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Redação Douranews

Redação Douranews

Em sessão temática do Senado nesta terça-feira (22), sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC 55/2016) que fixa um teto para os gastos públicos, Mansueto de Almeida, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, afirmou que a proposta promove ajuste fiscal de forma gradual, preserva direitos e assegura recursos para saúde e educação.

Ele considera urgente a aprovação da PEC, para que o país recupere a confiança do setor produtivo e a economia volte a crescer.

– O Brasil passa por uma queda de crescimento que não é algo normal. São dois anos consecutivos de queda do PIB [produto interno bruto]. Isso só aconteceu no Brasil em 1930 e 1931, quando o país era uma economia cafeeira e havia uma crise mundial – frisou.

O desequilíbrio da economia brasileira, disse, tem como agravante o crescimento rápido da dívida pública em relação ao PIB. Conforme afirmou, há três anos, o nível de endividamento do Brasil era inferior a 52% do PIB. Hoje, a relação dívida-PIB está próxima de 72%.

Frente a essa situação, o secretário vê como urgente o controle dos gastos públicos, como previsto na PEC 55/2016, buscando o equilíbrio entre receita e despesa. Para o secretário, seria inadequado fazer o ajuste fiscal pela receita, uma vez que a carga tributária já é elevada.

– A carga tributária do Brasil é em torno de 33% do PIB. A média dos países emergentes é de 27% do PIB. E a média da América Latina é de 22%, 23% do PIB. Ou seja, o Brasil, dado o nosso nível de desenvolvimento, tributa já muito além do que a média dos países emergentes – observou.

Mansueto de Almeida rebateu críticas de que a PEC representa um corte de despesas, reduzindo investimentos públicos. A proposta, disse, é de ajuste gradual, com expectativa de recuperação da economia também gradual.

– Falam que a despesa do governo ficará congelada por vinte anos, mas não acredito que isso irá acontecer. Tenho absoluta certeza de que, no máximo em dez anos, nós conseguiremos o ajuste fiscal, e a partir do décimo ano, o presidente da República poderá submeter ao Congresso uma nova regra – afirmou.

O representante do governo federal assegurou ainda aos senadores que a PEC não representa redução de recursos destinados à saúde e à educação. Como afirmou, 80% do gasto com educação no Brasil estariam fora da PEC 55/2016.

– Eu espero que Vossas Excelências aumentem ainda mais os recursos para saúde e educação no debate do orçamento anual, porque, quando a gente for alocar mais recursos para saúde e educação, nós teremos, como sociedade, de decidir de onde nós vamos tirar esses recursos – observou.

Comentário

A falta de recursos e a burocracia emperram a pesquisa científica no Brasil, afirmaram nesta terça-feira (22) os participantes de audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). O objetivo foi discutir as fontes de fomento à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico.

Mario Borges, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), destacou a boa qualidade da pesquisa científica no país. Mas sublinhou o quanto os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) são importantes para desenvolver os programas de ciência e tecnologia & inovação (CT&I). Ele registrou um exemplo de sucesso: os estudos sobre o Zika vírus, responsável por uma grave epidemia que afetou todo o país no ano passado. A ligação entre a infecção por Zika e a microcefalia foi observada por pesquisadores brasileiros.

— Isso mostra que a ciência brasileira está programada para agir rapidamente se algum problema aparece. Em um ano, as pesquisas foram concentradas, houve recursos, houve priorização, e a ciência pode atender com respostas importantes — disse.

O que se conhece da doença e até testes para detecção do vírus foram elaborados a partir desses estudos, em parceria com a Fundação Bill e Melinda Gates. Mario Borges ressaltou ainda a necessidade de facilitar as parcerias internacionais para qualificar a pesquisa brasileira e trazer resultados rápidos.

