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Redação Douranews

Redação Douranews

Apurações paralelas realizadas pela Polícia Federal (PF), Ministério Público Federal (MPF) e Tribunal Regional Federal 3ª Região (TRF 3), devem resultar em investigação criminal, podendo um ex-servidor da  3ª Vara Federal da Justiça Federal de Campo Grande responder pelo crime de peculato. Da 3ª Vara,  especializada em crimes de lavagem de dinheiro e contra o sistema financeiro nacional, foram desviados pelo menos R$ 500 mil.

Com investigação sob sigilo, os órgãos deram poucas informações sobre o trâmite do caso, mesmo após o fim da auditoria administrativa da Corregedoria Regional da Justiça Federal da 3ª Região, conduzida pelo juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, no dia 5 de setembro. O TRF 3 informou que será elaborado “relatório circunstanciado dos trabalhos e dos fato que foram constatados durante a realização da correição e será levado para conhecimento do Conselho da Justiça Federal da 3ª Região”.Porém o relatório - procedimento administrativo e não penal - é restrito, por se tratar de fatos que constituem segredo de justiça.

A correição foi comunicada para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), MPF e Advocacia-Geral da União (AGU).Também em nota, a Superintendência Regional da PF em Mato Grosso do Sul confirmou a instauração de inquérito policial, “o qual já foi relatado e encaminhado à Justiça Federal/MS”. Já o MPF disse aguardar o envio da investigação para oferecer denúncia.

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Há 24 horas em Campo Grande, o aplicativo Uber, que intermedia o contato entre motoristas e passageiros, está na boca do povo. Seja dos passageiros, interessados na possibilidade de pagar metade do preço da corrida do táxi, seja dos próprios taxistas, que avaliam se é hora de migrar para um esquema mais independente de trabalho.

Por onde passou, o Uber gerou polêmica. De motorista esfaqueado em Minas Gerais à carros depredados em São Paulo, os taxistas rechaçam a concorrência. Aqui em Campo Grande, o cenário é outro.

"A violência não é o caminho e não vamos comprar brigas virtuais, mas estamos nos articulando para responder na hora certa, do jeito certo", adianta Bernardo Quartin Barrios, presidente do Sintaxi (Sindicato dos Taxistas do Estado de Mato Grosso do Sul). "O ouro de trouxa é vendido a todo momento, quem sou eu para dizer algo? O tempo é que vai mostrar".

Além do clima aparentemente pacífico, a capital se difere do resto do país por outro motivo: aqui até os taxistas pediam a chegada da Uber, já que a grande maioria dos condutores de táxi (a saber, 450 dos 490 que rodam a cidade) se enquadra na categoria auxiliar.

Por isso, antes mesmo do aplicativo chegar, a própria categoria tentava atrair o serviço para cá por acreditar que ele representa uma fonte de renda melhor do que o táxi alugado. Isso porque eles tem que pagar as tais diárias, que variam entre 170 e 235 reais por dia.

"Eu pago uma diária altíssima e, do jeito que está, vou ter que mudar pro Uber. Já tenho um carro bom e estou pensando seriamente em migrar", conta Luiz Carlos de Lima, 53 anos. Há 13, ele é taxista auxiliar no centro da cidade. "Creio que o movimento dos táxis irá diminuir, porque o preço é realmente muito vantajoso para a população", completa ao Campo grande News.

O pensamento é maioria, mas não é unânime. "Depois de 4,5 meses, eles (os adeptos do aplicativo) não vão aguentar os custos e vão acabar tirando menos que o táxi", calcula Carlos Alberto Fernandes, 55, um dos poucos taxistas que conduzem seu próprio táxi, alvará conquistado há 4 anos.

"A população em Campo Grande é pequena para isso e o gasto com manutenção é caro, a maioria está alugando carro para fazer isso", lista Fernandes. A diferença é que os taxistas têm desconto na compra de peças e até de novos veículos. "Eu não troco nem pensar", completa.

