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Redação Douranews

Redação Douranews

Sábado, 28 Maio 2011 10:46

A paz de Lorena

Ela se chama Lorena Alves, tem 22 anos de idade, nasceu em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, já percorreu cinco estados diferentes em missões evangelizadoras e atualmente integra a casa dos meninos e meninas, como ela própria define, a Toca de Assis em Dourados.

A Toca de Assis consiste em um espaço de acolhimento, onde dez religiosos se revezam em adoração ao Santíssimo. A casa mantém ainda o trabalho de evangelização com 16 pessoas que são recolhidas das ruas e se mantém com a ajuda da sociedade.

Esta semana, no parque do lago, como a população já apelidou o parque Antenor Martins, no Jardim Flórida, Lorena foi “flagrada” pelo Douranews, em momento de concentração espiritual e meditando sobre o livro de João na Bíblia Sagrada. Antes disso, o repórter havia fotografado patos em atitudes igualmente de muita paz nas águas do lago.

Após o rápido diálogo com Lorena, no momento da foto a bateria do equipamento deu sinais de exaustão. A evangelizadora não se abateu e arrematou o encontro com o Douranews citando João 14:27: “Deixo-vos a paz, minha paz vos dou”.

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A discussão sobre como se dará o traçado ferroviário ligando Dourados aos maiores centros consumidores da Ásia e Oriente Médio, é possível perceber que está se iniciando um novo e necessário debate, depois de tantos desvios de percurso e percalços experimentados e vividos por esta cidade e por conseqüência a região produtora de matéria-prima.

Colocar Dourados nos trilhos da ferrovia, independente de por onde venha a ser implantado o traçado, significa, na prática, recolocar Dourados nos trilhos do desenvolvimento econômico regional. Não dá pra imaginar essa situação de abandono perdurando por muito mais tempo.

O debate ferroviário vem de várias décadas, e agora se acentua após o caos que tomou conta da trajetória político-institucional do Município.

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Segunda, 23 Maio 2011 10:14

Números que não batem

É no mínimo intrigante, mas dificilmente alguém consegue chegar a um acordo razoável quando se trata de contabilizar números relacionados com eventos realizados pelas entidades de Dourados, sejam elas de caráter público ou privado.

Por exemplo: Durante a festa do dia das mães, a Prefeitura anunciou que 35 mil pessoas passaram pelo aeroporto para ver mais de perto as acrobacias da Esquadrilha da Fumaça. Agora, o presidente do Sindicato Rural fala que o movimento comercial durante a Expoagro chegou a R$ 50 milhões. Na coluna semanal no Douranews, o categorizado Waldir Guerra informa que esse movimento superou a R$ 87 milhões.

Da mesma forma, no show do cantor Luan Santana, em plena quarta-feira, o novo queridinho das multidões teria reunido um público da ordem de 20 mil espectadores, mas há quem diga que a platéia presente no parque de exposições passou de 30 mil pessoas.

E nos jogos realizados no Douradão, então? Quando se anuncia um público na casa das 1.500 pessoas normalmente o estádio recebe o dobro de gente.

Difícil, e ao mesmo tempo muito intrigante mesmo, como esses borderôs e essas planilhas nunca batem!

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Sábado, 07 Maio 2011 11:13

Lombada virou lambança eletrônica

Ao anunciar o rompimento do convênio entre a Prefeitura e o Detran, de forma unilateral, determinando o desligamento das lombadas eletrônicas em Dourados, o prefeito Murilo Zauith deu mostras de que estaria no comando da situação.

Só que, passado quase um mês dessa ordem, o que se vê é que o caso foi transformado em lambança eletrônica. Hoje, ao invés de multar às claras, indicando a velocidade dos veículos que excedem ao sinal eletrônico, as lombadas apenas emitem um raio de luz amarela, e as multas continuam sendo emitidas...

O convênio firmado em 2009, pelo ex-prefeito Ari Artuzi, e que entrou para o rol de mais um dos feitos da “voracidade” administrativa dele, permanece sendo questionado pelo Detran e não será novidade se o sistema voltar a ser ativado oficialmente.

É certo que precisamos de um estudo técnico apropriado para escolha dos locais e ajustes permanentes no sistema, mas, para isso, é preciso também que haja planejamento.

