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Redação Douranews

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A Sicredi Centro-Sul MS reinaugurou quinta-feira (5) passada a agência Bela Vista, em novo endereço, localizado na rua Santo Afonso esquina com a rua São Geraldo. As novas instalações da agência irão proporcionar mais conforto e comodidade aos associados e colaboradores que contarão com 476,24 m² de estrutura totalmente adaptadas ao novo padrão da marca Sicredi.

Os associados da agência contam com uma estrutura diferenciada. Ao todo, são sete mesas de atendimento e três caixas para maior relacionamento com os usuários. Além disso, são três caixas eletrônicos atendendo melhor o fluxo da comunidade. E, também, grande quantidade de vagas ao redor, contribuindo para a mobilidade dos associados. Buscando a acessibilidade, a agência é adaptada para portadores de necessidades especiais com caixas preferenciais e banheiros adaptados.

Com a mudança de prédio o Sicredi busca estar ainda mais próximo dos associados e da comunidade, disponibilizando estruturas adequadas e que prezam pelo bem-estar de todos. “O relacionamento é um dos nossos diferenciais e com as nossas novas estruturas podemos oferecer mais conforto e comodidade para os nossos associados e colaboradores”, afirma o gerente da agência, Luiz Claudio Moreira Filho.

Segundo o presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero, graças aos pioneiros que acreditaram neste negócio, a Cooperativa foi crescendo e se solidificando no município e em toda a região. “Crescemos muito e as nossas estruturas precisam crescer e se modernizar junto com a gente. Para nós, é um orgulho imenso a Cooperativa ter contribuído todos esses anos com o desenvolvimento do município, e agora podemos devolver aos nossos associados uma agência desta magnitude”, finaliza o presidente.

Comentário

A preocupação com a alimentação infantil tem ganhado contornos diferentes dos tradicionais. Se, há algumas décadas, um grande desafio era “fazer a criança comer”, hoje, há dilemas mais complexos, sobretudo por conta das alergias aos alimentos. Estima-se que aproximadamente 6% das crianças podem ter algum tipo de alergia alimentar. A boa notícia é que, em muitos casos, a melhora vem com o crescimento e as alergias desaparecem.

Na infância, as alergias alimentares são, geralmente, causadas pelas proteínas. Os sintomas mais comuns são erupções na pele ou urticária, espirros, tosse, corrimento nasal e até dor de estômago. Como todos esses sintomas podem indicar também diversos outros problemas de saúde, o diagnóstico da alergia requer exames específicos, avaliação e acompanhamento de um especialista.

Para falar sobre o tema, o médico gastropediatra Renato Guilherme Silveira Corrêa Silva é o convidado da Entrevista do Mês de julho. Mestre em Patologia, ele atua como docente da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Grande Dourados e como chefe da Unidade de Gerenciamento de Atividades de Pós-graduação do HU (Hospital Universitário) da UFGD.

O profissional alerta para a importância do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade como forma de prevenir o surgimento de alergias alimentares em crianças e explica que o aumento da incidência de casos pode estar associado ao uso de antibióticos e à baixa exposição a sujidades na primeira infância, o que impede o fortalecimento do sistema imunológico.

Confira a entrevista realizada pela Unidade de Comunicação Social do HU:

UCS/HU-UFGD – Como se pode definir a alergia alimentar e quais são os tipos mais incidentes atualmente?

Dr. Renato – A alergia alimentar é definida como uma resposta inadequada do sistema imunológico a uma ou mais proteínas da dieta, seja através do contato, da inalação ou da ingestão. Os alimentos que mais comumente ocasionam alergia alimentar em nosso meio são o leite de vaca, a soja, o ovo, o trigo, os peixes e os frutos do mar.

Você acredita que a ocorrência de alergias alimentares na infância vem aumentando nas últimas décadas ou, com a maior propagação de informações pelos meios de comunicação como a internet, a população está mais consciente e se fala em maior grau sobre o assunto?

