grupo serrou a grade de uma das celas e rendeu os policiais. Eles escaparam da delegacia, que ficava na Vila Sobrinho, levando a viatura e várias armas. Após fugirem, os bandidos ainda cometeram crimes na rua.

Motoristas foram rendidos pela cidade e obrigados a entregar seus carros para os fugitivos. A maioria fugiu a pé. A viatura da Polícia Civil roubada pelos presos, uma Blazer, foi abandonada num matagal do bairro Santa Luzia, na saída para Rochedo.

Mais crimes - Em junho de 2014, depois da apreensão de 3.600 quilos de maconha na MS-162, em Dourados, a polícia descobriu que Mário Márcio era um dos chefes de uma quadrilha composta por pelo menos oito criminosos, responsáveis pelo tráfico de drogas entre os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais.

Ele foi preso dois meses depois da apreensão em Dourados, após apresentar documentos falsos durante abordagem policial. Na época, ele também já respondia por um processo de roubo majorado em Uberlândia (MG). Pelos crimes, ele foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão em regime fechado, no presídio de segurança máxima de Campo Grande.

Resgate - Mário Márcio aguardava uma consulta no Hospital do Pênfigo, na Avenida Gunter Hans, na saída para Sidrolândia, quando por volta das 08h30, quatro homens, todos armados e dois deles com fuzis, invadiram o local.

Um casal de policiais militares que fazia a escolta do criminoso, teve as armas roubadas sobre a ameaça dos bandidos. A ação durou cerca de dois 2 minutos. Depois do resgate, os homens fugiram em um veículo Toyota Corolla, de cor preta. O carro foi encontrado abandonado em uma das ruas do da região do Bairro Tijuca.

A consulta que Mário Márcio aguardava foi paga pela família dele. Em nota o Hospital Adventista do Pênfigo afirmou que não atenderá mais pacientes na mesma situação do detento. O preso ainda não foi recapturado.

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Duas crianças, de 5 e 7 anos, tomaram um susto na manhã desta sexta-feira (23), ao colocarem fogo no colchão do quarto em que brincavam, na casa onde moram, no Jardim das Meninas. A dupla brincava com um isqueiro e o filho mais novo ateou fogo, enquanto a mãe deles dormia no cômodo ao lado.

Assustados e com medo da bronca, eles trancaram a mãe, Cleia Rosa Lemes, no quarto para que ela não visse as chamas. As crianças tentaram apagar o fogo, mas como ainda restou fumaça, entraram em desespero, segundo relatou a menina de 7 anos.

Já acordada, Cleide contou que pediu para os filhos se acalmarem e os orientou a chamar o Corpo de Bombeiros. Na hora, relata, ficou desesperada, pois não sabia onde o fogo havia começado e se tinha risco de acontecer alguma explosão.

“Eles estavam com medo e não conseguiam explicar, nem abrir o quarto”. Ela contou que trabalha como vigilante à noite e, por isso, estava dormindo esta manhã.

Depois de conseguir abrir o cômodo, a mãe notou que o fogo tinha sido apagado. Os bombeiros chegaram lá e orientaram a família a ficar fora de casa, até que toda a fumaça tóxica saia. “Foi um susto, mas graças a Deus não aconteceu nada de grave”, disse a mãe.

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