No aeroporto, onde Carlos Alberto coordena os 38 táxis, a disputa pelos passageiros promete ser acirrada, já que é lá que a bandeirada do táxi é mais cara, R$8,56 contra R$4,50 nos outros pontos da cidade. No Uber, a 'bandeirada' sai R$2,50. "Mas seguimos uma série de normas, andamos uniformizados e pagamos taxas para a Infraero e Prefeitura para pegar passageiros aqui", elenca.

Outra diferença apontada pelos taxistas que não veem com bons olhos a novidade é a qualificação do motorista. "Se um engenheiro faz bico de motorista, acho que diz sobre o tipo de profissional que ele é. O consumidor quer preço, claro, mas preço não significa qualidade", opina Bernardo.

Preços - Além de ser mais barato para os clientes, cerca de R$1,71 por quilômetro somando o preço base, o deslocamento por quilômetro e por tempo, o Uber fica com 25% do valor de cada corrida apenas e o resto vai para o motorista, que tem que arcar com a manutenção do carro, que calcula-se que seja 40% do valor.

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O preso Mário Márcio Oliveira Santos, 31 anos, resgatado na manhã de quinta-feira (22) por quatro homens armados, dois deles com fuzis, enquanto aguardava consulta no Hospital do Pênfigo, já fugiu da Polinter (Delegacia Especializada de Polinter e Capturas) levando carro da polícia e armas. O caso aconteceu em 2007.

Na época, Mário Márcio fugiu junto com mais 37 homens. O grupo serrou a grade de uma das celas e rendeu os policiais. Eles escaparam da delegacia, que ficava na Vila Sobrinho, levando a viatura e várias armas. Após fugirem, os bandidos ainda cometeram crimes na rua.

Motoristas foram rendidos pela cidade e obrigados a entregar seus carros para os fugitivos. A maioria fugiu a pé. A viatura da Polícia Civil roubada pelos presos, uma Blazer, foi abandonada num matagal do bairro Santa Luzia, na saída para Rochedo.

Mais crimes - Em junho de 2014, depois da apreensão de 3.600 quilos de maconha na MS-162, em Dourados, a polícia descobriu que Mário Márcio era um dos chefes de uma quadrilha composta por pelo menos oito criminosos, responsáveis pelo tráfico de drogas entre os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais.

Ele foi preso dois meses depois da apreensão em Dourados, após apresentar documentos falsos durante abordagem policial. Na época, ele também já respondia por um processo de roubo majorado em Uberlândia (MG). Pelos crimes, ele foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão em regime fechado, no presídio de segurança máxima de Campo Grande.

Resgate - Mário Márcio aguardava uma consulta no Hospital do Pênfigo, na Avenida Gunter Hans, na saída para Sidrolândia, quando por volta das 08h30, quatro homens, todos armados e dois deles com fuzis, invadiram o local.

Um casal de policiais militares que fazia a escolta do criminoso, teve as armas roubadas sobre a ameaça dos bandidos. A ação durou cerca de dois 2 minutos. Depois do resgate, os homens fugiram em um veículo Toyota Corolla, de cor preta. O carro foi encontrado abandonado em uma das ruas do da região do Bairro Tijuca.

A consulta que Mário Márcio aguardava foi paga pela família dele. Em nota o Hospital Adventista do Pênfigo afirmou que não atenderá mais pacientes na mesma situação do detento. O preso ainda não foi recapturado.

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Duas crianças, de 5 e 7 anos, tomaram um susto na manhã desta sexta-feira (23), ao colocarem fogo no colchão do quarto em que brincavam, na casa onde moram, no Jardim das Meninas. A dupla brincava com um isqueiro e o filho mais novo ateou fogo, enquanto a mãe deles dormia no cômodo ao lado.

Assustados e com medo da bronca, eles trancaram a mãe, Cleia Rosa Lemes, no quarto para que ela não visse as chamas. As crianças tentaram apagar o fogo, mas como ainda restou fumaça, entraram em desespero, segundo relatou a menina de 7 anos.

