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Estadão Contéudo

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O presidente Jair Bolsonaro editou decreto para aprovar a estrutura regimental da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), informou em nota a Secretaria-Geral da Presidência. A medida visa adequar a agência ao novo marco regulatório do saneamento básico. Segundo o órgão, a proposta terá impacto de R$ 1,8 milhão no Orçamento de 2021, 2022 e 2023.

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que quer "enjaular a besta" dos gastos desenfreados com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Emergencial. "Queremos dizer que é preciso ter responsabilidade fiscal", afirmou. A intenção da equipe econômica é, com a PEC, travar gastos em contrapartida a uma nova rodada do auxílio emergencial. Guedes gravou na última sexta-feira, dia 26, podcast com o youtuber Thiago Nigro, do canal Primo Rico, que foi ao ar nesta terça-feira, 2 de março. No programa, o ministro disse que a ameaça permanente do populismo é falar que "vai dar dinheiro para todo mundo". "Vai para a hiperinflação. Você está em endividamento em bola de neve, filhos e netos nossos terão impostos muito altos no futuro para pagar essa falta de coragem de uma geração de enfrentar seus problemas", completou. Guedes defendeu "moderação e foco em quem precisa" em programas de transferência de renda. Segundo o ministro, o Brasil conseguiu "resistir" à pandemia do coronavírus porque fez a reforma da Previdência. "A taxa de juros está baixa porque travamos os gastos", afirmou. O ministro iniciou a gravação dizendo que, "aparentemente", é um "desastre em comunicação". "Vim para a política sem querer, nunca pensei em política", afirmou. Guedes disse que o pagamento do auxílio emergencial sem contrapartidas fiscais seria "caótico" para o País. "Isso teria um efeito muito ruim para o Brasil. É o que aprendemos ano passado, não podemos repetir", afirmou. O ministro disse que o auxílio emergencial agora será em parcelas de R$ 250 e que não foi pago ainda porque é necessária a aprovação da PEC Emergencial, que traz contrapartidas à despesa. "Acho que o Congresso vai aprovar. Queremos ir para a estrada certa e tenho confiança que o Congresso vem junto", disse. "Tentar empurrar o custo para outras gerações, juros começam a subir, acaba o crescimento econômico, endividamento em bola de neve, confiança de investidores desaparece. É o caminho da miséria, da Venezuela, da Argentina", comparou. Segundo o ministro, a segunda onda de casos do coronavírus "veio de repente" e o importante agora é a vacinação em massa da população. Endividamento No Podcast, Guedes disse que, se o endividamento brasileiro continuar crescendo, chegará uma hora que o País não conseguirá mais pagar. "O endividamento é em bola de neve, não sei se lá na frente vão conseguir pagar isso", afirmou. O ministro afirmou ainda que é "perfeitamente compatível" enriquecer o País, reduzindo a desigualdade, mas que não adianta querer distribuir riqueza se o Brasil não crescer. "Vamos aperfeiçoar Bolsa Família e chamar de Renda Brasil ali na frente", disse. Guedes comentou ainda a ideia original incluída na PEC de retirar os pisos para gastos com saúde e educação e disse que isso não significa necessariamente destinar menos recursos do que a correção inflacionária para as duas áreas. "Demos muito mais ano passado, carimbo não protege ninguém. O importante é que dizemos que a classe política é a responsável", completou.

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O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 0,9% na comparação anual de fevereiro, repetindo a variação de janeiro, segundo dados preliminares divulgados nesta terça-feira pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam acréscimo anual de 1% do CPI no mês passado. A inflação de fevereiro permanece bem abaixo da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de uma taxa ligeiramente inferior a 2%. Apenas o núcleo do CPI do bloco, que desconsidera os preços de energia e de alimentos, registrou alta anual de 1,1% em fevereiro, um pouco acima da projeção do mercado, de aumento de 1%. Fonte: Dow Jones Newswires.