Dr. Renato – Acredito que ambas as situações são verdadeiras. O aumento da prevalência de alergia alimentar tem sido descrito no mundo todo, sendo a prevalência estimada de cerca de 6% em crianças e de 3,5 % em adultos. Uma das teorias que explicam essa mudança de padrão afirma que a evolução das condições sanitárias, o uso de antibióticos e a baixa exposição a sujidades na primeira infância poderiam favorecer o surgimento de alergia alimentar em crianças geneticamente predispostas. A melhoria dos métodos diagnósticos, do entendimento da alergia alimentar e da divulgação do tema também contribuíram para este aumento percebido nos últimos tempos.

Qual a diferença entre alergia alimentar e intolerância alimentar?

Dr. Renato – Esta pergunta é importante, pois é motivo de muita confusão. Nos últimos tempos preferimos chamar de intolerância quando um componente da dieta não pode ser bem digerido e dessa forma causa algum tipo de sintoma. Um bom exemplo é a intolerância à lactose, que é um açúcar presente no leite e quando mal digerido pode causar dor abdominal, gases e diarreia. Já a alergia alimentar envolve algum tipo de resposta imunológica a uma proteína da dieta, causando inflamação. Os sintomas da alergia alimentar são muito variados e dependem do local onde predomina a inflamação (pele, sistema respiratório, sistema digestório). Assim, é importante destacar que o termo “alergia à lactose” não é correto pois envolve duas condições distintas: a intolerância à lactose e a alergia ao leite.

Existem maneiras de se prevenir as alergias alimentares, sobretudo na infância?

Dr. Renato – Sim, o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade é um importante fator protetor ao desenvolvimento de alergia alimentar. Porém, exceções existem e mesmo bebês em aleitamento materno exclusivo podem desenvolver alergia alimentar. Após os seis meses de idade o bebê iniciará a dieta de transição com a introdução de frutas e papas na rotina alimentar. Nessa fase, é importante oferecer a dieta com todos os grupos alimentares e, inclusive, com proteínas alergênicas, pois a introdução precoce (acima dos seis meses) pode ter efeito protetor contra a alergia. É importante frisar que não existem evidências confiáveis de que fórmulas especiais, vacinas ou medicamentos possam atuar na prevenção da alergia alimentar.

Como é feito o tratamento dos pacientes com alergia e/ou intolerância alimentar?

Dr. Renato – Quando estabelecido o diagnóstico de alergia alimentar, o tratamento se faz através da suspensão completa da proteína envolvida e por uma dieta substitutiva a fim de garantir boa nutrição à criança. Importante dizer que pequenas quantidades e até mesmo traços da proteína alergênica podem ocasionar sintomas. Assim, os cuidadores do paciente são orientados a checar rótulos de alimentos industrializados, a evitar contaminação cruzada com utensílios domésticos e a prevenir exposições inadvertidas. A dieta de substituição pode ser feita através de fórmulas especiais, principalmente no primeiro ano de vida, em que a proteína alergênica é quebrada (hidrolisada) em pequenos pedaços, “enganando” o sistema imune, nutrindo sem causar reação.

A alergia alimentar tem cura?

Dr. Renato – Até o momento não há um tratamento que cure a alergia alimentar, mas, sim, que controle os sintomas. A maioria das formas de alergia alimentar que acomete crianças é transitória, sendo que o mecanismo de tolerância à proteína alergênica se estabelece ainda nos primeiros anos de vida. Exceção feita às alergias à proteína do amendoim, das castanhas e dos frutos do mar, que geralmente são persistentes. Dessa forma, é importante estabelecer o diagnóstico correto da alergia alimentar e a dieta adequada, permitindo que a criança cresça e se desenvolva até que apresente tolerância e deixe de ser portadora de alergia alimentar.

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O documentário Guarani-Kaiowás Ivy Poty – Flores da Terra, que aborda o contexto das crianças e jovens indígenas em Dourados, terá pré-lançamento exclusivo nesta quarta-feira (11) durante a “VI Kuñangue Aty Guasu”, a Grande Assembleia das Mulheres Kaiowá Guarani”, na aldeia Amambai, no município do mesmo nome em Mato Grosso do Sul.

