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Estadão Contéudo

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Ao menos duas pessoas morreram e oito ficaram feridas - uma em estado grave - na forte explosão que atingiu prédios no centro de Madri, capital da Espanha, na manhã desta quarta-feira, 20. A informação é do Gabinete de Informação de Emergências de Madri. Pelo menos quatro edifícios foram atingidos. O prefeito Jose Luis Martinez Almeida disse à imprensa, enquanto visitava o local, que informações preliminares indicavam que a causa da explosão seria um vazamento de gás. Ele confirmou as duas mortes no local. A explosão ocorreu número 98 da Rua Toledo na capital espanhola. O prédio tem uma escola e uma casa de repouso como vizinhos imediatos. Os idosos da casa forma retirados. Todos os prédios atingidos estão sendo evacuados, segundo as autoridades. A escola estava vazia, segundo uma TV local, porque as aulas não haviam sido retomadas desde que uma geada histórica paralisou a capital da Espanha, na semana passada. Um incêndio que atingiu a parte interna de um prédio dificultou o trabalho de resgate dos bombeiros, que ainda procuram por sobreviventes. A vítima com ferimentos graves foi encaminhada ao Hospital Universitário La Paz. Nove unidades do Corpo de Bombeiros e onze equipes da Defesa Civil municipal estão no local. Os quarteirões ao redor do prédio onde a explosão ocorreu foram isolados. Destroços e poeira cobrem as ruas e calçadas por quarteirões ao redor do local. Em Madri, moradores escutaram o ruído da explosão a quilômetros de distância. (Com agências internacionais).

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O Escritório Geral do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China emitiu um aviso aos departamentos agrícolas locais para que mantenham medidas de prevenção em regiões de "alto risco de epidemia do novo coronavírus", mas que continuem a produção "estável", assim como o abastecimento de produtos de origem animal. O governo chinês informou o surgimento de recente surto de pneumonia provocada pelo novo coronavírus em áreas rurais e urbanas de Hebei, Jilin, Heilongjiang, além de outras regiões, e destacou as dificuldades na produção e operação de algumas fazendas. Esses territórios pertencem às cinco áreas em que foram impostas novas medidas de isolamento, anunciadas pela administração central, na segunda-feira. Segundo o comunicado divulgado no site oficial do ministério nesta quarta-feira, 20, o governo chinês conclama autoridades regionais das áreas de médio e alto risco a formular planos de trabalho detalhados e implementar medidas para fortalecer a gestão de fazendas e áreas de produção familiar no combate à pandemia de covid-19, e, ao mesmo tempo, "resolver as dificuldades e problemas encontrados na produção para promover o desenvolvimento estável e ordenado da pecuária" no país. As aldeias que apresentam casos de covid-19, nas áreas de médio e alto risco, devem providenciar testes em massa para quem trabalha com animais. A entrada e saída de pessoas dessas regiões produtoras passa a ser controlada, principalmente no manejo de gado e aves, alerta o ministério. O governo chinês também determinou que sejam implementados monitoramento e investigação de epidemias animais, imunização obrigatória, desinfecção de locais em que foram encontrados animais mortos, assim como nos veículos de transporte desses animais. O objetivo principal, segundo o aviso federal, é a "desinfecção abrangente de criações de gado e aves em aldeias afetadas". O Ministério da Agricultura da China diz, ainda, que é preciso "garantir o fluxo regular de materiais de produção, como gado jovem e aves, gado de reprodução, ração, medicamentos veterinários, ovos e produtos lácteos no escopo das necessidades diárias durante o período de prevenção e controle da epidemia".

