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Redação Douranews

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Já está praticamente tudo pronto para a abertura da 17ª edição do Campeonato Interdistrital de Futebol de Campo, que este ano será disputado por nove equipes, divididas em três chaves. A informação é do diretor de Esportes da Funed (Fundação de Esportes de Dourados), Jânio Amaro.

Organizada e realizada pela Funed, a competição mobiliza desportistas de todas as localidades rurais de Dourados e depois de alguns anos sem ser realizada, foi resgatada pela atual administração, como forma de levar lazer e entretenimento às comunidades.

Jânio Amaro diz que a abertura oficial do 17º Interdistrital será no dia 4 de agosto, às 8 horas, no estádio Ataíde Pimenta dos Reis, no Panambi, distrito do campeão da edição 2018.

Por meio de sorteio, realizado no inicio do mês, ficou definido que a Chave A será formada pelas equipes dos Veteranos Panambi, Nacional de Vila Vargas e Colonial de Indápolis. Na Chave B estarão a AAVF (Associação Atlética Vila Formosa), AAVV (Associação Atlética Vila Vargas) e Clube Atlético Panambi. Já na Chave C estarão as equipes do Santo Antônio da Picadinha, Cooperativa e o Esporte Clube São Pedro.

As oito melhores equipes em pontuação ao longo da competição entrarão na fase do mata-mata. Os confrontos serão entre a 1ª colocada e a 8ª, a 2ª e 7ª, a 3ª e 6ª e a 4ª enfrentando a 5ª colocada.

Novidades

Mantendo a tradição, a cerimônia de abertura será às 8 horas, com a apresentação das nove equipes e em seguida a primeira partida. Além dos clubes dos distritos que participaram nas cinco edições anteriores, a novidade para este ano será o retorno da equipe de Picadinha.

Outra novidade este ano é que, ao contrário das edições anteriores, as partidas serão realizadas no período da manhã, exceto as decisões de terceiro e primeiro lugares, que serão à tarde.

De acordo com Antônio Carlos Barbosa, o Kaká, coordenador geral da equipe de esportes da Funed, todos os jogadores que estavam relacionados no ano passado, automaticamente estarão aptos a participar neste ano. Já os novos atletas deverão apresentar comprovante de votação das eleições de 2018, nas seções e zonas eleitorais dos distritos que representam.

Outra novidade desta edição é que a final será em jogo único, no estádio da equipe que realizou a melhor campanha durante a competição. A preliminar será a disputa pelo terceiro lugar. Como premiação, haverá troféus e medalhas para os três primeiros colocados e troféu para o melhor goleiro, artilheiro e equipe mais disciplinada.

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Tucanos de Mato Grosso do Sul dão a largarda para as eleições de 2020 nesta sexta-feira (19) em Campo Grande com o Encontro de Presidentes dos Diretórios Municipais do PSDB, das 9 às 17 horas na sede do diretório regional, coordenado pelo Instituto Teotônio Vilela.

O governador Reinaldo Azambuja, um dos palestrantes, vai apresentar às 11 horas o painel "PSDB MS e o jeito tucano de governar". Além de deputados, prefeitos e vereadores, o evento contará com a presença do presidente nacional do Instituto, Pedro Cunha Lima, e o consultor em marketing político eleitoral Fabrício Moser.

O deputado federal Beto Pereira, secretário nacional do PSDB e presidente do Instituto Teotônio Vilela em MS, diz que o advogado Ary Raghiant Neto vai falar, como convidado, das novas regras eleitorais, como o fim das coligações proporcionais na próxima eleição. O presidente estadual da sigla, Sérgio de Paula, afirma: "Vamos discutir o resgate ideológico do partido, aonde queremos chegar", como repercute o jornalista Marco Eusebio no blog Entrelinhas da Notícia.

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O vereador Carlito do Gás (Patriota) espera que seja votado ainda este ano o Projeto de Lei 085/2017, de autoria dele que “dispõe sobre a instalação de banheiros, assentos e bebedouros em casas lotéricas localizadas no município de Dourados”. Parecer da Procuradoria Jurídica da Câmara já opinou pela legalidade do projeto, mesmo caminho seguido pela Comissão de Justiça, Legislação e Redação durante reunião de membros realizada no dia 26 de junho.