O presidente do CNPq lamentou a "instabilidade" nos repasses para o setor, especialmente com a retirada do CT-Petro, recursos arrecadados do setor de exploração de petróleo, do FNDCT, e que estão sendo destinados para o fundo social do pré-sal. Os altos e baixos orçamentários são mortais para a ciência, porque levam à descontinuidade nos programas científicos e ao desperdício de dinheiro. Ele também criticou o alto gasto despendido — também com dinheiro do fundo — no Programa Ciência Sem Fronteiras, com a alocação de alunos para cursos de graduação no exterior. E pediu, ainda, que seja regulamentado o marco legal para C&T (Lei 13.243/2016) e que o Congresso Nacional derrube os vetos impostos ao texto.

Produção de conhecimento

Marcos Cintra, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), afirmou que o Brasil, apesar de todos os problemas, ocupa o 15º no ranking de produção de conhecimento científico no mundo. Uma "colocação honrosa", disse ele, quando se vê o produto interno bruto (PIB). Do total de 1,24% do PIB gasto com ciência e tecnologia, 0,8% são provenientes do setor público, e somente 0,44% do setor privado. No seu entendimento, essa proporção deveria estar invertida.

— Para cada dois reais gastos pelo setor público, o país tem suscitado um real do privado. Não estamos sendo capazes de motivar, deflagrar os gastos privados. Nos outros países a relação é inversa.

Marcos Cintra criticou o contingenciamento de recursos do FNDCT, já que a arrecadação é específica. Ele disse que há R$ 8 bilhões sem uso no fundo, que não são gastos por estarem envolvidos em disputas judiciais. E há risco de o Executivo utilizá-lo para pagamentos de juros da dívida, afirmou. Manobra semelhante já foi feita pelo governo federal em 2002, 2003, 2008 e 2010, observou o presidente do Finep. Por isso, ele sugeriu que se transforme o FNDCT em um fundo contábil, não patrimonial ou financeiro, como é hoje.

— É a quinta rubrica da administração pública maior produtora de superávit primário, uma total descaracterização de sua finalidade — lamentou.

O uso impróprio do fundo também foi criticado por Carlos Américo Pacheco, presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp). Em sua opinião, o colapso do financiamento do setor tem a ver com usos equivocados desses recursos. Com isso, novas pesquisas têm sido inviabilizadas.

— É uma bomba de efeito retardado que estoura lá na frente.

Recursos

De acordo com Jailson Bittencourt, representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a queda orçamentária tem sido brutal nos últimos anos. Em 2011, o Orçamento da União reservou, do FNDCT, R$ 2,1 bilhões, e quase a totalidade realmente esteve disponível (R$ 1,9 bilhão) para a pesquisa. Em 2013, pico arrecadatório da série, destinou-se R$ 3,7 bilhões, com real disponibilidade orçamentária de R$ 3 bilhões. A queda em 2016 foi grande, o Orçamento autorizou o uso de R$ 2,6 bilhões, mas apenas R$ 800 milhões ficaram disponíveis para gastos, o que está sufocando a pesquisa.

— É um sistema ciclotímico, em que temos picos e vales. O risco agora é que esse vale seja o vale da morte — lamentou Jailson.

A audiência pública foi a quinta, organizada pela CCT, relacionada aos investimentos no desenvolvimento científico e tecnológico e ao uso dos recursos dos fundos de Incentivo à pesquisa, em especial o FNDCT e o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). A Comissão é presidida pelo senador Lasier Martins (PDT-RS).

Comentário

A Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), por meio da Superintendência da Política de Assistência Social, realiza na próxima quarta-feira (23), às 9h, no auditório da Escola do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) “Mariluce Bittar”, na Capital, o evento “Dialoga SUAS” que discutirá o Termo de adesão ao Compromisso Nacional para o Envelhecimento Ativo.

A longevidade provoca uma discussão sobre o futuro: Como será o amanhã? É baseado neste questionamento que se espera promover por meio da integração e articulação de políticas, programas e ações, o exercício pleno e equitativo dos direitos das pessoas idosas.

Os avanços e desafios no Estado de Mato Grosso do Sul e a atual conjuntura da política de atendimento à pessoa idosa, assim como a definição de ações referente ao tema serão discutidos com todas as representatividades do segmento.

