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Segunda, 10 Dezembro 2018 15:09

Com título do River, Gallardo chega a dez conquistas na carreira

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Marcelo Gallardo se consagra como o maior treinador da história do River Plate Marcelo Gallardo se consagra como o maior treinador da história do River Plate Reuters

O título da Libertadores de 2018 sobre o Boca Juniors eliminou qualquer dúvida que ainda poderia existir: Marcelo Gallardo é o maior técnico da história do River Plate. Metade das quatro Libertadores que o clube agora ostenta foram conquistadas sob seu comando.

Como se fosse pouco, Gallardo já havia sido campeão em 1996 como jogador, com a camisa 10 às costas. Só não ganhou a de 1986, porque tinha 10 anos de idade. A conquista em Madri deixou a lista de troféus do treinador com esse histórico:
• Sul-Americana (2014)
• Libertadores (2015)
• Recopa Sul-Americana (2015)
• Copa Suruga (2015)
• Copa Argentina (2016)
• Recopa Sul-Americana (2016)
• Supercopa Argentina (2017)
• Copa Argentina (2017)
• Libertadores (2018)

O número de taças (nove) é o mesmo de Ramón Diaz, técnico campeão da Libertadores de 1996. Mas Gallardo só precisou de quatro anos e meio, enquanto Diaz o fez em quase dez anos, em três passagens diferentes. Outra diferença importante é a quantidade de conquistas internacionais de Gallardo, maior responsável por mudar o clube de patamar nos últimos anos.

Em 2015, quando o River derrotou o Tigres do México e ganhou a primeira Libertadores da "era Gallardo", o técnico não estava no banco de reservas ou na beira do campo. Suspenso pela Conmebol, teve que ver o jogo decisivo de um camarote do Monumental de Núñez.
A cena se repetiu em 2018, quando Gallardo foi de novo um personagem quase oculto na final de Madri. Novamente suspenso – e suspenso por ter desrespeitado uma suspensão anterior – estava num camarote do Santiago Bernabéu.

Gallardo não quis arriscar repetir o comportamento da semifinal contra o Grêmio, quando estava suspenso e mesmo assim deu instruções ao time (por meio de um rádio) e foi ao vestiário durante o intervalo. Em Madri, só desceu do camarote depois que Andres Cunha apitou o final da partida. O primeiro que abraçou foi Matias Biscay, seu braço direito, que havia dirigido o time na final de 2015 e voltou a fazê-lo agora. Com informações do Globoesporte.com

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