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Estadão Contéudo

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Depois do colapso no sistema de saúde de Manaus, capital do Amazonas, a falta de oxigênio hospitalar para tratar pacientes internados com o novo coronavírus também foi registrada no município de Faro, no Pará. Após a cidade de 12 mil habitantes registrar pelo menos seis mortes por asfixia em 24 horas, uma força-tarefa composta por integrantes dos Ministérios Públicos Estadual, Federal e do Trabalho formalizou um pedido de providências ao Ministério da Saúde e ao Governo do Pará. No documento, enviado na tarde desta terça-feira, 18, promotores e procuradores pedem que as autoridades informem as ações em curso para evitar o desabastecimento de insumos e garantir o atendimento aos pacientes. Há preocupação especial de um 'efeito cascata' na região do Baixo Amazonas onde, segundo o ofício, há indicativos de que o sistema de saúde está prestes a entrar em colapso. O prazo fixado para resposta é de três dias. Os Ministérios Públicos recomendam que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), e o secretário estadual de Saúde, Rômulo Rodovalho Gomes, atuem em conjunto no monitoramento e suporte material e humano aos municípios, incluindo o custeio de eventuais transferências para outros Estados. O documento observa ainda que a atuação direta do governo federal no combate à pandemia da covid-19 em Estados e municípios jamais foi vetada pelo Supremo Tribunal Federal - ao contrário do que disse o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na esteira das mortes em Manaus. Na prática, a recomendação é instrumento usado pelo Ministério Público para alertar autoridades sobre a necessidade de providências para resolver uma situação irregular ou que possa levar a irregularidades. Em última instância, abre caminho para a judicialização, nas esferas cíveis e criminais, em caso de descumprimento injustificado. Em nota divulgada na tarde de ontem, a Secretaria de Saúde do Pará informou que emitiu alerta às secretarias municipais para que monitorem os estoques dos hospitais. No texto, a pasta afirma que cada prefeitura é responsável pela manutenção de contratos e aquisição do insumo para abastecimento local e que ao governo cabe o abastecimento dos hospitais estaduais. Além do Amazonas e Pará, o Ministério Público também monitora a situação no Ceará. Até esta segunda-feira, 18, o órgão havia formalizado três pedidos de informações, dirigidos às secretarias de Saúde do Estado e de Fortaleza e à empresa White Martins, sobre a demanda de oxigênio hospitalar no Estado. Embora a Promotoria descarte, neste momento, o risco de desabastecimento, a ideia é se adiantar a possíveis explosões na demanda. "Nós estamos acompanhando como os estoques são controlados pelas autoridades, como é a fabricação, e se a White Martins tem capacidade para, eventualmente, aumentar a produção. Tudo isso para entender quais são as providências que podemos tomar para que o que aconteceu em Manaus não ocorra aqui no Estado do Ceará", explicou ao Estadão a promotora Ana Cláudia Uchôa, titular da 137ª Promotoria de Justiça de Fortaleza.

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A média móvel de mortes por covid-19, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou em 969 nesta terça-feira, 19. Segundo o consórcio de veículos de imprensa, foram registrados 1.183 novos óbitos nas últimas 24 horas e 63.504 casos. No total são 211.511 mortes registradas e 8.575.742 pessoas contaminadas no Brasil, segundo o balanço mais recente do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Os dados foram divulgados às 20h. O Estado de São Paulo, epicentro da doença no País, superou a marca de 50 mil mortes. Segundo o balanço divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde, o Estado tem 50.318 óbitos e 1.644.225 casos confirmados. As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 70,5% na Grande São Paulo e 69,7% no Estado. O número de pacientes internados é de 13.937, sendo 7.845 em enfermaria e 6.092 em unidades de terapia intensiva, conforme dados desta terça-feira. Consórcio dos veículos de imprensa O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados. Nesta segunda-feira, o Ministério da Saúde informou que foram registrados 62.094 novos casos e mais 1.192 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 8.573.864 pessoas infectadas e 211.491 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

