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Estadão Contéudo

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, divulgou discurso, no qual celebra a posse nesta quarta-feira (20) do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. Ela destaca a promessa de Biden de buscar curar uma nação "profundamente dividida" e também a esperança de que os EUA "voltem ao círculo dos países com opinião similar". Von der Leyen qualifica a posse de Biden como uma vitória da resistência da democracia americana. "E uma prova cabal de que, uma vez mais, após quatro longos anos, a Europa tem um amigo na Casa Branca", afirma ela, citando também o fato de que Kamala Harris será a primeira mulher negra a ser vice-presidente do país. A presidente da Comissão Europeia afirma que o bloco está pronto para "um novo começo com nosso parceiro mais velho e mais confiável", o que levou à adoção recente de uma nova agenda transatlântica. Ela cita áreas como clima, saúde, digitalização e democracia e diz que não há necessidade maior de cooperação global no curto prazo do que a luta contra a pandemia, "que tem sido tão devastadora dos dois lados do Atlântico". Von der Leyen sustenta que um sinal importante seria o governo dos EUA entrar na Iniciativa Covax, que busca distribuir vacinas de modo igualitário pelo mundo contra a covid-19. Ela ainda celebra o fato de que o novo governo americano levará o país de volta ao Acordo de Paris, após Donald Trump ter abandonado a iniciativa climática.

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O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido subiu 0,3% em dezembro do ano passado, na comparação com novembro, informou nesta quarta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) do país. O resultado coincidiu com a previsão dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal. Na comparação anual, o CPI subiu 0,6% em dezembro, como esperado. O núcleo do CPI, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, também subiu 0,3% em dezembro ante novembro, conforme a expectativa. Na comparação anual, o núcleo avançou 1,4% em dezembro, também como previsto. O ONS informou ainda que o índice de preços ao produtor (PPI) "output" do Reino Unido teve alta de 0,3% em dezembro ante novembro, com recuo de 0,4% na comparação anual. As previsões, neste caso, eram de alta de 0,2% e queda de 0,7%, respectivamente. (Com informações da Dow Jones Newswires).

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O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,86% na segunda quadrissemana de janeiro, acelerando ante a alta de 0,79% da primeira quadrissemana do mês, segundo dados publicados nesta quarta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Na quadrissemana mais recente, cinco componentes apresentaram aceleração dos preços: Habitação (de alta de 0,51% na primeira quadrissemana para avanço de 0,80% na mais recente); Transportes (de altas de 0,72% a 0,74%, na mesma comparação); Saúde (de avanço de 0,56% a uma alta de 0,76%); Vestuário (de avanços de 0,47% a 0,65%, na mesma comparação); e Educação (de alta de 0,67% a um ganho de 1,07%). Por outro lado, dois componentes perderam força ou aprofundaram leituras no território negativo: Alimentação (de crescimento de 2,01% na primeira quadrissemana do mês para alta de 1,98% na mais recente); e Despesas Pessoais (de um recuo de 0,39% para uma queda de 0,79%). Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe na segunda quadrissemana de janeiro: - Habitação: 0,80% - Alimentação: 1,98% - Transportes: 0,74% - Despesas Pessoais: -0,79% - Saúde: 0,76% - Vestuário: 0,65% - Educação: 1,07% - Índice Geral: 0,86%

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O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da Alemanha cresceu 0,8% em dezembro de 2020, na comparação com o mês anterior, informou nesta quarta-feira, 20, o instituto oficial de estatísticas do país, o Destatis. Na comparação anual, o PPI teve alta de 0,2% em dezembro. Em novembro, o PPI alemão havia mostrado um recuo de 0,5% na comparação anual. Ao longo de todo o ano de 2020, o índice registrou queda de 1,0% ante 2019, diz o Destatis em seu relatório sobre o dado.