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Alvo de pressões pela atuação do governo no combate ao novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira, 20, que a Força Aérea Brasileira (FAB) cumpriu sua missão na entrega de vacinas contra a covid-19 no que chamou de "Dia D menos um". Em evento da Aeronáutica nesta quarta-feira, Bolsonaro destacou o papel da instituição na ajuda do governo federal a Manaus), que nas últimas semanas tem vivenciado uma sobrecarga do sistema de saúde devido ao aumento de casos pela covid-19 e falta de oxigênio para atendimento de pacientes. "A nossa Força Aérea, nessa primeira parte da entrega de vacinas no Brasil, cumpriu a sua missão no Dia D menos um. Isso é motivo de orgulho, tendo em vista o seu planejamento, a sua organização, o seu patriotismo e o sentimento de defesa dos direitos humanos, que vem da alma, vem do coração de cada militar da nossa Força Aérea", disse. Bolsonaro fez referência a uma fala do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que afirmou na semana passada que a vacina seria entregue "no Dia D, na hora H". A previsão inicial do ministério era lançar a campanha nesta quarta-feira, 20, mas o processo teve que ser antecipado depois que o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), iniciou a vacinação no domingo, 17, minutos após o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o uso emergencial dos imunizantes. Na segunda-feira, 18, após conversa com governadores, Pazuello anunciou o começo da distribuição das vacinas para o mesmo dia, mas em vários Estados elas chegaram com atraso. Pazuello atribuiu o ocorrido à antecipação e disse que a previsão inicial era que o processo fosse realizado em cinco dias, e não em 24 horas. Aeronaves da FAB foram usadas para o envio doses da Coronavac, vacina produzida pela farmacêutica Sinovac e o Instituto Butantan. Também no evento de hoje, Bolsonaro disse que a FAB transportou "em suas asas meios, materiais e gente para socorrer os nossos irmãos" em Manaus. A crise no Amazonas, cuja falta de oxigênio para o tratamento de pacientes chegou também ao interior, aumentou a pressão sobre o governo e a gestão de Pazuello. Em resposta a críticas, Bolsonaro disse que "setores que teimam remar em sentido contrário" ao governo "perderão".

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Após se reunir com o embaixador chinês, Yang Wanming, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), descartou possíveis obstáculos políticos como motivo para o atraso do envio de insumos para a produção da vacina contra a covid-19 no Brasil. Segundo ele, houve compromisso do representante da China para acelerar os trâmites para a importação das matérias-primas. Maia afirmou ainda ter informações de que não houve diálogo entre o governo brasileiro e a embaixada, apesar da iminência de paralisação da vacinação contra covid-19 no País por falta de insumos. "Ele (Wanming) abriu a conversa já tratando que de forma nenhuma haveria obstáculos políticos para exportação dos insumos da China. Falou da importância da relação do Brasil com a China, do governo de São Paulo. Parabenizou o governador João Doria e o Instituto Butantan, da vacina que já começou a ser utilizada", disse Maia em entrevista a GloboNews. "O embaixador me disse que não havia obstáculo político, havia problema técnico." Maia pediu a audiência com o embaixador após o Instituto Butantan alertar sobre a possibilidade de paralisação da vacinação contra a covid-19 no País por falta de matéria-prima. A campanha de imunização começou com apenas seis milhões de doses da Coronavac, importadas da China. A iniciativa de Maia ocorre também após integrantes do governo brasileiro entrarem em conflito com os chineses em outras ocasiões. Em novembro do ano passado, por exemplo, o Ministério das Relações Exteriores saiu em defesa do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL) e classificou como "ofensiva" e "desrepeitosa" a reação da embaixada da China a declarações do filho "Zero Três" do presidente Jair Bolsonaro. Nas redes sociais, Eduardo havia vinculado o governo chinês à "espionagem" por meio da tecnologia 5G, o que provocou protesto dos chineses. Para o Itamaraty, chefiado por Ernesto Araújo, a réplica chinesa criou "fricções desnecessárias" e prejudicou a boa relação entre os países. Maia admitiu a existência dos ruídos provocados pelo governo brasileiro em relação à China, mas afastou uma possibilidade de retaliação por causa disso. "Não acredito de forma nenhuma que China vai retaliar produção de vacinas no Brasil", disse. "Sabemos das críticas exageradas e equivocadas do governo brasileiro à China, mas não cabe focarmos nesse problema. Governos são transitórios, o que se espera é que esse governo dure quatro anos no máximo", afirmou. Para Maia, a maioria dos brasileiros sabe da importância da reunião bilateral com China. O presidente da Câmara disse que os dois conversaram também sobre os insumos para a vacina em produção pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mas disse que não tratou sobre datas específicas para o envio dos insumos ao Brasil.

