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Redação Douranews

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Os músicos que integram a Orquestra UFGD vão se apresentar em evento gratuito para toda a comunidade douradense na terça-feira (21), com um novo repertório, a partir das 20 horas, no Teatro Municipal de Dourados.

Sob regência da maestra Thais Costa, o repertório será um desafio para os integrantes da orquestra e transitará por gêneros como Tropicália, ou homenageando os festivais da canção. O público pode esperar, ainda, arranjos especiais para clássicos da MPB (Música Popular Brasileira).

A Orquestra UFGD é um projeto desenvolvido pela Coordenadoria de Cultura que procura proporcionar o ensino e a prática musical, além de contribuir com a agenda artística e cultural da cidade. Em desenvolvimento desde 2013, atualmente conta com cerca de 30 músicos de Dourados e região.

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A Semed (Secretaria Municipal de Educação) de Dourados está realizando, até o dia 17, um seminário da rede municipal de ensino, para chamar professores e a comunidade de forma geral a contribuir com comentários e sugestões para elaboração do Currículo Regional do Mato Grosso do Sul.

Esse currículo é compreendido como as experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, em meio às relações sociais nos espaços institucionais, afetando a construção das identidades dos estudantes. Além disso, trata-se de um conjunto de esforços pedagógicos promovidos na escola, com o propósito de organizar e tornar efetivo o processo educativo.

O Curriculo Regional é fruto de uma seleção e produção de saberes e, ainda, é um instrumento político, cultural e científico formulado com base em uma construção coletiva, criado com base nas diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.

O seminário tem por objetivo orientar o processo de estudo e pesquisa sobre a Parte Diversificada do Currículo; ampliar o diálogo com professores, gestores e todos que atuam no Ensino Fundamental e, sistematizar a contribuição na Consulta Pública sobre o Currículo Regional/MS.

“A Parte Diversificada do Currículo prevê estudo de características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da comunidade escolar. Perpassa todos os tempos e espaços curriculares constituintes do Ensino Fundamental e do Médio, independente do ciclo da vida no qual os sujeitos tenham acesso à escola”, diz Cícera Pereira de Lima, professora que atua no apoio do Programa.

Ela explica que a Base nacional comum e a parte diversificada não podem se constituir em dois blocos distintos, com disciplinas específicas para cada uma das partes. ”A parte diversificada precisa complementar a Base Comum para oportunizar a formação integral dos estudantes, nos diversos contextos em que se inserem as escolas e Ceims. Assim, pensamos em garantir a qualidade e brevidade das contribuições, sugestões e comentários acerca da versão preliminar do Currículo”, afirma.

Participam diretamente desse processo, além do secretário de Educação Upiran Jorge Gonçalves e da Coordenadora de Ensino Mariolinda Rosa Romera Ferraz, a coordenadora do Programa em Dourados, Clair Moron Munhoz e a professora Cícera Pereira de Lima.

Os interessados em participar do processo – professores e população em geral - podem acessar o site http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ e enviar comentários ou sugestões até ao dia 31 deste mês.

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O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), um dos 13 candidatos à Presidência da República, entrou nesta quinta-feira (16) com o sexto pedido de impugnação (questionamento) do registro de candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) ao cargo, alegando que o ex-presidente é inelegível.

No pedido, os advogados Tiago Ayres, Gustavo Bebianno Rocha e André Castro, que representam Bolsonaro e a coligação ‘Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos’, detalham o processo que levou à condenação de Lula no caso do tríplex do Guarujá (SP) e afirmam que, em decorrência disso, o ex-presidente é inelegível. “Isso porque restou comprovado que o ex-presidente da República participou de um grande esquema de corrupção”, diz o texto.

Os advogados argumentam ainda o entendimento atual do STF, segundo o qual a pena pode ser executada após condenação em segunda instância, que levou à prisão de Lula, também deve ser aplicado à restrição dos direitos políticos do ex-presidente.
O registro de candidatura de Lula já foi questionado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Caberá ao ministro Luís Roberto Barroso decidir sobre os pedidos de impugnação. Ao ser questionado sobre o assunto, Barroso afirmou que fará “o que é certo”, segundo divulga a Agência Brasil de notícias.

Barroso pode decidir de modo monocrático e liminar (individual e provisório) sobre o deferimento do registro de candidatura de Lula, mas, o mais provável é que o processo seja julgado diretamente no plenário do TSE.