De acordo com a assessoria do parlamentar, as duas instancias reforçaram os argumentos usados por Carlito na justificativa do projeto e reiteraram o fato da proposta não estar pretendendo legislar sobre moeda, política de câmbio ou outros itens sob atribuição da Caixa Econômica Federal. Nos argumentos, decisão do Supremo Tribunal Federal afirmando ser possível aos municípios “impor obrigações por meio de Lei Municipal para proporcionar conforto aos usuários das Casas Lotéricas”.

A medida proposta por Carlito regulamenta no âmbito do município a Lei Estadual 4.101 de 25 de outubro de 2011 e já virou lei também em outros municípios. Suscinto, o projeto tem oito artigos que impõem obrigações e sanções ao descumprimento das medidas elencadas. Essas sanções seguem as previstas no CDC (Código de Defesa do Consumidor). As casas lotéricas ficam obrigadas a disponibilizarem aos seus usuários banheiros femininos e masculinos, inclusive adaptados às pessoas com deficiência, assentos e bebedouros de água contendo copos descartáveis.

“A vida moderna exige aos cidadãos o contínuo comparecimento aos bancos, casas lotéricas, instituições de crédito ou locais de pagamentos de contas.A enorme aglomeração de pessoas e, em muitos casos a demora no atendimento, exigem o oferecimento de instalações adequadas ao público”, ponderou Carlito, que tem sido um constante defensor dos diretor dos consumidores. Recentemente, apresentou outro projeto, polémico, mas bem fundamentado legalmente e já aprovado em outros municípios: o que obriga a empresas de ônibus evitar humilhações às crianças que tem gratuidade e que hoje tem que passar embaixo de catracas ou serem “puladas” pelos pais ou acompanhantes.

“Sei que são projetos polêmicos mas precisamos garantir, como legisladores, a dignidade dos cidadãos. As filas enormes mostram que esse grande número de pessoas, muitas vezes mães com crianças de colo ou idosas, precisam ser ter tratamento digno, a exemplo de outros usuários de serviços públicos, por concessão ou permissão”, disse referindo-se à Câmara.

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Dados divulgados pela Sejusp (Secretaria estadual de Justiça e Segurança Pública) indicam que, em média, 178,1 toneladas de drogas foram retiradas de circulação durante os primeiros seis meses de 2019. O número mais expressivo de apreensões é o de maconha, totalizando 174,5 toneladas, o que significa um aumento de 21% em relação ao resultado de 2018. O balanço apresentado aponta que, em média, 966 quilos desta droga são apreendidos diariamente.

As ações que resultaram na apreensão dos entorpecentes envolveram, principalmente as equipes Denar (a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), do 14º Batalhão da Polícia Militar Rodoviária, do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e da Defron (Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira), esses dois últimos baseados em Dourados e com atendimento na faixa de fronteira.

De acordo com o comandante da Polícia Rodoviária Estadual, tenente-coronel Wagner Ferrari, as apreensões feitas pela unidade cresceram 22%, ou seja, foram tiradas de circulação mais de 37 toneladas de drogas somente neste semestre. “A PMR tem investido fortemente na presença policial, inteligência, análise criminal e utilizando de toda tecnologia disponível no enfrentamento ao crime, consciente de que ao barrarmos drogas em Mato Grosso do Sul o ciclo criminoso que atinge todo o país é cortado”, enfatizou o tenente-coronel.

Entre janeiro e junho deste ano, em ações diárias de repressão ao tráfico de drogas em Campo Grande, a Denar apreendeu 624,5 quilos de maconha e 95,4 de cocaína. Além disso, foram registrados 224 boletins de ocorrência, 54 pessoas foram detidas por posse de drogas, 565 inquéritos instaurados e foram lavrados 178 TCOs (termos circunstanciados de ocorrência), para apurar o tráfico de drogas na Capital.