Um dos pensamentos do evento é de que políticas intersetoriais podem contribuir para a qualidade de vida da população idosa sendo necessário repensar a maneira de como são implementadas essas políticas públicas voltadas para o envelhecimento.

O evento contará com a participação de Conselhos de Direitos, Ministério Público e outros parceiros diretamente envolvidos com a questão no Estado, como a Secretaria de Estado de Saúde (Ses), Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e Educação (Sed).

Envelhecimento Ativo – O Compromisso Nacional para o Envelhecimento Ativo prevê, entre outros pontos, a promoção do envelhecimento ativo, por meio de criação de ambientes propícios e favoráveis à sua efetivação; a afirmação de direitos e do protagonismo da pessoa idosa na promoção de sua autonomia e independência; articulação intra e intersetorial, para assegurar atenção integral às pessoas idosas e às suas famílias e a integração de serviços em áreas socioassistenciais e de saúde, com fortalecimento da proteção social, da atenção primária à saúde e dos serviços de notificação e prevenção da violência.

Serviço

Evento: “Dialoga SUAS” – Envelhecimento Ativo

Data: 23 de novembro, às 9h

Local: Auditório da Escola do SUAS “Mariluce Bittar” – Rua André Pace, nº 630 – Bairro Guanandi.

Comentário

m ação preventiva, a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS), ligada à Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), está divulgando lista de preços para orientar os consumidores neste black friday. A ação de segurança está sendo realizada pelos Procons de todo o país, que fazem recomendações para garantir boas compras no dia 25 de novembro.

Em Mato Grosso do Sul, a Superintendência realizou pesquisa prévia para verificar preços, a fim de possibilitar que o consumidor compare e verifique se o desconto anunciado durante a black friday é real.

Pesquisa de preços

A pesquisa incluiu 25 itens da chamada linha branca, eletrônicos e eletro portáteis mais vendidos, como celulares smartphones. Os preços dos produtos foram conferidos pelos técnicos do Procon, no período de 24 a 27 de outubro. Foram pesquisados itens de 12 lojas físicas de Campo Grande e 10 estabelecimentos de e-commerce.

De acordo com a Superintendente para Orientação e Defesa do Consumidor, Rosimeire Cecília da Costa, o objetivo é oferecer subsídios aos consumidores para a comparação de preços, que permitam verificar se os descontos para os produtos participantes da black friday são efetivos.

Caso solicitado pelos Procons, as empresas deverão disponibilizar informações que comprovem que não houve manipulação dos preços. Os descontos para os produtos participantes não podem sofrer aumento prévio do preço sobre o qual irá incidirá o desconto anunciado.

A pesquisa completa pode ser consultada no site www.procon.ms.gov.br, no item “Pesquisa de Preços”, ou clicando aqui.

Recomendações

Entre as recomendações está a de que o serviço de atendimento ao consumidor seja adequado e efetivo, de acordo com o horário de funcionamento do estabelecimento para o evento. No caso das lojas online, o atendimento deve ser realizado 24 horas, da meia-noite até as 23h59 de 25 de novembro, por chat, principais redes sociais ou telefone.

Está recomendado às empresas que disponibilizem estrutura e equipe adequadas para atendimento do público no dia da ação no caso das lojas físicas, e reforcem a infraestrutura dos sites para melhorar a estabilidade, evitando a ocorrência de oscilações decorrentes do grande volume de acessos. É importante que os produtos participantes da ação sejam identificados nas lojas e materiais de comunicação, contendo, ainda, a informação de que há restrição de estoques.

Para os sites, houve a orientação de que a identificação visual dos produtos participantes da Black Friday seja ostensiva no produto ou em ambiente separado (hot site e/ou na página principal do próprio site). A vantagem oferecida precisa ser claramente identificada no produto.

As empresas do e-commerce foram orientadas a informar o consumidor que o fato de colocar o produto no carrinho não significa que ele esteja garantido, ou seja, a reserva somente será feita após a finalização do pedido e a aprovação pela operadora de cartão.

