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Redação Douranews

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Equipes da Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul), responsável pela intermediação da mão de obra, estão percorrendo as aldeias do Estado para o cadastramento dos indígenas interessados em trabalhar na colheita de maçã nas empresas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Essa ação vem sendo realizado desde 2015, por meio de uma parceria entre Governo do Estado, o MPT (Ministério Público do Trabalho) e a Comissão Permanente de Investigação e Fiscalização das Condições de Trabalho e Coletivo dos Trabalhadores Indígenas. Para esta safra, as cinco empresas devem contratar cerca de 5 mil índios guarani-kaiowá e terena do Estado.

Assim como nos anos anteriores, as regras para a contratação foram discutidas e definidas em audiência com a participação de representantes de todos os envolvidos. Para a safra deste ano, as definições ocorreram em encontro realizado na sede da Funtrab no dia 25 de setembro do ano passado. O encaminhamento dos trabalhadores indígenas para as empresas do Sul do país será feito em duas etapas. No final deste mês, eles trabalham na colheita da maça Gala e em março da variedade Fuji. E todos deixam Mato Grosso do Sul já com os contratos assinados e registrados.

Tudo é feito para dar segurança jurídica tanto para os trabalhadores indígenas como para as empresas. As contratantes pagam o mesmo salário-base (R$ 1.278,20), mas o rendimento bruto pode variar de acordo com outras vantagens oferecidas, como gratificação por produtividade, por exemplo, podendo chegar à casa dos R$ 3 mil. As contratantes arcam com o custo do transporte dos índios (ida e retorno), alimentação, alojamento e cesta básica.

O procurador do Trabalho Jeferson Pereira representa o MPT desde que o trabalho teve início, e destaca a importância da participação do Governo do Estado, por meio da Funtrab. “É relevante a participação do Estado para evitar o aliciamento dos trabalhadores indígenas e na preservação dos direitos trabalhistas e também pela transparência”, afirmou. Ele lembra ainda, que a abertura desse mercado de trabalho para os índios do MS veio num momento em que eles perderam atividades que exerciam nas lavouras de cana de açúcar no Estado, com a mecanização da cultura. “Eles não têm qualificação para trabalhar com máquinas computadorizadas, e a colheita da maça é manual, faz parte do estilo de vida deles”, pontua.

Para o diretor-presidente da Funtrab, Enelvo Felini, a conquista dos índios de Mato Grosso do Sul desse importante mercado de trabalho reflete não só nas famílias deles, mas na economia do Estado. “O dinheiro que eles recebem pelo trabalho em Santa Catarina e Rio Grande do Sul eles gastam nas cidades onde moram, movimentando o comércio da cidade. É um trabalho importante que gera emprego, renda e desenvolvimento”, diz ele.

A maior parte dos índios é contratado para a colheita da maçã, mas, segundo o procurador do Trabalho Jeferson Pereira, as empresas estão aproveitando essa mão de obra também para outras atividades, como operar máquinas, na função de tratorista. E nesse caso, a Funtrab é responsável pelo treinamento dos trabalhadores e para isso as empresas interessadas informam com antecedência mínima de 30 dias quantas pessoas precisarão contratar e para quais funções.

“As comunidades indígenas precisam ser melhor atendidas, precisam do apoio do governo, com uma política pública duradoura, para todas as etnias. O governo não tem que ter lado, deve governar para todos”, tem afirmado Reinaldo Azambuja. As políticas públicas da administração estadual para a população indígena abrangem também o acesso a curso superior com o Vale Universidade Indígena, fornecimento documentos como o RG, acesso a moradia e valorização da cultura.

Mesmo com todas as regras sendo discutidas em audiência coordenada pelo procurador do MPT, Jeferson Pereira, e com os indígenas saindo do Estado com a carteira de trabalho e contratos assinados e registrados, o cumprimento do que foi acertado é feito in loco em visita às empresas pela Comissão Permanente de Investigação e Fiscalização das Condições de Trabalho no Mato Grosso do Sul, coordenada por Maucir Pauletti, e pelo Coletivo dos Trabalhadores Indígenas do Estado de Mato Grosso do Sul, presidido pelo indígena José Carlos Pacheco.

