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Redação Douranews

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A UFGD já formou mais de 250 professores indígenas desde que foi criada em 2006. Essa situação gerou, inclusive, a criação da Faind (a Faculdade Intercultural Indígena) que mantém o curso de Licenciatura Intercultural Indígena "Teko Arandu", com professores das etnias Guarani e Kaiowá habilitados em quatro áreas: Ciências Humanas, Linguagens, Matemática e Ciências da Natureza.

Atualmente, o curso possui 220 estudantes. A graduação é oferecida na modalidade de ensino da pedagogia de alternância, ou seja, atividades de ensino na Universidade e também nas aldeias do Conesul de Mato Grosso do Sul e escolas indígenas. Essa licenciatura vem de encontro à missão da Universidade, de uma educação inclusiva e que promove a troca de saberes e experiências.

A implementação do "Teko Arandu" veio a partir da conjugação de esforços institucionais que envolveu a UFGD, a UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), o Movimento de Professores Indígenas, o Governo do Estado de MS, o Ministério da Educação, a Funai (Fundação Nacional do Índio) e cerca de 20 prefeituras municipais do sul de MS, além de outras entidades, por iniciativa do então coordenador desse projeto, professor Renato Nogueira, falecido em acidente automobilístico quando retornava de uma dessas agendas, de Campo Grande.

Os indígenas que ingressam na UFGD para o curso "Teko Arandu" passam por um vestibular específico, o chamado Processo Seletivo da Licenciatura Intercultural Indígena (PSLIN), reconhecido internacionalmente pela forma e o respeito às especificidades desses povos.

Em todos os cursos

Os acadêmicos indígenas também estão nos cursos de Direito, Relações Internacionais, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação, Engenharia de Energia, Engenharia de Aquicultura, Engenharia Mecânica, Nutrição, Psicologia, Ciência Sociais, História, Geografia, Letras, Educação Física, Pedagogia, Ciências Biológicas, Química, Matemática entre outros.

Para as outras graduações da UFGD, a Instituição adotou a política de reserva para indígenas no último Vestibular voltada a todos os cursos presenciais. Houve vagas a indígenas, inclusive, no curso de Medicina. Na Pós-graduação estudam atualmente aproximadamente 30 indígenas em cursos como Mestrado em História, Entomologia e Biodiversidade, Antropologia, Geografia, Letras, Territorialidade e Educação, e também no Doutorado de História e Geografia. Indígenas egressos da UFGD já se formaram mestres e doutores pelo Museu Nacional, pela Universidade de Brasilia entre outras importantes instituições brasileiras.

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Depois de responder interinamente pela função há mais de dois meses, a servidora de carreira do Município Marise aparecida Bianchi Maciel foi confirmada como titular da Secretaria de Obras Públicas na Prefeitura de Dourados.

A decisão da prefeita Délia Razuk está publicada na edição desta quarta-feira (17) do Diário Oficial do Município, juntamente com a exoneração da servidora do cargo de chefe de departamento na pasta.

Desde que assumiu o comando da Obras na cidade, função pela primeira vez designada a uma mulher, Marise demonstrou habilidade e tato no comando de ações burocráticas e administrativas e vem se sobressaindo no relacionamento com os organismos afins.

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A equipe de fiscalização e pesquisa do Procon realizou, segunda-feira (16), a segunda pesquisa de preços de chocolates e peixes, produtos costumeiramente consumidos na Semana Santa. Foram pesquisados 138 itens em 14 estabelecimentos.

Nos preços de chocolates, a pesquisa atual detectou que o produto com maior diferença entre o menor e o maior valor foi o ovo Baton, lata de 180g, encontrado a R$ 19,90 e a R$ 55,90, diferença de 180,90%; e o Diamante Negro 202g, que apresentou diferença de 100,46% entre o menor e o maior preço.

Trinta e quatro espécies de ovos de Páscoa apresentaram diferença superior a 30% entre o menor e o maior preço, segundo o Procon.

Em relação aos preços de peixes, uma diferença de 107,38% (no caso do quilo do Pintado inteiro) foi detectada entre o estabelecimento com menor e maior preço. Já o bacalhau do Porto apresentou diferença de 107,44% por quilo e o filé de Tilápia foi encontrado com menor preço de R$ 19,90 e maior de R$ 35,49, diferença de 78,34%.

Veja os resultados da pesquisa

Em relação aos complementos para essa celebração do final de semana, uma grande diferença foi encontrada na azeitona verde, embalagem com 100g: 281,88% do menor para o maior preço.

Nos peixes foram encontrados sete produtos com diferença maior de 50% de um estabelecimento para outro e, nos complementos, 13 produtos tiveram diferença maior que 50% entre o estabelecimento com menor e maior preço.

