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Redação Douranews

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Fiscalização realizada na madrugada do último dia 15, em Campo Grande, pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul (CRMV/MS), resultou em autuação a uma clínica veterinária. O estabelecimento, que possuía horário de funcionamento 24h, não havia médico veterinário à disposição em todo o seu período.

Segundo a Resolução CFMV nº 1015/2012, clínicas que possuem internações e funcionamento 24h, ainda que não haja atendimento ao público, são obrigadas a manter um profissional médico veterinário em período integral.

A clínica tem 30 dias para apresentar defesa administrativa ao CRMV/MS. Se a defesa for julgada improcedente, será lavrada multa de R$ 8 mil.

A fiscalização noturna tem o objetivo de garantir à sociedade que os estabelecimentos veterinários ofereçam pronto atendimento veterinário aos animais que chegam, segundo o Presidente João Vieira de Almeida Neto. “É fundamental a presença do médico veterinário no período integral das clínicas com funcionamento 24h. Ele é o único profissional capacitado a atender e prestar os primeiros socorros aos animais”, completa.

No total, foram fiscalizadas 8 clínicas veterinárias, todas registradas no Conselho como estabelecimentos com horário de funcionamento 24h.

 

Denúncia

Para denunciar um estabelecimento comercial (como petshop, casa agropecuária ou banho e tosa) ou estabelecimento veterinário (consultório, clínica ou hospital), basta acessar o link “Denúncias” do site do CRMV/MS. É obrigatório que contenha o nome do estabelecimento, endereço, cidade e a descrição da ocorrência.

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Após decolar do Aeroporto Francisco de Matos Pereira, em Dourados, na manhã de hoje, o voo 9215 da Azul Linhas Aéreas com destino a Viracopos, em Campinas (SP), teve que retornar para a pista. O avião apresentou problemas mecânicos logo depois da decolagem.

"Foi um problema técnico, que surgiu 10 minutos após decolar, mas nada grave, já foi resolvido e o avião já está pronto para decolar", disse um funcionário da empresa.

O voo que saiu às 10h20, estava com 61 passageiros a bordo, e após o retorno, permaneceu por aproximadamente 1 hora em Dourados até que o problema fosse solucionado. Logo após, levantou voo para a cidade do Interior de São Paulo.

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Evento é voltado para professores universitários, alunos em formação, pesquisadores, alunos de pós-graduação e professores da rede pública de ensino.

Professores, alunos e profissionais da área de Educação terão a oportunidade de debater os "Desafios Contemporâneos" durante o I Encontro de Licenciaturas, promovido pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em Dourados. O evento será de 29 de agosto a 2 de setembro. 

O encontro é uma iniciativa dos coordenadores dos cursos de Licenciatura da UEMS e tem apoio da Pró Reitoria de Ensino (Proe). A unidade de Dourados conta com mais de dez cursos, entre graduação e pós-graduação, nas áreas de Ensino e Educação.

De acordo com o professor Marcelo Salles Batarce, coordenador do curso de Matemática da UEMS e integrante da comissão organizadora do evento, a ação conjunta dos cursos de Licenciatura é motivada pelo entendimento de que existem questões e reflexões fundamentais para os cursos de formação de professores que transcendem a especifidade de cada disciplina.

"Nosso desejo é o de propiciar um ambiente de diálogo e reflexão sobre a formação de professores do qual participem professores formadores, alunos em formação, pesquisadores, alunos de pós-graduação e professores da rede pública de ensino", afirma o docente.

Programação

A palestra de abertura do evento debaterá o tema "Trabalho no Contexto da Formação docente:  novas faces da educação superior no Brasil", e será ministrada pelo Professor Doutor César Nunes, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Além das palestras, o evento contará com oficinas, minicursos e rodadas de debate. As inscrições para participação no I Encontro de Licenciaturas (UEMS-Dourados) poderão ser feitas a partir da próxima semana.

Mais informações podem ser obtidas no portal do evento.