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Com o atraso na chegada de insumos vindos da China, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) adiou de fevereiro para março a previsão de entrega das primeiras doses da vacina Oxford/AstraZeneca que serão produzidas no Brasil. A informação sobre a nova data está em ofício da Fiocruz enviado ontem ao Ministério Público Federal (MPF) ao qual o Estadão teve acesso. A mudança deve dificultar ainda mais a execução do plano nacional de imunização contra a covid-19, que já sofre com incertezas quanto à importação dos insumos para a produção da Coronavac. O MPF tem apurações abertas desde dezembro para acompanhar estratégias de vacinação. No último dia 11, o órgão enviou ofício à Fiocruz com questionamentos sobre o cronograma de entrega tanto dos 2 milhões de doses prontas que serão trazidas da Índia quanto do quantitativo que terá sua fabricação finalizada no Brasil pela Fiocruz, a partir da importação do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) de parceira da AstraZeneca na China. Na resposta, assinada pelo diretor do Instituto Biomanguinhos, Mauricio Zuma Medeiros, a Fiocruz diz que o 1º lote do IFA tem chegada prevista para 23 de janeiro, "ainda aguardando confirmação", e que as primeiras doses produzidas com essa matéria-prima deverão ser entregues ao Ministério da Saúde só no início de março. A Fiocruz justifica ser preciso mais de um mês para o fornecer as doses pois, além do tempo de produção do imunizante a partir do IFA, as doses fabricadas nacionalmente precisarão passar por testes de qualidade que demorarão quase 20 dias. O documento deixa claro, portanto, que, se o IFA não chegar em janeiro ou se os insumos ou produtos finais não passarem nos testes de qualidade, esse prazo de entrega pode ser esticado ainda mais. A promessa anterior, feita pela fundação no fim de dezembro, era entregar o 1º lote de vacinas produzidas no Brasil na semana do dia 8 de fevereiro. Seriam 1 milhão de doses distribuídas de 8 a 12 de fevereiro. A partir de 22 de fevereiro, a fundação entregaria 700 mil doses diariamente. Pela estimativa anterior, portanto, o Brasil teria ao menos 5,9 milhões de doses garantidas para o mês que vem. A fundação prometia ainda 100,4 milhões de doses até o fim do 1º semestre. O ofício também diz de que os lotes de insumos serão entregues de modo escalonado, a cada duas semanas, num total de 30 remessas com insumos suficientes para produzir os 100,4 milhões de doses. "A chegada do primeiro lote do IFA está prevista para o dia 23/01/2021, mas ainda aguardando confirmação, e, a partir desta data, serão entregues mais 30 lotes, em intervalos de 2 semanas, resultando na quantidade suficiente para a produção de 100,4 milhões de doses da vacina acabada." A Fiocruz diz ainda já estar com a linha de envase pronta para funcionar a partir da chegada do IFA e que uma 2ª linha entrará em operação em março. O atraso no envio dos IFAs deve-se a um bloqueio do governo chinês na exportação de insumos para a produção de vacinas. Ao MPF, a Fiocruz informa não saber a data de envio dos dois milhões de doses prontas, importadas do Serum Institute da India. A importação foi uma estratégia adotada pela gestão Jair Bolsonaro para tentar antecipar o início da vacinação com o imunizante de Oxford/AstraZeneca. A estimativa era trazer as doses semana passada, mas a operação foi frustrada pelo governo indiano, que não autorizou o envio. Ontem, a Índia deixou o Brasil de fora da lista de países que receberão as vacinas primeiro (leia mais nesta pag). Ontem, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou Bolsonaro e disse que o País só imuniza agora após o esforço paulista. "Onde estão as outras vacinas?" Respostas. Questionada pelo Estadão sobre a mudança no prazo de entrega das doses, a Fiocruz afirmou que a carga de insumos está "pronta para embarque", aguardando liberação de autorização governamental para exportação e que ainda não é possível confirmar a data de chegada do IFA. "As instalações da Fiocruz estão prontas para iniciar a produção, apenas aguardando a chegada desses insumos." Um cronograma detalhado da produção, disse, será divulgado em breve. Também procurada, a AstraZeneca disse que trabalhar "para apoiar o desenvolvimento da produção no Brasil de 100,4 milhões de doses" e liberar os lotes de IFA "o mais rápido possível". O Serum disse ao Estadão que não iria comentar. Em nota, o Itamaraty disse que o "governo brasileiro permanece em estreito contato - com sentido de prioridade e urgência - com as autoridades indianas".