A Superintendente orienta que, antes de efetuar a compra, o consumidor pesquise o preço do produto que pretende adquirir e as condições de pagamento disponibilizadas pelos diversos fornecedores. No caso das compras online, é importante printar telas e todas as comunicações realizadas com o fornecedor.

Com relação às compras online, Rosimeire alerta quanto à importância de verificar a segurança do site, se o endereço apresenta o protocolo https, verificado na barra do navegador e uso de certificados. “O consumidor deve optar por sites com boa reputação, verificar se no navegador de acesso à internet é exibido um ícone em forma de cadeado colorido e fechado”, ressalta. Ao clicar em cima do cadeado, deve aparecer o certificado de segurança do site.

Caso o consumidor tenha reclamações ou dificuldades, pode acionar o Procon/MS pelo Disque Denúncia 151 ou pessoalmente na Rua Joaquim Teixeira Alves, nº. 772, Centro, em Dourados. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas.

Comentário

O governador Reinaldo Azambuja voltou a tranquilizar a população sul-mato-grossense e os servidores do Estado sobre a situação financeira de Mato Grosso do Sul e reafirmou que o Governo está cumprindo com seus compromissos, mesmo diante da retração da economia. Segundo Reinaldo, não existe mágica para alcançar esse resultado, mas sim uma equação que conta com planejamento e, algumas vezes, a adoção de medidas não muito populares.

“Eu quero tranquilizar a população do Estado porque estamos com todos os fornecedores em dia e por isso os serviços não vão parar. Aos servidores que podem contar com o salário de novembro em dia e o 13º que será pago integralmente em dezembro”, ponderou.

Além dos compromissos com a folha dos servidores e a manutenção dos pagamentos dos fornecedores em dia, que garantem os serviços à população, o Governo do Estado também está investido na infraestrutura e em ações nas áreas d a Saúde e Segurança Pública.

Nesta próxima quinta-feira (24), o governador deve assinar a ordem de serviço para a construção de 42 pontes de concreto. Na segunda-feira (21), o Governo do Estado – por meio da Secretaria de Segurança Pública e Justiça – entregou viaturas, equipamentos e armamentos para a Polícia Militar de Dourados, totalizando investimentos de R$ 970 mil.

Na área da Saúde, o Estado continua com a realização das cirurgias de média e alta complexidade, atendidas pelo programa Caravana da Saúde e já anunciou a construção dos hospitais Regionais de Dourados e Três Lagoas. “Ou seja, estamos fazendo as equações que nos permitem manter a saúde financeira do Estado e também manter os investimentos”, completou.

Melhora perfil econômico

Mato Grosso do Sul recebeu a nota C- e, segundo o governador Reinaldo Azambuja, reflete na melhora do percentual em relação ao ajuste fiscal, anteriormente o Estado tinha a nota D-. “Nós melhoramos nosso percentual em relação ao ajuste fiscal, se você olhar, São Paulo, também é C- e é a maior economia do país e um Estado que tem a estabilidade fiscal”, explicou, dizendo que todos os estados procuram ajustar as finanças para melhorar esse perfil.

Ajuda federal

Reinaldo Azambuja disse que a Secretaria do Tesouro Nacional fez um compromisso para achar uma maneira de ajudar os estados, principalmente os das regiões norte, nordeste e centro- oeste. “Na renegociação anterior da dívida, a União atendeu 90% dos estados do sul e sudeste. Hoje (22) acontece uma reunião em Brasília, entre governadores, presidente Michel Temer e o ministro Henrique Meirelles (Fazenda), dali deve sair alguma equação para garantir apoio financeiro aos estados”, explicou.