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Líder do Centrão na Câmara dos Deputados e candidato favorito de Jair Bolsonaro para a presidência da Casa, o deputado Arthur Lira (PP-AL) afirmou nesta quarta-feira, 20, que a discussão sobre eventual processo de impeachment contra Bolsonaro não é assunto de sua campanha. "Impeachment é tema pertinente ao presidente atual da Casa. Não vou usurpar nem um dia do mandato dele", declarou Lira, que faz visita ao Rio. "Se eu me eleger no dia 1º, eu falo dessa questão." O candidato, que na terça-feira recebeu apoio formal do PTB e também de parte da bancada do PSL, garantiu ainda que o apoio a sua campanha já é o maior "em termos quantitativos" na Câmara dos Deputados. Segundo Arthur Lira, o apoio do PSL à sua candidatura "é fato consumado". "Temos regras regimentais, já tínhamos maioria absoluta. Havia aquelas questões internas (no PSL) de suspensões, mas nós não concordamos com a decisão monocromática. Encontramos politicamente uma outra forma. Essa questão está resolvida", declarou. "Tivemos também a entrada do PTB, o que nos faz hoje o único bloco formal dentro da Casa e o maior em números quantitativos." O deputado também negou que tenha conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre eventual apoio a um novo imposto sobre transações financeiras. E acrescentou: "quero deixar claro uma mudança de rumo a partir de 2 de fevereiro. O presidente (da Câmara) vai sempre pautar, mas vai sempre ouvir o colégio de líderes, a maioria. A política do 'eu faço' vai acabar. Nós vamos fazer."

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Uma forte explosão atingiu ao menos quatro prédios no centro de Madri, capital da Espanha, por volta das 15h pelo horário local (11h em Brasília) desta quarta-feira, dia 20. O impacto derrubou a parede de vários andares de um edifício, onde serviços de emergência trabalham para socorrer feridos. As autoridades ainda não divulgaram o motivo da explosão, mas há ha suspeita de que tenha ocorrido um vazamento de gás. O Gabinete de Informação de Emergências de Madri informou, por meio de sua conta oficial nas redes sociais, que está atendendo "várias pessoas feridas". Há grande quantidade de escombros no local. O prefeito de Madri disse que pelo menos duas pessoas morreram, informou a Globonews. A explosão ocorreu no número 98 da Rua Toledo, na área central da capital espanhola. Todos os prédios atingidos estão sendo evacuados, segundo as autoridades. Bombeiros também evacuaram idosos de uma casa de repouso que fica próxima ao local. (Com agências internacionais).