Todos os anos, essas empresas também contratam os guarani-kaiowá e terena de Mato Grosso do Sul para trabalharem no raleio das lavouras de maça, em meados do segundo semestre. O raleio é uma das práticas mais antigas na cultura da macieira sem a qual não seria possível produzir frutos de qualidade. Quando muitos frutos se desenvolvem na planta simultaneamente, geralmente não adquirem adequado tamanho e qualidade no momento da colheita. Dessa forma, o raleio é necessário para ajustar o número de frutos na planta, de forma que os frutos restantes apresentem tamanho adequado à aceitação comercial.

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Líderes mundiais se manifestaram neste sábado (11) a respeito da queda do avião em Teerã e pediram para que o Irã colabore com investigações sobre o incidente. O Irã anunciou que seus militares derrubaram, sem intenção, o avião ucraniano que caiu na quarta-feira (8) perto de Teerã. O país havia acabado de atacar duas bases militares dos EUA no Iraque, e os militares esperavam uma retaliação dos EUA. Na tragédia morreram 176 pessoas.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, pediu ao governo do Irã "transparência total" sobre o avião abatido. Ao todo, 63 canadenses morreram no incidente. Ele também afirmou que o foco agora deve ser nas respostas necessárias que envolvem a queda da aeronave.

"[Nesta manhã] falei com o presidente iraniano Rohani e lhe disse que a confissão do Irã era um passo importante para dar respostas às famílias, mas que outras medidas devem ser tomadas", disse Trudeau. "É necessária uma transparência total sobre as razões que provocaram uma tragédia tão horrível", repercutiu o portal G1, com agências internacionais.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, publicou uma mensagem em que diz que a queda do avião reforça a importância de se reduzir as tensões no Oriente Médio. Para ele, é preciso conduzir uma investigação transparente e independente.

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.223 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (11) em São Paulo (SP). O prêmio acumulou com previsão de pagar R$ 14 milhões no sorteio de quarta-feira (15), informa a Caixa Econômica Federal.

Veja as dezenas sorteadas: 02 - 26 - 40 - 42 - 49 - 56.

A quina teve 45 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 47.600,35. A quadra teve 2.702 apostas vencedoras; cada uma levará R$ 1.132,50.

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As provas objetivas do Processo Seletivo para os Programas de Residência Médica e em Área Profissional da Saúde do HU (Hospital Universitário) da Universidade Federal da Grande Dourados (HU-UFGD) acontecem neste domingo (12), até ao meio-dia, no prédio da Fadir, a Faculdade de Direito e Relações Internacionais, que fica na rua Quintino Bocaiúva, 210, no Jardim da Figueira, área central de Dourados.

Os portões foram abertos às 7h15 e fechados às 8 horas e aos candidatos só era permitido levar um documento original de identificação com foto e caneta esferográfica transparente de tinta preta ou azul escura.

O Processo Seletivo para Residência Médica (PSRM-2020/UFGD) oferece 18 vagas, distribuídas por Programa, da seguinte forma:
· Programa de Residência Médica em Clínica Médica (PRMCM – R1): 6 vagas
· Programa de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia (PRMGO – R1): 4 vagas
· Programa de Residência Médica em Pediatria (PRMP – R1): 6 vagas
· Programa de Residência Médica Pré-Requisito na Área Cirúrgica Básica (PRMPRCB – R1): 2 vagas
No Processo Seletivo para Residência em Área Profissional da Saúde (PSRAPS-2020/UFGD)são oferecidas 26 vagas, assim distribuídas:
· Programa: Multiprofissional em Saúde Materno-Infantil
o Formação: Enfermagem – 2 vagas
o Formação: Fisioterapia - 2 vagas
o Formação: Nutrição - 2 vagas
o Formação: Psicologia - 2 vagas
· Programa: Uniprofissional em Enfermagem Obstétrica
o Formação: Enfermagem – 6 vagas
· Programa: Multiprofissional em Saúde
o Área: Atenção Cardiovascular
§ Formação: Enfermagem – 2 vagas
§ Formação: Nutrição – 2 vagas
§ Formação: Psicologia – 2 vagas
o Área: Atenção à Saúde Indígena
§ Formação: Enfermagem – 2 vagas
§ Formação: Nutrição – 2 vagas
§ Formação: Psicologia – 2 vagas

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Bancos, comerciantes e empresas que emprestam dinheiro já podem consultar o Cadastro Positivo para decidir se concedem ou não crédito aos clientes. Os acessos ao banco de dados que reúne informações de bons pagadores foram liberados neste sábado (11), incluindo 120 milhões de consumidores que têm crédito nos cinco principais bancos do país (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa) e em outras 100 empresas, segundo o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

De acordo com o portal G1, essas pessoas vêm sendo comunicadas de que foram incluídas automaticamente no banco de dados via e-mail, SMS ou carta. Nos próximos meses, o banco de dados receberá também informações repassadas por empresas do varejo, telefonia e concessionárias de água e luz. Dessa forma, consumidores que não têm conta em banco também entrarão para a lista.