Reforma x Economia

Com as novas projeções do Governo Federal de baixo crescimento e retração econômica,  o governador Reinaldo Azambuja voltou a defender o enxugamento da máquina e cautela dos gestores estaduais para conseguirem passar o período de turbulência financeira.  “Vocês lembram que eu falei que 2017 e 2018 a economia ainda ficará retraída, com baixíssimo indicador de crescimento. Ontem mesmo, o Tesouro Nacional e o Ministério da Fazenda, que previa um crescimento de 1,5% agora aposta 0,5%, mas isso é previsão e depende muito da economia. Esse momento impõe a todos nós mais cautela e responsabilidade, organização das estruturas para que não ocorra o caos que está acontecendo 20 estados”.

Comentário

Estão abertas as inscrições para seleção de professores temporários para três unidades da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS): Nova Andradina, Coxim e Dourados.

O valor da hora aula varia conforme o nível de formação do docente: Auxiliar Graduado – R$ 13,87; Auxiliar Especialista – R$24,97; Assistente (Mestre) R$ 35,92; Adjunto (Doutor) R$ 50,62.

Os processos seletivos são válidos para o ano letivo de 2017, podendo no interesse da UEMS, serem prorrogados para o ano letivo de 2018.

Nova Andradina

As vagas são para as áreas de Matemática e Ensino de Matemática. As inscrições podem ser feitas até quarta-feira (23), presencialmente, na secretaria da Unidade Universitária de Nova Andradina, das 8h às 14h, ou podem ser encaminhada pelos Correios, dentro do prazo e no endereço previsto no edital.

As provas devem ser realizadas de 12 a 14 de dezembro, em Nova Andradina. Confira aqui o Edital.

No campus de Nova Andradina, também está aberto processo seletivo para professor da área de Língua Portuguesa. As inscrições podem ser feitas até sexta-feira (25), presencialmente, no mesmo endereço, ou podem ser encaminhada pelos Correios, dentro do prazo e no endereço previsto no edital.

As provas devem ser realizadas de 12 a 14 de dezembro, em Nova Andradina. Confira aqui o Edital.

Coxim

A vaga é para a área de Gestão Ambiental. As inscrições podem ser feitas até sexta-feira (25), presencialmente, na secretaria da Unidade Universitária de Coxim, das 8h às 16h, ou podem ser encaminhada pelos Correios, dentro do prazo e no endereço previsto no edital.

As provas devem ser realizadas de 8 a 10 de fevereiro de 2017, em Coxim. Confira aqui o Edital.

Dourados

A vaga é para a área de Língua Inglesa. As inscrições podem ser feitas até 2 de dezembro, presencialmente, no Setor de Concurso e Seleção, localizado no Bloco B, piso superior, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, ou podem ser encaminhada pelos Correios, dentro do prazo e no endereço previsto no edital.

As provas devem ser realizadas de 14 a 16 de fevereiro de 2017, em Dourados. Confira aqui o Edital.

Comentário

Depois de dois anos sem notícias, o tatuador Adham Wahab, de 30 anos, finalmente viaja para ver o filho Nicholas Ghassan Rodrigues Wahab, de 12 anos. O menino foi encontrado em Itaúna, município de Minas Gerais, onde vivia com a mãe Emory Luiza Rodrigues Ramos, foragida da justiça pelo assassinato do próprio tio.

A história de desespero do tatuador e também da família de José Antunes Rodrigues de Oliveira, morto pela sobrinha em 2014, no município de Arraial d'Ajuda, distrito de Porto Seguro (BA), teve fim depois que a notícia tomou proporção nacional e moradores da cidade entraram em contato com a família.

“Entraram em contato falando que o Nicholas estava lá e que ela [Emory] usava o nome de Helô”, contou Adham. Nesta segunda-feira (21) o tatuador entrou em contato com as autoridades policiais da cidade, que mondaram campana e nesta terça-feira encontraram Nicholas e os dois irmãos na casa de uma vizinha.

As crianças foram deixadas no local pela mãe, que foi encontrada horas depois e detida, segundo o tatuador. “Estou viajando agora para buscar ele. Ele está com as autoridades e já estou a caminho”, comemorou o pai do menino.