O registro da candidatura de Lula também foi contestado por dois candidatos a deputado federal, Kim Kataguiri (DEM-SP) e Alexandre Frota (PSL-SP), e por dois cidadãos que não concorrem às eleições. Esses pedidos de impugnação foram distribuídos ao ministro do TSE Admar Gonzaga. O PT pediu a Barroso que esclareça a quem cabe a relatoria das impugnações, e o ministro enviou o questionamento à presidente do TSE, ministra Rosa Weber, que deve pacificar a quem caberá decidir.

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Na tentativa de agilizar a efetivação de repasse de recursos ao FIS (o Fundo de Investimento Social), a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa encaminhará ofício ao governo estadual solicitando informações sobre a regulamentação de lei que trata sobre o assunto. Este foi um dos encaminhamentos decididos na reunião da Frente, realizada na tarde desta quarta-feira (15) no Plenário Deputado Nelito Câmara, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. O encontro foi presidido pelo deputado João Grandão, líder da bancada do PT.

Aprovada há mais de dois anos, a Lei 4.875/2016 alterou a redação da Lei 1.810/1997, que dispõe sobre os tributos estaduais. Com a mudança, ficou determinado que 1% do ICMS incidente sobre operações internas ou de importação de bebidas alcoólicas, fumo, cigarros e demais produtos derivados do fumo, deverá ser destinado ao FIS. Dessa parcela, dois terços serão repassados à área de assistência social, contemplando idosos abrigados em instituições de longa permanência.

O problema é que a Lei 4.875 ainda não foi regulamentada. O assunto foi discutido na reunião da Frente, mas a saída ao impasse foi postergada, porque o representante da Sedhast (a Secretaria estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho) não pôde comparecer por motivos de doença. Novo encontro foi marcado para o dia 24 deste mês, às 9 horas na Sedhast. Além dessa reunião, também será enviado à Secretaria documento pedindo informações sobre o assunto.

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A campanha eleitoral 2018 começa oficialmente a partir desta quinta-feira (16), após concluído o prazo dado pela Justiça Eleitoral para o registro das candidaturas. A partir de agora, todos os postulantes aos sete cargos em jogo (contando também os vices-governadores e suplentes ao Senado) estão livres para pedir o voto diretamente ao eleitor.

Em Mato Grosso do Sul, são 514 inscritos: seis candidatos à única vaga de governador com os respectivos vices, 13 disputando as duas cadeiras do Senado com dois suplentes cada, 119 para oito vagas de deputado federal e outros 344 de olho em uma das 24 vagas na Assembleia Legislativa estadual.

Confira a lista completa de candidatos com pedido de registro

Para governador e vice, concorrem: Humberto Amaducci e a vice Doutora Luciene, pelo PT; João Alfredo Danieze com a vice Dina (PSol); Odilon de Oliveira (PDT) e o vice Marcos Vitor (PRB), da coligação ‘Esperança e Mudança’; Marcelo Bluma (PV) e a vice Ana Maria Bernardelli (Rede), da coligação ‘O nosso movimento é por mudança’; Reinaldo Azambuja (PSDB), com o vice Murilo Zauith (DEM), da coligação ‘Avançar com responsabilidade’; e Junior Mochi e a vice Tânia Garib (ambos pelo MDB), na coligação ‘Amor, trabalho e fé’.

Para o Senado Federal, disputam Anisio Guilherme da Fonseca (PSol), César Nicolatti (PTC), Dorival Betini (PMB), Humberto Figueiró (Podemos) e Pedro Chaves (PRB) – que desistiu e será substituído, Marcelo Miglioli (PSDB), Nelsinho Trad (PTB), Mário Fonseca (PCdoB), Soraya Vieira Thronicke (PSL), Zeca do PT (PT), Thiago Freitas (PPL), Sérgio Harfouche (PSC) e Waldemir Moka (MDB), tentando a reeleição.

Dos 119 nomes que estão tentando uma das oito vagas na Câmara dos Deputados, apenas seis buscam a reeleição: Tereza Cristina (DEM), Fábio Trad (PSD), Vander Loubet (PT), Dagoberto Nogueira (PDT), Elizeu Dionizio (PSB) e Geraldo Resende (PSDB). Os outros dois, Zeca do PT tenta vaga no Senado e Mandetta resolveu não concorrer à reeleição.

