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Redação Douranews

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O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse hoje (25) que as estratégias de segurança de turistas, atletas e moradores do Rio de Janeiro durante a Olimpíada não foram encerradas com o fim da competição e que a Força Nacional continuará na cidade até o fim dos Jogos Paralímpicos.

“Toda a questão de segurança não parou em nenhum momento. Haverá uma adaptação em relação ao efetivo naquelas praças em que não haverá mais jogos. Então, nesses locais, não haverá necessidade. Mas em relação às praças olímpicas em que acontecerão as disputas, é exatamente igual, o mesmo efetivo.”

O esquema de segurança foi mantido mesmo após a morte do soldado Hélio Vieira Andrade, baleado no dia 10 de agosto após entrar por engano em uma comunidade do Complexo da Maré junto a outros dois colegas de operação. Na ocasião, o governo assegurou que o episódio foi uma fatalidade "lamentável" porém "pontual".

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O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck e o secretário de Infraestrutura Marcelo Miglioli acompanham o governador Reinaldo Azambuja na manhã de segunda-feira (29) na solenidade de assinatura de ordem de serviço para as obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no Núcleo Industrial e do acesso ao Polo Industrial de Dourados, no valor de R$ 11,1 milhões. O evento será às 8h30, na rodovia MS-156, esquina com a Avenida 3 (acesso principal ao Distrito Industrial).

Em julho do ano passado, o secretário Jaime Verruck esteve em Dourados para conhecer a realidade do Distrito Industrial do município e definir as prioridades do governo do Estado para um plano de ação de atendimento às demandas da região. Na época, a pauta de reivindicações apresentada incluía melhorias na infraestrutura, logística e segurança. Atualmente, 12 empresas estão instaladas no Distrito Industrial de Dourados; juntas, elas empregam 2,5 mil trabalhadores que trafegam pela região diariamente, além de caminhões e outros veículos pesados.

A obra de asfaltamento no Núcleo Industrial está orçada em R$ 9.416.343,03 e envolve a pavimentação de uma área de 50.200,11 metros quadrados e 4.585,43 metros de drenagem . No acesso ao Polo Industrial, a assinatura da ordem de serviço no valor de R$ 1.770.016,65 visa a pavimentação asfáltica da intersecção na Rodovia MS-165, acesso ao Detran, numa área de 9.944,24 metros quadrados.

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O Senado deu início nesta quinta-feira (25) à sessão do julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff. A abertura dos trabalhos foi feita pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que comandará esta etapa do processo.

A sessão, prevista para começar às 9h, foi aberta às 9h32. No momento, havia 28 dos 81 senadores presentes.

Logo no início, Lewandowski fez um discurso sobre o papel de juízes que os senadores deverão desempenhar e afirmou que o Senado se reúne nesta etapa do processo para exercer uma de suas "mais graves atribuições".

"Os parlamentares congregados nesta Casa de leis transmudam-se a partir de agora em verdadeiros juízes, devendo em consequência deixar de lado o tanto quanto possível, pois afinal são seres humanos, suas opções ideológicas, preferências políticas e inclinações pessoais. Para julgar a presidente, deverão atuar com a máxima isenção e objetividade, considerando apenas os fatos tais como se apresentam nos autos e as leis que sobre eles incidem", disse o presidente do STF.

Em seguida, Lewandowski abriu espaço para as chamadas "questões de ordem" – questionamentos de senadores sobre procedimentos do julgamento e etapas do processo. As discussões em torno das questões de ordem devem ocupar as primeiras horas da sessão e fazem parte da estratégia dos aliados da presidente afastada de alongar os trabalhos.

Confira ao vivo a sessão no Senado:

 

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Mato Grosso do Sul foi o terceiro Estado do país com o melhor resultado na geração de empregos formais em julho, com a criação de 652 novos postos de trabalho. Dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho.

Conforme o Caged, em julho foram admitidos 18.632 trabalhadores e desligados 17.980. Saldo é 0,13% superior ao estoque de trabalhadores com carteira assinada de junho e também representa aumento considerável em relação ao mesmo período do ano passado, quando houve redução de 2.068 vagas.

Agropecuária foi o setor de atividade econômica que mais contribuiu para o resultado, com criação de 935 postos de trabalho. Também tiveram saldo positivo os setores de construção civil (345), serviços industriais e de utilidade pública (219) e administração pública (219).