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Depois de dizer que são as Forças Armadas que decidem se o povo vive em uma democracia ou ditadura, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, 20, que os militares seguem "o norte indicado pela população". O chefe do Executivo participou nesta manhã de evento em comemoração aos 80 anos de história do Comando da Aeronáutica. Bolsonaro ressaltou que o seu governo respeita os militares e que esses são a "base" de sua missão. O presidente também disse que prega a paz e a harmonia e que setores que remam em sentido contrário "perderão". "O Brasil vem experimentando mudanças ao longo dos últimos dois anos. Umas das mais importantes, temos um presidente da República que juntamente com seu Estado Maior ministros acreditam em Deus, respeitam os seus militares, fato raro nas últimas três décadas em nosso país. E, também, deve lealdade absoluta ao seu povo. Nós militares das Forças Armadas seguimos o norte indicado pela nossa população", declarou. Na segunda-feira passada, sob pressão pela atuação do governo na pandemia de covid-19 e o atraso na entrega de vacinas, o presidente recorreu novamente ao tom mais ideológico em conversa com apoiadores. Ele afirmou que as Forças Armadas são o "último obstáculo para o socialismo" e que "quem decide se o povo vai viver em uma democracia ou ditadura são as suas Forças Armadas". As declarações repercutiram mal entre parlamentares e outros setores da sociedade. No evento de hoje, Bolsonaro fez referências às críticas direcionadas ao governo e disse pregar a harmonia e a paz. "No mais, quando somos atacados, dependendo da onde vem esses fogos, tenho certeza que estamos no caminho certo. Eu prego e zelo pela união de todos, pelo entendimento, pela paz, e pela harmonia, mas os poucos setores que teimam remar em sentido contrário, tenho certeza, vocês perderão", disse. "Hoje nós temos um governo que pensa no seu Brasil como um todo e a grande base nossa para cumprir essa missão é ou são a nossa Marinha, o nosso Exército e a nossa Aeronáutica", acrescentou. Bolsonaro também lembrou que a Força Aérea foi criada em meio à Segunda Guerra Mundial e que desde o início atuou do lado da liberdade e da democracia. O presidente destacou ainda a atuação da FAB para ajuda do governo federal a Manaus, que enfrenta lotação do sistema de saúde e falta de suprimento de oxigênio. O apoio para a entrega da doses da vacina Coronovac também foi citado. "Também a nossa Força Aérea, nessa primeira parte da entrega de vacinas no Brasil, cumpriu a sua missão no 'Dia D menos um'. Isso é motivo de orgulho", afirmou. Este foi o primeiro evento militar que Bolsonaro participou em 2021. No ano passado, os compromissos ligados às Forças Armadas foram maioria na agenda do presidente, que prestigia cerimônias militares como aceno a uma de suas principais bases eleitorais. O dia 20 de janeiro marca a criação do então Ministério da Aeronáutica em 1941. A solenidade foi promovida pela Força Aérea na Ala 1, Base Aérea de Brasília.

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O Fórum Econômico Mundial afirma, no Relatório de Riscos Globais 2021, que a pandemia de covid-19 está aumentando as disparidades e a fragmentação social, ameaçará a economia nos próximos três a cinco anos e enfraquecerá a geopolítica nos próximos cinco a dez anos. "Enquanto isso, as preocupações ambientais ainda estão no topo da lista em termos de probabilidade e impacto para a próxima década", diz o documento. De acordo com a entidade, as pressões financeiras e digitais resultantes da covid-19 ameaçam muitas empresas e suas forças de trabalho. "Embora essas disparidades potenciais possam causar fragmentação social para os Estados, uma perspectiva geopolítica cada vez mais tensa e frágil também dificultará a recuperação global se as potências de médio porte não tiverem um assento na mesa global", diz o relatório. No médio prazo, o Fórum Econômico Mundial também cita riscos econômicos e tecnológicos indiretos, como estouro de bolhas de ativos, instabilidade de preços e crises de dívida como algumas das preocupações dos entrevistados para a pesquisa. "À medida que governos, empresas e sociedades começam a emergir da pandemia, eles devem agora moldar com urgência novos sistemas econômicos e sociais que melhorem nossa resiliência coletiva e capacidade de responder a choques enquanto reduzem a desigualdade, melhorando a saúde e protegendo o planeta", reforça o Fórum.

