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Redação Douranews

Redação Douranews

Preocupado com uma situação que já perdura há mais de 100 dias, o deputado federal Geraldo Resende (PSDB) está solicitando providências urgentes para resolver o problema da falta de água potável nas aldeias Jaguapiru e Bororó, na Reserva Indígena de Dourados. O parlamentar relatou ao diretor-presidente da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), Sérgio Castilho, o recebimento de constantes reclamações da comunidade indígena para um problema que castiga cerca de 15 mil indígenas, diariamente.
Segundo Geraldo Resende, a falta de água tem obrigado famílias inteiras a andar quilômetros para encontrar água potável, sendo que várias delas saem de casa várias vezes ao dia, o que é suficiente apenas para matar a sede por algumas horas. Isso tem levado, ainda, vários indígenas a recorrerem a minas e córregos que podem estar poluídos por agrotóxicos ou outras substâncias nocivas à saúde, explica.
“A consequência disso já é visível nos postos de saúde, que estão lotados. Como não há rede de esgoto, que muitas vezes fica a céu aberto e próximo dos poços, famílias inteiras podem estar tomando água contaminada”, explica Geraldo Resende. O parlamentar lembra que há cerca de um mês o problema se agravou tanto que escolas como a Tengatuí Marangatu tiveram que dispensar os alunos mais cedo por causa da falta de água.
De acordo com Geraldo Resende, o Dsei-MS (Distrito Sanitário Especial Indígena) informou que realiza manutenções pontuais que amenizam os problemas, porém não os resolvem de maneira definitiva. “É angustiante constatarmos, periodicamente, que um direito básico que é o de ter água limpa e potável, é prejudicado”, afirma o parlamentar.
Para resolver o problema de maneira definitiva, Geraldo Resende vem trabalhando junto à Fundação Nacional de Saúde a possibilidade da perfuração de um novo poço, a implantação de mais bombas d’água e a instalação de rede elétrica para utilização de poços, de maneira que o abastecimento dentro das aldeias e nas escolas sejam feitos de maneira independente.
Lutas históricas
Os problemas da comunidade indígena são preocupação constante de Geraldo Resende. Foi dele a iniciativa, por exemplo, da criação de uma Comissão Externa da Câmara dos Deputados que analisou a morte de crianças indígenas por desnutrição em Dourados e outras regiões do país, em 2005. O resultado foi uma série de providências por parte do governo federal, que resultou na diminuição drástica do problema.
Geraldo Resende também é o autor da proposta que resultou na implantação da primeira Vila Olímpica Indígena do país em Dourados, para o qual, junto com o ex-deputado federal Fernando Gabeira, viabilizou os recursos federais, em parceria com a Prefeitura de Dourados.
A nova Escola Guateka “Marçal de Souza”, que antes era um barracão de sapé, é outra iniciativa de Geraldo Resende, que garante hoje uma estrutura moderna e funcional aos alunos da aldeia Jaguapiru, inclusive com uma quadra de esportes para uso da comunidade local.
Geraldo também viabilizou, recentemente, recursos que possibilitaram ao Município adquirir uma patrulha agrícola mecanizada, atendendo apelo do Conselho Indígena de Dourados. A substituição das chamadas “casas de chocolate”, (que caíram no dia 19 de abril de 2009, após uma ventania) por moradias de melhor qualidade são lutas que tiveram a marca da atuação do parlamentar sul-mato-grossense, conforme relata a assessoria.

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A Justiça do Trabalho de Mato Grosso do Sul conseguiu o pagamento de mais de R$ 8 milhões durante a II Semana Nacional de Conciliação Trabalhista realizada entre os dias 13 e 17 de junho nas 26 Varas do Trabalho e no TRT24 (Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região).

O valor é referente a direitos trabalhistas que não foram pagos por empresas e agora serão quitados graças aos acordos realizados em 562 processos que tramitavam em Primeiro e Segundo Graus do TRT no Estado. O índice de conciliação obtido foi de 40%. Ao todo, 3.223 pessoas foram atendidas na II Semana Nacional de Conciliação Trabalhista de Mato Grosso do Sul. No ano passado, 369 acordos foram fechados na primeira edição do evento que alcançou R$ 6.396.924,60 em conciliações no Estado.
Para o vice-presidente do TRT/MS e coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, desembargador João de Deus Gomes de Souza, o resultado da Semana de Conciliação deste ano foi melhor do que em 2015 porque as partes estão mais conscientes sobre as vantagens da conciliação. "As empresas sabem que hoje não é interessante postergar o tempo do processo por cinco, seis anos, em razão da correção monetária e o trabalhador também tem que pensar no lado dele que não pode esperar 60 meses para tentar receber o que lhe é devido", explicou o magistrado.