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Está aberto o novo concurso público da Universidade Federal da Grande Dourados (concurso UFGD) do estado do Mato Grosso do Sul, para ingresso na carreira técnico administrativa em educação. A seleção tem vagas para candidatos de níveis fundamental, médio e superior em diversos cargos, e ainda reserva 5% delas para portadores de deficiência e outros 20% para negros e pardos.

UFGD-MS tem edital para AdministrativosSão 27 vagas abertas, distribuídas na seguinte maneira:

Para quem possui nível de escolaridade fundamental há a chance de concorrer ao cargo de Operador de Máquinas Agrícolas. Já quem tem diplomação de nível médio/técnico pode tentar cargos de Assistente em Administração, Técnico de Laboratório/Acervos Documentais, Técnico em Agropecuária, Técnico em Refrigeração e Técnico de Laboratório/ Biotério. Para quem possui nível superior, há os cargos de Administrador, Analista de Tecnologia da Informação, Contador e Nutricionista.

Os salários oferecidos aos servidores são de R$ 1.834,69 para o cargo de nível fundamental, R$ 2.294,81 para funções de nível médio/técnico e de R$ 3.868,21 para cargos de nível superior, mais o auxílio alimentação no valor de R$ 458,00. Veja o edital.

Inscrições e prova

As inscrições estarão abertas até o dia 05 de setembro de 2016, somente no endereço eletrônico - http://cs.ufgd.edu.br/concursos/tecnicos-administrativos/73 e devem ser feitas mediante o pagamento de taxas de participação de R$ 100,00 para os cargos de nível superior, de R$ 80,00 para nível médio/técnico e R$ 60,00 para fundamental.

As provas que selecionarão os candidatos serão aplicadas no dia 18 de setembro na cidade de Dourados-MS e terão questões de múltipla escolha sobre as disciplinas de língua portuguesa, legislação relativa ao servidor e à instituição e ética no serviço público, conhecimentos específicos, noções de informática e raciocínio lógico.

Os gabaritos preliminares das provas serão divulgados no dia seguinte, no endereço eletrônico da banca do concurso, abrindo o prazo de 48 horas para a interposição de recursos administrativos. O concurso público terá validade de dois anos, a contar da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período, a critério da UFGD.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta quarta-feira (10), 2,5 toneladas de maconha na BR-163, em Caarapó, no sul de Mato Grosso do Sul. A droga era transportada em um caminhão frigorífico e estava escondida na carga de frango congelado.

Segundo a PRF, o condutor saiu com o caminhão do Paraná, carregou os frios em Aral Moreira, na fronteira com o Paraguai, e depois pegou o entorpecente no país vizinho.

Os fiscais receberam denúncia e abordaram o veículo perto da rodoviária do município, na saída para Dourados. Inicialmente, o motorista disse que iria para Fortaleza, mas acabou confessando, no depoimento, que levaria a maconha para o Rio de Janeiro.

A droga, o caminhão e o condutor foram encaminhados para a PRF em Dourados.

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Com o tema “Escola e Diversidade”, o II Congresso de Educação da Grande Dourados inseriu os quatro Núcleos da UFGD, Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB), Núcleo de Estudos de Diversidade de Gênero e Sexual (NEDGS), Núcleo de Assuntos Indígenas (NAIN) e Núcleo Multidisciplinar para a Inclusão e Acessibilidade (NuMIAc) como mediadores na programação de conferências voltadas para estudantes de graduação, pós-graduação, servidores da UFGD e professores da rede pública e privada de Dourados e Região.

O Congresso é organizado pela Faculdade de Educação, começou na noite de terça-feira (9) e prossegue até 12 de agosto, no Auditório Central da Unidade 2 da UFGD (Cidade Universitária). Junto ao evento também são realizadas a X Semana de Educação, o III Seminário Regional: Diálogos Interculturais, Currículo e Educação de Fronteira Étnico-Racial e a II Exposição de Bonecas Negras.