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Quarta, 20 Janeiro 2021 02:52

China registra 88 novos casos de covid-19

A China registrou 88 novos casos do novo coronavírus nesta quarta-feira, 20. O país contabilizou sete casos na capital, Pequim, e outros 19 em Hubei, a província que cerca a capital. Outros 46 foram contabilizados na província de Jilin e 16 em Heilongjiang, na fronteira com a Rússia. A China agora soma um total de 88.557 casos desde que o vírus foi detectado pela primeira vez na cidade de Wuhan, no fim de 2019. O país teve ao todo 4.635 mortes em decorrência da covid-19. O governo chinês planeja vacinar 50 milhões de pessoas contra o vírus até meados de fevereiro. As autoridades decidiram liberar as escolas mais cedo. O governo está orientando os cidadãos a ficarem em casa durante o Ano Novo Lunar.

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O México registrou nesta terça-feira 1.584 mortes em decorrência da covid-19, um recorde novo recorde diário. O país contabilizou 18.894 novos casos da doença. Os números levaram o total de casos a 1.668.396 e as mortes a 142.832, de acordo com os dados da Universidade Johns Hopkins. O México é o quarto país com mais mortes pela covid-19 no mundo, atrás dos Estados Unidos (401.553), Brasil (211.491) e Índia (152.718). Até agora, o país recebeu cerca de 750 mil doses da vacina desenvolvida pela Pfizer. É o suficiente para imunizar aproximadamente metade dos trabalhadores de saúde mexicanos que trabalham na linha de frente.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um perdão presidencial ao seu antigo estrategista-chefe, Steve Bannon. O perdão foi um de várias dúzias esperadas para as últimas horas de Trump na Presidência. Bannon foi acusado em agosto de 2020 de ter ligação com um suposto esquema para desviar centenas de milhares de dólares de uma campanha de financiamento coletivo para a construção de uma parede ao longo da fronteira do sul dos Estados Unidos, uma promessa de campanha de Trump. Ele havia se declarado inocente e estava em liberdade depois de concordar pagar uma fiança de US$ 5 milhões enquanto aguardava julgamento.

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A líder do PSOL na Câmara, deputada Sâmia Bomfim (SP), cobrou informações do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre os estoques de cilindros de oxigênio, seringas e agulhas para vacinação em todos os Estados do Brasil. A parlamentar protocolou um requerimento pedindo explicações ao Ministério da Saúde. No documento, ela solicita detalhamento de dados como a média de consumo semanal de oxigênio medicinal em cada unidade federativa e em quais Estados o Ministério da Saúde percebeu aumento de consumo deste insumo a partir de dezembro. A deputada questiona ainda se existe um plano para evitar a escassez de equipamentos de proteção individual na rede pública - como luvas descartáveis, óculos de proteção, aventais, máscaras cirúrgicas, máscaras N95, toucas descartáveis e protetor facial de acrílico. "Devemos garantir urgentemente que tal situação de desabastecimento não se repita e que os trabalhadores da saúde tenham sua segurança assegurada pelo poder público", disse a parlamentar. Com a nova explosão de casos de covid-19 no Amazonas, o Estado vive atualmente o pior momento da pandemia, com colapso no sistema de saúde e falta de oxigênio para pacientes. Na última quinta-feira, 14, o estoque do insumo chegou a acabar nos hospitais de Manaus e pacientes morreram asfixiados, segundo o relato de médicos. Nesta terça-feira, 19, sete pacientes morreram em Coari (AM) e seis em Faro (PA) devido à falta do insumo. Conforme divulgou o Estadão, pelo menos desde o dia 23 de novembro a Secretaria de Saúde do Amazonas sabia que a quantidade de oxigênio hospitalar disponível seria insuficiente para atender a alta demanda provocada pela pandemia de covid-19. As dificuldades no atendimento da demanda teriam sido relatadas ao Ministério da Saúde no dia 7 de janeiro. O governo federal disse ao Supremo Tribunal Federal (STF) que soube da falta de oxigênio no dia 8. Pazuello esteve em Manaus no dia 11.

