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Redação Douranews

Redação Douranews

Segunda, 05 Setembro 2016 16:10

Professora da Unigran é Destaque Profissional

A professora do curso de Nutrição da Unigran, Rita de Cássia Dorácio Mendes, é uma das premiadas pelo CRN (o Conselho Regional de Nutrição da 3ª. Região, como Destaque Profissional do Ano na área de Nutrição Clínica. Dos quase 20 anos de carreira, durante quatro a professora foi coordenadora do Núcleo de Nutrição, e em outros seis esteve à frente da coordenação do curso na Instituição.

O “Prêmio Destaque Profissional Nutrição” é o primeiro prêmio criado pelo CRN-3, sendo instituído em 1996. Os profissionais são indicados pelos próprios colegas e a premiação é feita por área de atuação, dentro de cada estado [São Paulo e Mato Grosso do Sul] abrangido pela Regional.

Para Rita Mendes, tanto a indicação, como a premiação, foi uma surpresa. “Sempre pensamos que os prêmios vão para profissionais dos maiores centros. Ter o trabalho reconhecido, estando no interior do estado, é realmente muito gratificante”, comemora.

Contudo, a nutricionista garante que a premiação é o reconhecimento ao histórico profissional. “A Nutrição é um agente transformador na promoção à saúde e, no papel de docente, é muito honroso estar entre os premiados”, ressalta.

O prêmio foi entregue em solenidade durante jantar comemorativo realizado sexta-feira (2) em Campo Grande. De Mato Grosso do Sul também receberam o prêmio como Destaque Profissional – 2016 outras duas nutricionistas: Patrícia Vieira Del Ré – da área de Alimentação Coletiva e Tailci Cristina da Silva – em Saúde Pública.

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Deflagrada hoje pela manhã em oito estados mais o Distrito Federal, a Operação Greenfield da Polícia Federal tem como um dos alvos a empresa Eldorado Brasil, que possui sede em Três Lagoas. Foram expedidos 106 mandados de busca e apreensão, 34 de condução coercitiva e sete de prisão temporária.

Os alvos são Funcef (fundo de pensão de funcionários da Caixa Federal), Petros (trabalhadores da Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios), além da sede da Eldorado Brasil –empresa do grupo J&F– em São Paulo. Os Funcef e Petros estão entre os controladores da Eldorado Celulose.

Os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da J&F, holding que é proprietária de uma das maiores empresas de processamento de proteína animal da mundo, a JBS, foram alvos de busca e apreensão e condução coercitiva. Wesley depôs nesta manhã. Como está fora do país, Joesley não foi levado à PF.

O empresário Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, também foi levado para depor nesta operação. Ele também foi preso novamente pela Operação Lava Jato por tentativa de obstruir os trabalhos da CPI da Petrobras, mas sem relação com a Greenfield.

A PF ainda fez buscas na residência o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em São Paulo. Ele está preso há mais de um ano em Curitiba no âmbito da Lava Jato.

Ao todo, a operação envolveu 38 pessoas jurídicas e 74 de pessoas físicas. Entre as empresas investigadas estão Santander, Brookfied, WTorre, a vice-presidência de fundos de ativos da Caixa, Deloitte, GruPar (aeroporto de Guarulhos), Sete Brasil, Rio Bravo, Engevix, IBG Eletrônica (nova Gradiente), HAG Participações (holding da Gradiente) e Invepar.

Outros alvos são a BRAM (Bradesco Asset management) e a BEM DTVM (distribuidora de títulos e valores mobiliários), também do Bradesco, além da massa falida do BVA, LD Consultoria, R.S. Consultoria e Lakeshore.

Buscas foram feitas também na casa do ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, no Rio de Janeiro.

Segundo a investigação, a ação é baseada em análise de déficits bilionários dos fundos de pensão. Ainda de acordo com a PF, em 8 de 10 casos analisados foram realizados investimentos de forma temerária ou fraudulenta pelos fundos de pensão, por meio dos FIPs (Fundos de Investimentos em Participações).

A Justiça bloqueou bens e ativos de pessoas físicas e jurídicas investigadas no valor de aproximadamente R$ 8 bilhões. Os investigados podem responder por gestão temerária ou fraudulenta, além de outros crimes contra o sistema financeiro.

O nome da operação, Greenfield, remete a investimentos que envolvem projetos incipientes, ainda no papel, como se diz no jargão dos negócios.