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O Brasil registrou 1.192 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados atualizados nesta terça-feira, 19, pelo Ministério da Saúde. Com isso, chega a 211.491 o número total de óbitos no País pela doença. No mesmo intervalo, foram contabilizados 62.094 novos casos de covid, elevando o número total de registros no País para 8.573.864. A região Sudeste é a de maior número de casos confirmados do novo coronavírus, 3.061.946, e mortes, num total de 97.414. Em seguida, o Nordeste contabiliza 2.050.316 casos da doença e 49.994 mortes. O Sul do País registra 1.567.435 de casos e 25.152 óbitos. O Centro-Oeste tem 950.080 registros de covid-19 e 19.022 mortes. Por fim, o Norte do País chegou nesta terça a 944.087 registros da doença e 19.909 mortes. Somente no Amazonas, Estado que vive uma crise no sistema de saúde, foram registradas nas últimas 24 horas 142 novas mortes, elevando o número total de óbitos pela pandemia para 6.450. No mesmo intervalo, foram registrados 1.537 novos casos da doença, elevando o total de registros no Estado para 233.971. (Equipe AE)

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Com o atraso na chegada de insumos vindos da China, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) adiou de fevereiro para março a previsão de entrega das primeiras doses da vacina Oxford/AstraZeneca que serão produzidas no Brasil. A informação sobre a nova data está em ofício da Fiocruz encaminhado nesta terça-feira, 19, ao Ministério Público Federal (MPF) ao qual o Estadão teve acesso. A mudança deve dificultar ainda mais a execução do plano nacional de imunização contra a covid-19, que já sofre com incertezas quanto à importação dos insumos para a produção da Coronavac. O MPF tem apurações abertas desde dezembro para acompanhamento das estratégias de vacinação contra a doença. No último dia 11, o órgão enviou ofício à presidência da Fiocruz com questionamentos sobre o cronograma de entrega tanto dos 2 milhões de doses prontas que serão importadas da Índia quanto do quantitativo que terá sua fabricação finalizada no Brasil pela Fiocruz, a partir da importação do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) de uma parceira da AstraZeneca na China. No ofício de resposta, assinado pelo diretor do Instituto Biomanguinhos, Mauricio Zuma Medeiros, a Fiocruz informa que o primeiro lote do IFA tem chegada prevista para 23 de janeiro, "ainda aguardando confirmação", e que as primeiras doses produzidas com essa matéria-prima deverão ser entregues ao Ministério da Saúde somente no início de março. A Fiocruz justifica ser necessário mais de um mês para o fornecimento das doses pois, além do tempo de produção do imunizante a partir do IFA, as doses fabricadas nacionalmente precisarão passar por testes de qualidade que demorarão quase 20 dias. "Estima-se que as primeiras doses da vacina sejam disponibilizadas ao Ministério da Saúde em início de março de 2021, partindo da premissa de que o produto final e o IFA apresentarão resultados de controle de qualidade satisfatórios, inclusive pelo INCQS (Instituto Nacional de Controle da Qualidade em Saúde). Importa mencionar que o período de testes, relativos ao controle de qualidade, está estimado em 17 dias, contados da finalização da respectiva etapa produtiva, acrescidos de mais 2 dias de análise pelo INCQS", disse a Fiocruz no ofício. O documento deixa claro, portanto, que, se o IFA não chegar em janeiro ou se os insumos ou produtos finais não passarem nos testes de qualidade, esse prazo de entrega pode ser esticado ainda mais. A promessa anterior, feita pela fundação no fim de dezembro, era entregar o primeiro lote de vacinas produzidas no Brasil na semana do dia 8 de fevereiro. Seriam 1 milhão de doses distribuídas entre os dias 8 e 12 de fevereiro. A partir de 22 de fevereiro, a fundação entregaria 700 mil doses diariamente. Pela estimativa anterior, portanto, o Brasil teria ao menos 5,9 milhões de doses garantidas para o mês que vem. A