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Quinta, 06 Janeiro 2011 08:13

Seis dicas para uma aposentadoria confortável

Escrito por Redação Douranews/ com terra

Se você não quer trabalhar durante décadas e ter um orçamento apertado ao receber a aposentadoria, pode fazer do tempo um instrumento para preparar o seu futuro. Se o longo prazo é principal vantagem para obter ganho depois dos 65 ou 70 anos, buscar as melhores rentabilidades tornam a proposta mais eficiente.

O diretor da Spinelli Corretora, Manuel Nogueira Lois, diz que pessoas entre 20 e 35 anos, que visam fazer alguma aplicação pensando na aposentadoria, têm o prazo dilatado como fator positivo para obter retorno. “O melhor investimento é em ações”, diz sobre o cenário do País, com boas perspectivas para o futuro. “É diferente da Venezuela e Argentina, por exemplo, que têm um futuro previsivelmente ruim”, fala sobre as aplicações em bolsas de valores.

O diretor afirma que as medidas do governo para conter a economia aquecida têm seu lado positivo. “São saudáveis para evitar bolhas, como a China tem feito neste ano”. Para o início de 2011, a expectativa é que as empresas divulguem um balanço positivo referente ao ano de 2010, mesmo que a BM&FBovespa não tenha sentido esse desempenho. “A bolsa foi mais afetada pela crise na Europa e o receio da recuperação dos Estados Unidos”. O momento, entretanto, não impede que o investidor aproveite para comprar papéis em baixa. Se o seu plano é investir de olho na aposentadoria, confira abaixo seis dicas para te ajudar:

1 - Lois orienta que o investidor avalie o momento em que se encontra a empresa e se ela tem potencial de crescimento. A análise deve abranger as próximas décadas;

2 - Conhecimento é fundamental. Mesmo que a empresa que você investe hoje esteja bem, o cenário pode mudar, seja por mudanças na legislação ou atuação mais forte de concorrentes. “Por isso a necessidade de acompanhar o noticiário econômico”, acrescenta o diretor.

3 – O dinheiro para a aplicação deve ser mensal, ou quando possível, para aumentar seu patrimônio. O que ganhar com a rentabilidade pode ser reinvestido.

4 - Mude a aplicação se for preciso. Com a possibilidade de mudança e se o crescimento da companhia não for mais promissor, analise outras, se são bem administradas, éticas e há quanto tempo estão no mercado.

5 - No seu investimento de longo prazo, novas turbulências virão. O acompanhamento te ajudará a decidir se é preciso mudar de empresa e setor ou se vale esperar a má fase passar. Em períodos como este vale aproveitar a reserva para comprar os papéis que estão em baixa.

6 - Três aplicações para quem está de olho na aposentadoria são:

a) Fundo Imobiliário, que ainda apresentam perspectivas de crescimento;

b) Empresas de menor liquidez que paguem bons dividendos (acima de 15% ao ano)

c) Tesouro Direto, no qual o advisory do Private Equity do Banco Fator, Antônio Conceição, indica títulos atrelados à inflação (NTN-Bs) com vencimentos longos. “Estes títulos preservam o poder de comprar do investidor”, diz sobre a redução da taxa de juros real brasileira a patamares de países do mesmo nível de risco que o Brasil, que são entre 3% e 4% ao ano. Isso quer dizer que, mesmo que os juros e a inflação sejam contidos, você “travará” sua renda real em torno de 5,7% ao ano, como exemplificou Antônio Conceição, com o NTN-B 2045.

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