A primeira conferência debateu “Escola, diversidade e inclusão na perspectiva da Educação Especial”, foi ministrada pela Profª Drª Enicéia Gonçalves Mendes (UFSCar) e mediada pelo Prof. Dr. Leonardo Santos Amâncio Cabral (UFGD/FAED), chefe do Núcleo Multidisciplinar para a Inclusão e Acessibilidade.

Hoje, quarta-feira, às 19h, a conferência será sobre “Impasses entre diversidade e gênero na educação”, ministrada pela Profª Drª Ana Maria Colling (UFGD) e mediada pelo Prof. Dr. Miguel Gomes Filho (UFGD/FAED), chefe do Núcleo de Estudos de Diversidade de Gênero e Sexual.

Já na quinta-feira (11), também às 19h, serão duas conferências. A primeira tratará do tema “Das imagens de ontem, dos reflexos de hoje: uma discussão sobre criança, infância e raça”, pela Profª Drª Ione da Silva Jovino (UEPG) e a segunda será sobre “Produção de Culturas infantis e as crianças negras: ancestralidade, corporalidade e oralidade”, pela Profª Drª Ellen de Lima Souza (UFSCar). A mediação será feira pela Profª Drª Eugenia Portela de S. Marques (UFGD/FAED), chefe do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB).

O encerramento do Congresso será com a conferência “Educação Escolar Indígena: conquistas, resistências e subversões”, ministrada pela Profª Drª Adir Casaro Nascimento (UCDB) e mediada pela Profª. Drª. Adriana Sales – (UFGD/FAIND), chefe do Núcleo de Assuntos Indígenas (NAIN).

ABERTURA


A abertura do Congresso aconteceu na noite de terça-feira (9) com apresentação cultural do Grupo de Dança e Ginástica Travessias, que é coordenado pela professora Jaqueline Nunes e foi criado no Laboratório de Práticas Corporais da Faculdade de Educação.

Em seguida ocorreu a solenidade oficial com as falas dos organizadores do Congresso, dos chefes dos Núcleos da UFGD e da pró-reitora de Ensino de Graduação, Paula Pinheiro Padovese Peixoto, como representante da reitora Liane Calarge.

Em geral, foi destacada a criação do Congresso a partir do crescimento da Semana de Educação, o envolvimento dos estudantes e servidores na organização do evento, a importância do tema “Escola e Diversidade” para a formação de professores que entendam que as diferenças entre as pessoas não podem ser motivo de inferiorização por etnia, gênero ou deficiência e que o Congresso acertou em discutir diversidade no cenário atual de debate sobre o posicionamento político crítico da escola e o movimento “escola sem partido”.

Na oportunidade, os chefes dos Núcleos fizeram uma breve apresentação de cada linha de atuação e a conferencista da noite, Profª Drª Enicéia Gonçalves Mendes (UFSCar) também destacou a importância desses Núcleos para que a discussão tenha maior alcance e todas as licenciaturas melhorem a formação de professores.

Informações: http://congressodeeducacaoufgd.com.br/

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Nas ruas, a rotina deles se divide em lutar contra a criminalidade e garantir a segurança da população. Alguns têm acumulado outro atributo: chamam a atenção por serem considerados os belos da força policial. Nos batalhões onde trabalham, os destaques não são apenas para a eficiência e o empenho como policiais militares, mas também para um quesito que foge às exigências da corporação: a beleza.

Luiza Rezende Jordão, 30 anos, é lotada no 3ª Batalhão de Polícia Militar, localizado na Asa Norte, e diz que já recebeu várias cantadas durante os patrulhamentos realizados nas ruas. “A vez mais engraçada foi quando um rapaz pediu para eu prendê-lo e disse que ficaria para sempre dentro da cela comigo”, diverte-se. O segredo para não deixar isso atrapalhar o profissionalismo? “Impor respeito. A farda já ajuda, mas a gente também faz cara séria, e as gracinhas logo se encerram”, garante. A soldado se formou em direito e nunca achou que tivesse vocação para se tornar policial. “Fiz o concurso há dois anos e passei. Não imaginava que ia me encontrar nesta profissão, mas, hoje, não conseguiria fazer outra coisa. As brincadeiras fazem parte.”