Já acordada, Cleide contou que pediu para os filhos se acalmarem e os orientou a chamar o Corpo de Bombeiros. Na hora, relata, ficou desesperada, pois não sabia onde o fogo havia começado e se tinha risco de acontecer alguma explosão.

“Eles estavam com medo e não conseguiam explicar, nem abrir o quarto”. Ela contou que trabalha como vigilante à noite e, por isso, estava dormindo esta manhã.

Depois de conseguir abrir o cômodo, a mãe notou que o fogo tinha sido apagado. Os bombeiros chegaram lá e orientaram a família a ficar fora de casa, até que toda a fumaça tóxica saia. “Foi um susto, mas graças a Deus não aconteceu nada de grave”, disse a mãe.

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De 06 a 08 de outubro acontece, na Universidade Federal da Grande Dourados, o Seminário Internacional de Etnologia Guarani: Diálogos e Contribuições. As inscrições como ouvinte podem ser feitas até o início do evento, já para envio de trabalhos as inscrições encerram-se na sexta-feira, dia 23 de setembro.

As apresentações nos Grupos de Trabalho ocorrerão na Faculdade Intercultural Indígena (FAIND) e na Faculdade de Ciências Humanas (FCH), ambas localizadas na Unidade 2 da UFGD (Rodovia Dourados - Itahum, Km 12, Cidade Universitaria). As demais atividades serão todas no anfiteatro da Unidade 1 (rua João Rosa Góes, 1761, Vila Progresso)

Os ouvintes podem se inscrever até o dia 06 pelo endereço eletrônico http://goo.gl/vC8NnO ou no dia do evento, na FAIND. Para se inscrever como expositor de trabalho é preciso enviar nome completo, instituição, data de nascimento, número de documento pessoal e as propostas de trabalho que devem conter título, um resumo entre 200 e 400 palavras, seguido de três a cinco palavras-chave, para o e-mail seminarioetnologiaguaraEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. É preciso indicar o Grupo de Trabalho no assunto do e-mail. Aqueles que tiverem trabalhos selecionados deverão enviar para o mesmo e-mail seus trabalhos completos até o dia 30 de setembro.

As opções de Grupos de Trabalho são: Gênero e Geração em sociedades indígenas; Territórios e Territorialidades indígenas; Educação Escolar Indígena em situações reserva, de acampamento e retomada; Saúde indígena; Direitos indígenas e indigenistas; Rituais e práticas religiosas indígenas; Movimentos Indígenas; Regime de circulação de saberes indígenas; Estado e política indigenista; Metodologias em pesquisa em etnologia indígena; e Demarcação de Terras Indígenas

SAIBA MAIS

O Seminário Internacional Etnologia Guarani: Diálogos e Contribuições é um espaço de diálogos e de intercâmbios de experiências de trabalho de campo e abordagens metodológicas e teóricas. Ele emerge da necessidade de troca de saberes entre pesquisadores indígenas e não indígenas e demais interessados sobre os povos falantes da língua guarani.

O cone sul do Mato Grosso do Sul, atualmente, é habitado por mais de 50 mil pessoas das etnias Guarani e Kaiowá, distribuídos em dezenas de comunidades, confinados em reservas superpovoadas ou em áreas precárias à beira das rodovias, acampamentos e retomadas. Nesse sentido, a produção de conhecimento junto a comunidades indígenas no estado é constantemente desafiada a contribuir no diálogo entre as iniciativas de intervenção do Estado e as demandas das comunidades.

Somado a esse cenário, a UFGD comemora, este ano, dez anos da criação do curso específico para a população indígena Kaiowá e Guarani. Trata-se da Licenciatura Intercultural Indígena - Teko Arandu, lotada na FAIND. A Faculdade conta atualmente com mais de 200 acadêmicos cursistas e já formou cerca de 120 professores kaiowá e guarani licenciados.

O evento é uma parceria entre a área de ciências humanas do Teko Arandu, o Programa de Pós-Graduação em Antropologia e a Faculdade de Ciências Humanas da UFGD. O público alvo são os alunos da Licenciatura Intercultural Indígena, porém o convite à participação se estende aos demais cursos da UFGD, outras instituições de ensino e sociedade em geral.