fundação prometia ainda entregar 100,4 milhões de doses até o fim do primeiro semestre. O ofício também traz a informação de que os lotes de insumos serão entregues de forma escalonada, a cada duas semanas, num total de 30 remessas com insumos suficientes para a produção dos 100,4 milhões de doses. "A chegada do primeiro lote do IFA está prevista para o dia 23/01/2021, mas ainda aguardando confirmação, e, a partir desta data, serão entregues mais 30 (trinta) lotes, em intervalos de 2 semanas, resultando na quantidade suficiente para a produção de 100,4 milhões de doses da vacina acabada", diz. A Fiocruz também afirma já estar com uma linha de envase pronta para entrar em funcionamento a partir da chegada do IFA e que uma segunda linha entrará em operação em março. O atraso no envio dos IFAs deve-se a um bloqueio do governo chinês na exportação de insumos para a produção de vacinas. Não é possível precisar data para a chegada das doses prontas da Índia, diz fundação No ofício enviado ao MPF, a Fiocruz informa ainda não saber a data de envio dos dois milhões de doses prontas que serão importadas do Serum Institute da India. A importação de doses prontas foi uma estratégia adotada pelo Ministério da Saúde para tentar antecipar o início da vacinação com o imunizante de Oxford/AstraZeneca. A estimativa era trazer as doses ao Brasil na semana passada, mas a operação foi frustrada pelo governo indiano, que não autorizou o envio da remessa. "No presente momento, não é possível precisar a data de chegada das doses da vacina Covishield aqui no Brasil. Isto porque, embora a carga contendo essas doses já esteja disponível, negociações diplomáticas, entre os governos da Índia e do Brasil, ainda se encontram pendentes de ajuste final para autorização do processo de envio para o Brasil. Por fim, destacamos que o agente de cargas já foi contratado e aguarda apenas autorização para a operacionalização do transporte para o Brasil", diz o ofício da Fiocruz. Questionada pelo Estadão sobre a mudança no prazo de entrega das primeiras doses ao Ministério da Saúde, a Fiocruz afirmou que a carga de insumos está "pronta para embarque", aguardando liberação de autorização governamental para exportação e que ainda não é possível confirmar a data de chegada do IFA. "As instalações da Fiocruz estão prontas para iniciar a produção, apenas aguardando a chegada desses insumos", disse a fundação, em nota. A Fiocruz afirmou ainda que "um cronograma detalhado da produção será divulgado em breve". Também procurada pela reportagem, a AstraZeneca afirmou que "está trabalhando atualmente para apoiar o desenvolvimento da produção no Brasil de 100,4 milhões de doses da vacina e liberar os lotes planejados de IFA para a vacina o mais rápido possível". O Estadão também entrou em contato com o Serum Institute da India, mas a assessoria de imprensa da empresa informou que não poderia comentar o assunto.

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Sem margem para cometer mais erros depois de perder a "gordura" na liderança do Campeonato Brasileiro ao amargar uma sequência de três partidas sem vitória, o São Paulo faz o jogo mais importante dos últimos meses nesta quarta-feira. O time tricolor recebe o Internacional no Morumbi, no duelo que vale a primeira colocação da competição, pela 31ª rodada. Depois de abrir sete pontos à frente do segundo colocado no Brasileirão, o São Paulo caiu de rendimento, vem de duas derrotas e um empate e viu a vantagem desabar para apenas um ponto em relação ao adversário desta quarta. A equipe do técnico Fernando Diniz é líder com 57 pontos e precisa voltar a triunfar para manter a ponta e amenizar o clima ruim. Nos cálculos do matemático Tristão Garcia, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o São Paulo tem 43% de chances de ser campeão. Já o Inter viu as suas chances aumentarem para 27%. Pressionado, Diniz tentou descartar o caráter de decisão do confronto no Morumbi. "Decisão tem sido todos os jogos no campeonato, você vai somando ponto para poder