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Redação Douranews

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Uma camionete Toyota SW4 e um Gol foram flagrados pela Polícia Civil no fim da noite desta segunda-feira (12), em Ladário, com dinheiro e material de campanha supostamente irregulares do candidato à reeleição em Corumbá, prefeito Paulo Duarte (PDT).

Segundo informações do jornal Midiamax em Corumbá, os policiais pararam os veículos com um assessor de Duarte. Na caminhonete de luxo, teriam encontrado ‘expressiva’ quantidade de material de campanha com apenas uma nota fiscal no valor de R$ 135.

Já no veículo de passeio, que seria da esposa do assessor de Paulo Duarte, estariam R$ 27,5 mil dentro de uma mala. Aos policiais que realizavam a operação, o assessor teria dito que o dinheiro era fruto de remuneração profissional.

O jornal tentou contato com o próprio Paulo Duarte, e com o suposto assessor envolvido no caso, porém nenhum deles se manifestou. Por meio de nota, a coordenação de campanha confirmou a apreensão dos veículos, mas negou irregularidades com o material. “Informamos que dois veículos foram levados para averiguação pela Polícia Civil, porém nenhuma irregularidade é do nosso conhecimento. Neste momento aguardamos a liberação dos veículos”, publicou o comitê de Duarte.

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Condenado no mensalão, o publicitário Marcos Valério, que cumpre pena em uma penitenciária em Minas Gerais, afirmou em depoimento ao juiz Sergio Moro nesta segunda-feira (12) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava sendo chantageado pelo empresário Ronan Maria Pinto, em 2014, em Santo André, na região do ABC paulista. Valério, porém, não esclareceu o motivo da chantagem. "Eu gostaria de não responder essa pergunta, porque o que eu fiquei sabendo é muito grave e o senhor não vai poder garantir a minha vida", afirmou, na audiência. "É um assunto muito grave e eu não quero correr riscos. Eu estou preso numa penitenciária", disse Marcos Valério.

O publicitário e outras oito pessoas são réus de uma ação da Operação Lava Jato, que trata de um empréstimo fraudulento feito no banco Schahin, cujos recursos foram repassados a Pinto, dono do jornal "Diário do Grande ABC". Os investigadores do caso suspeitam que o motivo da extorsão tenha sido a compra do silêncio sobre o caso Celso Daniel, prefeito petista de Santo André, assassinado em 2002. Mas essa suspeita não foi incluída na denúncia.

Além de Lula, os ex-ministros José Dirceu e Gilberto Carvalho, ambos do PT, também estariam sendo chantageados, segundo afirmou Valério, que falou por cerca de uma hora, e ainda disse que passou "de mentiroso e jogador" a "verdadeiro" já que, em 2012, ele prestou depoimento ao Ministério Público Federal sobre o empréstimo no banco Schahin.

As agências publicitárias de Valério eram usadas para fazer empréstimos fraudulentos e repassar o dinheiro ao PT e seus aliados, conforme mostrou a investigação do mensalão. Por causa disso, segundo afirmou o publicitário, o então secretário-geral do PT, Silvio Pereira, pediu que ele repassasse R$ 6 milhões a Ronan Maria Pinto, que estaria "chantageando o presidente", conforme publica o jornal Notícias ao Minuto.

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Atividade morna marca o comércio de Campo Grande na proximidade de uma das datas que mais aquece o comércio, o Dia das Crianças. Lojistas estão aguardando mais proximidade da data para lançar promoções e decorar vitrines. Consumidores ainda estão em dúvida sobre o quanto irão gastar, ou mesmo se irão comprar presentes este ano.

Dono de uma banca de brinquedos no Camelódromo há 18 anos, Isaías Pereira Oliveira, de 47 anos diz que a procura por presentes começa nos 15 dias que antecedem o dia das crianças e que ainda não pretende fazer investimento de estoque. “Ano passado o faturamento foi 30% menor que o anterior. A situação está difícil desde fevereiro e acredito que este ano o faturamento será 10% menor que ano passado”, pontua ele.