A Eldorado disse, por meio de assessoria de imprensa, que não se manifestaria até ter as informações sobre a operação. Também por meio de assessoria, a WTorre informou que "a companhia não teve e não tem nenhuma relação direta com nenhum dos fundos de pensão citados na Operação Greenfield".

Comentário

A CCR MSVia implantou a operação pare-e-siga, bem como desvios no tráfego, em sete trechos da BR-163/MS, nesta segunda-feira (5). Conforme a concessionária responsável por mais de 800 km da rodovia em Mato Grosso do Sul, as ações beneficiam obras e serviços.

O SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário) alerta aos usuários sobre a importância da redução de velocidade na aproximação dos locais em obras, uma vez que, devido às interdições parciais da pista, alguns pontos podem apresentar eventuais congestionamentos.

Pontos com desvios no tráfego:

Dourados – entre os kms 263 e 260;
Caarapó – no km 228.

Pontos com pare-e-siga:

Pedro Gomes/Coxim – entre os kms 785 e 783;
Rio Verde de Mato Grosso – entre os kms 703 e 702
Rio Verde de Mato Grosso - entre os kms 679 e 678
Rio Verde de Mato Grosso - entre os kms 659 e 658;
Nova Alvorada do Sul – entre os kms 400 e 399;
Dourados – entre os kms 259 e 258;
Mundo Novo – entre os kms 12 e 11 e entre os kms 6 e 4.

A Concessionária alerta que em caso de chuva, as obras poderão ser interrompidas. A CCR MSVia alerta que o cronograma de obras e serviços é dinâmico, ou seja, outros pontos de intervenção com pare-e-siga ou desvio de tráfego podem ocorrer ao longo do dia.

Acompanhe a evolução da situação de tráfego da BR-163/MS por meio do site www.msvia.com.br em tempo real, ou ligue para o Disque CCR MSVia pelo 0800 648 0163 (ligações gratuitas, inclusive para celulares).

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As multas efetuadas pela 2ª Companhia de Polícia Militar Ambiental (PMA), na região de Corumbá, geraram mais de R$ 207 mil em recursos. Esse balanço refere-se às fiscalizações realizadas entre julho e agosto deste ano. Ao todo foram lavrados 22 autos de infrações administrativas.

Algumas das apreensões realizadas no mesmo período foram de 950 iscas vivas, 40 quilos de pescado, além de 10 mil litros de combustíveis.

Os peixes que são apreendidos pela PMA são analisados e quando possível, acabam destinados a entidades sociais.

A quantia total de multa arrecadada em dois meses somou R$ 207.655,70. O julgamento dessa penalidade é feito pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul).

Depois de condenado, o infrator paga a quantia e parte é destinada para o Fundo de Direitos Difusos e Lesados e outra quantia retorna para investimento na PMA.

Os policiais militares ambientais também realizaram fiscalização na cidade e identificaram três lava-jatos que funcionavam sem autorização ambiental. Houve também denúncias por incêndio em terreno baldio e duas pessoas foram autuadas.

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Wesley Batista, um dos sócios controladores da J&F, holding detentora da JBS, e Walter Torre, dono da Construtora WTorre, foram levados nesta segunda-feira (5) para prestar depoimento na sede da PF (Polícia Federal) de São Paulo Os executivos são alvos da Operação Greenfield, que investiga irregularidades em quatro dos maiores fundos de pensão do país, todos ligados a estatais. Os desvios são estimados em pelo menos R$ 8 bilhões.

A PF informou que havia mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para depor e depois liberada) para Walter Torre e para Wesley Batista. No entanto, segundo a assessoria de imprensa da J&F, Wesley prestou depoimento de forma voluntária. Ele deixou a sede da PF por volta das 11h20.

A J&F e a JBS não são investigadas na operação, mas sim a Eldorado Brasil, empresa de celulose controlada pelo grupo dos irmãos Wesley e Joesley Batista por meio da J&F Investimentos (80,98%). Os fundos de pensão Petros e Funcef, que podem ter sido alvo de fraude, são sócios da Eldorado, com participação de 8,53% cada um.

Em São Paulo, até por volta das 12 horas, a PF também havia cumprido mandados judiciais nas empresas Engevix, OAS e WTorre. Dos 17 mandados de condução coercitiva em São Paulo, seis já foram cumpridos. O mandado de prisão expedido por São Paulo foi cumprido no Rio de Janeiro.

