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Redação Douranews

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O sambista Moacyr Luz foi assaltado, na virada deste domingo (11) para segunda-feira (12), pouco antes de chegar à Sapucaí. O compositor estava em um táxi na altura da Central do Brasil, teve os pertences roubados e ficou até sem a camisa da Paraíso do Tuiuti, escola da qual é compositor e pela qual desfilou ao lado do carro de som.

Moacyr tinha acabado de chegar de um show de São Paulo. Muito abalado, ele seguiu até o Sambódromo, onde recebeu outra camisa da escola e seguiu ao lado do carro de som pela avenida. “Fui abordado por três homens armados, colocaram a arma na minha cabeça. Levaram tudo o que eu levava e tudo do taxista também. Com todo mundo olhando”, explicou Moacyr ao G1, mostrando o outro lado da festa carioca.

Até fantasia e medicamentos de Moacyr foram roubados. “Levaram a fantasia que eu ia usar para desfilar na Mangueira. Levaram também os meus medicamentos que eu preciso", acrescentou. Ainda assim, Moacyr considera que valeu a pena persistir e chegar à Sapucaí. “Uma superação a gente poder ter liberdade para compor e poder inovar nos versos, para oxigenar o gênero [samba]”, disse.

A Paraíso do Tuiuti, quarta escola a desfilar pelo Grupo Especial, levou à Sapucaí enredo sobre a escravidão e chegou a apresentar, em um dos carros alegóricos, a caricatura do presidente Michel Temer simbolizando um vampiro.

Comentário

A retenção de um navio com 27 mil bois vivos no Porto de Santos, por três dias, na semana passada, após denúncias de maus-tratos aos animais, chama a atenção para uma discussão econômica: a qualidade das exportações brasileiras. A venda do boi “em pé” é bom negócio para os pecuaristas, mas, para o país, nem tanto.

Dono do segundo maior rebanho bovino do mundo — atrás apenas da Índia, onde o animal é sagrado —, o Brasil exporta carne a US$ 4.200 a tonelada. Pelo boi vivo, os países pagam a metade: US$ 2.100 a tonelada.

O comprador engorda o boi na propriedade e garante emprego no abate, em frigoríficos locais. Parte dos animais serve ainda para aumentar o próprio plantel. Os navios boiadeiros, que partem para países como Turquia, Egito e Jordânia, funcionam no modo charter — não importa quantos animais embarcam, o custo é o mesmo. Isso explica as más condições e a quantidade de bois flagrados numa só embarcação, ‘atolados em estrume’, conforme relata reportagem de OGlobo.

A venda de bois vivos evidencia o aumento da exportação pelo Brasil de produtos primários, ou com baixíssimo grau de manufatura, em detrimento dos industrializados, marca de economias mais desenvolvidas. Apesar do superávit recorde na balança comercial em 2017, o Brasil vende hoje ao exterior mais produtos básicos, mais baratos, portanto, do que dez anos atrás, ainda que o faça em maior quantidade.

“Já fomos melhor no passado. Nosso futuro é recuperar o que já fomos”, constata José Augusto de Castro, presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), ouvido pelo jornal.

Carga tributária

Na avaliação de Castro, na última década o Brasil retrocedeu e assistiu ao empobrecimento das exportações. Em 2007, as vendas de manufaturados alcançaram US$ 83,9 bilhões e representaram 52% das exportações do país. Em 2017, foram R$ 3,7 bilhões menores (R$ 80,2 bilhões), 37% do total.

Os básicos, que estão praticamente na forma em que são retirados da natureza, passaram a liderar as vendas ao exterior — a participação saltou de 32% para 46,4% no período. A fatia dos semimanufaturados, que embutem algum grau de transformação, mas ainda estão longe da forma final de consumo, permaneceu na faixa de 14%.

Segundo Castro, muitos escolhem exportar o produto bruto devido à política tributária, que penaliza a industrialização com impostos como IPI e ICMS. Embora gerem crédito ao exportador, ele diz que é difícil receber os valores.

“O produto primário não paga ICMS. A soja é um exemplo. Já exportamos mais óleo de soja do que hoje. Muitas das nossas indústrias foram para a Argentina. E hoje o Brasil vende principalmente o grão”, afirma.

Ainda de acordo com a reportagem de OGlobo, a venda do boi vivo é vista apenas como questão de oportunidade, já que a Austrália teve seu rebanho reduzido pela seca em 2014. Mas os pecuaristas também enfrentam problemas com a falta de frigoríficos, porque muitos fecharam as portas nos últimos anos.