Os olhos claros do soldado Roberto Andrade Kern, 29, costumam chamar a atenção das mulheres e são alvo de elogios. Mas, para ele, o uniforme usado pela corporação ainda é o que mais desperta o interesse. “Muitas mulheres têm fetiche por homens de farda. As brincadeiras acontecem mais durante o carnaval”, acredita. “Nós somos competentes e não tratamos ninguém com desrespeito. Manter a postura profissional é o mais importante quando alguém te aborda. Seja para um elogio, seja para um pedido de ajuda ou qualquer outra solicitação”, acrescentou.

Hoje, a idade média da corporação varia de 30 a 35 anos. Os policiais que entraram recentemente, são um pouco mais novos e estão na faixa etária próxima aos 25. Caso de outras belas do Batalhão, como Mayara Arantes Ayres, 28 anos, Adriana Sousa, 29, e Olívia Lima Moreira, 27. A maioria dos policiais militares, porém, é formada por homens. Apenas pouco mais de 15% são mulheres.

Segundo o chefe do Centro de Comunicação Social da PM, tenente-coronel Antônio Carlos Freitas, o processo seletivo da Polícia Militar é totalmente igualitário. “Não há nenhum tipo de escolha nem restrição de credo ou de cor, entre outras características. É um processo muito transparente, no qual todos podem participar, desde que preencham os requisitos. Assim como em qualquer outra profissão, a PM têm militares homens e mulheres muito bonitos. O importante é ressaltar que o nosso foco principal não é a beleza. A eficiência e o profissionalismo são o que devem ser destacados.”

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Entre as 227 formações listadas no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação (MEC) — diretriz da educação profissional que modera a oferta de capacitações e orienta instituições, estudantes e a sociedade em geral a respeito das instruções — uma tem causado polêmica. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) questiona a existência do curso técnico em serviços jurídicos. Segundo o catálogo, as 800 horas de aulas da modalidade capacitam para a execução de “serviços de suporte e apoio administrativo às atividades de natureza jurídica”. Por meio de reuniões, a instituição da classe trava negociações com a pasta para tentar eliminar a formação.

Apesar de ser a maior interessada no assunto, quando procurada pela reportagem, a OAB se limitou a enviar uma nota sobre o tema. “Em janeiro deste ano, o Ministério da Educação comprometeu-se com o Conselho Federal da OAB a retirar o curso técnico jurídico da lista de cursos do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). Em abril deste ano, no entanto, os cursos continuavam no catálogo. Por isso, o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, foi pessoalmente ao Ministério da Educação, em 7 de abril de 2016, para requerer a exclusão dos cursos de serviços jurídicos do catálogo nacional de cursos técnicos. O presidente Lamachia explicou que o oferecimento desses cursos fere o Estatuto da Advocacia (Lei Federal nº 8.906/1994)”.

A referida norma versa sobre o ofício do advogado e atribui somente a esse profissional os serviços de postulação, consultoria, assessoria e direção jurídicas. Renovou o embate o fato de, em 18 de julho, o MEC ter negado o pedido de abertura do curso de tecnólogo em serviços jurídicos interposto pela Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte (Fapan), do Paraná. Embora se trate de uma formação de nível superior, o veto poder ser uma sinalização a favor da OAB.

Questionada sobre o indeferimento, a Fapan afirmou que só se pronunciará após a análise do recurso apresentado ao Conselho Nacional de Educação (CNE). Sobre isso, a Ordem dos Advogados do Brasil esclareceu que “atua para que os cursos técnico e tecnólogo em serviços jurídicos sejam excluídos da lista de cursos validados pelo MEC, não apenas da lista de cursos do Pronatec. O motivo é que esse tipo de curso tem várias deficiências, como o fato de estar em desacordo com a lei e invadir competências e atribuições do curso superior em direito”. Procurado pela reportagem, o ministério da Educação não se manifestou.