Conforme o delegado titular da Delegacia Especializada, a unidade tem atuado em três frentes [repressão ao narcotráfico, a prevenção ao uso de drogas, com palestras em escolas públicas e privadas e também na destruição de drogas], trazendo um caráter pedagógico aos trabalhos desenvolvidos. “É uma forma de demonstrarmos à sociedade tudo o que produzimos em termos de combate ao crime desde o começo, com a prisão, passando pela condenação e chegando a ação fim de combate ao narcotráfico que é a destruição daquilo que foi apreendido”, explica Ferrari.

Diretamente ligado à Sejusp, o DOF realiza o policiamento de recobrimento ao longo da faixa de fronteira e, somente nos primeiros meses de 2019, tirou de circulação 55 toneladas de drogas. O comandante do departamento, tenente-coronel Marcos Paulo, destaca que esse resultado se deve as estratégias adotadas pela direção DOF, entre elas está a otimização dos meios que permite a realização de uma análise mais aprofundada em relação ao mapa de criminalidade e às ações integradas das áreas de inteligência das polícias do Estado.

“Os números mostram que o nosso planejamento está produzindo efeitos positivos para a segurança pública. Para se ter uma ideia, em todo o ano de 2018 apreendemos 66 toneladas, e somente no primeiro semestre já quase chegamos ao mesmo resultado. Sem contar as apreensões de 77.225 mil pacotes de cigarros, 410 veículos e outros 69 recuperados de roubo ou furto, além de 180 pessoas presas e 39 foragidos da Justiça capturados”, enumerou o comandante do DOF.

Desde 2014, Mato Grosso do Sul divide com a União o papel de combater o narcotráfico no Estado, que é considerado um “corredor do tráfico” em razão dos 1.517 quilômetros de fronteira com o Paraguai e Bolívia. De lá para cá, as forças policiais estaduais já apreenderam 1.462.407,33 toneladas de drogas, principalmente maconha e cocaína, que tinham como destinos os grandes centros nacionais e internacionais, conforme os números apurados pela Sejusp.

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Mais de 11 mil famílias solicitaram desligamento voluntário do Bolsa Família em 2019, segundo o Ministério da Cidadania. Geralmente, o cancelamento do benefício é pedido quando o beneficiário consegue um emprego formal. O programa atende cidadãos em situação de pobreza e de extrema pobreza e inclui famílias com renda por pessoa entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais, desde que tenham crianças ou adolescentes de até 17 anos, divulga a Agência Brasil de notícias.

Segundo a pasta, se a família que solicitou o desligamento voluntário precisar novamente do benefício, o processo é simples. Se o pedido foi há menos de 36 meses, basta procurar o setor responsável pelo Bolsa Família na sua cidade, levar a documentação e solicitar a reversão do cancelamento.

Famílias consideradas abaixo da linha da pobreza, com renda per capta de até R$ 178 por mês, tem retorno garantido ao programa. Para solicitar a reinclusão, o beneficiário deve procurar o setor responsável pelo Bolsa Família do município onde reside, com CPF ou título de eleitor e documento de identificação do responsável familiar. Além disso, é preciso apresentar a documentação de todos os integrantes da família, para atualizar o cadastro.

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Com dados obtidos através do Siga/MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), ferramenta criada e mantida pela Smagro (a Secretaria estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) em parceria com a Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul), foi divulgado nesta quarta-feira (17) uma estimativa da colheita do milho safrinha 2018/2019.

Conforme o relatório, a produção aproximada será de 10,127 milhões de toneladas, o que aponta um aumento de 29,20% em relação à safra passada. A produtividade média deve manter-se em 88 sacas por hectare. Na área plantada, que teve um aumento de 5,73% em relação à safra 2017/2018, chegando a 1,918 milhão de hectares, a equipe do Siga constatou que 22,7% já estava colhida em Mato Grosso do Sul, o que representa 435.386 hectares.