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O pedido coletivo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro formulado por Rede, PSB, PT, PCdoB e PDT vai incluir, além do episódio do colapso da saúde no Amazonas, a situação de mortes por falta de oxigênio no Pará. A peça também vai conter o dado de que o governo federal sabia da situação crítica de escassez de oxigênio nos hospitais desde o dia 8 de janeiro, seis dias antes de pessoas começarem a morrer asfixiadas em Manaus. De acordo com o gabinete do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a peça está sendo redigida e deverá ser entregue ainda essa semana. Parlamentares da Rede ainda tentam reunir assinaturas para a criação de uma CPI e de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Coronavírus para "apurar as ações e omissões do Governo Federal no enfrentamento da pandemia da covid-19 no Brasil". A pressão por pedidos de impedimento do presidente - já são 61 pedidos protocolados na Câmara - se intensificou em virtude do agravamento do combate ao coronavírus e da insistência do mandatário em apostar no tratamento precoce contra a covid-19, com remédios sem eficácia comprovada, em detrimento da campanha de vacinação. Na semana passada, movimentos sociais, políticos e celebridades aderiram a panelaços anti-Bolsonaro realizados nas principais cidades do País. A iniciativa ganhou inclusive a adesão do apresentador Luciano Huck, um potencial presidenciável em 2022. Antes da formulação do pedido conjunto, partidos da oposição já haviam elaborado e entregue solicitações próprias do impedimento do presidente. "Esse pedido não pode ter barreira (ideológica). Isso é PT, PCdoB, Cidadania… Se amanhã o PSDB ou o próprio DEM quiserem (participar), acho que não pode ter barreira ideológica. A pauta tem que unir todo mundo", afirmou ao Estadão Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, sigla que custou a se reaproximar do PT depois das eleições de 2018. Movimentos A atuação de movimentos da sociedade civil - inclusive dos grupos que trabalharam pelo impeachment da petista Dilma Rousseff - também está ganhando corpo. Além de um novo panelaço para a próxima sexta-feira, há também a convocação de carreatas no sábado e no domingo. "Agora com o descaso e negligência na pandemia, que culminou com a morte de pessoas por falta de oxigênio em Manaus e escandalizou o Brasil, resolvemos nos mobilizar nas ruas pelo impeachment com as carreatas", afirmou Lucas Paulino, membro do Comitê Estratégico do movimento Acredito, ao Estadão. Criado em 2017, o grupo, que visa a formação de lideranças e a renovação política, ajudou a eleger quatro parlamentares em 2018. O Acredito está convocando carreatas no sábado, dia 23, em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Paulino disse que, embora o impeachment fosse defendido pelo grupo publicamente desde maio do ano passado, a situação da falta de oxigênio "gerou uma revolta em brasileiros e nos membros do movimento", motivando a convocação de protestos. Uma coisa parecida ocorre com o MBL e o Vem Pra Rua, movimentos que organizaram protestos pelo fim do governo Dilma. "O MBL protocolou um pedido de impeachment em abril ou maio", disse uma das líderes do grupo, Adelaide Oliveira, que já liderou o Vem Pra Rua e que foi vice na chapa do deputado estadual Arthur do Val (Patriota) na disputa pela Prefeitura de São Paulo. "Nesse início de ano houve um ponto de inflexão, está ficando bárbaro demais. Deixou de ser só um pensamento ou uma linha política com a qual eu não concordamos. É um grupo político que coloca interesses pessoais acima dos interesses do Estado", afirmou. O MBL está convocando para panelaços na sexta-feira e para carreatas no domingo. Já o Vem Pra Rua mantém um site chamado "Adeus Bolsonaro", com o posicionamento dos deputados sobre o impeachment e o placar de quantos se posicionaram a favor e contra a saída do presidente. O grupo está convocando uma carreata em São Paulo, no domingo. Outras iniciativas Desde domingo, 17, entrou no ar um site chamado "ForaBolsonaro.net" por meio do qual é possível mandar de uma vez só e-mails a todos os 513 deputados da Câmara pedido a votação de um processo de impeachment. De acordo com um dos responsáveis pela iniciativa, o desenvolvedor de sites Albert França, a plataforma - que chegou a cair do ar por excesso de procura - já disparou mais de 30 mil mensagens em menos de 48 horas. Ele disse que, embora ele seja filiado ao PT, o projeto não tem vínculo com nenhum partido ou instituição, sendo uma iniciativa de um conjunto de amigos que trabalha com construção de sites. O custo do domínio do site, segundo ele, foi bancada através de uma vaquinha. "A motivação não foi só a falta de oxigênio no Amazonas. Isso foi o estopim", disse, citando a condução da pandemia, a disseminação de notícias falsas, as acusações contra a família do presidente e os comentários homofóbicos, entre outras motivações. Outra iniciativa civil anti-Bolsonaro - mais jocosa - foi a criação de uma vaquinha virtual para comprar o Centrão, bloco que atualmente apoia o presidente, e, com isso, possibilitar a aprovação do impeachment.