André Botelho, proprietário de escritório de advocacia que leva seu nome no Rio de Janeiro, argumenta que funções de apoio devem ser reservadas a estagiários que cursem bacharelado de direito. “Não existe atividade de segunda categoria. Todo processo, por menor que seja, é muito relevante. É preciso um profissional bastante preparado, porque você está trabalhando com vidas, custos e anseios”, alega o advogado e autor do livro Como iniciar na advocacia (editora Edipro, 384 páginas, R$ 95).

Divergências

Para Pedro André Setúbal Fernandes, advogado e instrutor do curso técnico em serviços jurídicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial de Roraima (Senac-RR), formação oferecida desde 2013, a posição da OAB é incompreensível. “Eu não sou a favor do curso de tecnólogo na área, porque ele se aproximaria muito do bacharelado em direito. No entanto, o profissional técnico tem apenas noções básicas de direito e se faz necessário para auxiliar o advogado”, afirma. Cartórios, escritórios de advocacia, tribunais e empresas que lidam com processos jurídicos estão entre as instituições que oferecem oportunidades a técnicos.

Estudante de ciências contábeis na Universidade Federal de Roraima (UFRR), Tatiane Cardoso da Silva, 20 anos, atua como técnica em serviços jurídicos no escritório de advocacia Rosa Benedetti, em Boa Vista. Formada no primeiro curso que o Senac-RR ofertou na área, ela chegou a cursar um semestre de direito na Faculdade Estácio de Roraima e avalia que os ofícios do técnico e do advogado são distintos. “Nós atuamos com a demanda burocrática, como cadastrar processos, redigir contratos, porém, sempre com a supervisão do advogado. Os advogados se dedicam a fazer atividades que necessitem de conhecimentos aprofundados de direito”, relata.

João Lucas Bezerra dos Santos, 22 anos, é aluno da formação no Senac de Roraima desde março e acredita que a profissão poupa tempo para os advogados. “Toda função de curso superior precisa de um técnico para ajudar o ofício, o dia a dia. Acredito que qualquer pessoa que seja do ramo do direito também precisa de um auxiliar”, declara ele, que também estuda música na UFRR.

Missão auxiliar


Esses profissionais são responsáveis por coordenação e arquivamento de processos e documentos técnicos e atendimento inicial ao público.

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A campanha “Saindo do Sufoco II” será lançada nesta sexta-feira (12), às 07h30, no Auditório Aced, com apresentação de detalhes da campanha e palestra sobre comportamento financeiro. O projeto é realizado pela Prefeitura de Dourados através do Procon (Programa Municipal de Defesa do Consumidor) e tem parceria da Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados).

As atividades começam com um coffee-break para receber os visitantes que vão prestigiar o lançamento. A abertura oficial será às 8h, com a presença de autoridades. Logo depois da cerimônia, haverá palestra aberta ao público com o consultor Roger Milan, que trará o tema "Comportamento Financeiro: seus atos determinam seu comportamento".

Essa ação é oportunidade para os empresários interessados em fazer adesão e consumidores endividados, poderem saber detalhes e tirar dúvidas de como funcionará a campanha. Além disso, a palestra vai abordar as formas de lidar melhor com as finanças pessoais, para evitar cair na inadimplência.

A “Saindo do Sufoco II” será realizada entre os dias 15 de agosto e 15 de setembro. Através desta, o Procon vai mediar a renegociação de dívidas entre o cliente que está devendo e a empesa credora. Na prática, o consumidor vai direto à sede do Programa Municipal, apresenta a dívida e o nome do empreendimento.

O Procon entra em contato com a empresa para mediar a negociação. Cliente e empreendimento mostram suas propostas e contrapropostas, até que ambos cheguem num acordo amigável que fique interessante financeiramente aos dois lados. A ida do cliente ao Procon não gera queixa para a empresa.