Na região sul, a área colhida chegou a média de 21,5%, já tendo sido colhidos nos municípios de Nova Andradina, Maracaju e Batayporã aproximadamente 35% da produção. Na região centro-oeste, a estimativa é de que 23,4% já tenha sido colhido, sendo que em Sidrolândia esse total se aproxima dos 30%. Na região norte a média é de 28,8% já colhidos, sendo que em Chapadão do Sul e Costa Rica estima-se que tenham sido colhidos 35%.

A porcentagem de área colhida no Estado na safra 2018/2019 está 7,60% maior que a safra 2017/2018. A evolução nos últimos dez dias foi de 8,2%, período em que 157.276 hectares foram colhidos.

A ocorrência de geadas em alguns municípios das regiões sul, sudeste e sul-fronteira nos dias 6, 7 e 8 de julho, já era esperada pela equipe do projeto, que vinha procedendo de forma cautelosa na evolução das estimativas de produtividade geral do Estado. Contudo, conclui-se, até então, que a produtividade de milho safrinha do Estado está dentro do previsto.

O preço médio até dia 15 de julho chegou a R$ 27,44/sc. No comparativo com julho do ano passado houve avanço nominal de 3,19%, quando o cereal havia sido cotado, em média, a R$ 26,59/sc.

De posse do relatório, o secretário de Estado, Jaime Verruck, titular da Semagro, comentou que em consequência da safra recorde que já vinha sendo esperada, mesmo com as intemperes climáticas que ocorreram, o Governo flexibilizou as regras de paridade do milho, buscando facilitar o processo de escoamento e exportação do produto.

Segundo Jaime, essa ação do Governo contribui com o mercado porque ajuda a acelerar a comercialização. “Com esses números Mato Grosso do Sul se consolida como grande produtor nacional de milho, com produtividade média e remuneração adequadas ao produtor”, completou.

Verruck lembra ainda que, dentro da estratégia do Governo do Estado de realizar uma intensificação da agroindústria, o milho tem um papel fundamental, por conta de sua utilização na fabricação de ração, que alimenta principalmente aves e suínos. “A disponibilidade desse produto em Mato Grosso do Sul, e ainda a possibilidade de exportação e venda para outros Estados, cria uma janela de oportunidades para que a gente continue contribuindo com o crescimento da avicultura e suinocultura, pensando nela como um todo, agregando valor, transformando proteína vegetal em proteína animal, trabalhando para dar condições de ampliação das plantas existentes e trazendo novos investimentos para o setor”.

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O governo do Estado efetuou, somente esta semana, depósitos na conta do Fundo Municipal de Saúde douradense da ordem de R$ 2.211.318,51, informa a assessoria de comunicação da Secretaria estadual de Saúde, assinalando que, com essa medida, Dourados já obteve, apenas neste ano, transferências que somam R$ 19.957.930,88, destinados a custear serviços ofertados pelo Hospital da Vida, Hospital Universitário, Samu, UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e outros equipes do setor de saúde.

Somente esta semana, segundo a assessoria, o Estado pagou R$ 750 mil para a UPA, R$ 550 mil para o Hospital Universitário de Dourados, R$ 249,9 mil para a Estratégia de Saúde da Família, R$ 210,5 mil para o Samu, R$ 118,7 mil para custear incentivo financeiro aos ACS (Agentes Comunitários de Saúde) e R$ 127,1 mil para a Assistência farmacêutica.

A regularização dos repasses de recursos para o setor de saúde em todos os municípios é um compromisso do governador Reinaldo Azambuja com o objetivo de encaminhar o processo de regionalização. Segundo o secretário de Saúde Geraldo Resende a proposta é oferecer condições aos gestores municipais de poderem “fazer a lição de casa”, ou seja, ofertar saúde de boa qualidade aos usuários desses serviços.

Seguindo essa estratégia, o Estado pagou este ano, somente para Hospital da Vida (que recebe R$ 1 milhão/mês), o equivalente em repasses que totalizaram R$ 8 milhões, regularizando as pendências de 2018 e atualizando os repasses até o mês de maio deste ano. O Hospital Universitário da UFGD, outra instituição que recebe recursos do governo do Estado, obtendo transferências de R$ 550 mil mensais recebeu, desde janeiro, R$ 4,4 milhões. No período, o Hospital Evangélico obteve transferências de R$ 647,6 mil e o Hospital da Missão Caiuás, R$ 80,5 mil.