Registraram mais demissões que contratações os setores de serviços (-542), indústria de transformação (-216), comércio (-76) e extrativa mineral (-16).

Na série ajustada, que incorpora informações declaradas fora do prazo, nos sete primeiros meses do ano houve acréscimo de 3.744 empregos. Já com relação aos últimos 12 meses, houve queda de -1,61%, com perda de 9.554 postos de trabalho.

Nos municípios com mais de 30 mil habitantes do Estado, Três Lagoas foi o que apresentou melhor resultado, com geração de 315 empregos, seguido por Rio Brilhante (70), Naviraí (57), Sidrolândia (55), Aquidauana (46), Maracaju (23), Amambai (22), Coxim (9) e Pona Porã.

Entre os municípios que registraram perda de empregos, Campo Grande teve a maior queda, com redução de 538 vagas. Também registraram saldo negativo Dourados (-137), Corumbá (-43), Paranaíba (-29) e Nosa Andradina (-8).

No Brasil, pelo 16º mês consecutivo o número de demissões superou o de contratações e país fechou julho com 94.724 empregos a menos. Ao todo foram registradas 1.168.011 admissões e 1.262.735 desligamentos.

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Já foi a época que estudar para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) era sinônimo de ter que ir para o cursinho. Nos últimos anos, os métodos de estudo evoluíram bastante, e agora para se dar bem na prova não é mais necessário passar os dias frequentando aulas presenciais com professor e lousa.

A edição 2016 do Enem registrou mais de 9 milhões de inscritos, e dominar o conteúdo que cairá na prova é a chave para se sobressair aos candidatos e garantir a tão sonhada vaga numa universidade pública.

Assim como a internet revolucionou a comunicação, ela também ajudou a dinamizar as formas de estudo, que estão cada vez mais tecnológicas. Porém, muitas vezes, os candidatos não sabem quais ferramentas online podem utilizar para estudar para o Enem, por isso listamos aqui cinco aplicativos e sites que podem ser de grande ajuda para quem quer estudar em casa ou em qualquer outro lugar.

Professor de Bolso - iOS e Android

O aplicativo "Professor de Bolso", desenvolvido pela Mobile2you, permite que o usuário tire suas dúvidas online de qualquer matéria escolar. O app foi lançado em 2016 com o objetivo de ser uma plataforma rápida e acessível para facilitar a vida dos estudantes em fase pré-vestibular. Além de contar com professores qualificados, que passam por um processo seletivo para atender às dúvidas dos estudantes, o Professor de Bolso é uma plataforma totalmente intuitiva. Assim, o usuário pode estudar para o Enem em qualquer lugar e a qualquer momento graças ao aplicativo móvel.

Stoodi - Web

O Stoodi, startup de educação a distância que oferece videoaulas, plano de estudos e monitorias transmitidas ao vivo, montou um plano de estudos para os alunos assistirem aulas sobre todos os assuntos abordados no ENEM. Nas semanas anteriores ao exame, a plataforma também disponibilizará revisões para fixar o aprendizado.

AppProva - iOS e Android

Não importa o assunto que você esteja estudando, o AppProva tem centenas de questões relacionadas a ele. Com um acervo de mais de nove mil perguntas, o aplicativo é ótimo para testar conhecimentos em diversas áreas e manter o cérebro afiado antes da prova do Enem.

Estudavest - Web e Android

Plataforma oferece vasto conteúdo relacionado às provas anteriores do Enem e de diversos outros vestibulares de todo o Brasil. Com o cadastro na plataforma, o candidato pode resolver questões de várias disciplinas e acompanhar estatísticas de evolução diária, além de estar inserido em um ranking que classifica o desempenho de todos os usuários da plataforma.

Habitica - iOS e Android

Acham que a hora do estudo é muito chata? O Habitica pode ajudar a transformar as horas debruçadas nos livros em algo mais divertido. Você pode cadastrar tarefas no aplicativo e ele as transforma em "missões" para o usuário completar, como se fosse um jogo. Com cada missão completa, uma recompensa. Você também pode fazer uma rede com seus amigos e competir com eles. O Habitica também está disponível em versão web.

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Com o início do julgamento final do impeachment de Dilma Rousseff nesta quinta-feira (25/08) pelo Senado Federal, o setor industrial de Mato Grosso do Sul aguarda a confirmação da saída para que se crie clima favorável de crescimento no Estado. Na avaliação do presidente da Fiems, Sérgio Longen, o Brasil precisa avançar e somente com um novo governo serão geradas novas possibilidades.