Fernando Paiva Ribeiro, pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), afirma que a soja é um exemplo notável, pois o Brasil desenvolveu a cadeia de produção do óleo. Na última década, porém, enquanto as vendas do grão seguiram em alta, as de óleo de soja recuaram.

“A China investiu para fazer o óleo de soja lá e compra apenas o grão. É um exemplo pontual, mas mostra bem o que aconteceu. Deixamos de gerar o valor da produção industrial”, diz Ribeiro.

Há casos em que o problema é a falta de investimento em novas tecnologias. O açúcar bruto, por exemplo, lidera as exportações de semimanufaturados, em detrimento do açúcar refinado, mais processado. O consultor José Milton Dallari, da Decisão Consultoria, explica que o mercado internacional não aceita mais o uso de soda cáustica no refino e que ainda são poucas as empresas que adotaram novas tecnologias. “Para exportar o açúcar refinado, as indústrias teriam de estar mais bem aparelhadas”, observa.

Segundo o pesquisador do Ipea, houve ainda concentração das exportações em um número menor de produtos, o que aumenta a vulnerabilidade em relação ao mercado internacional. Em 2005, os dez principais produtos da pauta respondiam por 32% das exportações totais. Em 2017, eles representaram quase a metade, 48,1%. Na lista de 2005, havia automóveis, aviões e autopeças. Agora, apenas os automóveis estão entre os dez mais.

“Ao vender produtos básicos, o Brasil foge do problema. Cada setor tem uma história para contar, mas o problema geral é o mesmo: a falta de competitividade da indústria. Nenhum país se desenvolveu sem uma indústria pujante, nenhum baseou sua produção em commodities”, diz Ribeiro.

Exportação e política

Ribeiro diz que a discussão das exportações foi deixada de lado com a crise política, mas precisa ser retomada. Ele acredita que há soluções, como usar a produção agrícola para desenvolver uma indústria de alimentos voltada à exportação, já que temos matérias-primas fartas e baratas.

O presidente da AEB diz que o número de empresas exportadoras está estacionado, na casa de 20 mil. Segundo ele, a estatística só mostra crescimento porque o governo passou a computar também as filiais das grandes companhias, inflando o total. “Não há nada a ser feito de fora para dentro. Só o Brasil pode resolver este problema”, resume.

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Um avião a companhia Saratov Airlines caiu na região de Moscou neste domingo (11), informa a agência Reuters. De acordo com comunicado, 71 pessoas estavam a bordo - 65 passageiros e seis tripulantes.

Segundo a imprensa russa, o acidente aconteceu em Argunovo, na região de Moscou. Ainda segundo fontes citadas pela Reuters, não há sobreviventes, conforme reproduz o portal G1.

O serviço de tráfego aéreo em tempo real FlightRadar24 reporta que o voo 6W703 havia acabado de decolar do aeroporto Domodedovo, em Moscou, com destino a Orsk quando perdeu contato.

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Os bombeiros de Fátima do Sul encontraram por volta de 8 horas deste domingo (11) o corpo do jovem que se afogou no fim da tarde deste sábado (10), em um dos lagos da Orla do Rio Dourados, em Fátima do Sul.

Anderson Afonso Silva, de 23 anos, conhecido como “Negão”, desapareceu por volta das 18h20 e logo os familiares acionaram o Corpo de Bombeiros, que iniciou as buscas. Os militares trabalharam até às 21 horas e retomaram as buscas a partir das 6h30 deste domingo.

O irmão da vítima relatou que ele, acompanhado de um irmão (que morreu afogado) e mais dois amigos tomavam banho no lago quando percebeu o desaparecimento do jovem. Eles moram em Rio Brilhante e foram para Fátima do Sul para passar o Carnaval.

Populares informaram ao jornal MS News que flagraram vários jovens tomando banho na Orla desde às 6 horas da manhã deste sábado (10). Eles nadavam até o meio do lago onde estão os patinhos e retornavam. O corpo de jovem foi encontrado no dia seguinte, por volta das 11 horas.

Rita Cadillac vai relembrar os tempos de chacrete na Marquês de Sapucaí. A dançarina, que é uma das mais icônicas ex-assistentes de Chacrinha, será destaque no desfile da Grande Rio, que este ano irá homenagear o Velho Guerreiro; a escola é a quinta a entrar na avenida neste domingo (11).