A UPA de Dourados, que percebe mensalmente R$ 250 mil dos cofres estaduais, está com os repasses do Estado em dia, tendo recebido, somente em 2019, R$ 2,5 milhões referentes aos atrasados de 2018 até a competência junho, cujo vencimento se dá em julho. O Samu foi contemplado com repasses que totalizaram R$ 771,5 mil. Além disso, com o objetivo de regularizar repasses referentes a 2018, o Estado transferiu R$ 423,5 mil para o Fundo Municipal de Saúde de Dourados.

Os Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias que trabalham em Dourados também recebem incentivo mensal do Governo estadual, que para isso depositou R$ 941,6 mil na conta do Fundo Municipal de Saúde desde o início deste ano. O Programa de Saúde da Família (PSF e ESF) recebeu, nesses seis meses, mais de R$ 1 milhão; a Assistência Farmacêutica obteve R$ 508,5 mil, tendo já recebido inclusive o pagamento da competência julho. Para o serviço de saúde mental prestado pelo Caps (Centro de Atenção Psicossocial), o Estado transferiu R$ 54 mil este ano, e para o Centro de Especialidades Odontológicas, R$ 26,4 mil; o Hemonúcleo recebeu R$ 80 mil, enquanto que o Fundo Municipal de Saúde douradense foi contemplado com R$ 55,7 mil a título de compensação de especificidades regionais.

O custeio direto do HRCGD (Hospital Regional de Cirurgias da Grande Dourados) também é feito pelo Tesouro estadual, que aporta, mensalmente, R$ 716 mil para aquela unidade. Por meio da Secretaria de Saúde, o Estado também está repassando para Dourados R$ 900 mil, em nove parcelas de 100 mil, destinados à ampliação do atendimento diagnóstico e terapêutico e da oferta de novas vagas em hemodiálise à população local.

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A Fapec (Fundação de Apoio a Pesquisa ao Ensino e a Cultura) vai promover, quinta-feira (25), a apresentação pública do PDAU (Plano Diretor de Arborização Urbana) de Dourados, elaborado a partir de estudos solicitados pelo Imam (Instituto municipal de Meio Ambiente), por recomendação da prefeita Délia Razuk. A apresentação será no plenário da Câmara de Vereadores, a partir das 19 horas.

Trata-se de uma ação inédita e que deverá ser o marco ecológico do município. Com a iniciativa, a administração busca pôr fim a problemas crônicos enfrentados com a ausência de informações sobre número de árvores e espécies, por exemplo, uma das preocupações do ex-diretor do Imam, o arquiteto Fabiano Costa, que encaminhou o estudo para a elaboração do PDAU de Dourados.

O atual diretor-presidente do Imam, Welington Luiz Santana Lopes, que assumiu no início deste mês, destacou o trabalho realizado e considerou que o Plano de Arborização Urbana vai ajudar, e muito, a alinhar atividades que amenizem situações de plantio de espécies inadequadas, de poda irregular e de depredação de espécies nativas, que refletirão em uma arborização mais viçosa, mais densa, e na diminuição de transtorno com quedas de árvores, principalmente.

O diretor convoca a sociedade a participar da apresentação pública do dia 25, na Câmara, “para tomar conhecimento do importante trabalho desenvolvido e que revela dados interessantes sobre a arborização urbana de Dourados”.

Diagnóstico

O diagnóstico atual revela que a arborização viária na área urbana de Dourados, estimada com base na vetorização unitária dos indivíduos existentes na área de abrangência do Plano Diretor de Arborização Urbana, é de 94 mil árvores, resultando, em média, em 55 árvores por quilômetro de via. A altura média das árvores nestas vias é de 5,28 metros. Nas vias públicas de Dourados foram identificadas 150 espécies de árvores.