“Esperamos que o Senado dê essa chance para que o País volte a crescer economicamente. Entendemos que é preciso investir em algo diferente, pois já conhecemos o passado e não gostamos do que foi feito e, por isso, queremos acreditar no futuro”, declarou Sérgio Longen. “Nós precisamos de pessoas comprometidas com o desenvolvimento do País e não com o assistencialismo. Isso tudo tem reflexo direto na economia, portanto, precisamos de clima e condições para voltar a crescer e produzir”, finalizou.

O presidente da Anicer (Associação Nacional da Indústria Cerâmica) e do Sindicer/MS (Sindicato das Indústrias Cerâmicas do Estado), Natel Henrique Farias de Moraes, também acredita no afastamento em definitivo da presidente Dilma Rousseff e já projeta uma retomada da confiança do setor empresarial com a confirmação do impeachment. “Com certeza, com a saída dela, os investimentos serão retomados, pois, quando ela foi afastada, o mercado já parou de cair, ficando estabilizado. Agora, a tendência é que a economia comece a crescer novamente”, previu.

Na avaliação do presidente do Conselho Diretivo da Abigraf Nacional (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) e do Sindigraf/MS (Sindicato das Indústrias Gráficas de Mato Grosso do Sul), Julião Flaves Gaúna, os empresários do segmento da indústria gráfica sempre foram favoráveis ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e agora, mais do que nunca, acreditam no afastamento em definitivo dela do cargo. “Esperamos que, com a saída da presidente, esse ciclo de retrocesso econômico do País seja encerrado e possamos iniciar a retomada do crescimento”, declarou.

Para o presidente da Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul), Roberto Hollanda Filho, a expectativa da indústria sucroenergética é que o impeachment da presidente Dilma seja consolidado para que o segmento possa voltar aos trilhos. “O setor sucroenergético sofreu muito por conta de medidas do governo federal em relação ao etanol, tentando congelar o preço da gasolina para controlar a inflação. Essa decisão equivocada teve um efeito nefasto e serviu apenas para acabar com a Petrobras e com o avanço do etanol no País”, recordou.

Roberto Hollanda acrescenta ainda que o governo da presidente Dilma Rousseff fez a mesma coisa com a geração de bioenergia, quando reduziu o preço das tarifas do setor energético. “Hoje, nós poderíamos ter aumentado a geração de energia limpa no Brasil, mas, graças à política equivocada dela, caminhamos para trás. A nossa expectativa com a ratificação do afastamento vai ser retomar a discussão com o novo governo para que Brasil define uma matriz energética e de combustível para que possamos recuperar o nosso potencial”, destacou.

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No início da sessão do julgamento do impeachment da presidente Dilma Rousseff, senadores já estão mais preocupados com a etapa de segunda-feira (29), quando a presidente afastada, Dilma Rousseff, fará sua defesa diretamente no plenário do Senado.

O receio é com o comportamento da advogada de acusação, Janaína Paschoal, que pode fazer perguntas para a petista. Pelo seu estilo inflamado, o temor é que ela faça provocações à presidente afastada, tumultuando a sessão. A advogada acompanhará o processo do plenário do Senado. Ela chegou pontualmente à sessão desta quinta (25).

Um senador aliado de Temer disse que iria conversar com seus colegas para tentar evitar que Janaína Paschoal seja a escolhida, entre os advogados de acusação, a fazer questionamentos para Dilma Rousseff. Além dela, compõem o grupo os advogados Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr.

O receio era partilhado também pela equipe de defesa da presidente afastada. Reservadamente, senadores petistas diziam que a sessão da próxima segunda-feira pode virar um circo, diante do histórico de atuações polêmicas da advogada Janaína Paschoal durante as outras etapas do processo de impeachment.

Durante a análise do processo na Comissão Especial do Senado, Janaína chegou a bater boca com alguns senadores e fez discursos fortes, com ataques a Dilma.

Os senadores querem evitar que o processo seja ridicularizado pela população caso os senadores percam o controle e acabem se exaltando e a sessão seja comparada ao que aconteceu na Câmara dos Deputados, quando a abertura do processo foi aprovada.

A sessão do julgamento final começou nesta quinta com meia hora de atraso, às 9h33. Hoje, os senadores apresentarão questionamentos ao processo e depois ouvirão parte das testemunhas. Primeiro serão ouvidos as duas indicadas pela acusação e, em seguida, as seis indicadas pela defesa. A expectativa é de que essa fase acabe na madrugada de sexta para sábado.