Formada em direito pela UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), Emory estava foragida desde 2014, quando o crime aconteceu. José Antunes sofria de depressão crônica e orientado pela irmã, mãe de Emory, resolveu viajar para passar um tempo com a sobrinha. Menos de um mês no município, ele ligou para os dois filhos e falou que voltaria para Campo Grande, pois teria visto a sobrinha usando drogas.

“Ele ligou de manhã, falou que voltava no mesmo dia, mas não conseguimos mais contato com ele”, contou a filha de José, Maria Ayslane, de 30 anos. Ela lembrou que o pai tinha o costume de dormir depois do almoço e foi quando cochilava que levou os golpes na cabeça.

Para ela, a prima viu que o pai tinha pouco mais de R$ 20 mil na bagagem e por isso, junto com o namorado da época, resolveu cometer o crime. “Ela alugou um carro, enrolou ele nas cobertas do filho, levou para saída de Trancoso e colocou fogo”. Na época, os três filhos da advogada ficaram com uma vizinha, que mais tarde veio a ser testemunha do caso.

Sem ter notícias do pai, a família tentou contato com a prima, mas nenhum telefone foi retornado. Foram seis meses até que a identificação do corpo de José Antunes saísse. No final de outubro, Maria Ayslane finalmente foi até a cidade buscar os restos mortais no pai, que foi enterrado no dia 2 de novembro.

Comentário

A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que pelo menos 1 mil novos casos de microcefalia associados à infecção pelo vírus Zika durante a gestação sejam registrados no Brasil. A informação foi divulgada nesta terça-feira (22) pelo diretor de Saúde Infantil da entidade, Anthony Costello, durante coletiva de imprensa em Genebra.

“Sabemos que, no Brasil, onde o problema foi primeiramente detectado, existem hoje 2,1 mil casos confirmados, mas ainda há muitos outros sendo investigados. Esperamos que mais mil casos sejam descobertos. Sabemos que o problema não irá embora no Brasil. Todos os meses, entre 150 e 200 casos de microcefalia são identificados.”

Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, o país tem 3.086 casos em investigação para microcefalia associada ao Zika.

Costello destacou que os casos, apesar de muitos, devem ser investigados e acompanhados um a um, por meio da análise de especialistas das mais diversas áreas. O diretor da OMS alertou ainda que muitos países não contam com sistemas de vigilâncias e mecanismos eficazes para monitorar casos de microcefalia ou mesmo serviços de apoio às famílias.

“O quadro pode não constituir mais uma emergência global em saúde pública nos termos oficiais, mas é um problema de saúde global de grande preocupação para o mundo, 69 países registraram casos de Zika nos últimos dois anos. Estamos falando de um vírus que causa danos neurológicos e potencialmente deficiência ao longo de toda a vida, o que representa um grande golpe para essas famílias.”

Na última sexta-feira (18), a OMS declarou o fim da emergência sanitária internacional declarada há um ano após o aumento de casos de microcefalia associados à infecção de gestantes pelo vírus Zika.

Comentário

Um estudo do banco Credit Suisse afirma que o número de milionários aumentou no Brasil. Divulgada em reportagem do jornal O Estado de São Paulo, a pesquisa declara que há, no país, 10 mil novos brasileiros com fortunas acima de US$ 1 milhão. São 172 mil pessoas em 2016. O número de milionários aumentou em todo o mundo: de 32,3 milhões em 2015 para 32,9 milhões em 2016, um total de 596 mil novas fortunas registradas.

“Os dados se contrastam com a realidade econômica do País, com um desemprego recorde. Segundo o próprio estudo revelado na Suíça, o Brasil ‘enfrenta sérias dificuldades’, afirma o jornal.

Ainda de acordo com a pesquisa, a renda média do brasileiro, em dólares, é apenas um terço do que era em 2011. "Ainda que o patrimônio tenha continuado a aumentar na moeda local, esses ganhos são em grande parte inflacionários", afirma o estudo.

Renda

O jornal, ao citar a pesquisa, afirma que "dados anteriores mostraram que a média da renda de uma família triplicou entre 2000 e 2011, saindo de US$ 8 mil por adulto para US$ 27,1 mil. A história da riqueza no Brasil foi uma de um boom e de uma explosão. Em 2016, os dados apontam que a renda média de um adulto voltou a cair para apenas US$ 21 mil por ano”.