Quando o empresário faz a adesão prévia à campanha, o processo de renegociação é facilitado. Na primeira edição da campanha, realizada no ano passado, 95% dos casos que chegaram ao Procon resultaram em negociação de dívidas. Esse índice foi possível porque as empresas se engajaram no projeto oferecendo facilidades a quem estava disposto a pagar as contas em atraso.

A orientação da Aced é para que as empresas façam o quanto antes a adesão à campanha. Para isso, basta entrar em contato diretamente com o Procon através do (67) 3411-7754 (falar com Rógina) de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 13h30, ou pelo Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O órgão vai realizar a adesão e repassar mais informações sobre a campanha.

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Panfletagem educativa marcou a manhã quarta-feira(10) em Campo Grande. A data foi escolhida pelo Fórum de Saúde, Segurança e Higiene no Trabalho de Mato Grosso do Sul (FSSHT/MS) para conscientizar motoristas, frentistas e donos de postos de combustíveis sobre os perigos do benzeno para a saúde e para o meio ambiente.

A mobilização ocorreu nas imediações dos postos de combustíveis Santa Conceição e Locatelli, tendo como principal objetivo orientar os consumidores a encher o tanque somente até o automático. O benzeno é um dos componentes da gasolina que evapora muito rápido, prejudicando a qualidade do ar e a saúde de quem o inala. Quando o tanque é abastecido apenas até o automático da bomba, a chance desse componente sair em forma de vapor é reduzida. O derramamento do combustível excedente do tanque no solo e a sua evaporação no ar também causam riscos ao meio ambiente com a contaminação do lençol freático.

Frentistas, mecânicos e abastecedores de caminhões de combustíveis são os trabalhadores mais expostos à intoxicação por benzeno, que pode causar bronquite, dificuldades respiratórias e até bronquiolites irritativas graves, com hemorragia, inflamação e edema pulmonar, podendo levar à morte.

Jonas Ratier Moreno, procurador do Trabalho e coordenador do Fórum, destaca que a finalidade da campanha é prevenir a contaminação pelo benzeno. “O travamento da bomba indica que o tanque está tecnicamente cheio. Por isso, não há necessidade de abastecer o veículo além desse travamento. O abastecimento manual expõe o frentista ao benzeno, um elemento já reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como cancerígeno, além de trazer prejuízos ao meio ambiente e ao próprio veículo”, disse.

Ainda segundo o procurador do Trabalho, o alerta da OMS já é suficiente para incentivar uma atuação preventiva. “Não precisamos de um elevado número de causas de adoecimento e de afastamento dos trabalhadores para agirmos contra a intoxicação por benzeno. Temos que trabalhar, antes de tudo, com a prevenção”, acentuou.

Participando da campanha, a fiscal Mari de Fátima Carvalho observou que, desde 2014, a Vigilância Sanitária de Campo Grande tem acompanhado o cumprimento das normas de segurança em relação ao benzeno pelos postos de combustíveis. Entre as medidas, está o uso de uniformes e calçados específicos, além de procedimentos para o carregamento dos combustíveis.

Há dez anos trabalhando como frentista, Elvio Canhete relata que muitos motoristas cobram o preenchimento do tanque além do travamento automático da bomba. “Taxistas, principalmente, pedem para encher até o combustível aparecer. Quando alertamos, eles dizem que estão pagando e ignoram os riscos a nossa saúde”, lembrou.

Pena para quem ultrapassa o automático

Em Mato Grosso do Sul, foi publicada a Lei nº 4.574/2014, que determina aos postos de combustíveis o preenchimento do tanque de combustível dos veículos até o travamento automático de segurança da bomba de abastecimento, sob pena de multa de 10 Uferms, aplicados em dobro no caso de reincidência. Os postos de combustíveis também deverão afixar cartazes para alertar os consumidores.

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