Na semana que vem, os parlamentares ouvirão a defesa pessoal de Dilma e a apresentação final dos advogados. Depois, cada um dos 81 senadores poderá discursar por 10 minutos. Só então eles iniciarão a votação que selará o destino de Dilma. Com informações da Folhapress.

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O segmento da construção civil saiu otimista do encontro que teve com o presidente interino Michel Temer em Brasília, no último dia 11. Quem afirma é o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo, Ramalho da Construção, que é, também, deputado estadual e membro da Frente Parlamentar da Indústria da Construção da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

“Temos 12 milhões de desempregados no país, famílias que precisam uma resposta rápida para superar as dificuldades", disse Ramalho durante a cerimônia de abertura do 10º Concrete Show South America. O deputado continuou: “Falamos ao presidente que o investimento de R$ 1 bilhão na construção de casas populares permitiria a construção de 13.157 moradias. Isso é capaz de gerar 50 mil novos empregos rápidos. Temos um caminho enorme pela frente e esperamos que ele acate nossas ideias. Temer se comprometeu a promover reuniões com lideranças do setor a cada 45 dias”.

Presente também na solenidade o secretário de Habitação de São Paulo, Rodrigo Garcia, falou da importância da união de empresários em torno da PEC dos Gastos Públicos. “Precisamos de confiança no setor público neste momento de crise política para que se retome o crescimento econômico. Em novembro será votada a PEC que limita os gastos públicos. Haverá muita pressão contra vinda de alguns setores, principalmente no âmbito do serviço público, e precisamos que o setor produtivo se una contra isso, apoiando a proposta”, opinou.

A Proposta de Emenda Constitucional apresentada pelo Governo Federal abrange um pacote de medidas econômicas e estabelece que o reajuste das despesas da União deve ser vinculado à variação da inflação do ano anterior. “É a salvação para os próximos anos no país. Já me coloquei a disposição do governador para retomar o mandato para votar a favor. A segurança de que tenhamos um governo que obedeça as regras e tenha respeito pela utilização sustentável dos recursos é essencial para que as empresas ampliem os investimentos”, completou.

Para o presidente da UBM Brazil, organizadora do Concrete Show, Jean-François Quentin, o momento é do setor reinventar-se para se adaptar à nova realidade econômica do país. “É uma oportunidade de estabelecer novas metas estratégicas para o cenário de desenvolvimento que se desenha para o próximo ano e a cadeia produtiva da construção civil tem grande responsabilidade em participar deste processo. O Concrete Show valoriza e reforça esta capacidade do segmento de enfrentar os desafios e oferecer um ambiente de crescimento e geração de empregos”. O10º Concrete Show South America, evento internacional focado em tecnologias e soluções para a cadeia produtiva do concreto e o setor de construção civil, começou hoje (24)  e vai até sexta (26) no São Paulo Expo (antigo Centro de Exposições Imigrantes), na capital paulista.

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Na manhã dessa quarta-feira(24), durante solenidade realizada no comando da 4ª Brigada e Cavalaria Mecanizada de Dourados, o diretor do Departamento de Operações de Fronteira recebeu das mãos do general de Brigada Lourenço William da Silva Ribeiro Pinho, comandante da Brigada Guaicurus, o diploma “Amigo do CMO”, outorgado pelo Comandante Militar do Oeste, General de Exército Paulo Humberto Cesar de Oliveira.

O diploma de “Amigo do CMO”, que foi criado em outubro de 2001, tem por objetivo homenagear pessoas e instituições que, por suas ações, cooperem eficazmente para o desenvolvimento das atividades do Comando Militar do Oeste e suas unidades subordinadas, contribuindo para o fortalecimento dos laços de amizade e integração entre o Exército brasileiro e a sociedade.

“É uma honra receber uma homenagem tão significativa do Comando Militar do Oeste, visto o apreço e os laços de amizade e profissional entre o DOF e o Exército Brasileiro, tanto na cooperação durante operações desencadeadas pelo CMO na fronteira do nosso Estado, como a integração de nossos policiais e os militares, não somente pelo trabalho, mas também pelas mutuas instruções continuadas entre as instituições, o que fortalece ainda mais o nosso sistema de segurança pública na fronteira”, conclui o diretor do DOF, coronel Ary Carlos Barbosa.