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Os participantes do BBB 21 foram divulgados nesta terça-feira, 19. Em 2021, nenhum representante da região Norte do Brasil foi escolhido. De acordo com os locais de nascimento divulgados pela Globo, a próxima edição do Big Brother Brasil contará com dez participantes vindos da região Sudeste, quatro da Centro-oeste, quatro do Nordeste e dois do Sul. No BBB 20, a região foi representada por Hadson, do Pará. Em 2019, Vanderson veio do Acre. O Big Brother Brasil 18 deu mais destaque à região Norte: além da campeã, Gleici, do Acre, também participaram Mahmoud, do Amazonas, Diego, do Pará, e Jaqueline, de Rondônia. Em 2017 a vice-campeã Vivian Amorim veio do Estado do Amazonas. Atualmente, ela faz parte da equipe de repórteres do reality show no #RedeBBB. Kéfera Após o anúncio dos participantes do BBB 21 nesta terça, os fãs sentiram falta da Kéfera Buchmann. Quando um fã perguntou: "e a Kéfera?", para a surpresa dos internautas o próprio diretor do reality show, J.B. Oliveira, o Boninho, foi quem respondeu: "Tá na casa dela". Para outra seguidora que escreveu: "Eu esperando a Kéfera", Boninho rebateu: "eu também". O "deboche" do diretor não passou despercebido pela atriz, que era uma das mais cotadas para integrar a nova edição do programa. Kéfera postou em seu Twitter: "Quem perdoa é Deus, o Boninho não". Nos comentários, os fãs ainda apostam que a atriz vai ter a sua vaga no elenco do BBB. A 21ª edição do Big Brother Brasil estreia em 25 de janeiro e conta com a participação de famosos e "anônimos". Entre os famosos, no grupo Camarote, estão Karol Conka, Carla Diaz, Pocah, Fiuk, Projota, Viih Tube, Camilla de Lucas, Nego Di, Lucas Penteado e Rodolfo (da dupla com Israel). Os "anônimos" são o grupo Pipoca: Arcrebiano, Kerline, Lumena, Arthur, Caio, João Luiz, , Juliette, Gilberto, Thaís e Sarah.

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O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), disse em transmissão ao vivo no Facebook na noite de terça-feira, 19, que os profissionais de saúde da cidade não poderão publicar registros da vacinação contra a covid-19 nas redes sociais "A secretária está neste momento com uma portaria proibindo a divulgação em rede social dentro das unidades. Você se vacinou, fique para você. Você não precisa compartilhar em rede social. Essa é a determinação, esse é o pedido", declarou. A decisão ocorreu após a disseminação de boatos refutados pela prefeitura de que moradores fora do grupo prioritário teriam recebido a vacina. Na transmissão, Almeida disse que uma das "polêmicas" foi uma fotografia postada em rede social de uma pessoa tomando outro tipo de injeção. "Aquilo não é a vacina da covid-19. A nossa seringa é diferente", alegou. "Portanto, se requer cuidado quando você posta, quando você comenta." Outro caso que teria atraído críticas foi a imunização de duas médicas recém-nomeadas em uma unidade básica de saúde. Segundo o prefeito, ambas começaram a trabalhar recentemente na rede pública após o afastamento de 122 profissionais da área por causa do novo coronavírus. "Elas estavam em serviço, no seu plantão", justificou o prefeito. "Se encaixa perfeitamente naquilo que preconiza as normas ditadas pelo governo federal", continuou. A capital do Amazonas vive uma grave crise sanitária, com aumento de casos e internações pelo novo coronavírus, em meio à falta de fornecimento de oxigênio. Situação semelhante também é relatada em municípios do interior amazonense e do Pará. A vacinação em Manaus começou na terça-feira, 19, destinada prioritariamente a profissionais de saúde que atuam no atendimento de pacientes com covid-19. A gestão municipal diz que a cidade recebeu 40.072 doses. Segundo boletim epidemiológico do governo amazonense, a capital está com ocupação de 94,3% nos leitos de UTI públicos e privados para pacientes com covid-19, média que é de 94,5% nos leitos de enfermaria. Na terça-feira, a cidade realizou 177 sepultamentos, dos quais 98 de casos confirmados ou suspeitos de covid-19. Há um mês, em 19 de dezembro, foram realizados 39 sepultamentos na cidade, dos quais sete eram de vítimas da doença.

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