Os valores mencionados por consumidores para comprar presentes para as crianças vão de R$ 30,00 até R$ 100,00. Mas há quem diga que não comprará presentes. A técnica de radiologia Giovana Nalon de Oliveira, de 34 anos disse que está sem dinheiro. “Tenho gêmeos de 2 anos e como eles não entendem ainda, este ano não vou comprar brinquedo para eles”, lamenta ela. Já a vendedora Gisele Carvalho, de 31 anos conta que terá de reservar cerca de R$ 200,00 do seu orçamento. “Eu tenho 3 afilhados e a minha filha, mas vou esperar para comprar uma semana antes do dia das crianças”, explica ela.

Beatriz de Oliveira Amorin, de 11 anos, filha da cabeleireira Stefany de Oliveira Amorin, de 27 anos, vai receber um presente de cerca de R$ 100,00 em roupas, segundo escolha própria da menina. “Vou comprar presente só pra ela. Está difícil, não dá para comprar para todo mundo”, explica a cabeleireira.

Em outra banca do Camelódromo os investimentos também serão feitos com prudência. Cícera Jesuíno dos Santos diz que está com receio de investir. “Vou comprando na medida que vou vendendo e as vendas ainda não começaram a aumentar, as pessoas deixam para o último dia”, conta a comerciante. Ela vende brinquedos de R$ 5,00 a R$ 150,00, mas o valor médio dos brinquedos comprados pelos clientes é de R$ 30,00.

Já a loja de presentes e utilidades Giga, que fica na rua Dom Aquino, fez investimentos em junho e julho para o dia das crianças. O gerente Antônio Roberto Guizani espera que a procura por brinquedos aumente partir do dia 20 de setembro. “Vamos fazer anúncio de promoções a partir do dia 17 e a loja estará decorada a partir do dia 1º de outubro”, conta ele. Segundo o gerente da loja, o faturamento em outubro aumentou 20% devido o aquecimento gerado pela data, mas as previsões são de que este ano o aumento seja de 10 a 15%.

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O Brasil conquistou nesta terça-feira (13) a sua décima medalha de ouro na Paraolimpíada do Rio.

Com direito a recorde dos Jogos, a equipe brasileira do revezamento 4x100 metros da classe T11-13 (para deficientes visuais) dominou a final da categoria e sobe ao lugar mais alto do pódio com a marca de 42s37.

O time foi formado pelos para-atletas Diogo Jerônimo Ualisson, Gustavo Araújo, Daniel Silva (com o guia Heitor Oliveira Sales) e Felipe Gomes (com o guia Jonas Siva).

A China ficou com a prata (43s05) e o Uzbequistão (43s47) completou o pódio.

Mais cedo, também no atletismo, Edson Pinheiro conquistou o bronze dos 100m rasos da classe T38 (para paralisados cerebrais).

O chinês Jianwen Wu ficou com o ouro e o australiano Evan O'Hanlon com a prata.

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Já foram normalizados quase todos os serviços no Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran), que estava fora do ar desde ontem, devido a problema de comunicação com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

A falta de comunicação do órgão com o Banco de Dados Nacional foi solucionada às 9h de hoje, e, neste momento, todos os serviços estão normais. Por enquanto estão disponíveis consultas online. Protocolos de processo ainda estão oscilando.

O Detran-MS orienta que em caso de dúvidas a população entre em contato pelos telefones 154, na capital e (67) 3368-0500, no interior do estado.

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Cão farejador K9 Zeus auxiliou equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na apreensão de 10,5 quilos de maconha que estava escondida na mochila de um adolescente de 16 anos. Fato aconteceu ontem à noite durante fiscalização no km 68 da BR-463, em Ponta Porã.

De acordo com a PRF, agentes abordaram ônibus que fazia o trajeto Ponta Porã / Três Lagoas e em meio a vistoria, cão farejou droga em uma mochila preta. Por meio do ticket na bagagem, policiais identificaram o menor como dono da mochila.

Adolescente disse que comprou a droga em Ponta Porã, por R$ 2 mil, e a recebeu em um hotel. Também confessou que sua intenção era revender o entorpecente em Três Lagoas. Caso foi encaminhado para a delegacia de Polícia Civil.

