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Redação Douranews

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O Ministério da Saúde distribuiu neste sábado (28) a secretários estaduais de saúde e gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) no país um plano de ação de quarentena que recomenda o fechamento de escolas e universidades no mês de abril, com a possibilidade de estender a medida para o mês de maio, como meio de combate à pandemia do coronavírus.

Elaborado pela equipe técnica da pasta, o documento, com data de sexta-feira (27), sugere uma estratégia de transição para os meses de abril, maio e junho, como o distanciamento social para idosos e pessoas abaixo de 60 anos com doenças crônicas. Também defende que, nesse período, pessoas que apresentem os sintomas da doença fiquem isoladas em casa, assim como os demais moradores do local.

O plano incentiva ainda a adoção de reuniões virtuais, teletrabalho (home office) e extensão do horário para diminuir a quantidade de pessoas no mesmo espaço físico. Além disso, propõe o distanciamento social no ambiente de trabalho.

No período de três meses, ficaria proibida a realização de qualquer evento de aglomeração, como shows, cultos, jogos de futebol, cinema, teatro e casa noturna. Para bares e restaurantes, o documento sugere reduzir em 50% a capacidade instalada e reforço das regras de prevenção, com o uso de álcool e intensificação da limpeza.

O documento defende a contratação de trabalhadores informais como promotores de saúde durante a crise de saúde no país. O objetivo é que eles orientem as pessoas na rua, identifiquem idosos que estão fora do isolamento para enviá-los para casa e façam a limpeza de superfícies.

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Clicando nesse aplicativo, pessoas do mundo todo podem acompanhar a evolução do novo coronavírus. Há ferramentas que permitem ainda a visualização no idioma da localidade desejada:

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O presidente da CNM (Confederação Nacional de Municípios), Glademir Aroldi, e os presidentes das entidades estaduais de Municípios vão se reunir neste domingo (29) com o ministro da Economia, Paulo Guedes, virtualmente, para debater ações que podem minimizar os efeitos do novo coronavírus (Covid-19) aos cofres municipais.

A reunião terá início às 12h30 (de Brasília) e será transmitida, ao vivo, pelas redes sociais da CNM, pelo Facebook e Youtube.

A expectativa das as entidades que representam os municípios é de que o governo atenda reivindicações a serem propostas para viabilizar a gestão por parte dos prefeitos em todo o Brasil.

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Boletim fechado às 15h30 deste sábado (28), sob responsabilidade da Diretoria Geral de Vigilância e Saúde, da Secretaria estadual de Saúde, confirma que além do caso do jovem de 21 anos, Dourados já tem um segundo caso do novo coronavírus: uma mulher de 52 anos.

Conforme o relatório estadual, já são 31 os casos confirmados. O rapaz de 21 anos teria contraído a doença a partir de contato com um caso confirmado na capital do Estado e a mulher, depois de viajar para São Paulo e o Nordeste do País. O jovem está em isolamento domiciliar e a mulher, internada.

Mato Grosso do Sul chegou a 449 casos notificados, com 47 suspeitas. 360 casos foram descartados e onze excluídos. Ainda não há nenhum óbito consumado. Campo Grande continua liderando o avanço da doença, com 25 confirmações e em Dourados há ainda uma outra mulher, de 64 anos, residente em Batayporã, que teria contraído o vírus a partir de contato com familiares em viagem a Belgica.

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialistas:

Espalhe histórias positivas

A OMS recomenda que as pessoas compartilhem histórias positivas sobre esse tema, como de pessoas que se recuperaram da covid-19 e compartilharam essa experiência.

Não dá para negar que estamos vivendo uma crise sem precedentes na história recente, mas é preciso também ver o que há de positivo em meio a essa situação.

Em artigo, o professor de microbiologia na Universidade de Navarra, Ignacio López-Goñi, listou 10 boas notícias sobre o coronavírus, e duas delas, inclusive, relatam que mais de 80% dos infectados têm sintomas leves, e o vírus é facilmente inativado lavando a mão e limpando superfícies.