Entenda o que é e para que serve o cadastro positivo

Como consultar

O consumidor que recebeu a notificação de inclusão já pode consultar sua nota e histórico financeiro nos sites dos birôs de crédito autorizados pelo Banco Central (Boa Vista, Quod, Serasa e SPC). Para isso, é preciso fazer um cadastro com e-mail e senha, e aceitar um termo de compromisso.

Quem não quiser ter os dados no cadastro pode pedir a retirada gratuitamente a qualquer momento em qualquer um dos birôs de créditos – os demais serão comunicados automaticamente. Também é possível solicitar a reinclusão no sistema caso o consumidor se arrependa de deixar a lista.

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O Ministério da Educação pretende descartar 2,9 milhões de livros que nunca foram entregues aos alunos de escolas públicas. As informações foram publicadas neste sábado (11).pelo jornal “O Estado de São Paulo”, conforme repercute o portal G1. Comprado em gestões anteriores do MEC, o material tem edições que teriam vencido, entre 2005 e 2019, e estariam desatualizadas para o uso. O custo de todos esses livros seria de cerca de R$ 20 milhões.

O processo para se desfazer do material começou no fim do ano passado. Na época, o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) alertou para a necessidade de reduzir o estoque de livros, que está armazenado em um depósito alugado dos Correios, em Cajamar, em São Paulo.

O FNDE não respondeu diretamente sobre o descarte. O órgão informou que publicará nesta semana uma norma sobre a chamada "reserva técnica" do PNLD, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático.

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A expressão "o sol está de rachar" fica quase tão verdadeira quando se vê a sensação térmica do Rio de Janeiro, neste sábado (11) com os termômetros atingindo 54,8 graus às 14h15 locais na Estação Santa Cruz, na Zona Oeste. Este calorão é a maior média registrada em 2020, batendo o recorde do ano, pouco mais de 24 horas depois. O recorde anterior era de sensação de 48,6 graus, registrada na sexta (10), publicou OGLOBO.

A sensação térmica leva em conta a temperatura, a umidade do ar, a velocidade do vento, entre outros fatores. Para se ter uma ideia, a média do deserto do Saara é de 50 graus. E a medição atual registrada no Rio já se aproxima do recorde histórico, de 55 graus, registrados na Estação de Guaratiba, em 21/12/2014, de acordo com o Alerta Rio. A capital fluminense também já registrou sensação de 54,9 graus, registrados na Estação de Guaratiba, no dia 5 de fevereiro de 2015, diz a publicação. Neste domingo (12), o calor deve continuar, com a máxima prevista em 37 graus e a mínima, em 23.

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O vereador Madson Valente (DEM), que responde temporariamente neste mês pela Gerência Regional da Sanesul, admitiu esta semana que poderá deixar de concorrer a um novo mandato na Câmara de Vereadores, abrindo a vaga para o virtual retorno do ex-vereador Sidlei Alves, que foi eleito pela base eleitoral conjunta dos dois, no distrito de Vila Vargas, e chegou a presidente do Legislativo em 2010.

Valente é servidor de carreira da empresa há 29 anos e ocupa o segundo mandato de vereador. Ele disputou a primeira eleição em 2012, e contou com o apoio total de Sidlei, à época impedido pela legislação eleitoral por conta do pedido de renúncia do mandato após ter sido investigado na operação ‘Uragano’ (furacão, em italiano) que também resultou na perda do mandato do então prefeito Ari Artuzi e do vice, Carlinhos Cantor.

“Não vejo problema nenhum em conciliar as atividades de vereador com a de gerente da Sanesul [ele preenche o período de férias do titular, Paulo Nepomuceno, até o dia 26] e admite, inclusive, priorizar a carreira e desistir de novo projeto de reeleição. “Posso muito bem atuar em outra frente, na articulação política”, revela o defensor ardoroso do projeto de eleição do deputado Barbosinha (DEM) para a Prefeitura.