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O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,23% em fevereiro, desacelerando significativamente frente ao acréscimo de 0,86% observado em janeiro e também em relação à alta de 0,36% registrada na terceira quadrissemana do mês passado, segundo dados publicados nesta terça-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). No primeiro bimestre de 2021, o IPC-Fipe acumulou inflação de 1,09%. Nos 12 meses até fevereiro, a alta acumulada foi de 6,35%. Cinco dos sete componentes do IPC-Fipe desaceleraram ou migraram para deflação no último mês: Habitação (de 0,80% em janeiro para estável em fevereiro), Alimentação (de 1,50% para -0,31%), Saúde (de 2,12% para 0,74%), Vestuário (de 0,91% para 0,10%) e Educação (de 2,38% para 0,10%). Os demais itens ganharam força ou ficaram positivos de janeiro para fevereiro: Transportes (de 0,92% para 1,59%) e Despesas Pessoais (de -1,12% para 0,10%). Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe em fevereiro: - Habitação: 0,00% - Alimentação: -0,31% - Transportes: 1,59% - Despesas Pessoais: 0,10% - Saúde: 0,74% - Vestuário: 0,10% - Educação: 0,10% - Índice Geral: 0,23%

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A rede de farmácias Pague Menos registrou lucro líquido ajustado de R$ 37,5 milhões no quarto trimestre de 2020, alta de 147,7% em relação a igual período de 2019. Em todo o ano passado, o lucro líquido totalizou R$ 96,0 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 6,9 milhões obtido em 2019. O Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, por sua vez, totalizou R$ 157,8 milhões nos meses de outubro a dezembro, ganho de 2,5% ante o mesmo período do ano anterior. Em 2020, o valor subiu 14,2%, para R$ 572,4 milhões. Já a receita bruta da companhia somou R$ 1,955 bilhão no quarto trimestre, alta de 12,1% em relação ao mesmo trimestre de 2019. No acumulado do ano, a receita bruta acelerou 7,6%, para R$ 7,308 bilhões ante 2019. A venda média mensal por loja atingiu R$ 590 mil nos meses de outubro a dezembro, crescendo 13,8% em relação ao quarto trimestre de 2019. Lojas A rede de farmácias encerrou o ano com uma base de 1.105 lojas distribuídas em 327 municípios. Durante o quarto trimestre não foram realizadas aberturas ou fechamentos de filiais. O crescimento no conceito mesmas lojas foi de 14,0% no quarto trimestre de 2020 e 10,7% no ano, enquanto lojas maduras cresceram 12,3% no quarto trimestre e 8,8% no ano. Em relação ao ticket médio, houve crescimento de 21,4% no quarto trimestre, enquanto a quantidade de atendimentos reduziu 7,7% em reflexo à mudança de comportamento dos clientes durante a pandemia de covid-19. "Os resultados são reflexo de uma série de esforços e investimentos realizados ao longo dos últimos anos. Trouxemos ao time novos executivos em áreas estratégicas, investimos muito em tecnologia, inovação, data analytics e em novos processos, que agregados à nossa equipe e 39 anos de história, preparam a companhia para um novo ciclo de crescimento", afirmou o presidente da rede, Mário Queirós, em nota.

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As vendas no varejo da Alemanha sofreram considerável queda de 4,5% em janeiro ante dezembro em meio a restrições motivadas por uma segunda onda de contaminação pelo novo coronavírus, segundo dados com ajustes sazonais divulgados nesta terça-feira, 2, pela agência de estatísticas do país, a Destatis. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal previam recuo bem menor nas vendas, de 1%. Na comparação anual, as vendas no varejo alemão sofreram contração de 8,7% em janeiro. O indicador de vendas no varejo alemão é volátil e sujeito a grandes revisões. Por esse motivo, economistas normalmente acompanham os números mensais com cautela e levam mais em consideração as médias em três meses.

