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Redação Douranews

Redação Douranews

Como já dizia Lénin [Vladimir Ilitch, o principal líder russo que fundamentou os princípios do socialismo democrático mundial], no começo do século XX, às vezes é preciso dar dois passos para frente e um para trás para se conseguir os avanços pretendidos. Ou, como repetiria o professor Iáleg [brasilianista, também russo], já no final daquele século, “é preciso ter pressa, devagar!”

Para muitos, é difícil raciocinar dialeticamente sobre essas duas formas de pensamento, mas nunca é demais refletir sobre a desmedida preciosidade (ou seria excesso de pessimismo?) que o brasileiro nutre por sí mesmo. Esse predomínio é acentuado no futebol, onde temos os melhores reprodutores da arte de jogar bola, e onde também prevalece o negativismo nacional.

É certo que muitas vezes temos que questionar os exageros midiáticos que fazem jovens talentos se transformarem em milionários senhores do futebol mundial, mas não há como ignorar a vocação brasileira por esse esporte.

Daí, voltemos ao título dessa postagem. Foi preciso perder a Copa do Mundo [em 16 de julho de 1950], em pleno Maracanã, para que o Brasil fosse campeão em 1958 na Suécia, bi em 1962 no Chile, tri em 70 no México, tetra na Itália em 1994 e penta na Alemanha em 2002. Portanto, celebremos 1950 e saudemos 2014, quando o Mundial de futebol retorna ao Brasil.

Ah, e só pra reforçar o que dizia sobre excesso de preciosismo, ou de negativismo, somos os únicos pentacampeões da história do futebol mundial, desde 1930.

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Como já dizia Lénin [Vladimir Ilitch, o principal líder russo que fundamentou os princípios do socialismo democrático mundial], no começo do século XX, às vezes é preciso dar dois passos para frente e um para trás para se conseguir os avanços pretendidos. Ou, como repetiria o professor Iáleg [brasilianista, também russo], já no final daquele século, “é preciso ter pressa, devagar!”

Para muitos, é difícil raciocinar dialeticamente sobre essas duas formas de pensamento, mas nunca é demais refletir sobre a desmedida preciosidade (ou seria excesso de pessimismo?) que o brasileiro nutre por sí mesmo. Esse predomínio é acentuado no futebol, onde temos os melhores reprodutores da arte de jogar bola, e onde também prevalece o negativismo nacional.

É certo que muitas vezes temos que questionar os exageros midiáticos que fazem jovens talentos se transformarem em milionários senhores do futebol mundial, mas não há como ignorar a vocação brasileira por esse esporte.

Daí, voltemos ao título dessa postagem. Foi preciso perder a Copa do Mundo [em 16 de julho de 1950], em pleno Maracanã, para que o Brasil fosse campeão em 1958 na Suécia, bi em 1962 no Chile, tri em 70 no México, tetra na Itália em 1994 e penta na Alemanha em 2002. Portanto, celebremos 1950 e saudemos 2014, quando o Mundial de futebol retorna ao Brasil.

Ah, e só pra reforçar o que dizia sobre excesso de preciosismo, ou de negativismo, somos os únicos pentacampeões da história do futebol mundial, desde 1930.

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Quinta, 07 Julho 2011 19:23

Falta de atenção, ou sobra de Funai?

Admitir o erro é nobre. Pelo menos nesse quesito a coordenadora da Funai em Dourados, Maria Aparecida Mendes, conseguiu amenizar o impacto da denúncia apresentada pelo jornal douradosagora, de que os índios estão sendo abastecidos com produtos, o leite principalmente, vencidos.

Ao admitir que possa ter havido “falta de atenção” dos servidores da Funai no momento de embalar as mercadorias da cesta básica indígena, Maria Mendes justifica, também, o questionamento que se faz há algum tempo: a Funai está sobrando na vida dos índios!

Está passando da hora dos políticos e lideranças nacionais encamparem a causa indígena como uma questão de cidadania e não com essa hipocrisia de que índio deve viver confinado em boas terras, consumindo até mandioca “importada” de outros municípios. E agora, também, leite pasteurizado, e estragado.