Só a Vara do Trabalho de Naviraí realizou 239 audiências e conseguiu firmar acordos em 63% dos processos, somando R$ 1.380.024,02 em conciliações. Do total de audiências, 133 ações eram de trabalhadores da Usina Infinity Agrícola, que chegou a demitir cerca de mil trabalhadores no ano passado. Os processos conciliados com a empresa somaram cerca de R$ 991 mil e já estavam na fase de execução, sendo que alguns tramitavam há mais de três anos.

A 6ª Vara do Trabalho de Campo Grande também conseguiu uma boa soma em conciliações, no valor de R$ 2.022.132,56. Em apenas um dos processos cerca de trezentos vigilantes terceirizados de uma instituição financeira foram beneficiados com um acordo de aproximadamente R$ 1,5 milhão.

Em todo o país, a Justiça do Trabalho garantiu mais de R$ 545 milhões em homologações de acordos trabalhistas. Foram mais de 25 mil acordos firmados entre patrões e empregados que apostaram na conciliação como o modo mais rápido e eficaz de resolver os processos. O resultado da semana também arrecadou aos cofres públicos quase R$ 20 milhões em tributos. "Esse resultado é mais do que expressivo diante de um cenário de crise política, econômica e moral em que vivemos", destacou o ministro Emmanoel Pereira, vice-presidente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

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Uma doença bastante comum na infância é a catapora, mas em alguns casos pode haver complicações, principalmente em crianças muito pequenas, em adultos e em indivíduos imunodeprimidos, em tratamento quimioterápico, por exemplo. O mercado oferece vacina contra a catapora e pode ser aplicada a partir dos 12 meses sem limite de idade.

Essa doença também é chamada de varicela, é causada por um vírus, cuja disseminação ocorre muito facilmente. Não é raro ouvirmos falar em epidemia ou surto de catapora em ambientes fechados, como escola, creches, ambiente de trabalho, etc.

O principal sintoma são as bolinhas que aparecem na pele. Uma criança comum chega a desenvolver de 250 a 500 bolhas pequenas que coçam sobre os pontinhos vermelhos na pele. A catapora é facilmente transmitida para outras pessoas. O contágio acontece através do contato com o líquido da bolha ou através de tosse ou espirro. Geralmente, a vacina previne a doença completamente ou a torna muito moderada. Mesmo aqueles que estão infectados com uma versão moderada da doença podem ser contagiosos.

“Apesar de ser uma doença bastante popular e de fácil contágio, pode haver complicações, por isso a imunização é tão importante em todas as idades. Não só a catapora, mas várias doenças podem ser evitadas através da vacinação”, explica o médico Alberto Jorge Félix Costa, diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização.

As infecções secundárias da pele são as complicações mais comuns associadas à catapora. A doença cria na pele uma porta de entrada para bactérias, que poderão causar infecções na mesma e também nas partes moles, podendo até atingir a corrente sanguínea, provocando infecções sistêmicas e invasivas. A pneumonite viral causada diretamente pela catapora também é temida. Crianças acima de 12 anos e adultos apresentam maior potencial para desenvolvimento dessa complicação grave. Além disso, pacientes imunossuprimidos podem apresentar doença disseminada, ter acometimento do sistema nervoso central, encefalite por varicela, entre outras complicações.

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A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha as obras do governo federal custeadas com recursos do orçamento da União realiza audiência pública, quinta-feira (23) às 9 horas locais, para debater a situação das obras paralisadas e as possíveis medidas para evitar mais prejuízos, no plenário da casa, em Brasília.

A audiência foi proposta pelo presidente da comissão externa, deputado Zé Silva (SD-MG). O parlamentar aponta que o contraste entre os processos do setor privado e do setor público impacta diretamente na infraestrutura do País, o que dificulta o crescimento econômico.

“Estamos reféns de uma burocracia, por vezes, mais voltada para criar dificuldades do que para servir o bem comum, ao mesmo tempo em que assistimos atônitos ao pragmatismo chinês concorrer para a forte expansão econômica experimentada por aquele país nos últimos trinta anos”, afirma o deputado.

Foram convidados para o debate o secretário do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Hailton Madureira; o secretário de Infraestrurura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, Rodrigo Mendes; e o secretário nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Dario Rais Lopes.

