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Quarta, 08 Abril 2020 09:07

Egressa da Uems integra grupo que estuda como combater o coronavírus Destaque

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Doutora em Ciências Biológicas, Edmarcia integra grupo de pesquisa de programa de pós-doutorado na USP Doutora em Ciências Biológicas, Edmarcia integra grupo de pesquisa de programa de pós-doutorado na USP Divulgação

Em tempos de combate a pandemia do novo coronavírus, que desencadeia a Covid-19, a ciência tem se provado cada vez mais imprescindível para entender e deter o vírus que mudou hábitos no mundo todo. Doutora em Biologia Funcional e Molecular, Edmarcia Elisa de Souza é egressa do curso de Ciências Biológicas da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), unidade de Dourados, e atualmente está no Pós-Doutorado pela Unit for Drug Discovery no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP/São Paulo).

Atuialmente, no curso de pós-doutorado, ela se dedica aos preparativos feitos nos laboratórios e também sobre quais ações podem levar ao achatamento da curva de disseminação do coronavírus. A doutora e pesquisadora sul-mato-grossense explica que o laboratório onde atua irá estudar a capacidade do vírus de infectar células do sistema respiratório para combatê-lo adequadamente.

“Uma Rede Colaborativa da USP para o diagnóstico da Covid-19 está sendo coordenada pelo professor titular de Oncologia da Faculdade de Medicina da USP, Roger Chammas, e pelo diretor do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), Luís Carlos de Souza Ferreira. Para realização da pesquisa, nós nos encontramos em fase de preparação de laboratórios com nível de alta biossegurança (Laboratório de Biossegurança de Nível 3), para testarmos a capacidade do novo coronavírus de infectar células humanas, bem como para testar os efeitos induzidos pelo vírus em células humanas”, relata.

Mesmo morando em São Paulo, a dra. Edmarcia, continua acompanhando de perto a situação de Mato Grosso do Sul em relação ao coronavírus e recomenda com base em pesquisas já feitas que o isolamento social é eficaz para o achatamento da curva de contaminação. “Nesse primeiro momento, sem evidências robustas sobre tratamentos eficazes e sem vacina, as medidas não farmacológicas de isolamento social associadas à higiene pessoal, são a melhor alternativa contra o coronavírus. Apesar de impor um afastamento social, têm funcionado para redução da curva de crescimento exponencial da pandemia”, diz.

A comprovação científica de que o isolamento social é eficaz e que tem regredido o crescimento exponencial da doença direcionando as políticas públicas, originou-se de vários estudos científicos, especialmente no início da pandemia na China, “como comprovado por exemplo, no artigo científico que pode ser encontrado neste link: https://bit.ly/2UXOQ1m”, explica. A pesquisadora ainda reforça para que a população escute os especialistas e quem está na linha de frente no combate ao vírus, “ Essas pessoas se baseiam na ciência para fazer as afirmações e guiar as políticas públicas. Apenas a ciência poderá nos guiar nesse momento”.

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