Sidlei Alves

Sidlei Alves afastou-se da política, por conta da prisão na operação da Polícia Federal e da renúncia ao cargo, mas não deixou de exercer a atividade, atuando fortemente nos bastidores. Foi coordenador das duas eleições de Madson Valente, ajudou a eleger a deputada federal, atualmente licenciada para o Ministério da Agricultura, Tereza Cristina e mais recentemente, em outubro do ano passado, coordenou a campanha do ex-vereador Francisco Saraiva [depois impedido de assumir por não preencher requisitos legais], que foi o mais votado para o Conselho Tutelar de Dourados.

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O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (10) em Santos que fará uma campanha para que os eleitores não votem em candidatos que usarem o dinheiro do Fundo Eleitoral, o Fundão. Bolsonaro participou da inauguração do novo Pronto-Socorro da Santa Casa da Misericórdia da cidade paulista, segundo divulga a Agência Brasil de notícias.

“Terei um momento difícil pela frente: os R$ 2 bilhões do Fundão. Eu lanço campanha: não vote em parlamentar que usa dinheiro do Fundão. Eu me elegi com 8 segundos [de tempo de campanha na TV]. Quem quer muito tempo e dinheiro quer esconder a verdade. O parlamentar tem momento para se fazer presente juntamente à população, de modo que não precisa de dinheiro”, disse o presidente em Santos.

Em dezembro, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento para 2020 com a previsão de R$ 2 bilhões para o Fundo Eleitoral. O texto seguiu para análise do presidente da República, a quem cabe sancioná-lo ou vetá-lo. Criado por lei em 2017, em decorrência da proibição de empresas fazerem doações para campanhas políticas, o fundo prevê o uso de dinheiro público para esse fim.

“[O Fundão] é uma lei e sou obrigado a cumpri-la. Se não fizesse, estaria ferindo o Artigo 85 da Constituição Federal e a Lei de Impeachment. E não vou dar este mole para a oposição”, disse Bolsonaro, a respeito das exigências legais que devem ser cumpridas no exercício da função, conforme repercute a agência oficial de notícias.

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A Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados) retoma dia 5 de fevereiro a programação do Despertar para o Trabalho deste ano, e traz o consultor empresarial e coach Leandro Camilo, que ministrará a palestra sobre “Planejamento, o seu aliado do sucesso para o ano de 2020”. O evento começa às 7 horas no auditório da associação e encerra às 8 com café da manhã para todos os prticipantes.

Durante a palestra, Leandro vai discorrer sobre como atingir metas e as estratégias de montar um planejamento, mostrando como funciona a metodologia americana, explicando ainda, como bloquear os fatores limitantes que impedem de alcançar objetivos planejados.

O palestrante é formado em Administração de Empresas (FAD) e Ciências Contábeis (Fetac), possui MBA Gestão Estratégica de Negócios (FAD), Gestão Pública Municipal (UFMS), Recursos Humanos (FAD) e mestrado em Agronegócios (UFGD). É Líder Coach (IMB – Instituto Mentes Brilhantes), docente na UFGD/Unigran/Fetac e sócio proprietário na empresa LS Consultorias & Treinamentos, prestando serviços de consultorias empresariais e palestras organizacionais.

O Despertar para o Trabalho é um programa realizado pela Aced há duas décadas, voltado à capacitação de trabalhadores das empresas associadas. Oferece palestras mensais, sempre com temas motivacionais, onde empresários e gestores de equipe estão convidados a participar.

Os colaboradores das empresas associadas à Aced com maior índice de frequência nas palestras realizadas ao longo do ano concorrem ao Prêmio Assiduidade. Já as empresas que mais incentivam os trabalhadores a comparecer são contempladas com o Prêmio Aced.

Serviço

Os encontros são abertos ao público. O auditório da Aced fica na rua João Rosa Góes, 355. Mais informações no telefone (67) 3416-8653 ou WhatsApp (67) 9 8402-6658. Acompanhe a Aced no Facebook (fb.com/aced.dourados), Instagram (@aceddourados) ou acesse o portal (www.aceddourados.com.br). Inscreva-se para receber as novidades enviando um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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