 

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialistas:

Reconheça o trabalho dos profissionais de saúde

Já vimos nas redes sociais que em lugares da Espanha e de Portugal as pessoas se organizaram para ir às janelas e varandas em um horário específico para aplaudir e agradecer as equipes médicas que estão atendendo pessoas que estão se recuperando da covid-19.

É essencial reconhecer os esforços dos profissionais dessa área, que trabalham dia e noite pela saúde dos pacientes infectados e por soluções para essa crise.

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialistas:

Pare e se escute

Durante os períodos de estresse, pare e preste atenção nas suas próprias necessidades e sentimentos. É dica da OMS também.

Procure atividades que você goste e que te façam relaxar. Também faça exercícios regularmente (mesmo que adaptados a um novo contexto), mantenha uma rotina de sono e procure se alimentar de forma saudável. Tudo isso vai colaborar com o seu corpo e a sua mente.

E não se esqueça que agências de saúde pública e especialistas do mundo inteiro estão buscando soluções para enfrentar essa crise. Ou seja, não adianta se preocupar com o mundo e se esquecer de você.

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialistas:

Seja solidário

Procure ajudar especialmente a quem precisa de assistência extra, como os idosos. A OMS lembra que ajudar alguém é um benefício para quem recebe e para quem dá essa ajuda.

Uma atitude que a gente já viu no Brasil e no exterior foram pessoas mais jovens que ofereceram a vizinhos idosos a compra de produtos de mercado.

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialista:

Use as redes sociais como aliadas

No momento em que muitas pessoas estão isoladas ou em quarentena, as redes sociais se tornam uma forma ainda mais importante de interação com os amigos e a família. E a própria OMS recomenda permanecer conectado por e-mail, redes sociais, videoconferência e telefone.

Por outro lado, também é nas redes sociais que muita gente pode encontrar informação falsa e ficar obcecado atrás de teorias da conspiração. Então aqui também vale a dica de selecionar o que você consome nas redes sociais: se tem algo te fazendo mal, silencie, deixe de seguir, exclua.

Procure manter os canais de informação confiáveis e o contato com as pessoas que te fazem bem.

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As pessoas estão preocupadas com a saúde, com os idosos, com os empregos, a vida social, a economia. No entanto, é importante não deixar de fora os cuidados com a saúde mental em meio a essa crise. É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal.

E os efeitos do cenário de incerteza podem ser ainda mais graves para quem já tem condições como a ansiedade e o transtorno obsessivo-compulsivo (o famoso TOC), situação que se acentua em tempos de pandemia. Trabalhar a mente, evitar as neuras, confira dicas com base em orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e de especialistas:

Controle o acesso a informações

A quantidade e qualidade da informação que você acessa deve ser foco de atenção, segundo a OMS. É importante controlar a quantidade de tempo que você passa assistindo, lendo ou ouvindo notícias que te trazem angústia. Uma sugestão é separar horários específicos do seu dia para fazer isso.
Outro cuidado importante é com as fake news. Informe-se com base em veículos confiáveis de informação e em fontes oficiais, como o site do Ministério da Saúde e da própria OMS.

Tome cuidado com informações falsas que circulam nos grupos de WhatsApp. Você pode ficar preocupado sem motivo, passar a informação pra frente e preocupar mais alguém com base em algo que nem é verdade.

Para verificar se a notícia é falsa, siga este passo a passo: leia a notícia inteira, não apenas seu título; cheque a fonte e a autoria da notícia; digite o título da notícia recebida em buscador como o Google; destrinche os fatos da notícia e tente checá-los individualmente; se for uma imagem, faça uma busca reversa por ela no Google. Se for um áudio ou um vídeo, resuma o acontecimento e faça uma pesquisa no buscador.

E pergunte à pessoa que encaminhou a notícia de quem ela recebeu e se essa pessoa conseguiu verificar a informação. Não compartilhe se não tiver certeza de que a notícia é verdadeira.

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