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O principal comitê consultivo sobre imunização do Canadá recomendou nesta segunda-feira, 1º, que a vacina contra covid-19 produzida pela AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, não seja administrada a pessoas com 65 anos de idade ou mais no país, citando evidências insuficientes sobre a eficácia para aquele grupo. A avaliação do Comitê Consultivo Nacional sobre Imunização está alinhado com países europeus, e foi entregue três dias após o regulador de medicamentos do Canadá ter autorizado o uso da vacina da AstraZeneca. A agência afirmou que a vacina atende aos requisitos de segurança, eficácia e qualidade e pode ser administrada a pessoas de todas as idades. No entanto, "os dados são insuficientes para determinar a eficácia em indivíduos com idade igual ou superior aos 65 anos", afirmou o Comitê. Itália e Alemanha seguem linha semelhante, e não administram as vacinas em pessoas acima dos 65 anos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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Menos de uma semana após deixar o Beira-Rio amargando o vice-campeonato brasileiro, o Internacional voltou ao seu estádio para a estreia na temporada 2021. E ela foi com vitória. Com um time formado praticamente só por garotos das divisões de base, derrotou o Juventude por 1 a 0, pela primeira rodada do Campeonato Gaúcho. O triunfo do Inter foi assegurado graças ao forte início de primeiro tempo do time, que buscou sufocar o Juventude e abriu o placar logo aos 14 minutos, com Guilherme Pato. Depois, contou com as boas defesas de Daniel para manter a vantagem. Além disso, se aproveitou da fragilidade do Juventude, que teve atuação ruim no seu primeiro compromisso na temporada que voltará a jogar na Série A. Na segunda rodada do Gaúcho, o Inter vai enfrentar o Pelotas, na Boca do Lobo. Já o próximo compromisso do Juventude será diante do São Luiz. As duas partidas foram agendadas para quinta-feira. O JOGO - O Inter foi a campo nesta segunda com um time que tinha média de idade de 20 anos, sendo que o mais experiente era o goleiro Daniel, de 26 anos. E, entre os titulares, o jogo foi de estreia entre os profissionais para 5 dos 11 escalados por Fabio Matias, técnico do sub-20 do clube. Já o Juventude, agora dirigido por Marquinhos Santos, utilizou o que tinha a melhor à disposição, pois a Série B se encerrou no fim de janeiro. E quem começou melhor foi o Inter, com os seus jovens. Mais presente no campo de ataque, abriu o placar aos 14 minutos. Johnny acionou Guilherme Pato na grande área, do lado direito. Ele ganhou dividida com Eltinho e finalizou cruzado, com a bola entrando por baixo das pernas de Marcelo Carné. O gol foi sinal da superioridade inicial do Inter, que sufocava o Juventude, inclusive com a marcação adiantada. E poderia ter feito mais, tanto que logo depois, em uma cobrança de falta forte, Lucas Ramos deu trabalho ao goleiro do Juventude, que espalmou a bola para fora. Mas aos poucos a equipe de Caxias do Sul conseguiu equilibrar o jogo e teve sua melhor chance de empatar o duelo, aos 26 minutos, em disparo da entrada da grande área de Eltinho. Foi o sinal de um fim de primeiro tempo mais aberto, ainda que sem muita qualidade técnica das equipes. Na volta para a etapa final, os times retornaram com novidades, sendo a mais chamativa delas a do Inter, o meia Amaya, que costuma ser o capitão da seleção sub-20 da Colômbia e está emprestado até o fim de junho pelo Atlético Hulia. Porém, a superioridade foi do Juventude. Cleberson perdeu chance clara aos 6 minutos, ao pegar mal na bola em finalização da pequena área. Já aos 15, Daniel salvou o Inter duas vezes, em finalizações de Matheuzinho, sendo a primeira de cabeça. E essa acabou sendo a tônica do segundo tempo: maior presença ofensiva do Juventude, com o Inter se livrando de sofrer o empate. Foi assim, também, aos 30 minutos, quando Cleberson cabeceou com perigo, após cobrança de falta de Renan Bressan. No último lance do jogo, Matheuzinho acertou a trave, em lance muito comemorado ao apito final pelos jovens da equipe colorada. O Inter enfrentou o Juventude nesta segunda com a seguinte formação: Daniel; Lucas Mazzetti (Igor), Pedro Henrique, João Feliz e Léo Borges; Johnny, Lucas Vital, Lucas Ramos e Nicolas (Amaya); Guilherme Pato e Vinicius Mello (Matheus Cardoni).