ser campeão. É assim que encaramos desde que começou. Mas não vai terminar o campeonato na quarta-feira, qualquer que seja o resultado", avaliou. O fato é que a partida tem, sim, peso de decisão e é determinante para a equipe retomar a confiança na briga pelo título, tanto que o presidente Julio Casares e o coordenador de futebol, Muricy Ramalho, se reuniram com o elenco antes do treino de terça, que encerrou a preparação no CT da Barra Funda. A intenção do bate-papo era dar apoio aos jogadores e comissão técnica após os resultados negativos, que vieram também com atuações ruins. Casares e Muricy estiveram ao lado diretores Raí, Carlos Belmonte e Chapecó. Em busca da reação, o São Paulo deve ter a volta do atacante Luciano, que fez muita falta nos quatro últimos jogos em que não pode atuar devido a uma inflamação na perna esquerda. Sem a presença de seu vice-artilheiro na temporada, com 15 gols, o time não venceu nenhum desses quatro duelos. O atacante deve retornar para fazer a dupla goleadora com Brenner. Com isso, Tchê Tchê vai para o banco de reservas. Os desfalques certos são o zagueiro Arboleda, suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos, e o meio-campista Hernanes, que permanece em isolamento após testar positivo para a covid-19 no fim de semana. Léo e Diego Costa disputam a vaga na zaga. Juanfran, que saiu com dores no braço esquerdo contra o Athletico-PR, não deve ser problema. INTERNACIONAL - Antes apontado fora da briga pelo título, o Internacional ressurgiu no Campeonato Brasileiro e pode assumir a liderança da competição nesta quarta-feira. Há pouco mais de um mês, o time colorado ocupava a sexta colocação na tabela, a 12 pontos do atual primeiro colocado e adversário desta quarta, saindo do escalão das análises e prognósticos para o título do Brasileirão. O cenário, no entanto, mudou radicalmente com uma série de vitórias da equipe gaúcha. Foram seis triunfos em sequência que recolocaram os comandados de Abel Braga na briga pela taça que não conquista desde 1979. Hoje, o vice-líder Inter tem 56 pontos e contou com tropeços do São Paulo para fazer a diferença desabar para um ponto. Basta, portanto, vencer o rival paulista fora de casa que os gaúchos reassumirão a liderança do torneio nacional após mais de dois meses. "Jogaremos contra um adversário muito bem trabalhado, está com o treinador há um bom tempo. O jogo difícil para nós é esse", pontuou o técnico Abel Braga, que sofreu muitas críticas no início de seu trabalho por conta dos resultados ruins. Especialmente pelas eliminação na Copa do Brasil e Libertadores. "Se falava muito pouco no Inter, e eu estava gostando muito daquilo. Tentava explicar aos jogadores que chegaria o momento que ia começar a surgir uma série de armadilhas. Aí que mora o perigo. Vou trabalhar o mental naquilo que pretendemos. Porque não há tempo", explicou o treinador. O time gaúcho buscará a sétima vitória consecutiva novamente sem o artilheiro Thiago Galhardo, que sofreu uma lesão muscular na panturrilha diante do Goiás e não tem previsão de retorno. Yuri Alberto, que cresceu sob o comando de Abel, continuar entre os titulares. O jovem fez seis gols depois que o comandante chegou para substituir Eduardo Coudet. O treinador não tem desfalques por suspensão e conta com praticamente todo grupo à disposição, exceto os atletas que já estavam fora por lesão. Além de Galhardo, são ausências Paolo Guerrero, Saravia, Boschilia e Rodrigo Moledo. Marcos Guilherme, recuperado de um desconforto na coxa direita, viajou à capital paulista e deve estar no banco. Dessa maneira, a equipe deve ser a mesma que bateu o Fortaleza por 4 a 2 na rodada passada. FICHA TÉCNICA SÃO PAULO - Tiago Volpi; Juanfran, Bruno Alves, Diego Costa (Léo) e Reinaldo; Luan, Gabriel Sara, Daniel Alves e Igor Gomes; Brenner e Luciano (Tchê Tchê). Técnico: Fernando Diniz. INTERNACIONAL - Marcelo Lomba; Rodinei, Lucas Ribeiro, Víctor Cuesta e Moisés; Rodrigo Dourado, Edenilson, Patrick, Praxedes e Caio Vidal; Yuri Alberto. Técnico: Abel Braga.