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Estudo interno prevê concurso com 102 vagas para a Câmara Municipal de Campo Grande. O número é 27,5% superior ao ofertado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, mas o processo depende do término das eleições e atualização de plano de cargos e carreiras.

Apresentado nos autos de ação cívil pública, o dado estabelece apenas distribuição de vagas nos níveis de escolaridade superior (28), médio (58) e fundamental (16). O processo, como apurou o Portal Correio do Estado, contemplaria as áreas administrativa, financeira, jurídica e legislativa.

Para o procurador jurídico da Casa de Leis, Luiz Gustavo Lazzari, a resposta compõe cronograma acordado com o Ministério Público para suspensão de ação que tramita na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos. 

Lançamento de edital, conforme Lazzari, estaria sujeito a atualização do plano de cargos e carreiras dos servidores do Legislativo. Em relação a Assembleia Legislativa, que seleciona 80 profissionais, são 22 vagas a mais.

NA JUSTIÇA

Há três anos, inquérito civil questiona existência de 657 comissionados (93,5%), ante 45 servidores efetivos (6,41%) no Legislativo Municipal. Cargos em comissão e encargos consumiram, em novembro do ano passado, R$ 2,2 milhões. A maioria deles são de assistente parlamentar.

O promotor de Justiça, Alexandre Pinto Capiberibe Saldanha, pontuou em ação judicial que admitir servidores comissionados, em detrimento dos efetivos, possibilita “espaço para manipulações e troca de favores”. Ele classificou como inadmissível que o último concurso tenha ocorrido em 2004.

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O ano ainda nem acabou e o número de roubos e furtos em agências dos Correios em Mato Grosso do Sul é três vezes maior do que o registrado em todo o ano passado. Conforme levantamento do sindicato que representa os trabalhadores, em 2015 ocorreram cinco ações de bandidos em agências e neste ano já são 18. O aumento expressivo é atribuído à falta de segurança e diverge da estatística divulgada pelo setor de comunicação dos Correios que garante que desde janeiro foram 14 registros entre roubos e furtos.

Em maio, três assaltantes armados invadiram unidade instalada em Sidrolândia e levaram cerca de R$ 10 mil. Na manhã de 30 de agosto, três homens também com armas de fogo assaltaram agência, em Corguinho. Gerente chegou a ser levado de refém e foi abandonado em rodovia. O valor levado conforme divulgado na época era de pelo menos R$ 80 mil.

Episódio mais recente aconteceu no fim de semana, na unidade que fica na Rua Rodolfo José Pinho, em Campo Grande. Ladrões arrombaram o prédio e levaram quantia em dinheiro que não foi divulgada. O furto foi descoberto ontem pela manhã quando funcionários chegaram para trabalhar.

Na avaliação da presidente do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares do Estado (Sintect), Elaine Regina de Souza, funcionários se sentem em constante situação de perigo e a onda de crimes está atribuída à falta de segurança.

“Temos denúncia protocolada junto ao Ministério Público cobrando dos Correios mais segurança. Queremos portas giratórias, homens armados, estrutura que vá inibir ações de bandidos”, disse a sindicalista.

Segundo ela, no Estado são 112 agências, sendo 21 delas em Campo Grande. Cinco assaltos ocorridos neste ano foram praticados em agências no interior e 13 furtos tanto na Capital quanto em outras cidades.

OUTRO LADO

Em resposta ao Portal Correio do Estado, a assessoria de comunicação dos Correios informou número de crimes diferente do divulgado pelo sindicado. Conforme a empresa, neste ano foram cinco roubos e nove furtos (arrombamentos).

A nota diz ainda que do total de roubos, quatro foram cometidos pela mesma quadrilha, que foi desmantelada em julho deste ano, em ação conjunta da área de segurança dos Correios, Grupo Armado de Resgate e Repressão a Assaltos e Sequestros (Garras) e Polícia Civil de Aquidauana.