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Um painel de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta segunda-feira, 1º, uma recomendação contrária ao uso da hidroxicloroquina como método de prevenção para a covid-19. Eles dizem que os estudos não mostraram efeitos significativos sobre mortes ou internações e apontaram riscos de efeitos adversos provocados pela substância. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu o uso do remédio ao longo da pandemia, embora várias pesquisas tenham mostrado que ele não tem eficácia contra o vírus. A nova recomendação é de autoria do Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes (GDG, na sigla em inglês) da OMS. Os especialistas dizem que a "forte recomendação" é baseada em evidências de alta certeza obtidas em seis estudos randomizados e controlados com 6 mil participantes. "A evidência de alta certeza mostrou que a hidroxicloroquina não teve efeito significativo em mortes e admissões em hospitais, enquanto evidência de certeza moderada mostrou que a hidroxicloroquina não teve efeito significativo sobre infecções confirmadas em laboratório e provavelmente aumenta o risco de efeitos adversos", declarou a OMS em nota à imprensa. O grupo, diz a organização, considera que a droga não tem mais prioridade para pesquisa e que os recursos devem ser usados para avaliar outras drogas mais promissoras na prevenção contra o vírus. "Essa diretriz se aplica a todos que não têm covid-19, independentemente da exposição a uma pessoa com a infecção", reforçou. A recomendação desta segunda é a primeira versão de uma diretriz voltada a medicamentos capazes de prevenir a doença. O objetivo da OMS é promover orientação confiável sobre a gestão da covid e ajudar médicos a tomarem melhores decisões para seus pacientes. A diretriz poderá ser atualizada diante de evidências. Novas recomendações serão acrescentadas no momento em que estudos de relevância se tornarem disponíveis. A cloroquina e a hidroxicloroquina integram orientação oficial emitida pelo Ministério da Saúde no ano passado, com recomendação voltada a casos leves, moderados e graves. Neste ano, um aplicativo da pasta chegou a sugerir os remédios até a bebês, e foi retirado do ar. O Estadão mostrou que as prefeituras que receberam a doação do ministério agora querem devolver os medicamentos sem eficácia.