Para deputado estadual, 344 candidatos disputam as 24 vagas, com uma média de uma vaga para 14,3 concorrentes. Tentam a reeleição 20 dos atuais parlamentares: Amarildo Cruz (PT), Barbosinha (DEM), Cabo Almi (PT), Coronel David (PSL), Paulo Siufi (MDB), Eduardo Rocha (MDB), Enelvo Felini (PSDB), Felipe Orro (PSDB), Herculano Borges (Solidariedade), João Grandão (PT), Lídio Lopes (Patriotas), Mara Caseiro (PSDB), Márcio Fernandes (MDB), Maurício Picarelli (PSDB), Onevan de Matos (PSDB), Paulo Corrêa (PSDB), Pedro Kemp (PT), Rinaldo Modesto (PSDB), Renato Câmara (MDB) e Zé Teixeira (DEM). Os outros quatro, George Takimoto (MDB) e Beto Pereira (PSDB) disputam para federal, Junior Mochi (MDB) disputa o Governo e Graziele Machado desistiu e abriu a vaga para o pai, Londres, tentar o décimo primeiro mandato.

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Mato Grosso do Sul estará bem representado no 17º Campeonato Brasileiro de Luta de Braço que acontece neste fim de semana em Campinas-SP. Esta última etapa classifica os melhores atletas da modalidade para o Mundial em Antalya, na Turquia, que será realizado de 12 a 17 de outubro.

Quem já está com a vaga garantida para o Mundial é o atleta sul-mato-grossense Victor Eduardo, que ganhou o Desafio Open ZT – Armwrestling ocorrido em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, no dia 11 de agosto. Ele é o mais novo campeão de Luta de Braço.

Victor participou da competição que reuniu lutadores do Brasil, Chile, Argentina e Bolívia. Na ocasião, o jovem, de apenas 21 anos, encarou o desafio contra Giuliano Pareja, considerado um dos principais nomes da Luta de Braço no Brasil. O três-lagoense venceu cinco lutas seguidas e conquistou o primeiro lugar pela categoria 95 quilos e recebeu o cinturão da ZT – Armwrestling de Luta de Braço.

Há três anos no esporte, o jovem conta que já participou de vários campeonatos, sendo seis vezes campeão brasileiro e recentemente campeão Pan-americano. “Já participei de várias outras modalidades esportivas como o basquete, até que um amigo me convidou para conhecer a Luta de Braço e, desde então, não parei de treinar e me dedicar. Agora meu objetivo é ir para o Mundial e ficar entre os melhores na categoria Sub-21”, revela.

A delegação de Mato Grosso do Sul, composta por 40 atletas, vai competir nas categorias Sênior, Master, Sub-18, Sub-21 e ACD e embarca nesta sexta-feira (17) para a pesagem.

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As eleições do dia 7 de outubro podem ficar para história e registrar o fim da era da televisão aberta como o principal meio de informação dos brasileiros para acompanhar a disputa de votos por cargos públicos. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil têm como hipótese a possibilidade de a internet ter mais peso do que nunca na decisão, e mudar em definitivo a maneira de se fazer campanha eleitoral no país.

Pesquisadores de comunicação e consultores eleitorais assinalam que os 147,3 milhões de eleitores brasileiros escolherão representantes sob influência inédita de conteúdos compartilhados nas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, em especial no Facebook e no WhatsApp.

“Tem se especulado que esse pleito possa vir a ser a primeira eleição onde a internet assuma papel protagonista”, resume o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, que já trabalhou em mais de 90 eleições majoritárias (campanhas para presidente, governador e senador) e um dos mais requisitados consultores políticos nesses períodos.

Nas plataformas da internet, diferente da televisão e do rádio, que veiculam o horário eleitoral gratuito, a comunicação é individualizada e interativa. Os conteúdos são mediados pelos usuários, em lugar de vídeos e peças sonoras veiculados para grandes audiências - sem possibilidade de resposta ou de reencaminhamento.

“A mensagem encaminhada, que consegue penetrar em grupos, é mais influente do que aquela que vem pela televisão”, afirma o estatístico e doutor em psicologia social, Marcos Ruben.

Fábio Gouveia, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo), assinala que “a atenção não está mais concentrada na televisão” e, nesta campanha, os usuários “assumem papel de filtros disseminadores”, repassando ou retendo mensagens às pessoas com quem estão conectadas.

Christian Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), aponta que a internet “viabiliza informação para uma quantidade grande da população que estava excluída do debate político”. Segundo ele, “isso ajuda a entender as formas de tratamento, usos de imagem, estratégias de retórica intimidativa e bipolarizante [hoje verificados] que eram menos acessíveis quando tínhamos a campanha baseada na televisão”.