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Campeão de forma surpreendente na temporada 2015/2016, o Leicester City está firme na briga por mais um título do Campeonato Inglês. Nesta terça-feira, em partidas atrasada da 18.ª rodada, recebeu o Chelsea no King Power Stadium, em Leicester, e venceu por 2 a 0, assumindo de forma provisória da liderança da competição. Os gols foram marcados por Ndidi e Maddison. Com o triunfo em casa, o Leicester City subiu para 38 pontos e ultrapassou o Manchester United, que tem 37 e um jogo a menos. Esse duelo será nesta quarta-feira contra o Fulham, em Londres. Outro que pode passar é o Manchester City, este com duas partidas a menos, sendo que uma delas também será nesta quarta contra o Aston Villa, em Manchester. O time comandado pelo técnico Brendan Rodgers construiu a vantagem no primeiro tempo e apenas administrou o ritmo na etapa final. O volante Ndidi abriu o placar logo aos cinco minutos após pegar sobra na entrada da área e acertar lindo chute. Aos 40, Albrighton fez belo lançamento, Maddison dominou bonito e tocou na saída do goleiro Mendy para definir o resultado. O Chelsea, em um momento conturbado e com rumores de uma demissão do técnico Frank Lampard, aparece na oitava colocação com 29 pontos, agora mais distante da luta pelo título. A reabilitação pode acontecer neste final de semana pela Copa da Inglaterra contra o Luton Town, da segunda divisão, em casa, pela quarta fase. Também nesta terça-feira, o West Ham bateu o West Bromwich por 2 a 1, em Londres, e subiu para o sétimo lugar, com 32 pontos. Os gols foram de Jarrod Bowen e Michail Antonio. O brasileiro Matheus Pereira descontou para os visitantes, que estão na zona de rebaixamento com 11 pontos na 19.ª colocação. Pela Copa da Inglaterra, no jogo que completou a terceira fase, o Southampton ganhou do Shrewsbury Town, da terceira divisão, por 2 a 0, em casa, e avançou para enfrentar o Arsenal. O duelo pela quarta fase será neste sábado, em Southampton.

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Com a maratona de compromissos por diferentes torneios, Abel Ferreira deixou bem claro após os 4 a 0 no Corinthians que seguirá definindo a escalação do Palmeiras de acordo com os oponentes. Quinta-feira, diante do Flamengo, novamente pelo Brasileirão, podem ocorrer mudanças. Ele define as trocas como "experiência" e só quer ver o time sempre "competindo". O português usou uma escalação diante do River Plate, outra contra o Grêmio e uma terceira frente ao Corinthians. Mantendo sua convicção, está na luta pelo título das três competições: Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão. Disputará a final dos dois primeiros torneios e só depende das suas forças no terceiro. "As pessoas sabem que não jogamos sempre da mesma maneira. A experiência é perceber e adaptar ao contexto. Se eu tiver 50 anos e 10 anos fizer a mesma coisa, não é experiência", afirmou, mostrando-se um estudioso, sempre ligado aos pontos fortes e fracos dos adversários. "É para os jogadores que montamos a forma de jogar, para tirar o máximo de rendimento de cada um. A parte mais difícil de um treinador é conhecer o jogador técnica, tática, física e mentalmente. Tudo que vem daqui (cabeça), comanda", advertiu. "Falei contra o River. De fato o fator psicológico é determinante. Temos um caso no nosso campeonato que tem tudo a ver com isso." Ao fazer um rodízio no elenco, Abel espera deixar todos motivados e sabendo que são importantes para os Palmeiras. E os resultados positivos tem saído com enorme frequência, reforçando a estratégia. "A dinâmica de treino não é muita, mas a verdade é que os jogadores estão comprometidos e envolvidos. Querem muito e demonstram isso", elogiou. "Vimos como o Luiz Adriano fez o quarto gol. Competir, isso é competir, isso é Palmeiras. Essa é a nossa identidade. O Willian contra o Grêmio... É acreditar em cada bola. Isso transmite-se e sente-se." Sobre Felipe Melo, Abel admite que a presença do experiente jogador no banco de reservas é muito importante, com aconteceu diante do Corinthians. Mas deixou bem claro que não pensa num retorno à equipe nessa reta final de temporada. "Ele tem tido uma recuperação muito rápida, mas está longe de poder ajudar dentro de campo. É a grande verdade e a verdade tem que ser dita. Pode nos ajudar e muito, mas fora. É pra isso que eu conto com ele. Quem está jogando, está muito bem", esclareceu.