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Em comunicado distribuído no final da manhã desta segunda-feira (20), confirmado por um dos filhos da vítima, conforme divulgou o jornalista Tião Prado, de Ponta Porã, familiares do empresário Jorge Rafaat pedem que a Justiça paraguaia garanta a segurança na fronteira e nega rumores de que estaria responsabilizando outro empresário, Jarvis Pavão, atualmente cumprindo pena por lavagem de dinheiro, como autor do crime de execução ocorrido quarta-feira (15) passada em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

“Os dois eram amigos, assim como os filhos de ambos, além de ser amigos, são sócios de uma empresa produtora de eventos”, diz o comunicado, onde a Família Rafaat pede “paz para nós, nossos funcionários e toda a família fronteiriça”. A nota diz ainda que “não queremos derramamento de mais sangue, não queremos guerra”.

 

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SÃO PAULO E CURITIBA — Um dos donos da Engevix, o executivo José Antunes Sobrinho decidiu interromper unilateralmente a negociação de um acordo de colaboração premiada com a força-tarefa da Lava-Jato. Na delação, ele prometia entregar provas do pagamento de R$ 1 milhão a um interlocutor do presidente interino, Michel Temer, como forma de agradecimento pela participação em contrato de R$ 162 milhões da Eletronuclear, referente à usina de Angra 3.

Os advogados do executivo afirmam que a mudança de estratégia foi provocada pela absolvição de seu cliente, em maio, em uma das ações da Lava-Jato, por falta de provas de participação em crimes relacionados à Petrobras. No entanto, investigadores da Lava-Jato desconfiam que o abandono das negociações possa ter outras motivações e se dizem surpresos com a desistência.

Sobrinho ainda é investigado em outras frentes da Lava-Jato, envolvendo pagamento de propina na área elétrica e na usina de Belo Monte. Os advogados do executivo descartam retomar o acordo para a colaboração, já que os casos não estão mais com a força-tarefa. Sobrinho havia assinado o termo de confidencialidade e apresentado pelo menos três propostas, em que citava, principalmente, políticos e operadores do PT e do PMDB.

CONTRATO DE R$ 162 MILHÕES

O executivo contou ter ido duas vezes ao escritório de Temer no Itaim Bibi, em São Paulo, para tratar de contratos na Eletronuclear. Em ambas, estava acompanhado de um dos donos da empresa Argeplan, o coronel da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, tratado por ele como “pessoa de total confiança de Michel Temer”. Por meio de uma parceria com um fornecedor internacional, a AF Consult, Lima conseguiu, em 2012, um contrato de R$ 162 milhões na estatal e subcontratou a Engevix para realizar a obra.

Após os encontros com Temer, Sobrinho diz ter sido cobrado por Lima a pagar R$ 1 milhão de propina, supostamente a pedido do presidente. Segundo o executivo, o pagamento foi realizado por meio de uma fornecedora da Engevix. Depois da Lava-Jato, Lima teria tentado devolver o valor a Sobrinho, que não aceitou. O executivo disse que Temer era o padrinho político do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva, o que o presidente nega. Parte das negociações foi publicada em abril pela revista “Época”.

INFORMAÇÕES DESCARTADAS

Como as negociações foram interrompidas, a força-tarefa não poderá usar informações fornecidas por Sobrinho na tentativa de delação. A chegada de Temer à vice-presidência da República, em 2010, coincide com o avanço da Argeplan em contratos do governo federal, conforme O GLOBO apurou.

Em 2010, a empresa participou do consórcio que ganhou o contrato de R$ 3 milhões do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para fazer o projeto executivo de engenharia de uma ponte suspensa sobre o Rio Xingu, na rodovia Transamazônica. A obra nunca saiu do papel, e no ano passado, o governo federal lançou licitação que inclui o mesmo objeto do contrato anterior — a produção de novo projeto executivo, além da execução da obra.

Também em 2010, outro consórcio com participação da Argeplan assinou contrato de R$ 26,5 milhões com a estatal Valec para supervisionar um trecho das obras da ferrovia de integração Oeste-Leste, na Bahia, por dois anos. O acordo sofreu cinco aditivos e já alcançou um volume total de repasses de R$ 74,6 milhões. O documento original foi assinado pelo então presidente da Valec, José Francisco das Neves, acusado de cobrar propina em contratos.

Quando questionado sobre as acusações de Sobrinho, Temer admitiu ter se encontrado com o executivo e com Lima em seu escritório, mas negou ter tratado de contratos da Eletronuclear. Em nota divulgada quando a denúncia veio à tona, disse que “não intermediou interesses empresariais escusos em qualquer órgão público nacional” e que “não cobrou ou delegou poderes a quem quer que seja para arrecadar recursos”.

A Argeplan negou que João Baptista Lima tenha recebido R$ 1 milhão destinados a Temer ou ter havido beneficiamento da empresa em contrato com a Eletronuclear. Alegou ainda ter entregue ao Dnit o projeto executivo da ponte sobre o Rio Xingu. O Dnit informou que foi entregue um “anteprojeto” da ponte, apesar de o objeto da licitação ser o projeto executivo.