Os riscos

Os especialistas não desconsideram os riscos da próxima campanha eleitoral como a circulação de notícias falsas, deformação de mensagens, difamações generalizadas e manifestações de ódio e intolerância, os conhecidos fakes.

Para o jornalista Mário Rosa, especialista em gestão de crises de imagem, há forte possibilidade que, em paralelo à campanha positiva e com propostas no horário eleitoral, venha a existir forte campanha negativa na troca de mensagens. “O disparo do WhatsApp não pode ser monitorado e nem auditado. Podem atacar e não vai se saber qual a origem dos ataques”, alerta Mário Rosa ao lembrar que “o objetivo da campanha eleitoral não é informar, mas convencer”.

Na mesma linha, Christian Dunker não afasta a possibilidade, especialmente ao fim da campanha, de serem disseminados “fatos políticos que possam vampirizar candidaturas e interferir nos resultados”.

Números

O Facebook chegou a 127 milhões de usuários neste ano no Brasil e o WhatsApp tinha cerca de 120 milhões de pessoas ligadas no ano passado (20 milhões a mais do que em 2016). Facebook e WhatsApp não informaram o crescimento de usuários que tiveram entre a eleição de 2014 e até o momento, conforme a Agência Brasil.

Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SinditeleBrasil), nos últimos quatro anos, o número de usuários de aparelhos celulares 3G e 4G (que permitem acesso a redes sociais) passou de 143 milhões para 188 milhões – diferença de 45 milhões, superior à população da Argentina.

A Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar do IBGE contabiliza que “entre os usuários da internet com 10 anos ou mais de idade, 94,6% se conectaram via celular”, para exemplificar a forma dessa mídia na formação da consciência política para este ano.

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O vereador Bebeto (PR) usou a tribuna da Câmara de Dourados, durante a sessão ordinária de terça-feira (14), para pedir providências à Sanesul, empresa de saneamento do Estado, com relação a qualidade da água fornecida nos residenciais Bonanza 1 e 2.

Ele justifica o pedido, considerando várias reclamações da comunidade, incluindo nas redes sociais, entre os dias 9 e 12. “Segundo os moradores, neste período a água fornecida aos usuários apresentava um cheiro muito forte e o sabor amargo, além de uma coloração escura”, explicou.

Neste sentido, o vereador solicitou por meio de indicação a prefeita Délia Razuk (PR) e ao gerente regional da Sanesul, Paulo Roberto Nepomuceno, medidas visando garantir a qualidade da água fornecida nestas localidades. Ele sugere ainda que se façam estudos para analisar a água consumida pelos moradores, evitando assim futuras reclamações e transtornos à população douradense.

Serviços

Em outra indicação encaminhada a prefeita Délia e ao secretário de Serviços Urbanos, Joaquim Soares, o vereador Bebeto solicita mutirão de limpeza na região do Jardim Itália, incluindo limpeza de boca de lobo.

Já ao secretário de Obras, Tahan Sales Mustafa, o vereador solicitou serviços de patrolamento e cascalhamento nas sitiocas Síria Rasselen, Campo Belo, Ouro Fino e Campina Verde. “Em contato com os moradores dessas sitiocas, fomos cobrados com relação à manutenção das vias, sendo que em alguns pontos as ruas estão quase intransitáveis, devido à erosão e valetas formadas em período de chuvas”, justifica o documento.

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O preço médio da saca de soja em Mato Grosso do Sul registrou alta de aproximadamente 5% na segunda semana de agosto, passando de R$ 73,75 para R$ 77,19, conforme informações publicadas no Boletim Técnico da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) nesta semana.

De acordo com a Unidade Técnica da Famasul, a média no período analisado, de 1 a 13 de agosto, de R$ 75,78, à vista, contabiliza um aumento de 33,5% em relação a agosto de 2017, de R$ 56,77 a saca.

“O avanço está associado à alta recente do dólar, cotado em agosto deste ano em R$ 3,89. Com isso, as cotações internas se mantêm apreciadas, enquanto no mercado internacional o valor da oleaginosa apresenta queda, em função da perspectiva de safra cheia nos Estados Unidos”, explica o analista técnico Luiz Gama.

De acordo com levantamento realizado pela Granos Corretora, o Estado já comercializou mais de 80% da safra 2017/18, com avanço superior a 13 pontos percentuais em relação à temporada anterior. “Isso mostra que o produtor está aproveitando as janelas de comercialização”, afirma Gama.

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