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Sexta, 29 Abril 2011 11:27

A faxina ainda não acabou

A prisão, novamente, dos ex-vereadores Sidlei Alves e Humberto Teixeira Júnior, que já estão se familiarizando com a cadeia depois que decidiram enveredar pelos caminhos "vorazes" da política, só reflete o estrago provocado pela geração "ariana" [de fazer inveja às pretensões do ex-ditador alemão] que foi colocada no poder, por obra e graça de uns espertalhões que queriam desviar o foco da roubalheira de outros centros para Dourados.

O que fica evidente, nesse momento, com a prisão de políticos e assessores, é que ainda há muita sujeira a ser varrida.

Independente de quem já tenha negociado a delação premiada, muito mais rapidamente do que aquele outro personagem, é certo, também, que a operação "Câmara secreta" deve se aprofundar muito mais além do que os limites do Legislativo.  

Trata-se de mais um capítulo, ainda, da operação "Owari" (ponto final, em japonês) que só agora estava começando a ouvir os envolvidos. Depois, ainda vamos chegar aos indiciados da "Uragano" (furacão, em italiano) e lá na frente, aos desdobramentos dessa operação que hoje (29) ocupa os noticiários.

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Quarta, 27 Abril 2011 07:52

Por isso que a Educação não avança

No mínimo estranha a postura dos trabalhadores da Educação de Dourados em reclamar diante da “exigência” feita pelo Estado para que os professores elaborem planejamento quinzenal de atividades.

A assembléia dos professores filiados ao Simted decidiu ontem (26) protestar junto ao Governo diante do que consideram “imposição” para entregar o planejamento a cada 15 dias. O argumento: muitos professores tem mais de uma turma.

Ora, senhores e senhoras, então que se danem os nossos filhos! Na hora de se lotarem de atividades, ninguém pensou nisso? É certo que falta mais estrutura para o funcionamento do sistema educacional público, mas daí a se recusarem em planejar minimamente o que vão desenvolver, já é demais.

A verdade é que hoje a preocupação maior é na relação custo/aluno. Por isso, as salas estão cheias, para garantir mais dinheiro da merenda que nunca chega na quantidade e qualidade certas.E os professores, “preocupados” em trabalhar cada vez menos. Como se não tivessem que desenvolver outras atividades, repetitiva e insistentemente, no cotidiano. Sem reclamar.

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Segunda, 18 Abril 2011 22:32

Hora de mostrar trabalho

Os vereadores de Dourados tiveram esta noite (18) a primeira chance de mostrar que, recomposta a casa após a prisão de mais de dois terços dos seus membros, o Poder Legislativo começou a discutir, com aparente vontade política, as matérias de interesse coletivo. Foi assim que esquentou o debate em torno do reajuste de 6,2% aprovado para a categoria dos servidores públicos municipais.

A maior bronca da oposição, que ameaçou retaliar a falta de diálogo ainda existente entre os dois Poderes, era porque o prefeito, ao enviar mensagem concedendo o reajuste, deixou de fora a parte do funcionalismo que havia sido contemplada pela ex-prefeita interina Délia Razuk, cujo assunto é alvo de demanda judicial hoje.

Ao final, depois de troca de farpas entre governo e oposição, predominou a vontade de parcela dos servidores que esperaram até quase 23 horas e o reajuste foi aprovado.

De qualquer maneira, ficou claro que as sessões da Câmara de agora em diante deverão ser mais interessantes, até porque os novos titulares experimentaram o gostinho do bom combate e a população quer vê-los, de fato e na prática, arregaçando as mangas. Igualmente em relação ao Poder Executivo.

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Terça, 12 Abril 2011 09:47

A cidade das ambulâncias

Município para onde convergem pacientes de pelo menos 40 municípios de Mato Grosso do Sul, fora alguns "importados" de outros estados e até de países limítrofes com o Brasil, Dourados já se transformou na cidade das ambulâncias. É comum ver os comboios de viaturas branquinhas rodando pela cidade logo nas primeiras horas de cada dia, como já mostrou o Douranews em reportagens.

