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Quarta, 19 Fevereiro 2020 18:18

Barbosinha defende convocação de professores da Educação Especial Destaque

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Profissional da área precisa ter a sensibilidade necessária para conseguir buscar eficiência na deficiência Profissional da área precisa ter a sensibilidade necessária para conseguir buscar eficiência na deficiência Assessoria

O deputado Barbosinha (DEM-MS) usou a tribuna na Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (19) para propor à Secretaria de Educação uma solução para convocação dos professores temporários que atuam há vários anos na educação especial de Mato Grosso do Sul.

A proposta menciona docentes que não foram aprovados na prova objetiva do processo seletivo simplificado para a constituição do Banco de Reserva de Profissionais para a Função Docente Temporária, especificamente da educação especial, esporte e cultura.

Barbosinha lembrou que existem professores que atuam nessa área há mais de 20 anos. “Os professores que estão hoje nessa área estão lá por vocação, por amor, são pessoas sensíveis que conhecem a realidade da educação especial e não é uma prova de conhecimento objetivo que vai escolher os melhores profissionais. Para atuar na educação especial o profissional precisa ter a sensibilidade necessária para conseguir buscar a eficiência na deficiência”, defendeu.

Na avaliação do parlamentar, o desenvolvimento de um aluno com deficiência passa pela habilidade pessoal do professor para oferecer os conteúdos pedagógicos de forma muito mais lúdica do que teórica, e, sobretudo com criatividade, materialidade, sensibilidade e muita dedicação.

A Lei Complementar 087/2000, artigo 17-A, parágrafo segundo, autoriza que “em casos especiais, quando se fizer necessária a contratação de um profissional de especialização técnica em área especifica, possa ser feita a contratação mediante prova curricular, dispensando a prova objetiva”, defendeu o deputado com base na legislação atual.

Um levantamento recente aponta que mais de 60% de professores não aprovados na prova objetiva possuem tempo superior a sete anos vinculados a mesma unidade educacional. Nesse sentido, o parlamentar encaminhou ofício à Secretaria de Educação solicitando que estes casos, bem como para os projetos de esporte e cultura, sejam analisados com critérios diferentes, levando em consideração a área de atuação do profissional e não a prova com base em conhecimentos gerais.

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