O ex-diretor da OAS, Léo Pinheiro, foi alvo de condução coercitiva pela Operação Greenfield. Ele estava em liberdade provisória pela Operação Lava Jato, mas voltou a ser preso e levado para o Paraná porque o juiz Sérgio Moro, que atua no âmbito da Lava Jato, entendeu que ele continuava cometendo crimes, conforme divulgou o portal G1.

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A instituição do Setembro Amarelo em Campo Grande, lei criada pelo vereador José Chadid (PSDB) e aprovada em 15 de dezembro de 2015, estabelece a realização de campanhas com a finalidade de prevenir suicídios em Campo Grande com o desenvolvimento de ações, dentre elas debates sobre o problema e suas possíveis causas. Em 2016, a Campanha Setembro Amarelo chega ao seu terceiro ano seguido no País. Criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a campanha foi trazida para o Brasil pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com a Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos  (FENAM), assim como suas regionais e  federadas.
 
Para se ter um ideia, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) possui indicadores de que 17% das pessoas no país já pensaram, em algum momento, tirar a própria vida. Por isso, a entidade e parceiras, elaboraram uma cartilha para dar orientações aos profissionais da área de saúde em casos de tentativas ou para identificação de possíveis casos em seus pacientes.
O vereador  Chadid, que é psicólogo, tem reiterado a importância do Setembro Amarelo  reafirmando que muitos casos são oriundos da depressão, que se não diagnosticada e tratada,  leva as pessoas a tomarem decisões extremas. Daí a necessidade de conscientizar à sociedade em geral a respeito de um assunto que ainda é tratado como tabu. Nesta mesma linha, a Associação Brasileira de Psiquiatria, juntamente com o CBF, a Federação Nacional dos Médicos e suas regionais enfatizam o combate ao estigma que paira sobre o tema, informando a população e falando sobre o assunto.
 
Números

Em Campo Grande, números fornecidos pela Secretaria Municipal de Saúde, durante audiências públicas no ano que passou, mostraram que de janeiro a outubro haviam sido registradas 598 tentativas de suicídio na Capital, enquanto que em 2014 ocorreram 53 óbitos. Na época, outro fator alarmante foram dados, também daquela secretaria, de que o suicídio tinha respondido pela terceira causa de mortes em 2014 dentre as causas externas, enquanto que a tentativa foi a terceira violência mais registrada. A faixa etária de quem pratica o suicídio é de 15 a 34 anos. 
 
Diante desse quadro, o vereador José Chadid apresentou o projeto de lei levando em conta que a Associação Internacional de Prevenção do Suicídio havia criado a campanha do Setembro Amarelo e estabelecendo o dia 10 de setembro como o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. 
 
O parlamentar, além do projeto de lei criando o Setembro Amarelo, encaminhou à Prefeitura Municipal uma solicitação para que fosse feita avaliação sobre possível alteração da estrutura arquitetônica do viaduto da Avenida Afonso Pena, sobre a Rua Ceará, de modo a impedir que continuassem a ocorrer registros de tentativas de suicídio no local. Somente no segundo semestre de 2015, quatro casos dessa natureza tinham ocorrido. O parlamentar à época explicou que essa análise forneceria subsídios para que arquitetos e engenheiros  idealizassem projeto que serviria ao propósito de coibir ações semelhantes e que as mudanças arquitetônicas transformariam o viaduto em um cartão postal da cidade.

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A mesma empreiteira que faz o serviço de manutenção predial da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) foi vencedora da nova licitação do serviço, ocorrida em agosto, e ficou com a maior parte dos lotes, valores que ultrapassam os R$ 19 milhões. Além disso, outra empresa, do mesmo proprietário, levou mais um lote de R$ 2 milhões.

A denúncia poderia ser uma séria de coincidências, que culminam em uma ainda maior: o preço cadastrado no pregão eletrônico pelas empresas é exatamente o mesmo registrado pelo pregoeiro do procedimento, levantando suspeitas sobre ‘preços combinados’ poe empresários, que devem encaminhar as denúncias ao Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul.

Trata-se das empresas Bravocast Comércio e Serviços e a Sanways e Souza Engenharia. As duas têm em comum o sócio Danilo Mendes Souza Júnior, que também assina como engenheiro das empreiteiras. A Bravocast tem outros nove contratos com a UFMS, cujos valores iniciais somam R$ 2.304.493,15, segundo o portal de Dados Abertos de Compras Governamentais.