Aos 63 anos, ela diz que irá usar um maiô como os que usava no palco do programa e garante que irá arrasar na avenida: "Acho que estou muito bem ainda, eu me sinto bem"., disse ao G1, depois de posar ao lado da estátua de Chacrinha, onde ficava o Teatro Fênix, último local em que o programa foi gravado, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Cadillac mostrou que ainda abala quarteirão. De shortinho de couro e botas de cano alto, ela exibiu as curvas que a fizeram famosa, recebeu cantadas e fez muito motorista frear para vê-la. Apesar de lidar bem com isso, ela engrossa o coro contra o assédio masculino, tema central da festa neste ano.

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.013 da Mega-Sena, sorteadas na noite deste sábado (10) na cidade de Santana/AP, e o prêmio acumulou em R$ 71 milhões para quarta-feira (14), segundo a Caixa Econômica.

Veja as dezenas sorteadas: 06 - 23 - 30 - 36 - 53 - 56.

A quina teve 159 apostas ganhadoras, e cada uma levará R$ 25.057,74. Outras 8.465 apostas acertaram a quadra, e cada uma ganhará R$ 672,37.

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O domingo (11) será de tempo nublado com pancadas de chuva, trovoadas isoladas e céu parcialmente nublado em todas as regiões de Mato Grosso do Sul. A previsão é do Cemtec (o Centro de Monitoramento do Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos) do Estado.

Há possibilidades de chuva forte em vários pontos do Estado, em especial nas regiões sul, central e norte. Em Dourados, depois da forte chuva da tarde deste sábado (10), que provocou alagamentos em várias regiões da periferia, o domingo amanhece fechado.

As temperaturas, com mínima de 21ºC e a máxima prevista de 31ºC marcam este dia, no prolongamento do feriado de carnaval que vai até terça-feira (13). Nos demais municípios, Campo Grande terá mínima de 25°C e máxima de 31°C, Corumbá: mínima de 26°C e máxima de 30°C; Coxim: mínima de 26°C e máxima de 34°C; Ponta Porã: mínima de 22°C e máxima de 27°C; e em Três Lagoas, a mínima será de 25°C e a máxima, 35°C.

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A bandeira tarifária de energia para o mês de fevereiro permanece verde, sem custo extra na conta para os consumidores. Conforme divulgou a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o acionamento desta bandeira indica a manutenção das condições favoráveis de geração hidrelétrica no Sistema Interligado Nacional.

A Aneel e a Agepan (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos), conveniada para fiscalizar os serviços de energia em Mato Grosso do Sul, alertam que apesar da bandeira verde é importante que os consumidores mantenham o uso consciente e ações de combate ao desperdício.

Bandeiras

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

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Um trecho de aproximadamente um quilômetro da Via Parque, rua que liga a região do Jardim Clímax com o acesso à BR 463, passando pela Vila Cachoeirinha, se transformou em um ‘rio’ no meio da tarde deste sábado (10), com a concentração pluviométrica decorrente das chuvas. Crianças do bairro aproveitaram para, literalmente, nadar na formação de águas.

Internauta Thiago produziu vídeo

De acordo com o instituto Climatempo, a previsão era de 15mm de chuvas para o período, mas o afunilamento da água, que escorreu pela Via Parque, deu a impressão de que esses índices foram maiores. O indicador GuiaClima, da Embrapa, que mede em tempo real a precipitação, não estava atualizado neste sábado para consulta.

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A reportagem, com transmissão ao vivo pelo Facebook, na tarde de quinta-feira (8), mostrando a carreata que seguia a comitiva do deputado federal Jair Bolsonaro na primeira visita do presidenciável ao Município, foi classificada de ‘ridícula’ na página do pré-candidato.

Com vários comentários e compartilhamentos, a maioria criticando a matéria produzida pela jornalista Lia Nogueira, a observação feita por Bolsonaro sobre o conteúdo do material tinha 171 mil visualizações até o começo da noite deste sábado (10) na página dele no Facebook.

Assista a reportagem

Mais tarde, durante coletiva de imprensa concedida no auditório do Sindicato Rural de Dourados, o pré-candidato a presidente do Brasil, abordado por Lia Nogueira sobre a proposta que defende, de armar a população contra a bandidagem, disse que essa é uma medida necessária, e, ainda mais no caso da jornalista, a quem se referiu como “mulher e baixinha”, que teria necessidade de se armar para enfrentar a violência urbana.

Essa citação de Bolsonaro, costumeiramente polêmico por onde passa, provocou reações desencontradas nas redes sociais ao longo do dia e pelo final de semana, entre prós e contras a reação da profissional que rejeitou o uso de armas para se defender [‘tenho minhas palavras’, disse ela ao pré-candidato], mas o fato mais determinante foi que o próprio Bolsonaro, no perfil pessoal que mantém no Facebook, classificou o trabalho da profissional como “ridículo”.

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