Acesse a programação completa e demais informações em: https://www.facebook.com/etnologiaguarani/.

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O Ambulatório de Investigação de Zika Vírus do HU (Hospital Universitário) da Universidade Federal da Grande Dourados confirmou em setembro os dois primeiros casos de microcefalia em decorrência do vírus. O primeiro caso foi confirmado ainda durante a gravidez, por meio de exame de ultrassom, em uma paciente moradora de Dourados. O segundo caso é de uma paciente que mora em Caarapó, e as alterações só foram constatadas após o nascimento do bebê. Ambos os casos continuam em acompanhamento pela equipe multiprofissional do Ambulatório de Zika.

A paciente de Dourados tem 25 anos de idade e procurou o Ambulatório, segundo a assessoria do HU, em maio deste ano, com sete semanas de gestação, apresentando sintomas sugestivos de zika: vermelhidão na pele, febre e coceira pelo corpo. Foram coletadas amostras de sangue e urina, sendo confirmada a presença do vírus no exame de sangue.

Agora em setembro, já com 21 semanas de gestação, um exame de ultrassom mostrou que o feto tem diversas alterações compatíveis com a infecção pelo zika vírus. “O exame de imagem mostrou que o bebê apresenta microcefalia, hidrocefalia, mãos e pés tortos congênitos, que estão, de fato, associados à infecção pelo vírus”, informou o infectologista Júlio Croda, coordenador do Ambulatório de Zika do HU da UFGD.

A paciente de Caarapó tem um histórico semelhante. Ela foi atendida no Ambulatório em fevereiro, com oito semanas de gestação, apresentando os sintomas de zika. Foi coletado sangue e o exame confirmou a infecção. Os exames de ultrassom realizados no decorrer da gravidez não mostraram alterações no bebê. A criança nasceu dia 12 de agosto e então foi constatada a microcefalia, além de outras alterações, como aumento do tamanho do rim esquerdo e má-formação no pé direito.

Para garantir atendimento adequado aos bebês que nasçam com microcefalia e outras alterações decorrentes da infecção pelo zika vírus, o Ambulatório de Zika do Hospital Universitário estabeleceu um acordo com a Clínica de Fisioterapia da Unigran. Tanto o bebê de Caarapó, nascido em agosto, quanto o que ainda vai nascer em Dourados já estão sendo encaminhados para os atendimentos, que incluem hidroterapia e equoterapia, além de todo o protocolo estipulado pelas Diretrizes de Estimulação Precoce para bebês com microcefalia, lançadas em janeiro deste ano pelo Ministério da Saúde.

Prevenção

O coordenador do Ambulatório de Zika também faz um alerta, para que as pessoas não descuidem da prevenção: “É preciso estar atento, porque daqui a pouco já será verão novamente e tanto o mosquito quanto o vírus estão presentes na nossa região", lembra o médico.

Para as gestantes, as orientações básicas permanecem: não usar medicamentos sem prescrição pelos profissionais de saúde, fazer o pré-natal e todos os exames previstos nesta fase, relatar aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação.

Também é importante reforçar as medidas de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, com o uso de repelentes indicados para o período de gestação, uso de roupas de manga comprida e todas as outras medidas para evitar o contato com mosquitos, além de evitar o acúmulo de água parada em casa ou no trabalho.

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O diretor-presidente da Agetran (Agência de Transporte e Trânsito), Mito Gebara, e o diretor Aeroportuário Regional de Dourados, Juliano de Almeida Domingos, participaram, terça-feira (20) desta semana, em Campo Grande, do ‘Encontro de Turismo e Transporte Aéreo - Realidade, Necessidades e Prognósticos’.

Considerado uma das principais fontes provedoras do turismo em Mato Grosso do Sul, o transporte aéreo foi detalhado em todos os seus potenciais e gargalos durante o encontro. Os participantes apresentaram detalhes da atuação de cada um dos setores envolvidos e os caminhos para uma integração mais efetiva entre a iniciativa privada e o poder público.