Sobre o contrato triplicado, Valec e Argeplan argumentam que os aditivos foram necessários em função da duração da obra, que teve o prazo estendido.

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Os vereadores de Dourados prestigiaram na manhã desta segunda-feira (20) a solenidade de troca de comando do 2º Grupamento do Corpo de Bombeiros em Dourados. Após dois anos no comando do grupamento, o coronel Edson Ferreira Pinto dá lugar ao tenente-coronel Flávio Pereira Guimarães.

Durante a solenidade, os vereadores de Dourados entregaram a Edson Ferreira Pinto uma moção de congratulação em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo coronel no comando do Corpo de Bombeiros no município. “O Poder Legislativo douradense reconhece as atividades exercidas por este comando que mesmo em um curto espaço de tempo, conseguiu deixar um legado a nossa cidade. Parabéns coronel Edson Ferreira Pinto, sem dúvida seu trabalho desenvolvido nos enche de orgulho e gratidão”, destaca a moção entrega ao homenageado.

A solenidade de troca de comando no Corpo de Bombeiros foi prestigiada pelo presidente da Câmara Idenor Machado (PSDB) e pelos vereadores Madson Valente (DEM), Cido Medeiros (DEM), Pedro Pepa (DEM), Alan Guedes (DEM), Sergio Nogueira (PSDB), Mauricio Lemes (PSB) e Délia Razuk (PR).

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O Diário Oficial da União publica nesta segunda-feira (20) portaria do Ministério da Fazenda que autoriza reajuste nas tarifas de serviços postais e telegráficos dos Correios. O objetivo é atualizar as tarifas em relação à inflação acumulada no último ano. Para entrar em vigor, a medida ainda depende de uma portaria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

De acordo com a ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos), o reajuste médio deve ficar em 10,7% para serviços nacionais e internacionais. O primeiro porte da carta não comercial, por exemplo, terá o valor corrigido de R$ 1,05 para R$ 1,15. No caso de telegrama nacional redigido pela internet, a nova tarifa é de R$ 7,07 por página. Antes, a tarifa vigente era de R$ 6,39. A tarifa da Carta Social, destinada aos beneficiários do programa Bolsa Família, permanece inalterada, em R$ 0,01.

Os Correios informaram ainda que os serviços são reajustados anualmente com base na recomposição dos custos repassados à estatal, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados. As novas tarifas não se aplicam ao segmento de encomendas e marketing direto.

As tarifas são atualizadas com base no ISP (o Índice de Serviços Postais), indicador aplicado aos serviços operados no regime de monopólio pelos Correios. Ele é formado a partir de uma cesta de índices (INPC, IPCA, IPCA Saúde, IPCA Transportes e IGP-M), ponderada pela participação dos grupos de despesas da empresa, conforme divulga a Agência Brasil.

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O presidente interino Michel Temer se reúne hoje (20), às 15 horas locais, em Brasília, com os governadores de todas as unidades federativas para discutir a renegociação das dívidas dos estados com a União. Agora pela manhã os governadores, que integram o chamado Fórum Permanente de Governadores, se reúnem na residência oficial do governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, em Águas Claras, para buscar uma proposta consensual a ser levada ao presidente interino.

Às 13h30, os governadores têm encontro agendado com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles no próprio ministério. De lá, ministro e governadores seguem ao Palácio do Planalto para a reunião com o presidente interino, segundo divulga a agência oficial de notícias do Governo.

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Fábia Helena da Silva Barreto morreu na tarde deste domingo (19), após sofrer acidente na MS 306, em Chapadão do Sul. Segundo testemunhas, a caminhonete seguia no sentido Costa Rica - Chapadão do Sul quando a condutora perdeu o controle do veículo, invadiu a contramão e bateu na lateral de uma carreta.

O espelho retrovisor da S-10 bateu no para-lama dianteiro antes do carro colidir violentamente contra a lateral do outro veículo. Depois de capotar ainda sobre a pista a S-10 foi perdendo pedaços por cerca de cem metros do ponto de colisão até cair numa plantação de milho.

Quando chegou ao local, o Corpo de Bombeiros encontrou Fábia Helena da Silva Barreto já sem vida. Apesar de usar cito de segurança o lado da motorista foi o mais afetado na colisão contra a estrutura de ferro da carreta.

A S-10 teve princípio de incêndio e foi necessário o uso de extintor com pó químico para evitar chamas no milharal. Entre os pedaços do carro que ficaram pelo caminho foi encontrada parte da tampa do motor. A mulher tem um filho acadêmico do curso de Artes Cênicas em Dourados.

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