O evento reúne, desde esta terça (10) até sábado (14), representantes de todas as aldeias do Conesul do Estado, bem como organizações indigenistas e autoridades ligadas às questões indígenas. “A assembleia é um momento de fortalecimento, em que as mulheres têm voz e trazem as demandas de seu povo para discutir e encaminhar”, diz Jaqueline Gonçalves, uma das organizadoras.

Na programação, além de pautas relacionadas aos territórios e às perspectivas de candidaturas indígenas nas eleições deste ano, estão previstos também temas como “o genocídio das crianças indígenas e o direito aos filhos e a educá-los do modo de ser nativo”, “o direito à medicina tradicional e ao parto humanizado” e “o direito a uma educação diferenciada nas escolas indígenas e ao ensino na língua materna”. Segundo Jaqueline, a exibição do documentário será importante para fomentar e ampliar essas discussões.

“Nós demos prioridade para que os Guarani-Kaiowás fossem os primeiros a ter acesso ao conteúdo produzido”, destaca Lucas José Ramos Lopes, um dos coordenadores do projeto do filme. Para ele, “o evento é uma oportunidade de apresentar o resultado do trabalho às pessoas diretamente envolvidas no documentário e, a partir disso, definir novas ações e estratégias de promoção e defesa de direitos, em conjunto com os atores locais”.

Infância Guarani-Kaiowá

A garantia dos direitos das crianças Guarani-Kaiowá está intimamente ligada à preservação de seu modo de ser tradicional. É o que mostra o documentário Guarani-Kaiowás Ivy Poty – Flores da Terra, ao traçar um panorama da infância indígena de Dourados.

Produzido pela Rede Marista de Solidariedade, o filme faz uma contextualização da vida dos Guarani-Kaiowá, ressaltando a concepção de criança e o valor das relações intergeracionais naquele modelo de organização familiar e comunitária. Ele destaca a importância da valorização da cultura e da identidade étnica no processo de desenvolvimento das crianças e dos jovens e aborda o cenário das políticas públicas de atenção a esses meninos e meninas.

“O documentário promove uma escuta dos indígenas, de atores da rede de atendimento, de organizações da sociedade civil e outros profissionais sobre questões sociais, políticas, culturais e identitárias da população Guarani-Kaiowá, com a proposta de contribuir para a promoção e defesa de seus direitos, em especial das crianças e jovens”, apontam os diretores do filme, Camilla da Silva e Souza e Vinícius Gallon.

De acordo com a coordenadora do projeto, Juliana Kuwano Buhrer, “a expectativa é de que a produção contribua para os debates e formações das redes locais e seja utilizada como subsídio para os agentes que participam da formulação, implementação e monitoramento das políticas públicas”.

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O governo iraniano quer sacar US$ 350 milhões em dinheiro do Banco Comercial Europeu-Iraniano, agência de Hamburgo, na Alemanha. Tem que ser cash e deve chegar a Teerã por avião, já que o Irã está fora do sistema financeiro global por causa das sanções norte-americanas, repercute a Agência Brasil de notícias.

O embaixador dos Estados Unidos na Alemanha, Richard Grenell, pediu ao governo da chanceler Angel Merkel para bloquear o saque. Para ele e Israel, o dinheiro deverá ser usado para financiar o terror no Oriente Médio. Não é o que dizem os iranianos. Sob boicote internacional, que se agravará em novembro, quando o petróleo iraniano fará parte das sanções, o Irã precisa estocar dinheiro vivo.

O turista iraniano, que não tem cartão de crédito válido na Europa e nos Estados Unidos, só viaja com cash. O ministro das finanças alemão, Wolfgang Schäuble, está examinando o pedido de saque. “Se encontrarmos algo suspeito, suspenderemos a transação”, diz porta-voz do governo.

Após a conclusão do acordo nuclear com o Irã, o ex-presidente norte-americano Barack Obama enviou US$ 400 milhões por avião a Teerã. O dinheiro foi recolhido nos bancos centrais da Suíça e da Holanda, em euros, dólares e francos suíço, e a carga preciosa, dividida em blocos, ocupou o avião sobre estrados. Agora, o dinheiro será posto em 12 malas, pesando 1.600 quilos, segundo o jornal alemão Bild.