Para coibir crimes, a empresa defende que mantém acordo de cooperação técnica com a Polícia Federal para a implantação de ações integradas. Ainda, que os Correios dispõem de monitoramento por circuito fechado de TV, cofre com fechadura de retardo e sistema de alarme em todas as unidades de atendimento.

Diante dos casos ocorridos em cidades do interior, a empresa diz ter criado grupo de trabalho com técnicos de diferentes áreas para montar estratégias com o objetivo de intensificar ações preventivas e de combate aos crimes contra a segurança''.

A reportagem tentou saber da Polícia Federal sobre o andamento na investigação dos casos, mas a assessoria de comunicação informou que delegado vai se manifestar em entrevista coletiva com toda a imprensa, marcada para hoje à tarde.

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Uma nova opção de tratamento para pessoas que desenvolveram Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), condição que compromete a visão, poderá ser incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu autorização de uso excepcional do medicamento bevacizumabe (Avastin) na rede pública de saúde. A Resolução da Diretoria Colegiada de número 111 foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última quarta-feira (8/9).

O Avastin/bevacizumabe tem registro na Anvisa desde 2002 como medicamento oncológico para o tratamento do carcinoma metastásico. Mas não há registro desse remédio para uso oftalmológico na Anvisa ou em outra agência internacional.

Ao longo dos anos observou-se que o bevacizumabe tem ação efetiva no tratamento de doenças provocadas pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos na retina, controlando o Fator de Crescimento Endotelial Vascular humano A (VEGF-A), presente na retina.

Por sua ação Anti-VEGF, o bevacizumabe já é utilizado em outros países com efetividade para tratar a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), doença que acomete a população a partir dos 50 anos, sendo mais frequente a partir dos 65 anos.

A decisão da Anvisa atende à uma solicitação de autorização de uso feita pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) do Ministério da Saúde à Agência, com base nos estudos científicos sobre o efeito do bevacizumabe na DMRI.

O uso excepcional solicitado pelo Ministério da Saúde (MS), está previsto no Artigo 21 do Decreto 8.077, de 14 de agosto de 2013. Atualmente, o medicamento é usado para DMRI em muitos países como Tailândia, EUA, Itália, França e também no Brasil.

A autorização dada pela Anvisa tem duração de três anos, renovável por igual período. Na RDC 111/2016, a agência estabeleceu as exigências sanitária às quais estão condicionadas o uso do medicamento.

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As medidas de combate ao tabagismo poderão ser ampliadas. Está pronto para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) projeto que proíbe a venda de fumígenos para menores de 21 anos (PLS 236/2016). Conforme a legislação atual (Lei 9.294/1996), a proibição atinge menores de 18 anos.

O autor do projeto, o ex-senador Ricardo Franco (DEM-SE), argumenta que uma restrição mais rigorosa é uma questão de saúde pública e também um direito dos jovens brasileiros. Ele destaca que a proibição alcança o uso e a venda de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco. O parlamentar explica que alguns estados dos Estados Unidos já decidiram, desde o início deste ano, aumentar de 18 para 21 anos a idade mínima necessária para a compra de cigarros.

Para Franco, a maioria dos fumantes se torna dependente até o final da adolescência, pois o segmento jovem é mais vulnerável às estratégias da propaganda da indústria tabagista. Assim, alega o autor, todos os esforços devem ser voltados para a prevenção e, especialmente, para a redução do acesso aos produtos de tabaco, principalmente em relação às crianças e aos jovens.

Restrição da venda

O relator, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), é favorável à matéria. Ele diz que, ao restringir a venda desses produtos aos jovens, o projeto contribui para diminuir o risco de exposição das pessoas mais vulneráveis a se tornarem dependentes do cigarro. De acordo com Petecão, o projeto pretende combater o uso de produtos fumígenos, que são fatores de risco para doenças graves, como problemas de coração, pneumopatias e tumores de laringe, pulmão e esôfago.

A matéria tramita em caráter terminativo na CAS. Em caso de aprovação, seguirá direto para a análise da Câmara dos Deputados, se não houver recurso para análise da proposta pelo Plenário do Senado.

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