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Não se pode condenar ninguém simplesmente porque houve presunção de algo. Essa foi a conclusão a que chegaram os desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul depois que o ex-deputado falastrão Ary Rigo declarou que não tinha a intenção de “comprar” as autoridades da Corte judicial com os R$ 900 mil que eram devolvidos mensalmente até outubro do ano passado.

Segundo o presidente do TJMS, Luiz Carlos Santini, existem provas suficientes de que o retorno (essa palavra não tinha sido amaldiçoada?) do dinheiro é constitucionalmente permitido e que existem comprovantes desse repasse legal à disposição de todos que tenham alguma dúvida sobre o assunto. Ele negou hoje (6), em entrevista na TV Morena, que haja corrupção no Judiciário estadual.

Sendo assim, podemos concluir que, na pior das hipóteses, a dinheirama que foi anunciada como fruto da roubalheira praticada pelos políticos, agentes públicos e empresários indiciados na operação “Uragano”, em Dourados, deverá ser transformada em contrapartida, investimentos ou qualquer outro nome que possa ser comparado a um adjetivo capaz de inocentar todos os envolvidos.

 

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Requalificar, termo que significa também recriar, refazer, melhorar, se transformou nos últimos tempos no principal apelo nacional, especialmente junto aos setores ligados à produção. E porque isso acontece?

É preciso analisar a aplicação do termo, antes de mais nada, ao fato do crescimento desordenado que se impingiu ao crescimento da Economia brasileira.

Expandiram-se os setores de telecomunicações, há celulares e notebooks por todo lado, as redes sociais têm no Brasil um dos maiores índices de adesão, mas também temos ameaças de apagões constantes, blecautes relâmpagos e o déficit de energia que também incomoda o setor produtivo.

Por isso, talvez, sejamos nós os maiores culpados desse prejuízo. Antes de pensarmos em preparar as condições para o crescimento, queremos crescer! Mas, crescer a que custos? Do fator midiático que projeta governantes mundo afora, ao planejamento ordenado, existe um hiato a ser preenchido.

Requalificar, pois, é o recado que vem dos setores empresário-industriais e que deve ser assimilado, com todas as letras, pelos demais segmentos. Em todas as atividades econômicas, essa é a palavra de ordem.

Construir a casa a partir do telhado, decididamente, é uma contradição que deve ser desprezada.

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Domingo, 19 Junho 2011 11:01

Asa Branca à moda gaúcha

Quem teve a oportunidade de participar da apresentação do cantor Renato Borghetti, na noite de sábado (18) durante a Festa Junina de Dourados, também presenciou um fato inusitado: a interpretação de “Asa Branca” no ritmo gaúcho.

Um dos mais belos hinos do cancioneiro nordestino, imortalizada na voz do internacional Luiz Gonzaga, “Asa Branca” se transformou no novo hit do repertório do gremista Borghetti, ao lado de “Luar do Sertão”, outro clássico do Nordeste que ganhou novo fôlego com o sotaque sulista. E tinha até torcedor do Internacional aplaudindo!

No meio da platéia, houve quem se manifestasse até contrariamente à apresentação de Borghetinho no espaço do Douradão, aonde renasceu a Festa Junina depois de um período tenebroso da história cultural da cidade. “Isso – o show – era para estar acontecendo no Teatro Municipal, mas nós transformamos esse espaço no novo teatro de Dourados”, admitiu o próprio artista.

E o Município pode ir, confirmando, gradativamente, a conquista do novo rumo pretendido, ainda que à custa de sacrifícios perpetrados pela irresponsabilidade e o despreparo de um passado recente e de não saudosa memória.

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Terça, 14 Junho 2011 08:19

Vereador questiona: “Cadê nóis?”

Momento crise existencial na sessão da Câmara de Vereadores de Dourados de segunda-feira (13). Durante o debate em torno da representatividade [ou falta dela] política do Município na hora de reivindicar melhorias para a cidade, o vereador Elias Ishy, do PT, não se conteve.

“É nessas horas que eu me pergunto: Cadê nóis? Estamos sendo incompetentes na hora de reivindicar as coisas para nossa cidade”, discursou Ishy, da tribuna de apartes, durante a fala do colega de partido Dirceu Longhi, que comentava a ação policialesca no interior da Reserva Indígena.