O Procon orienta os consumidores a compararem o preço e verificarem a qualidade e a conservação dos produtos antes de formalizarem a compra. A pesquisa na integra também está à disposição dos consumidores na sede do Procon e no site da Prefeitura de Dourados. O telefone do Procon é o 151.

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O vereador Marcelo Mourão (PRP) encaminhou requerimento à prefeita Délia Razuk e à secretaria municipal de Saúde, Berenice Machado, solicitando informações sobre os custos mensais para a manutenção da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) na cidade.

Marcelo quer um balanço dos últimos 12 meses, especificando os valores gastos pela Prefeitura e os valores dos repasses financeiros, se houveram, feitos pelos Governos Estadual e Federal. Também pergunta quantos atendimentos foram realizados no ano de 2018, qual é o número de médicos plantonistas, como é o funcionamento dos plantões e em que datas foram efetuados os pagamentos dos salários dos plantonistas nos últimos seis meses.

“Nós precisamos de informações concretas para fazer os encaminhamentos nesta Casa Legislativa. Diante das informações que virão do Executivo poderemos esclarecer as pessoas de como anda o funcionamento na UPA”, afirmou Marcelo.

O parlamentar aponta que há mais de um ano o deputado José Carlos Barbosa, o “Barbosinha” (DEM), colocou uma emenda no valor de R$ 20 mil para a reforma da recepção UPA, com aquisição de novas cadeiras e ar-condicionado, mas até agora as melhorias ainda não foram realizadas.

“Saber como tem funcionado a UPA, com base em dados dos últimos doze meses, nos dará subsídios para contribuir na busca de meios para melhorar o atendimento à população”, finalizou Marcelo.

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O vice-governador Murilo Zauith (DEM) representa o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) nesta quarta-feira (17), na entrega de 92 unidades habitacionais construídas como parte do projeto implantado pela construtora Engepar no Residencial San Marino II, localizado no Vila Toscana, na região Oeste da cidade. A prefeita Délia Razuk também vai participar do evento, marcado para às 17 horas.

O evento de entrega das casas será marcado ainda pelo show com a dupla Paulo & Jean, promovido pela construtora. O Vila Toscana está sendo considerado o bairro que mais cresce em Dourados; já conta com mais de 4.200 famílias residentes.

Carlos Clementino Moreira Filho, sócio proprietário da Engepar, diz que "o evento celebra o crescimento de Dourados, com geração de emprego e renda. Muito esforço de brasileiros honrados está empregado nesse sonho de morar no Vila Toscana, com apoio dos Governos Federal, Estadual e Municipal”, afirma.

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Debate sobre os serviços de saúde que atendem à população da Reserva Indígena de Dourados, realizado segunda-feira (15), reuniu representantes da Sems (Secretaria Municipal de Saúde) e Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) com a prefeita Délia Razuk. Ela aproveitou para valorizar a importância dessa articulação de ações para melhor atender os indígenas.

Conforme o secretário adjunto Vagner Costa, a reunião foi muito produtiva e vem para agregar interesses dos setores e proporcionar uma maior aproximação entre a Sems e a Sesai.

“Debatemos as demandas daquela região e é de grande importância esse estreitamento entre as Secretarias. Destaco que, principalmente no que diz respeito à Atenção Básica, vamos atuar para planejarmos ações em conjunto e agir para integrar a saúde indígena dentro da própria saúde do município”, pontuou.

A secretária de Saúde Berenice Machado enfatizou que o fortalecimento dos vínculos resulta na construção de um planejamento estratégico dentro das necessidades do setor para o atendimento da Reserva Indígena.

O próximo passo será a realização de uma visita técnica da Sems ao Polo Base da Reserva Indígena, em data que está sendo definida. “Vamos acompanhar de perto como estão sendo desenvolvidos os serviços da atenção básica e estabelecer em quais outros pontos a Secretaria pode agregar no que diz respeito à saúde indígena” acrescentou Vagner Costa.

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Os calouros do curso de Agronomia da Unigran distribuíram mais de três mil mudas de plantas medicinais e condimentares na Praça Antônio João durante a manhã de sábado (13) passado em Dourados. Além de mostrar a importância do uso dessas plantas, a atividade foi sustentável, pois todos os recipientes foram confeccionados com materiais de reaproveitamento natural.

A atividade foi desenvolvida nas disciplinas de Introdução à Agronomia e Química Geral, orientada pelos professores Mateus Luiz Secretti e Célia Menegati, respectivamente. O objetivo foi fazer com que os calouros resgatassem a importância do uso de plantas no dia a dia da família.