De um total de 15 itens, a UFMS previa em edital um gasto total de R$ 29 milhões e a licitação foi finalizada em R$ 27.589.000,00. A Bravocast ganhou cinco, que somam R$ 19.646.000,00 para reformas da administração central, do CCHS (Centro de Ciências Humanas e Sociais), CCBS (Centro de Ciências Biológicas e da Saúde), das faculdades e dos institutos.

A Sanways e Souza venceu o lote para a manutenção do CPTL (Campus Três Lagoas), em um total de R$ 2.068.000,00.
Itens com preços iguais

Para a surpresa das empresas, a fase de lances do pregão eletrônico não resultou em melhor análise da competitividade das propostas, já que as empresas vencedoras cadastraram exatamente o único valor aceito por item: R$ 940,00, levantando suspeitas sobre preços combinados. Nada além ou próximo disso passou, até mesmo uma oferta de R$ 939,00, um real a menos do preço ‘padronizado’, foi classificada como inexequível pelo pregoeiro da Universidade Federal.

Na disputa de lances, muitas ofertas foram aceitas. No dia 22 de agosto, o pregoeiro registrou no sistema “aceite individual” de várias propostas. No dia 25, apenas três dias depois, desclassificou a maioria. Todas as empresas tiradas do processo licitatório, coincidentemente, deram lugar à Bravocast Comércio e Serviços.
Sobrestado

Após o Jornal Midiamax enviar os questionamentos sobre as denúncias à Universidade Federal, a mesma sobrestou, ou seja, parou o processo licitatório até que todas as reclamações dos empresários sejam verificadas e também informou que, apesar do resultado já ter sido publicado, o pregão ainda não foi homologado.

O engenheiro Danilo Mendes Souza Júnior confirmou ser sócio e responsável técnico pelas duas empresas à equipe de reportagem. Ele negou, entretanto, que isso interfira no processo licitatório.

Certidões de registro das empresas anexadas ao pregão informam que o CREA-MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul) veda a participação em licitação ou apresentação de propostas onde licitem as duas empresas.

O empresário nega. “A lei não determina que seja desclassificatório o item por ser o mesmo dono ou responsável técnico. Isso só acontece seu houver descaracterização de competitividade e um item difere do outro. Uma empresa não tece acesso ao item da outra”, afirma o dono de ambos os escritórios.

Sobre os preços, Danilo informa que R$ 940,00 é o único preço no pregão por item porque é o limite de desconto dentro do BDI (Benefícios e Despesas Indiretas), que é de 70% do valor total. “Várias empresas chegaram a isso e ganharam, então não tem combinação. Nunca tem”, finalizou ao Midia Max.

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Ameaças constantes, falta de efetivo, falta de equipamentos e insegurança são apontadas pelos agentes penitenciários de Mato Grosso do Sul como características do trabalho dos servidores. Após atentado contra um agente em Naviraí e a descoberta de uma 'lista de execução' que ameaça duas servidoras do Estado, os agentes decidiram pela paralisação das atividades nesta segunda-feira (5).

O diretor do Sinsap/MS (Sindicato dos Servidores da Administração de MS), André Luiz Garcia Santiago, falou ao Jornal Midiamax que a ideia inicial é uma paralisação de apenas 24 horas, para chamar a atenção das autoridades. “Não vamos parar todos os serviços. Serão mantidos a alimentação, saúde e o banho de sol dos presos”, afirmou. Os agentes farão restrição ao atendimento de advogados e também atendimento psiquiátrico.

Conforme Santiago, hoje o Presídio de Segurança Máxima, onde agentes se reuniram em um ato para iniciar a paralisação, abriga 2.308 presos. Apesar da quantidade de detentos, apenas 9 plantonistas atuam no presídio diariamente, sendo que o ideal seria 1 agente para cada 5 presos, ou seja, mais de 450 agentes penitenciários.

“Falta vontade política. A categoria cobra uma ação definitiva do poder público, com melhorias nas condições de trabalho”, disse o presidente do sindicato. Santiago ainda lembra que o recente atentado contra um agente em Naviraí, ameaças diárias, fugas de presos e também a morte de detentos provocadas por outros internos resultaram na paralisação dos agentes, para reivindicarem atenção das autoridades.
'Lista de execução'

Para piorar a situação dos agentes penitenciários, na última semana autoridades policiais informaram que duas servidoras foram citadas por integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital). O nome das agentes, uma de Campo Grande e outra de Dourados, foi escutado durante uma interceptação telefônica.