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Um acidente ocorrido no final da manhã desta terça-feira (10), na rodovia MS 156, entre Dourados e Itaporã, deixou uma mulher ferida, após um carro, com placas de Dourados, ter capotado no trecho que corta a reserva indígena de Dourados. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas.

VEJA VÍDEO

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e esteve no local, encaminhando a vítima para hospital de Dourados. De acordo com o jornal Itaporanews, havia mais uma pessoa no carro, que não ficou ferida. O condutor abandonou o veículo, por motivos ainda desconhecidos.

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Todas as 13 pessoas que estavam na caverna Tham Luang, no norte da Tailândia, foram retiradas com apoio de dezenas de mergulhadores. Os últimos quatro meninos e o técnico do time de futebol saíram do local nesta terça-feira (10), o terceiro dia de resgate e o mais desafiador, porque chovia e havia mais pessoas a serem resgatadas.

12 meninos, entre 11 e 16 anos, e o técnico entraram na caverna no dia 23 de junho, para se proteger do mau tempo. A chuva ficou intensa e a água subiu muito rápido. Eles ficaram isolados e sem comida por 9 dias. Foram encontrados no dia 2 de julho, debilitados e com muita fome, a 4 km da entrada da caverna, conforme retrata o texto do portal G1.

O resgate durou três dias: começou no domingo (8) e terminou na terça (10). Cada menino foi conduzido por pelo menos dois mergulhadores e usou máscara facial de oxigênio. Quatro garotos foram retirados por dia e, no último dia de resgate, o técnico também foi tirado da caverna.

O percurso do ponto onde estavam até a entrada da caverna dura 6 horas. Eles estavam em um trecho que tem entre 800 m e 1 km de profundidade. Vários trechos são muito estreitos, com água turva e baixa visibilidade. A operação exigiu a participação de 90 mergulhadores no resgate: 50 estrangeiros e 40 tailandeses. Ao todo, mais de mil pessoas fizeram parte dos trabalhos.

Todos os resgatados foram levados de helicóptero para o hospital local, onde vão ficar em quarentena e observação, publica o G1.

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Thibaut Courtois, goleiro da Bélgica, que se transformou em muralha na partida contra o Brasil, e Hugo Lloris, da França, a segurança que levou o País às semifinais, têm muito mais em comum do que a função que exercem dentro de um campo de futebol. Eles moram na mesma cidade, vivem sua segunda Copa do Mundo, costumam protagonizar rumores de transferência na Europa, são fundamentais na ótima caminhada de suas seleções até as semifinais do Mundial da Rússia, conforme analisa o Globoesporte.com.

E não poderiam ser mais diferentes os mprincipais do0 jogão previsto para às 14 horas (de MS) desta terça-feira (10) quando apenas uma das duas seleções da Europa vai avançar à final do Mundial da Rússia. Da partida desta quarta (11), também às 14 horas, sai o outro finalista, após confronto de croatas e ingleses.

Courtois, goleiro do Chelsea, adora uma polêmica. Já roubou a namorada de De Bruyne (hoje ex-namorada) e não costuma ter papas na língua – especialmente ao falar sobre outros goleiros. Algumas opiniões recentes dele: "Que teria conseguido defender o gol sofrido por Pickford, da Inglaterra, contra a própria Bélgica", "Que Karius, goleiro do Liverpool, talvez não tenha sofrido uma concussão na final da Liga dos Campeões" e "Que o Brasil, eliminado pela Bélgica, já estava certo de que iria ganhar a Copa do Mundo", entre algumas frases de efeito.

E Hugo Lloris, goleiro do Tottenham, é a discrição em pessoa. Capitão da França, é conhecido pelos colegas como um líder que economiza palavras. Só chama a atenção de algum jogador quando acha que é extremamente necessário. Firma sua liderança na seriedade. Em entrevistas, não polemiza. Chegou à Copa contestado, não era visto pela imprensa francesa como um goleiro suficientemente seguro para o Mundial. Mas faz, sim, um torneio extremamente seguro. Especialmente depois do jogo contra o Uruguai, em que fez grande defesa em cabeceio de Cáceres, viu a maré virar e passou a ser elogiado.