Os ativos financeiros ainda representam 36% do patrimônio de famílias no Brasil. O estudo afirma que “muitos brasileiros mantém uma relação especial com ativos imobiliários, especialmente em forma de terra, como uma proteção contra futura inflação".

A dívida de famílias não apresentou grandes alterações, de acordo com o banco, e passou de 19% de seu patrimônio em 2015 para 18% em 2016. O banco avalia a questão afirmando que o cenário indica “maior cautela diante do aumento de incertezas que o país atravessa", conforme citou o Estadão.

Desigualdade

A crise, no entanto, também alerta para o aumento da desigualdade social, de acordo com o banco. “O próprio banco revela a dimensão da desigualdade social no Brasil e aponta que o fenômeno é "relativamente alto", explica o jornal. O Brasil tem 245 mil adultos entre a camada que representa 1% da riqueza mundial.

“O nível relativamente alto de desigualdade reflete a desigualdade de renda, o que por sua vez está relacionado com um padrão desigual de educação pela população e a divisão entre os setores da economia formal e informal", declara o Credit Suisse.

O Japão responde pelo maior aumento de milionários em 2016 - 738 mil novas pessoas nessa categoria, atingindo 2,8 milhões de cidadãos -. Já os Estados Unidos somam 13,5 milhões de pessoas, e a Alemanha 1,6 milhão. Na América Lartina, Argentina e México apresentaram “queda” do número de milionários. A China também perdeu 43 mil pessoas na categoria.

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O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse nesta terça-feira (22) que os militares brasileiros ficarão de fora do projeto de reforma da Previdência Social, com regras mais duras, que o governo vai apresentar ao Congresso em dezembro.

Segundo o ministro, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) proporá mudanças apenas aos civis. A alteração de regras para as aposentadorias de militares viria em um segundo momento, sem prazo definido, através de um projeto de lei separado, informou Jungmann.

“Nós da Defesa apoiamos a reforma da Previdência. Sendo chamados, daremos a nossa contribuição, mas, no momento, estamos aguardando a finalização do primeiro processo”, disse.

Em audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro disse que a Constituição define que os militares são diferentes, o que poderia inclusive gerar insegurança jurídica, caso eles fossem incluídos na PEC. “Não é justo tratar igualmente quem é desigual”, disse o ministro.

Durante a reunião na Câmara, o comandante-geral do Exército, general Eduardo Villas Bôas, se posicionou contra a inclusão dos militares na reforma. Para ele, a natureza da função dos militares exige um tratamento diferenciado.

“Se os militares são jogados no regime comum, passamos a ter as outras prerrogativas de limite de horas de trabalho, hora extra, periculosidade? Inviabiliza as três forças”, argumentou.

Rio de Janeiro

O ministro da Defesa também afirmou durante a comissão que o governo federal tem condições de atender o Rio de Janeiro, caso seja solicitado o apoio das Forças Armadas. Ele ponderou que acredita não ser necessária a intervenção neste momento.

“A impressão que eu tenho é que o Rio de Janeiro está tendo condições de manter a ordem pública. [...] Não acho que é o caso de intervenção federal”, disse.

Ele ressaltou que as Forças Armadas devem ser acionadas somente em casos extremos. “As forças armadas não são treinadas, preparadas e equipadas para o combate policial”, afirmou o ministro.

Segundo Jungmann, 1,5 milhão de pessoas hoje vivem em regime de exceção no Rio de Janeiro, sem ter direito a garantias constitucionais. Na comissão, o ministro disse ainda que observa uma nacionalização das grandes quadrilhas do Sudeste.

“Comando Vermelho, Terceiro Comando e sobretudo o PCC estão no país inteiro. Hoje, temos quadrilhas começando a disputar posições de controle no Paraguai e na Bolívia, é o caso do PCC”, afirmou.

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