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A Prefeitura do Rio de Janeiro iniciou na tarde desta terça-feira (19) a vacinação contra o coronavírus para os profissionais do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari (zona norte). Referência da rede para o tratamento da Covid-19, a unidade tem 380 leitos dedicados a pacientes da doença e cerca de 2.640 profissionais da área assistencial. Inicialmente, 231 mil unidades da Coronavac serão destinadas à capital fluminense, que já recebeu 115 mil doses da vacina. A técnica de enfermagem Izamara Ribeiro Barbosa, de 59 anos, foi a primeira profissional vacinada no hospital Ronaldo Gazolla. Antes de receber a dose, ela disse que o coração já estava a mil por hora, devido à ansiedade: "É muita emoção e felicidade, uma conquista. A espera acabou e a vacina chegou. É vitória", afirmou Izamara, pedindo a todos que mantenham os cuidados, mesmo com a chegada desse "presente da ciência", como definiu. Em seguida, o enfermeiro Ricardo da Silva, que tem 51 anos e trabalha no hospital desde abril, tomou a vacina e não escondeu a alegria e a sensação de alívio. "A palavra que define é esperança. Essa vacina é uma aliada no combate à Covid. Vi muitas vidas serem ceifadas e ajudamos a salvar muitas também. Foi desafiador. Esse momento é bem emocionante", contou Ricardo. Diretor do Hospital Ronaldo Gazolla, Roberto Rangel comentou que a equipe está feliz com a chegada das ampolas da vacina chinesa Coronavac. "Esperamos concluir a vacinação de quem está na linha de frente do hospital até sexta-feira (22)". Primeira pessoa a ser imunizada no Rio, na terça-feira (18), aos pés do Cristo Redentor, a técnica de enfermagem Dulcinéia da Silva Lopes, de 59 anos, é funcionária do Ronaldo Gazolla e atua na linha de frente contra a Covid-19. Nesta terça-feira a profissional teve um dia de fama, concedeu várias entrevistas e foi reconhecida na rua, a caminho do trabalho. A pergunta que mais ouviu foi se a aplicação doeu, o que ela negou. "Foi uma emoção dupla, porque nunca tinha ido ao Cristo Redentor. Eu me emocionei bastante. O meu presente hoje é o futuro da população. Apesar de ter tomado a vacina, não vou relaxar. Continuarei me cuidando", afirmou. Na segunda-feira (18), o plano de vacinação contra o coronavírus na capital fluminense foi apresentado pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), e pelo secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. Os trabalhadores de saúde que atendem pacientes com Covid-19 ou que estão afastados e precisam retornar ao trabalho e os envolvidos na campanha de vacinação são os primeiros imunizados, além de idosos e pessoas com deficiência que vivem em instituições de longa permanência e os trabalhadores desses estabelecimentos. "Essa vacinação abrange 102 mil trabalhadores, que representam 34% dos profissionais da nossa rede, e ajuda a recompor a força de trabalho nessas unidades", afirmou Soranz. As demais fases, voltadas para outros grupos prioritários definidos pelo Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, serão realizadas conforme forem recebidas novas remessas de vacina. Nesta quarta-feira (20), apesar de ser feriado no Rio em função do dia do padroeiro da cidade, São Sebastião, as equipes das unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde) estarão trabalhando para levar a vacina às instituições de longa permanência cadastradas e imunizar seus profissionais. Essas unidades não estarão abertas ao público.

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