Essa situação por enquanto só interessa a alguns prefeitos que são obrigados a praticarem a "ambulancioterapia" diante da crise para manter o sistema hospitalar local. Ao Governo do Estado fica a situação cômoda de, articulado com o governante da Capital, reforçar algumas unidades da rede pública em Campo Grande para absorver os casos de maior complexidade.

Nesse quadro, até que seria justificável o pedido de socorro apresentado pelo prefeito Murilo Zauith para que o governador André Puccinelli volte os olhos para a Saúde douradense, assim como já prometeu ajudar o governante local a tapar os buracos físicos, aqueles que insistem em permanecer de boca aberta ao longo das ruas.

Porém, conhecendo a realidade financeira do Estado e do Município, já é possível antever onde é que a "bomba" vai estourar: no colo do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, obviamente via parlamentares e as famosas emendas que têm toda uma trajetória burocrática pelos corredores de Brasília. Enquanto isso, preparemos os corredores hospitalares das nossas unidades...

 

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A propósito do momento político atual, com projeções para 2012, encontro no estoque de “relíquias” dessas que só jornalistas costumam guardar, uma fotografia que mostra bem o quadro que já vem sendo desenhado há quase trinta anos.

Braz Melo, de um lado e André Puccinelli, no outro extremo, à época disputando a indicação para ser o candidato a vice-governador na chapa que seria encabeçada pelo então senador Wilson Martins [depois, na convenção de 1994, deu Braz] avalizam o ingresso do então deputado estadual Roberto Razuk no PMDB.

Preterido na chapa de vice, Puccinelli, que cumpria o primeiro mandato de deputado estadual, acabou sendo o deputado federal mais votado naquelas eleições e Razuk não disputou a reeleição para a Assembléia Legislativa. Dois anos depois, tanto André como Braz foram eleitos prefeitos, de Campo Grande e Dourados, respectivamente.

Nas eleições de 2000, Razuk emplaca a mulher, Délia, como candidata a vice-prefeita na chapa derrotada do médico George Takimoto, então no PDT, que embolou os votos com o empresário Mardônio Alencar, candidato do PSB e facilitou a chegada de Laerte Tetila, do PT, pela primeira vez à prefeitura de Dourados.

Na disputa de 2000, lembre-se, o atual prefeito Murilo Zauith, hoje no DEM, era o candidato oficial dos governistas, embora pelo PSDB, onde ingressou depois de atritar-se com Braz Melo, de quem queria ter sido o sucessor em 92, quando o então prefeito escolheu o “poste” Antonio Nogueira [Délia Razuk já debutava na política, como vice], derrotado nas eleições municipais vencidas por Humberto Teixeira, com apoio velado do magoado Murilo.

Zauith entrou oficialmente na política em 94, pelo PMDB, para eleger-se deputado estadual, se reelegeu em 98 já pelo PSDB, por onde perdeu a Prefeitura em 2000 e em 2002 virou deputado federal pelo PFL. Mais tarde, em 2006, chegou a vice-governador [de André] ainda pelo extinto PFL, e em 2008, agora no DEM, voltou a perder a Prefeitura, desta vez para Ari Artuzi, do PDT.

Recapitulando: Razuk, o homem paparicado na foto de 1994, continua agindo politicamente, desde 1982, atualmente muito mais nos bastidores, embora com trânsito pelo PMDB da mulher Délia, do ex-governador Wilson e do atual André. E, ufa!, de olho no calendário de 2012.

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Sábado, 02 Abril 2011 01:15

O buraco é mais embaixo

 

Ainda que fossem apenas os buracos das ruas de Dourados, o prefeito Murilo Zauith poderia se dar por satisfeito em ter tido as condições para retomar algumas iniciativas dos interinos Eduardo Rocha e Délia Razuk, e até de contratar empreiteiras ex-owari/uragano para tapar os buracos ditos “físicos” da cidade.

O problema, pelo que se percebe, são os outros buracos, envolvendo pessoal dos segundos e terceiros escalões da Administração direta, e até questões mal resolvidas herdadas da fracassada gestão Ari Artuzi, em que pesem os arroubos do dito-cujo, ex-prefeito e ex-presidiário e ex-(se Deus quiser) futuro pretendente a algum dos eventuais cargos em disputa no ano que vem.

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