No encontro, promovido pela Sectei (Secretaria estadual de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação), o diretor Juliano de Almeida Domingos falou sobre as condições do Aeroporto de Dourados, com as características, infraestrutura e melhorias realizadas pela atual administração, incluindo os serviços de facilidades oferecidos, segurança operacional e estatísticas de movimentação de passageiros da aviação geral e regular.

Os profissionais do setor do turismo, da aviação regional, da infraestrutura e da administração aeroportuária debateram propostas para suprir as necessidades mais emergenciais dos aeródromos públicos e privados das principais cidades e estabeleceram um prognóstico para a melhoria do desenvolvimento do turismo no Estado.

Apesar de contar com aeródromos e aeroportos nos principais pólos regionais, o Estado ainda tem muito a evoluir na ampliação da capacidade de cada um deles, na integração com os demais modais de transporte e na ampliação de vôos fretados e de linhas comerciais.

A reunião estabeleceu um objetivo único para todos os envolvidos na cadeia do turismo: garantir acesso mais rápido, prático e barato para os turistas que desejam visitar Mato Grosso do Sul, garantindo também o crescimento da cadeia produtiva do turismo e do setor aeroviário.

“O turismo é um dos principais eixos de desenvolvimento do Estado. Entender de que forma podemos trabalhar, integrando todos os setores, é importante para o melhoramento e para o estudo de ampliação da malha aeroviária”, avaliou o secretário de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação, Renato Roscoe.

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Dourados tem um total de 228 candidatos a vereador para as eleições municipais de outubro. Desse total 25 estão com sua candidatura indeferida pela justiça eleitoral ou renunciaram, de acordo com o dados do sistema Divulgacand, o orgão mantenedor dos registros e a divulgação das candidaturas de todo o Brasil.

Do total das 25 candidaturas inaptas, 17 foram indeferidas, sendo que 9 candidatos entraram com recurso a ser julgado posteriormente e 8 não entraram com recurso ou não coube recurso. Os outros 8 renunciaram por motivos não declarados.

Em uma publicação passada, Douranews mostrou a incidência de candidatos a vereador com candidatura indeferida. Alguns candidatos entraram em contato com o Douranews informando que ainda estão em campanha, de modo que os recursos sejam julgados após a eleição.

Acompanhe a situação dos candidatos com situação Indeferida, Indeferida com Recurso e os que Renunciaram.

INDEFERIDOS

Partido Número Nome do Candidato
SD 77177 ANTONIO HILÁRIO DE OLIVEIRA
PR 22999 CAMILA CAETANO FERREIRA
PSDC 27111 DENIZ SILVA FIGUEREDO
PSOL 50122 ERICA FERREIRA DE MORAES
PSOL 50100 MARIA APARECIDA XAVES COSTA
PSDB 45999 MARIA MARCELA MAC LEOUD DE ALMEIDA
PSOL 50202 MARLENE DE ANDRADE COTE
PDT 12123 ODETE NASRALLAH

 

INDEFERIDOS COM RECURSO

Partido Número Nome do Candidato
PTB 14140 ADÃO FRANCISCO DOS SANTOS
PSD 55123 ADILSON FREITAS VALDEZ
PPL 54333 ELIANE MARQUES DA SILVA DE AZEVEDO
PT do B 70193 GIVALDO APARECIDO SOARES
PMN 33333 HELITON MATOS ALVES
PMN 33123 JEFFERSON CARLOS DOS SANTOS
PTB 14000 JOANA LUZIA BATISTA VAZQUEZ BANHARA
PSDC 27126 MICHELE DOS SANTOS MOURA
PRP 44100 VILMAR OLIVEIRA FERREIRA

 

