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Redação Douranews

Redação Douranews

A presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministra Rosa Weber, afirmou neste domingo (7) que a Corte ainda está apreendendo a lidar com as chamadas "fake news", ao ser questionada sobre o trabalho que vem sendo feito no combate a boatos disseminados na internet, conforme divulga o portal G1.

“Fake news’ é o assunto do momento. O que a Justiça Eleitoral está fazendo? No primeiro momento, aprendendo a lidar com ‘fake news’. Neste primeiro momento, foi compreender o que é uma ‘fake news’”, afirmou a ministra.

Em entrevista à imprensa, ela listou iniciativas tomadas desde o ano passado pelo TSE para entender o fenômeno, que disse, não é exclusivamente brasileiro. Lembrou de um seminário internacional realizado no início do ano com especialistas estrangeiros e brasileiros.

“O que o TSE está fazendo? O TSE não está fazendo nada? Não, ele está fazendo. Primeiro, ele está entendendo o fenômeno, porque o fenômeno não é de fácil compreensão, não é de fácil prevenção, e não é problema brasileiro. Mas o TSE está atento”, disse.

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O senador Waldemir Moka (MDB) votou por volta das 9 horas deste domingo (7), no Colégio Paulo Freyre, em Campo Grande. Candidato à reeleição, Moka afirmou que confia em nova vitória nas urnas.

Ele citou que, em 2010, as pesquisas o colocavam em quarto lugar, mas que acabou ficando com a segunda vaga.

Nos últimos dias, o emedebista recebeu apoio do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e do senador Magno Malta (PR-ES), que chegou a ser cotado para vice do próprio Bolsonaro.

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As eleições para presidente da República já terminaram em 18 países, segundo informações divulgadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
De acordo com dados do Tribunal, 500.727 brasileiros votam no exterior nesse primeiro turno das eleições, em 99 países.

O eleitor do exterior vota apenas em candidatos para presidente da República. As votações já terminaram no Nepal, na Índia, Tailândia, no Vietnã, Indonésia, China, Timor Leste, Austrália, Hong Kong, Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Cingapura, Filipinas, Malásia, Omã e nos Emirados Árabes Unidos.

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Segue tranquila, e com maior procura às seções apenas depois das 9h30 [o eleitor não quis ir muito cedo neste ano], o processo de escolha dos seis candidatos que serão eleitos em 2018 para dirigir os destinos do Estado e do País a partir do ano que vem.

Entre 8 e 9 horas, o movimento foi excessivamente reduzido, o que motivou apreensão de candidatos e trabalhadores da Justiça Eleitoral. “Se seguir nesse ritmo, é preocupante”, comentou um trabalhador do Cartório Eleitoral da 43ª Zona. Quase duas horas depois do início da votação, grandes filas se formaram, principalmente nos locais de maior concentração.

Vários candidatos se encontraram na seção eleitoral que funciona na escola Total, no centro da cidade. Ali votaram os candidatos a vice-governador da coligação encabeçada pelo candidato Reinaldo Azambuja, o ex-prefeito Murilo Zauith, mais o candidato a suplente de senador Laerte Tetila, e os candidatos a reeleição para a Assembleia Legislativa, Barbosinha e Zé Teixeira. Também passaram pelo local os candidatos a deputado federal Geraldo Resende e Alan Guedes.

Nos locais de votação, alguns eleitores reclamaram que no caso do voto para presidente da República, o último da lista, não estava aparecendo a fotografia do candidato Jair Bolsonaro. A reclamação foi justificada pela Justiça Eleitoral pelo fato de que as urnas são antigas e o processo exige um tempo de espera até a confirmação do voto.

Redes sociais determinam

“Essa eleição foi totalmente diferente, foi um processo em que as redes sociais se tornaram determinantes. Isso ajudou muito e deu o tom de como será daqui pra frente; o eleitor fica sintonizado pelo Facebook, WhatsApp, Instagram e outras ferramentas, e tem como decidir sem pressão”, observou o candidato a vice-governador Murilo Zauith.

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Anderson Nunes de Oliveira, de 44 anos, foi preso na manhã deste domingo (7), em um hotel na área central da cidade depois de atropelar e matar, no final da noite de sábado (6), Erica Aparecida Deubon Pires, de 28 anos. Ele disse para a Polícia que fugiu do local do acidente com a caminhonete S-10 por estar embriagado.

Morador em São Paulo, e trabalhador de uma empresa terceirizada que presta serviços a agências bancárias em vários estados, Anderson trafegava pelo centro em companhia de um homem de 35 anos, quando colheu a moto Biz conduzida por Erica Aparecida, que levava na carona Maria Janete dos Santos Figueiredo.

O acidente ocorreu no cruzamento da avenida Weimar Gonçalves Torres com a rua Albino Torraca, e, segundo a Polícia, o motorista da caminhonete não respeitou a sinalização e acabou invadindo a via preferencial, por onde seguiam as ocupantes da motocicleta. No quarto do hotel onde Anderson foi preso os policiais também encontraram uma garrafa de vodka, latas de cerveja e suco.

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“Nossa cidade pode perder seu único deputado federal, que mora aqui e trabalha por Dourados. Sabe porque que isso pode acontecer? Porque na época da eleição, vem um monte de político da capital e quer comprar o seu voto, por alguns litrinhos de gasolina. Tem também os políticos “balões de ensaio”, que são daqui mas que utilizam a campanha apenas para se projetar para a campanha seguinte!”.