As agentes penitenciárias estariam em uma 'lista de execução' e a ordem teria partido do Presídio de Presidente Venceslau, de um detento conhecido como 'Lendário', que seria o terceiro na hierarquia do PCC. No mesmo presídio está preso Marcola, que seria o líder do comando. “Já conversamos com os agentes e pedimos que eles tenham muito cuidado”, disse Santiago.

De acordo com o sindicato, as duas agentes já saíram de suas cidades, com suas famílias, por questões de segurança. A agente penitenciária de Campo Grande, que foi ameaçada, atua no Patronato e é responsável pelo monitoramento das tornozeleiras e confecção de carteiras de visita. O sindicato já fez pedido de um esquema de segurança no setor.

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Com 50% de ótimo e bom, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) é o segundo mais bem avaliado do Brasil, entre as capitais. A informação foi publicada em matéria de José Roberto de Toledo, do jornal Estadão nesta segunda-feira (5) em reportagem que avalia a perda de prestígio dos governadores frente às crises política e econômica e anexa pesquisa realizada pelo Ibope.

Comparado com os outros 27 gestores, Reinaldo tem mais que o dobro de aprovação, uma vez que os governadores registraram a média de 24% de ótimo/bom. A pesquisa mostra à frente de Reinaldo somente o governador de João Pessoa, Ricardo Coutinho, com 61% de aprovação no segundo mandato.

No quesito rejeição, Reinaldo também aparece com o segundo menor índice, registrando 10%, na frente somente do governador de João Pessoa, que obteve 8% de ruim ou péssimo. A matéria aponta que saúde e segurança são os problemas municipais mais frequentemente apontados pelos eleitores das capitais, justamente as áreas com obrigações compartilhadas por prefeitos e governadores, conforme divulga a assessoria de comunicação do Governo estadual.

Comentário

O Estabelecimento Penal de Aquidauana (EPA) vai ganhar um espaço específico para atendimento dos advogados, além da adequação do setor destinado ao trabalho da Defensoria Pública. Outra novidade será a implantação de um sistema de videoconferência no presídio para a realização de audiências jurídicas.

A realização dessas melhorias foi definida na sexta-feira (2), durante reunião entre o diretor de Operações da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), Reginaldo Francisco Régis, o presidente da subseção de Aquidauana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Rogério Albres Miranda – que também preside o Conselho da Comunidade de Anastácio – e o diretor do EPA, Marco Aurélio Silva Salles.

Durante o encontro, ficou definido que OAB irá ajudar a custear a compra dos materiais, e as obras serão executadas por reeducandos da unidade, sob supervisão. “A construção do parlatório para os atendimentos trará maior privacidade entre o advogado e seu cliente, melhorando as condições de trabalho”, ressalta o da subseção de Aquidauana.  Segundo ele, a adequação desse espaço é um grande pleito da categoria. “Parabenizamos e agradecemos à gestão da Agepen por possibilitar que esse trabalho seja feito”, declarou Miranda.

Para o diretor de Operações da Agepen, será um importante avanço para o estabelecimento penal, já que o local não conta com sala de advogados, a defensoria terá um espaço mais adequado e a sala de videoconferência poderá ser utilizada também para as audiências do Tribunal de Justiça. “Isso irá diminuir a necessidade de escoltas externas, o que reduzirá gastos e melhorará a questão da segurança”, destacou, ressaltando que as melhorias buscadas seguem orientação do diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa Garcia. Conforme Régis, a reestruturação será iniciada ainda este mês.

Visita

Além das melhorias estruturais, durante a visita à unidade de Aquidauana, o diretor de Operações e o diretor do EPA conversaram sobre ações de melhoria e reforço na segurança da unidade. As discussões contaram com a participação de servidores penitenciários.

Na oportunidade, o dirigente falou aos servidores sobre a reforma da cozinha e do refeitório destinado aos agentes penitenciários, para proporcionar uma melhor comodidade aos profissionais. Também informou sobre estudos que estão sendo realizados pela Agepen quanto à ampliação de vagas no local.

Após a visita ao presídio, o dirigente também se reuniu com o juiz da vara Criminal de Aquidauana, Giuliano Máximo Martins, para discutir assuntos referentes à execução penal na comarca.

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