Os estudantes tiveram que usar a criatividade. “A avaliação era de que os alunos desenvolvessem recipientes sustentáveis e que usassem plantas diferenciadas, mostrando para a população a importância do profissional da área agrícola. O agrônomo não trabalha apenas com grandes culturas, grandes áreas e grandes lavouras, ele também tem o papel de atuar neste ambiente da agricultura familiar”, mencionou Mateus Secreti.

A produção foi de mudas de alecrim, sálvia, hortelã, erva cidreira, diversidades de pimenta, manjericão, salsinha, além de várias plantas que podem ser utilizadas através de infusão, chás, plantas de anador para pequenas dores de cabeça, por exemplo. Sob o viés da sustentabilidade, alguns grupos utilizaram a casca do coco e de maracujá, palha de milho, material biodegradável, goma de tapioca, entre outros materiais como recipiente das mudas.

O grupo do acadêmico Renato Pinheiro dos Santos produziu mudas de pimenta. “Colocamos a muda da pimenta em um tubete feito com cartela de ovo e gesso que, ao modelar, colocamos casca de ovo, pintamos e decoramos com desenho de pimenta. Muito legal e interessante este trabalho. Ficou bonito, as pessoas gostaram. É o futuro pensarmos no agronegócio sustentável”, enfatizou o estudante.

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A Escola Presbiteriana Erasmo Braga comemorou no dia 6 deste mês, 80 anos de atividades em Dourados. Além das comemorações realizadas pela comunidade escolar, no prédio da escola e na igreja que mantém as ações de evangelização e educativas no Município, a Câmara de Dourados vai realizar Sessão Solene nesta quarta-feira (17) para a entrega do Diploma ‘Jubileu de Carvalho’, outorgado por iniciativa do vereador Alan Guedes (DEM), presidente do Legislativo.

De acordo com o vereador Alan Guedes, ao longo dessas oito décadas a escola Erasmo Braga já formou pessoas de diferentes camadas, e que hoje contribuem, inclusive, com os conhecimentos adquiridos, para o desenvolvimento socioeconômico do Município e fora dele. Na sessão ordinária de segunda-feira (8) passada, o presidente do Conselho Administrativo da escola, reverendo Izaias Moreira Cunha, falou sobre os 80 anos da instituição durante a Tribuna Livre da Câmara.

“Temos uma visão de futuro e entendemos que a nossa missão precisa ser continuada no ensino médio. Por isso, no ano passado aprovamos a construção de uma nova unidade para atendermos os alunos do ensino médio, porque entendemos que não podemos encerrar este trabalho tão precioso e especial que é realizado até o 9º ano", anunciou o reverendo Izaias na sessão. A atual diretora da escola é a professora Léia Quiles Melhado Arcas.

Em 1947, inclusive, citou o reverendo, um fato curioso foi a implantação de um sino, por iniciativa da comunidade presbiteriana internacional, para alertar estudantes sobre a pontualidade às aulas, já que a maioria não possuía relógios e costumava, ainda, se orientar pelo sol. O sino está em exposição ao longo desta semana, no saguão do shopping Avenida, reverenciando o aniversário de criação da escola. Em 2014, a escola criou projeto que permite conceder bolsas de ensino integral a alunos carentes.

A Sessão Solene para a entrega do Diploma ‘Jubileu de Carvalho’ tem início às 19 horas e será aberta ao público no Plenário da Casa de Leis.

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O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin foi ouvido nesta terça-feira (16) pela PF (Polícia Federal) como testemunha em um inquérito que, segundo ele, investiga formação de cartel. A PF, entretanto, não confirmou a que inquérito se refere o depoimento de Alckmin.

“Fui colocado como testemunha do processo que envolve cartel no Brasil inteiro na área de energia, transporte, hidrelétricas. No que eu pude colaborar, colaborei”, disse o ex-governador a jornalistas, após o depoimento na PF. “Vim aqui como testemunha para ajudar nesse inquérito”, acrescentou.

Alckmin chegou à sede da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo por volta das 15h30 e deixou o local pouco antes das 18 horas locais, após falar rapidamente com a imprensa, como repercutiu a Agência Brasil de notícias.

“Na área do cartel, temos um processo que movemos no caso da Siemens e de outras empresas, no qual o estado [de São Paulo] é vítima”, afirmou o ex-governador. Ele informou que entrou com processo judicial pedindo que o estado seja indenizado. “O processo está andando para o estado ser ressarcido”, acrescentou.

O advogado Marcelo Martins de Oliveira informou que o depoimento prestado por Alckmin nesta terça-feira se refere a um inquérito policial da Delegacia Fazendária que está apurando questões relativas à formação de cartel. De acordo com o advogado, esse inquérito foi instaurado em 2011.