Nesse mundo estranho da política local, coube ao vereador Albino Mendes, do PR, indicar o rumo certo. “Nós temos as condições para reverter essa falta de representatividade. Temos que votar em candidatos nossos e aumentar a nossa força política”, discursou Mendes, antes fazendo um mea culpa por não ter ajudado a eleger Geraldo e Marçal, os dois peemedebistas de Dourados na Câmara Federal.

Ainda que dispersos no raciocínio, os vereadores deram sinais de que é possível trilhar um novo caminho, que não seja a simples e cômoda “política do cinquentão” que arrasou a cidade nos vinte meses do período 2009/10. É hora de juntar os desencontros para reconstruir a história e reescrever a caminhada de glórias de toda uma geração.

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Quinta, 09 Junho 2011 22:40

Espantando fantasmas

O ditado “No creo en brujas, pero que las hay, las hay” (eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem) agora está sendo substituído, no imaginário do rico folclore tupiniquim, pela assertiva de que em Dourados um dia podem ter existido os fantasmas do atraso e da inapetência, mas ninguém tem mais medo deles.

“Nunca acreditamos em fantasmas. Nossa fé e nossa crença no desenvolvimento sempre foi maior”, confirmou ao blog o empresário Sérgio Longen, de passagem por Dourados nesta quinta-feira (9), para anunciar investimentos de quase R$ 19 milhões em programas de qualificação e capacitação profissional, visando consolidar a vocação regional e atrair cada vez mais indústrias para alavancar a oferta de mão-de-obra especializada.

Longen, presidente da Fiems, tentou, no primeiro mandato (2007/11), convencer as autoridades locais de que era preciso investir na formação profissional. Agora, inaugurando o segundo mandato (2011/15), vê ecoar essa preocupação e aposta que é possível recuperar o tempo perdido. Ainda bem que por estas bandas também existam pessoas capazes de acreditar no desenvolvimento e, juntos, vamos espantando os fantasmas.

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Terça, 31 Maio 2011 14:47

Os colonos não sabem, mas agradecem

Boa parte dos colonos que um dia habitaram a histórica CAND – Colônia Agrícola Nacional de Dourados certamente que não sabem a exata finalidade daquele monumento erguido ali, bem no outrora começo da cidade.

Ainda mais os poucos pioneiros que restam desse arroubo de reforma agrária do então presidente Getúlio Vargas e que muito raramente deixam o seu cantinho, na zona rural, para vir resolver alguma pendência na sede do Município.

Aliás, a maioria deles com certeza já ouviu falar da “mão do Braz”, para muitos um ponto de referência na hora de localizar algum endereço ou mesmo de pegar carona pra voltar para as terras que ainda resistem ao assanhamento especulativo que vem dizimando a chamada colônia.

Por isso mesmo, é de se louvar a iniciativa em recuperar o monumento, resgatando as mãos do Braz, o Melo, que um dia topou o desafio feito pelo arquiteto Luiz Carlos Ribeiro, erguendo ali um tributo aos idealistas de uma época em que reforma agrária era apenas "coisa de comunista".

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Sábado, 28 Maio 2011 10:46

A paz de Lorena

Ela se chama Lorena Alves, tem 22 anos de idade, nasceu em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, já percorreu cinco estados diferentes em missões evangelizadoras e atualmente integra a casa dos meninos e meninas, como ela própria define, a Toca de Assis em Dourados.

A Toca de Assis consiste em um espaço de acolhimento, onde dez religiosos se revezam em adoração ao Santíssimo. A casa mantém ainda o trabalho de evangelização com 16 pessoas que são recolhidas das ruas e se mantém com a ajuda da sociedade.

Esta semana, no parque do lago, como a população já apelidou o parque Antenor Martins, no Jardim Flórida, Lorena foi “flagrada” pelo Douranews, em momento de concentração espiritual e meditando sobre o livro de João na Bíblia Sagrada. Antes disso, o repórter havia fotografado patos em atitudes igualmente de muita paz nas águas do lago.

Após o rápido diálogo com Lorena, no momento da foto a bateria do equipamento deu sinais de exaustão. A evangelizadora não se abateu e arrematou o encontro com o Douranews citando João 14:27: “Deixo-vos a paz, minha paz vos dou”.

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