Os dados levantados indicam uma boa situação da arborização urbana de Dourados, com grande parte das árvores caracterizadas como de qualidade satisfatória. Todavia, algumas ações de manejo são necessárias. Entre elas, as podas de condução e as de levantamento de copa são as recomendações mais indicadas, seguidas da remoção com o replantio, segundo informa a assessoria de comunicação do Município.

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O vereador Alan Guedes (DEM), presidente da Câmara de Dourados, considerou ‘importante e significativa’ para o Município a manifestação pública, feita na manhã desta quinta-feira (18), em Mato Grosso do Sul, pelo secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glauzmann, de que o Governo Federal está contornando o corte de recursos efetuado como medida de contingenciamento orçamentário e que os recursos da ordem de R$ 30 milhões, que seriam destinados às obras do Aeroporto Regional Francisco de Matos Pereira, serão mantidos.

Publicação do Diário Oficial da União na semana passada notificava o corte da ordem de R$ 1,2 bilhão em recursos programados no orçamento para suplementar ações do Ministério do Desenvolvimento Regional. Os cortes atingem vários investimentos previstos para o Mato Grosso do Sul ao longo do ano, que são valores oriundos de emendas parlamentares incluídas no orçamento. A perda mais sig nificativa atingia justamente o programa de obras de ampliação e reforma do Aeroporto de Dourados.

“Ainda assim, vamos nos manter vigilantes, porque sabemos das dificuldades do Governo em manter compromissos assumidos com as diferentes regiões e às demandas que surgem de vários pontos do País, e para Dourados e os 33 municípios que compreendem esse pólo regional esses investimentos no aeroporto são estratégicos”, propôs o presidente da Câmara.

Na segunda-feira, ao representar os vereadores do Município na inauguração do serviço Poupatempo, juntamente com a prefeita Délia Razuk e representantes do Governo do Estado, em Dourados, Alan Guedes já havia mencionado a necessidade de unir esforços para reaver os recursos que foram destinados para o município. Alertou para o que chamou de "prejuízo imensurável para a cidade” e convocou, além dos vereadores, todas as entidades de classe do município e sociedade, “para que este ato do governo não seja consolidado e que possamos conseguir reverter a situação", enfatizou.

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Dois imóveis localizados na região da Cabeceira Alegre, em Dourados, integram a lista divulgada pela Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas), organismo do Ministério da Justiça, no painel georreferenciado lançado com a localização exata e as informações detalhadas de 612 imóveis, para venda imediata pela SCGPU, a Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União. São apartamentos, sítios, terrenos, prédio, lotes, chácaras, fazendas, galpões e outros itens em todas as regiões do país, apreendidos em processos de tráfico de drogas. Não há identificação dessas duas unidades no painel.

Na lista aparecem ainda imóveis de Campo Grande, Caarapó, Juti, Coronel Sapucaia, Mundo Novo, Rio Verde de Mato Grosso, Corumbá, Coxim, Ponta Porã, Amambai, Bataiporã, Três Lagoas, Rio Brilhante, Naviraí e Japorã, totalizando 91 empreendimentos, a segunda maior lotação do País, só perdendo para São Paulo, com 134 imóveis apreendidos do tráfico para venda. No perfil que mantém no Twitter, o ministro Sergio Moro escreveu que "os valores de venda serão investidos na segurança pública e na recuperação de dependentes químicos".

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Na prática, o painel diminui a burocracia e facilita que esses bens, perdidos em favor do Funad (o Fundo Nacional Antidrogas), sejam alienados o quanto antes, gerando recursos para políticas antidrogas. O site torna as consultas acessíveis para qualquer cidadão interessado, apresentando distribuição por Estado e cidade com alta precisão de coordenadas geográficas.

“Disponibilizamos essa informação publicamente para reforçar a prioridade na gestão de ativos feita pela Senad. Estamos dando a máxima publicidade aos bens imóveis que estão sob a nossa administração e já estamos em tratativas para proceder a venda da maioria deles brevemente”, destaca o diretor de Gestão de Ativos da pasta, Igor Montezuma. Ele acrescenta: “Já passamos a relação de 143 imóveis, nas mais diversas localidades, para que a SCGPU venda ainda nesse ano, conforme acordado entre os dois órgãos”.

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