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Conhecer e identificar as oportunidades de parceria entre a Embrapa Agropecuária Oeste e a Fundação Instituto de Tecnologia e Inovação de Nova Andradina (Finova) foi o objetivo principal da reunião técnica realizada entre as duas instituições. A reunião aconteceu na terça-feira, 23 de agosto, pela manhã, no auditório da Embrapa e buscou esclarecer as principais demandas regionais de diversos setores, com destaque para o agronegócio.

Além de chefes, supervisores, pesquisadores e analistas da Embrapa, participaram da reunião o diretor presidente da Finova, Renato Pires da Silva Filho; os professores do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, do Campus de Nova Andradina e responsável pelo Probatec Agronegócio da Finova, Pedro Fonseca Camargo; o diretor geral da Faculdades Integradas de Nova Andradina (Finam/Uniesp), Henrique de Barros Silva; o professor da UEMS, Sonner Arfux de Figueiredo; o professor da UFMS, Antônio Sérgio Eduardo e a professora da UFGD, Maria Rita Rodda.

Para o diretor presidente da Finova, Renato Pires da Silva Filho, a integração com a Embrapa Agropecuária Oeste, tanto no Probatec Agronegócio quanto como membro do Conselho Curador é muito importante. "Queremos que a Embrapa participe das tomadas de decisões, da estruturação dos projetos e que a Finova possa contribuir viabilizando a solução das demandas que forem identificadas. Enfim, desejamos que a Unidade venha a participar do nosso Centro de Referência Tecnológica", acrescentou ele.

O Chefe Geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Lafourcade Asmus, disse que a reunião foi um importante passo em favor da aproximação com essa importante Fundação Tecnológica que vai alavancar o desenvolvimento de Nova Andradina e região. "As soluções que serão geradas por meio dessas ações, dessas incubadoras, enfim desse pólo tecnológico contribuirá com a solução de problemas regionais beneficiando os agricultores da Região Leste do MS", disse Guilherme.

O professor do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, do Campus de Nova Andradina e responsável pelo Probatec Agronegócio da Finova, Pedro Fonseca Camargo, explica que a reunião com a Embrapa foi muito animadora. "Acredito que essa parceria possa render muitos frutos para o agronegócio regional, beneficiando tanto os pequenos produtores quanto os demais, por meio do desenvolvimento de novas tecnologias, que contribuam com o aumento de produtividade e também trazendo mudanças ao arranjo produtivo que existe hoje nesses regiões", explicou Pedro.

Ele explicou ainda que uma das demandas da Finova consiste no aprimoramento das atividades desenvolvidas pelos pequenos agricultores que atualmente possuem algumas dificuldades para atenderem as demandas de fornecimento de alimentos para compor a merenda escolar, conforme estabelecido pela Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, que determina que no mínimo 30% do valor repassado aos municípios pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar.

Conheça a Finova - A Finova atua na Região Leste do MS, que reúne as cidades de Nova Andradina, Bataguassu, Anaurilândia, Bataiporã, Taquarussu, Novo Horizonte do Sul, Ivinhema e Angélica. Esses oito municípios serão amplamente beneficiados pelas atividades propostas pela Finova, que pretende estabelecer caminhos para que a ciência, tecnologia e inovação sejam utilizadas em benefício dos setores produtivos regionais.

A iniciativa que levou a criação da Finova partiu da Prefeitura de Nova Andradina, que pretende em parceria com as universidades e os institutos de pesquisa, promover o desenvolvimento sustentável com base na ciência, na tecnologia e na inovação. "A Finova funciona como um centro de referência tecnológica para as empresas e outras organizações públicas e privadas de Nova Andradina e região, desenvolvendo assim, a economia, a sociedade, a infra-estrutura, o meio ambiente e a gestão pública", explica Renato.

Todas as atividades da Finova estão organizadas por meio do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Base Tecnológica e Inovação (Probatec), que, estruturado em quatro subprogramas: Probatec Agronegócio, Probatec Digital, Probatec Ambiental e Probatec Parcerias. A Finova já tem Núcleos definidos de atuação e projeto arquitetônico para construção de seu Parque Tecnológico.

A tomada de decisões da Finova é feita por meio do seu Conselho Curador, da qual a Embrapa Agropecuária Oeste conta com a presença de dois representantes: o Chefe Adjunto de Transferência de Tecnologia, Auro Akio Otsubo e do pesquisador Claudio Lazzarotto.

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