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Mato Grosso do Sul possui a segunda maior população indígena do Brasil. São 73.295 mil habitantes, segundo dados do último Censo do IBGE de 2010, e abriga oito etnias: Atikum, Guarani Kaiowá, Guarani Ñandeva, Guató, Kadiwéu, Kiniquinau, Ofaié e Terena. Culturas diferentes, com tradições peculiares, porém com algo em comum: a terra que habitam.

Por este cenário diversificado dos povos nativos, o Governo de Mato Grosso do Sul implantou, em 27 de abril de 2015, políticas que garantem a cidadania. A população foi contemplada com uma pasta para tratar especificamente dos assuntos pertinentes às questões indígenas, a Subsecretaria de Políticas Públicas para População Indígena, subordinada à Secid (Subsecretaria Especial da Cidadania), ligada diretamente ao gabinete do governador Reinaldo Azambuja.

Nesta semana em que o Brasil comemora a cultura e tradições dos primeiros nativos desta terra, Mato Grosso do Sul relata histórias de superação e garantia da cidadania para o índio sul-mato-grossense. São quatro anos de conquistas e assistência nas áreas de habitação, saúde, qualificação profissional e educação, traduzidas em dezenas de ações e programas voltados para os povos indígenas.

Conheça alguns:

Caravana da Saúde Indígena

Realizada em aldeias, é considerada a maior ação de governo voltada aos povos indígenas. As edições ocorreram nos municípios de Miranda, Aquidauana e Amambai atendendo as aldeias da região em parceria com as Prefeituras e os DSEIs (os Distritos Sanitários Especiais Indígenas). Os indígenas tiveram acesso a consultas nas especialidades de cardiologia, dermatologia, endocrinologia, ginecologia, neurologia, neuropediatria, oftalmologia, ortopedia, otorrino, odontologia, psiquiatria, urologia e psicologia. Também tiveram acesso a exames de eletrocardiograma, eletroencefalograma, PSA (câncer de próstata), preventivo (papanicolau), mamografia, ultrassonografia, câncer de pele e prevenção ao câncer bucal.

Proacin

O Programa de Apoio às Comunidades Indígenas foi desenvolvido em parceria com a Agraer (a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), em 2015, beneficiando ao longo de três anos 72 comunidades indígenas, em 24 municípios de Mato Grosso do Sul. O projeto visa a aquisição de sementes e óleo diesel e reforma de tratores. As atividades impactaram diretamente a agricultura nas aldeias.

Fórum das Mulheres Indígenas – empoderamento feminino

O fórum tem objetivo de discutir políticas de atendimento às mulheres indígenas. No ano de 2017, com o tema “Mulheres Indígenas Empreendedoras”, buscou fomentar o empoderamento das mulheres por meio do empreendedorismo. No mesmo viés do atendimento à mulher, a Subsecretaria entregou cartilhas Maria da Penha nos aldeamentos na tradução terena e guarani. A ação contou com a parceria da Defensoria Pública estadual. Também foi feita a inserção das indígenas artesãs no Festival de Inverno em Bonito e América do Sul em Corumbá levando as artesãs que evidenciaram seus trabalhos para além das nossas fronteiras.

Vale Universidade

O Programa Vale Universidade Indígena foi instituído no ano de 2009 pelo decreto 12.896 de 21 de dezembro e, desde a criação do benefício, já atendeu cerca de 630 acadêmicos em mais variados cursos de graduação e, atualmente, 88 estão nos bancos das faculdades. Além do benefício de ingressar na Universidade, subsidiada pelo Governo do Estado, o programa ajuda o acadêmico que cumpre atividade fora da aldeia com o valor correspondente a 10% do salário mínimo para custeio do transporte estudantil. Em contrapartida, o acadêmico deve realizar atividades com carga horária de doze horas semanais compatível com o horário escolar.

Aldeia Urbana

Uma das maiores lutas da população indígena na atualidade é a busca pela terra. E foi com este objetivo que a Agehab (Agência de Habitação Popular) buscou parceria com a União e conseguiu emplacar o PNHR (Programa Nacional de Habitação Rural) para atender os indígenas da aldeia urbana Água Bonita, em Campo Grande, e devolver a dignidade para mais de 600 pessoas. Serão 79 casas construídas por meio da colaboração entre União, Estado e município com a participação direta dos beneficiados na realização deste projeto.

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Parceria firmada entre o MPT (Ministério Público do Trabalho), a Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul), Comissão Permanente de Investigação e Fiscalização das Condições de Trabalho e Coletivo dos Trabalhadores Indígenas garante trabalho digno e com todas as garantias trabalhistas por meio de atividades de mercado que geram renda para trabalhadores indígenas. Neste ano, cinco empresas assinaram contratos com os índios para a colheita da maçã, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Cada um dos cerca de 3.500 índios de Mato Grosso do Sul recebe salário mensal de R$ 1.200, além de ganho por produtividade.

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