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Depois de anunciar na semana passada o ex-meio-campista Alex para ser o coordenador técnico das categorias de base, o Corinthians trouxe outro ex-jogador de volta: Danilo. Aos 41 anos, ele foi escolhido para ser o novo técnico da equipe sub-23 do time alvinegro. Aposentado desde 2019, Danilo vai substituir Edson Leivinha, que, segundo o Corinthians, permanece no quadro de profissionais. O ex-meia se junta a Alex na missão de transformar o futebol de base do time alvinegro, alvo de críticas no ano passado, especialmente o sub-23. "É uma grande oportunidade. Fui atleta por 20 anos e tenho muito a passar para frente. Eu vinha estudando, fiz cursos da CBF e recebi o convite do Duilio, Alessandro e do Alex. Iniciar a carreira aqui é uma honra. Vamos trabalhar muito para ter grandes resultados", afirmou o novo treinador do sub-23. Entre 2010 e 2018, Danilo vestiu a camisa do Corinthians em 359 jogos, com 35 gols marcados. Conquistou oito troféus pelo clube: três Brasileiros (2011, 2015 e 2017), dois Paulistas (2013 e 2018), Libertadores (2012), Mundial de Clubes (2012) e Recopa Sul-Americana (2013). Ele encerrou sua carreira de atleta em 2019. Ano passado, deu início à preparação para se tornar treinador de futebol realizando os módulos teóricos da Licença B da CBF Academy. Em Goiás, Danilo também deu outros passos na preparação para a área técnica ao comandar sua própria escola de novos talentos. Além de Danilo e Alex, que vai trabalhar diretamente com o ex-companheiro de meio de campo, já que é responsável pela coordenação do sub-23 e também pela transição entre as categorias e o profissional, o clube do Parque São Jorge também conta com outros dois ex-jogadores em cargos diretivos: o ex-goleiro Fernando Yamada, gerente da base, e o ex-lateral e capitão Alessandro Nunes, que retornou à gerência do futebol profissional com o diretor Roberto de Andrade.

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A seleção brasileira masculina foi derrotada pela Polônia por 33 a 23 (13 a 11 no primeiro tempo), nesta terça-feira, na cidade do Cairo, pela terceira e última rodada do Grupo B do Mundial, disputado no Egito, mas conseguiu a classificação à segunda fase. Com dois pontos, frutos de empates contra Espanha e Tunísia, o Brasil terminou na terceira colocação da chave. O time brasileiro entrou em quadra já classificado graças à vitória mais cedo da Espanha sobre a Tunísia por 36 a 30, que eliminou a seleção africana. Assim, o jogo contra a Polônia decidia quem avançaria na segunda posição do grupo, atrás apenas dos espanhóis. Melhor para os poloneses, que vão carregar para a próxima fase os dois pontos da vitória sobre o Brasil. Na segunda fase, o Brasil vai abrir o Grupo 1 com apenas um ponto. Os brasileiros vão precisar vencer Hungria, Alemanha e Uruguai para ter chances de ficar entre os dois melhores na chave com os seis times para avançar às quartas de final. Já com quatro pontos, os húngaros são os primeiros adversários, nesta quinta-feira, às 11h30 (de Brasília). Haniel mais uma vez foi o artilheiro do Brasil, com quatro gols. Toledo, Chiuffa e Gustavo anotaram três cada. Também balançaram as redes Torriani (2 gols), Rogério (2), Vini (2), Luciano (2), Teixeira (1) e Patrianova (1). Neste Mundial, o Brasil tem desfalques importantes, já que o capitão Thiagus Petrus, o goleiro Ferrugem e o ponteiro Felipe Borges foram diagnosticados com a covid-19. Além deles, Cleber Andrade sentiu uma lesão antes da estreia e ainda não se recuperou. Além disso, o time não conta com seu técnico Marcus "Tatá" Oliveira e mais quatro membros da comissão técnicos, todos com o novo coronavírus. Assim, o Brasil foi comandado pelos auxiliares Giancarlos Ramirez e Leonardo Bortolini e Guilherme Torriani foi chamado para o lugar de Felipe Borges. Na última participação em um Mundial de handebol, o Brasil fez história. Em janeiro de 2019, o time comandado pelo técnico Washington Nunes terminou a competição em nono lugar depois de vencer quatro equipes europeias no torneio.

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