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Um surto de covid-19 foi registrado neste fim de semana no Lar Vicentino, em Rio Branco, após um dos profissionais que atuam na unidade de acolhimento testar positivo para a doença viral. Todos os 54 moradores do asilo, bem como os 30 trabalhadores do local, haviam tomado as duas doses da vacina Coronavac. Segundo especialistas, se a pessoa tiver a doença logo após receber a 2ª aplicação, não significa que o imunizante falhou. O Instituto Butantan, responsável pela Coronavac, estima pelo menos duas semanas para que o organismo crie anticorpos neutralizantes. Além disso, o grau de proteção da vacina é de 50,38%. Por isso, especialistas reforçam que é preciso manter os cuidados - como uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social - mesmo após a imunização. Diante da contaminação rápida, os idosos que já testaram positivo para a doença foram colocados em isolamento, numa área anexa à comum, dentro do asilo. Também estão sendo medicados. Dois dos infectados acabaram morrendo. Os exames para confirmar a presença do coronavírus só saíram após o sepultamento dos idosos. Em nota, o Lar Vicentino confirmou os números de doentes, e afirmou que trabalha para conter ao máximo os casos dentro da instituição. Além disso, reclama que na semana passada pediu ajuda da prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, mas recebeu a negativa de apoio para testagem dos idosos e funcionários do local. "Na quinta-feira, 25, notificamos a secretaria de saúde do município informando que nossos idosos estavam com os sintomas. Solicitamos que realizassem testes em todos os idosos e funcionários. Na data de ontem (domingo, 28) não tínhamos ainda recebido nenhuma resposta da secretaria. Com uma doação dos Vicentinos de Patos de Minas-MG, conseguimos comprar os testes e realizar em todos os moradores da casa", afirmou a instituição. O secretário de Saúde de Rio Branco, Frank Lima, minimizou a queixa da instituição, alertando que esse não seria o "momento de procurar de quem é a responsabilidade", mas de agir rapidamente para conter o surto e salvar a vida dos idosos que vivem no local. "O momento de a gente dar a resposta. Se o teste fosse feito na sexta-feira, ou fosse feito hoje, o resultado não sairia diferente. O fato é que na sexta à noite foi noticiado pra nós que havia um cuidador que estava positivo para covid, e esse cuidador pode ser o condutor dessa contaminação. Não podemos afirmar, pois o que vai afirmar são os testes que serão feitos." A professora universitária Ana Paula Pinto, de 44 anos, relata que há cerca de um mês já havia a informação do primeiro caso de contaminação dentro do Lar Vicentino, contudo, desde então, o problema foi empurrado para "debaixo do tapete", levando ao surto de agora. "Quando a gente soube, fomos atrás de informações sobre meu tio. Infelizmente, disseram que as visitas continuavam suspensas. Só que os funcionários de lá continuam entrando e saindo, e isso é arriscado demais, principalmente porque alguns estavam indo para o hospital, onde tinha um idoso internado com covid. Agora já morreu outro", reclama. A reclamação é a mesma entre os familiares da enfermeira Ana Clara Marques, que tem o avô internado no Lar Vicentino. "Chegamos a ligar, mas ver mesmo, só de longe, pela grande, porque ele senta lá na área da frente. Desde o ano passado não conseguimos visitar, e até entendemos. Agora, infelizmente, ele está doente. O pior é sabermos que ninguém (da secretaria) quis testá-los na semana passada, e o Lar não tinha dinheiro", desabafa. A informação do surto no Lar Vicentino se espalhou rapidamente. Surgiram dúvidas sobre a imunização contra o coronavírus, já que os idosos e trabalhadores estava imunizados com as duas doses da vacina Coronavac. Moradores e trabalhadores de instituições de longa permanência para idosos estão entre os grupos prioritários da campanha nacional de vacinação. O médico infectologista Eduardo Farias, que atua no atendimento de pacientes com o coronavírus, explica que é possível, mesmo após a segunda dose, que os imunizados sejam infectados pelo vírus e desenvolvam a covid-19. A tendência, porém, é de que os sintomas seja mais leves. "Muito provavelmente o que ocorreu é que a resposta imunológica dessas pessoas ainda não alcançou o pico que a vacina promove. Na primeira dose, já há uma resposta primária, mas quando você faz a segunda dose, isso se eleva ainda mais em nível de imunidade. Mas também leva um tempo", explica. Farias pontua que é preciso aguardar de 15 a 20 dias para ter mais segurança diante da imunização. "Nesse prazo, a pessoa acaba tendo os níveis de proteção que levariam para os números que o trabalho de eficácia da vacina mostrou". Além disso, é possível que a pessoa não tenha uma virada sorológica no tempo estimado, deixando-se ainda suscetível ao vírus. O médico infectologista destaca que o fato de os idosos ou qualquer outro imunizado com a CoronaVac adquirirem o coronavírus após a vacinação, não é necessário tomar as duas doses da vacina novamente. "Só se ficar provado que eles não fizeram a soroconversão. Ou seja, neste caso, a vacina não teria produzido anticorpos suficientes pra proteger a pessoa da doença", finaliza. Segundo o Instituto Butantan, após testes, a eficácia geral da vacina CoronaVac é de 50,38%. Contudo, há outros índices que são levados em conta como, por exemplo, os 78% para prevenção de casos leves de coronavírus.

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