Seguindo esse apelo, divulgado pelas redes sociais por um dos principais assessores, o deputado federal Geraldo Resende votou logo que abriram os trabalhos da seção na escola Presidente Vargas, no centro de Dourados. Com o relato apreensivo do assessor Cesar Caimar, já reiterado em anúncio pago que o próprio Geraldo mandou veicular na capa dos principais jornais da cidade na sexta-feira (5), sem dó de gastar os mais de R$ 1 milhão que recebeu do Fundo Partidário, o deputado demonstra o ‘medo’ de ficar de fora. Resende disputa o quinto mandato.

“Quando nossa cidade precisar de verbas federais para asfalto, hospitais postos de saúde (...) terá ‘que pedir penico a eles’ [deputados eleitos por outras cidades], que estão pouco se lixando com o interior”, queixou o assessor de Geraldo pelo perfil que mantém no Facebook em postagem no sábado (6) à noite. “Dourados e o interior tem um único deputado federal, que traz verbas federais para a construção de hospitais, asfalto na porta de casa, escolas, creches e tantos outros. Se no dia 7 de outubro você votar no Geraldo, você estará demonstrando que ama seu município e que não trai a sua gente, como judas fez com Jesus, entregando-o por 30 moedas”, relatou o assessor.

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O incidente envolvendo Khabib Nurmagomedov, Conor McGregor e as equipes dos lutadores deixou a finalização do russo em segundo plano e se transformou no assunto principal da madrugada deste domingo (7), em Las Vegas, nos Estados Unidos, depois da pancadaria dentro e fora do octógono na etapa do UFC.

Foram vários os registros dos mais diferentes pontos da T-Mobile Arena mostrando partes do caos. Vencedor do confronto, Khabib proporcionou, já fora do octógono, verdadeira luta corporal com torcedores e adeptos do adversário McGregor.

Do lado de fora da arena, enquanto fãs do campeão do Ultimate comemoravam a vitória, torcedores com camisas de Conor McGregor e bandeira da Irlanda cumprimentavam os rivais pelo resultado, em um gesto de grandeza, conforme registrou o Globoesporte.

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.085 da Mega-Sena, cujo sorteio foi realizado na noite deste sábado (6) em Itapiranga (SC). O prêmio acumulou em cerca de R$ 23 milhões para o próximo sorteio.

Veja as dezenas sorteadas: 12 – 21 – 25 – 37 – 38 – 49.

A quina teve 64 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 36.356,37, enquanto outras 4.786 apostas acertaram a quadra e cada uma vai receber 694,52.

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Em Sidney, capital da Austrália, as eleições já foram encerradas e na porta do Consulado foram fixados os resultados dos votos coletados dos 2013 votos válidos coletados de um universo de mais de 5 mil eleitores brasileiros que residem por lá.

O resultado oficial apontou Jair Bolsonaro com 44,9% (904 votos) e em segundo, Ciro Gomes, com 432 votos. Em terceiro, o candidato João Amoêdo, com 370 votos e em quarto, Fernando Haddad, com 135 votos.

Segundo o correspondente Carlos Gil, da GloboNews, a votação ocorreu de forma tranquila também na cidade japonesa de Nagoia. A expectativa do consulado do Brasil na região era de cerca de 50% dos eleitores cadastrados comparecessem às urnas neste domingo.

Em Londres, na Inglaterra, eleitores enfrentaram fila para votar. Havia até ambulantes vendendo bebidas e lanches na região onde estavam as urnas.

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As eleições de 2018 começam em todo o País com previsão de que o futuro presidente do Brasil deverá ser conhecido após às 21 horas, da mesma forma que o novo governador de Mato Grosso do Sul, estado onde, nas últimas duas eleições, foi o primeiro a contabilizar os votos no País.

Pela ordem, o eleitor vai começar a escolha com a eleição proporcional, para deputado federal e depois estadual (quatro e cinco dígitos), respectivamente: depois escolhe dois senadores, com três dígitos para cada senado, e em seguida o governador e o presidente da República (dois dígitos cada um), processo em que, segundo estimativas da Justiça Eleitoral, o tempo máxio a ser consumido é de 30 segundos.

A sequência foi implantada nas eleições de 1998 para evitar que, caso a votação começasse pelos cargos executivos, que têm maior apelo, o eleitor não preenchesse todas as etapas de votação. O sistema também era usado na época da votação em cédulas. O eleitor só recebia a amarela, para escolher o candidato majoritário, depois que votasse na branca.

A única mudança nessa ordem ocorreu em 2010, quando a escolha do cargo de deputado estadual vinha em primeiro lugar. Desde 2014, a partir de uma lei para protocolar oficialmente a ordem, o eleitor escolhe primeiro o deputado federal. Quem vai votar também precisa estar atento ao fato de que, se digitar apenas os dois números de candidato a presidente ou governador, no campo para deputado federal ou estadual, o voto será computado para a legenda do partido/coligação do deputado.

No mesmo caso, a escolha que pode confundir é em relação às duas vagas para o Senado. O eleitor deverá votar em candidatos diferentes. Do contrário, o segundo voto será considerado nulo. A eleição para o Senado obedece ao princípio majoritário: vencem os dois nomes mais votados em cada estado. Apesar disso, o eleitor tem de fazer duas escolhas.

Como o mandato de senador tem duração de 8 anos e são escolhidos três representantes por estado, em um pleito é escolhido apenas um candidato para o Senado, como aconteceu em 2014. Nas eleições seguintes, quatro anos depois, são renovadas duas vagas. Daqui a quatro anos, o eleitor voltará a escolher apenas um nome.

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