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O vereador Madson Valente (DEM) considera que o primeiro semestre deste ano manteve-se de forma inalterada, com as mesmas condições de 2017, sendo que os problemas vivenciados neste período se repetiram em 2018. Isto faz com que o desafio para a gestão municipal seja ainda maior, visto que secretarias estratégicas, tais como as de Educação e de Saúde, continuam se tornando verdadeiros entraves para promoção das vidas das pessoas, conforme o parlamentar.

Madson relatou que os problemas da falta de regularidade das aulas, as intermináveis manifestações dos profissionais da Educação, por questões de exigências de cumprimentos de ordem legal referentes às reposições salariais e as suas condições de trabalho, somados com a falta de médicos e remédios, o descredenciamento de unidades básicas de saúde do sistema SUS (Sistema Único de Saúde) foram fatores para que os debates fossem intensos na Câmara de Dourados, por isso considera que seu mandato cumpriu com a obrigatoriedade, sendo combativo, propositivo e colaborativo.

“Não deixei de fazer os questionamentos necessários e propus debate a tudo o que enxerguei como retrocesso nos conteúdos dos projetos enviados, sendo que na maioria deles perdemos no voto, visto que a gestão municipal possui uma base de apoio ampla e fiel, todavia nunca deixamos de argumentar e defender a população de projetos que consideramos equivocados e que impactaram negativamente Dourados. Também apontamos alternativas para que o executivo pudesse seguir novos caminhos, novas linhas, pois entendo que é também nossa obrigação e ao mesmo tempo colaborei com a gestão municipal conseguindo aproximadamente R$ 2,6 milhões através da deputada federal Teresa Cristina (DEM) e o deputado estadual José Carlos Barbosa (DEM), o Barbosinha, para melhorar as condições urbanas dos distritos e da cidade”, disse Madson.

O vereador considera ainda que Dourados precisa se reencontrar. Tanto o campo, quanto a cidade, padecem por situações que atingem diretamente o bem estar dos cidadãos. “Felizmente não estamos tendo problemas de locomoção no campo, pois há uma estiagem prolongada, mas é visível que a estrutura de recuperação de estradas é bastante tímida em relação aquilo que se arrecada com o Fundersul, as sedes dos distritos embora tendo a receita do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) estão com variados problemas e a cidade está com uma população exposta por uma ausência generalizada por parte da administração municipal em todos os setores”, finalizou Madson. (Da assessoria)

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Um homem de 50 anos morreu no Hospital da Vida, em Dourados, na noite desta segunda-feira (9), após bater a motocicleta que pilotava em um poste, em Rio Brilhante, cidade onde residia. O acidente aconteceu por volta das 9h30 e a vítima foi socorrida por funcionários de um hospital e no início da tarde transferida para Dourados.

A esposa de Lenir Vilhalva Pereira contou à polícia que conversou com o marido no hospital, que ele estava consciente e disse não saber como aconteceu o acidente, apenas afirmou que bateu em um poste. Por volta das 22 horas o homem morreu. O caso foi registrado como acidente com vítima fatal provocado pela própria vítima.

A massa de ar frio que chegou nesta segunda-feira (9) em Mato Grosso do Sul avança e provoca queda acentuada de temperatura, especialmente no Oeste e Sul do Estado. A madrugada em Dourados foi de 6 graus, por exemplo, e em algumas cidades mais na faixa de fronteira os termômetros chegaram a 5 graus.

O céu fica parcialmente nublado em todas as áreas e sem expectativa de chuva nesse período quando a umidade relativa do ar deve cair de 95% para 40% e os termômetros registram máxima, em algumas regiões, ainda assim, de 28ºC no Estado.

O Cemtec (Centro estadual de Monitoramento do Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos) detalha como deve ficar a temperatura nesta terça-feira em alguns municípios:Previsão do tempo 10 07 2018

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