RENUNCIARAM

Partido Número Nome do Candidato
PTN 19777 CLAUDEMAR DA SILVA
PMB 35000 CLAUDIA GABRIELA CASSERA ZARATE
PEN 51222 EDILSON MOREIRA DE ALENCAR
PSDB 45700 ELENA MARQUES VARGAS TEIXEIRA
PSL 17123 ELIEVERTON RAMAO GOMES DA SILVA
PSDC 27007 ERICA CHISTIANE GABRIEL
PV 43012 MADALENA FERNANDES DE ARAUJO
PTN 19999 ROSANA VALERIANO ARCE

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Uma decisão do TCU (Tribunal de Contas da União), tomada quarta-feira (21), despertou preocupações entre autoridades federais por estimular o descontrole de gastos estaduais no momento em que se procura limitá-los. Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é “gravíssimo” o fato de o TCU ter decidido que a contratação de trabalhadores via OSs (Organizações Sociais) não deve ser considerada nos cálculos do limite de despesa com pessoal pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). Para ele, o parágrafo primeiro do artigo 18 da LRF é claro ao dizer que substituição de servidores por terceirizados será sempre considerada dentro dos limites fiscais previstos na lei.

“A Câmara foi surpreendida pela decisão. Estamos estudando um mecanismo para embargar e ver se conseguimos rediscutir a questão no TCU. Primeiro, porque entendemos que o TCU legislou, que interpretou a LRF sem respeitar a própria lei. Segundo que, em um momento de crise, o que se fez foi liberar geral a ampliação de gastos com médicos e professores, quando ninguém tem condições para isso”, disse Maia.

Ao avaliar se contratos de mão de obra nas áreas de saúde, educação e segurança pública entram no limite de despesas de pessoal, os ministros do TCU decidiram, por unanimidade, que essa inclusão não é obrigatória. Segundo o acórdão, “embora, na prática, o TCU tenha observado, em várias situações, a contratação de OSs apenas para servirem de intermediárias de mão de obra, tal fato não é motivo legítimo para que o instrumento seja tratado como se terceirização o fosse”. Se bem utilizado, o contrato de gestão celebrado com OSs pode e deve trazer benefícios, concluíram os ministros, seguindo o relator Bruno Dantas. Com informações de OGlobo.

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A greve dos bancários completa 18 dias nesta sexta-feira (23). Na região da Capital, o Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região contabiliza 144 das 160 agências fechadas, totalizando 90% de adesão. A paralisação é nacional e comando de greve já considera esta a maior mobilização já feita pela categoria em número de agências fechadas no Brasil. 

Conforme o sindicato, as negociações com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) estão emperradas e após, oito rodadas, não há nenhuma previsão de retomada das discussões.

Em Campo Grande, a OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil Mato Grosso do Sul) entrou com Ação Civil Pública que determinava a volta do expediente, com pelo menos 30% do efetivo, nas unidades conveniadas com o Poder Público, para que os advogados cumprissem os mandados judiciais envolvendo pagamento e liberação de valores depositados em contas judiciais. 

Segundo o sindicato, o desembargador Federal do Trabalho, João de Deus Gomes de Souza, cassou a liminar concedida para OAB/MS. No despacho, o desembargador afirmou que a decisão em favor da Ordem dos Advogados foi proferida em desacordo com a Constituição e a legislação vigente, porque a OAB não detém legitimidade para a ação proposta. 

“O desembargador disse ainda que o movimento paredista deflagrado pelo Sindicato dos Bancários não diz respeito aos serviços elencados como serviços ou atividades essenciais, como também, da análise perfunctória, não há prova contundente de que a greve tenha se desencadeado de forma abusiva, encontrando-se dentro dos limites estabelecidos pela legislação que regulamenta o movimento paredista”, informou em nota.

O sindicato explica que a lei estabelece como essencial o serviço de compensação bancária, o que vem ocorrendo normalmente desde o primeiro dia de greve.

Doação de sangue

Os trabalhadores do Banco do Brasil, que estão em greve, vão nesta sexta, às 9 horas, realizar doação de sangue no Hemosul, em Campo Grande. Eles vão se cadastrar como doadores de medula óssea.

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