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Redação Douranews

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Uma nova operação pente-fino em busca de materiais proibidos foi realizado nesta quinta-feira (29) no Estabelecimento penal Jair Ferreira de Carvalho (Penitenciária de Segurança Máxima), na Capital. Essa, foi a terceira revista geral no presídio em cerca de 30 dias, e desta vez abrangeu todas as celas do pavilhão 2.

Coordenada pela diretoria de Operações da Agepen, a ação durou cerca de quatro horas e contou com a participação de 25 agentes penitenciários, que realizaram as vistorias. Sessenta policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar atuaram na contenção dos presos. Toda a operação transcorreu sem nenhuma alteração.

Conforme relatório da direção da penitenciária, foram apreendidos 39 celulares, 32 carregadores, cinco fones de ouvido, 344 gramas de maconha e 60 gramas de cocaína.

De acordo com o diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa Garcia, a intensificação na realização de vistorias gerais faz parte da programação de ações de segurança do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), com o objetivo de coibir o uso de materiais ilícitos pelos detentos.

Tal iniciativa, ressalta Stropa, é um complemento às demais ações que vêm sendo executadas pela agência penitenciária, que têm conquistado novos equipamentos para auxiliar nas revistas de visitantes, bem como a realização diária de vistorias menores em locais pontuais e em áreas onde podem ocorrer arremessos externos.

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Movida pelo desejo de ajudar o próximo e pelo senso de justiça, há dois anos a Keila Flores abandonou o jornalismo e o emprego de anos como assessora de imprensa na Assembleia Legislativa, para servir e proteger a sociedade. “Tenho orgulho de fazer parte desta grande família que é a Polícia Civil e poder contribuir com a sociedade”, diz orgulhosa.

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A escrivã Keila junto com centenas de investigadores, escrivães, peritos papiloscopistas e criminais, médicos legistas e delegados, que hoje comemoram o Dia do Policial Civil, são responsáveis pelo importante trabalho de investigar e elucidar crimes. Um trabalho árduo, mas com importantes resultados, que colocam Mato Grosso do Sul na liderança nacional quando o assunto é esclarecimento de homicídios, com índice que ultrapassa os 70%.

Para esta estatística de elucidações entrou o latrocínio de um agente de saúde, um dos incontáveis crimes já esclarecidos pelo investigador André Bitencourt, da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos (DERF), em 12 anos de carreira policial. “Era de uma família humilde e morreu num roubo que levaram R$ 10, deixando órfão um garoto de 4 anos”, conta o investigador que diz que o que move o policial é o desejo de justiça.

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Em Mato Grosso do Sul uma lei estadual instituiu o dia 29 de setembro como o Dia do Policial Civil, para lembrar heróis anônimos que todos os dias deixam suas casas para servir e proteger a sociedade. Uma profissão arriscada, confessa a investigadora Lucinéia Padilha, mas que  tem seus encantos e que ainda nos dias de hoje passa de pai para filho.

“Eu amo ser policial, está no meu sangue e me espelhei no grande exemplo que é meu pai que foi policial a vida inteira. Além disso, como policial eu posso colaborar com a ordem na sociedade, ter a satisfação de poder devolver a alguém um bem que foi subtraído ou trazer acalento a famílias que perderam seus entes queridos em ações de criminosos”, diz a investigadora que atualmente trabalha na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do bairro Piratininga.

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“Nosso trabalho nos faz heróis, resolvendo um caso, por mais simples ou complexo que seja, é a busca pela verdade real dos fatos. E mais que isso, é a busca pela gratidão nos olhos da população. As dificuldades encontradas na atividade policial nos estimulam a ir além, a buscar sempre estar à frente da necessidade dos cidadãos”, finaliza o delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Marcelo Vargas, que parabeniza todos os policiais civis da ativa e aposentados, pelo dia.

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Nesta quarta-feira (28), o Superintendente de Gestão Estratégica da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica, do Mato Grosso do Sul, Thaner Nogueira, apresentou as ações que o Governo vem desenvolvendo para os gestores da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), na sede em Dourados.

De acordo com o Superintendente, a Universidade já tem sido parceria em várias atividades conjuntas, mas é necessário alinhar mais as ações de todas as áreas da UEMS em prol de um Estado mais efetivo. “O objetivo é consolidar a parceria, pois queremos caminhar para uma excelência no serviço público sempre resgatando a essência do Estado, que é servir a sociedade. Então nada melhor que se aproximar da Universidade para buscar a excelência”, ressaltou.

Segundo Nogueira, o Estado tem procurado racionalizar os recursos, com isso busca encontrar dentro do próprio Governo as saídas necessárias para se conseguir buscar soluções e implementar boas práticas.

“A UEMS tem muitas características importantes, pois 80% dos acadêmicos vem da rede pública de ensino, além de que a maioria dos profissionais ao ser formarem ficam no MS. Então o Estado investe e tem retorno, pois os profissionais vão prestar serviço de melhor qualidade para a população e gerar riqueza aqui dentro”, destacou o Superintendente.

Para o vice-reitor da UEMS, Laércio Alves de Carvalho, esta reunião demonstrou mais uma vez a forte parceria que a Universidade tem junto ao Governo do Estado em prol de um bem comum, atender as demandas da sociedade, “e isso coloca a UEMS numa posição estratégica junto ao governo do Estado para que possamos ampliar nossas ações em parceria e beneficiar toda a população sul-mato-grossense”, enfatizou.

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“A universidade que temos hoje é a mesma de 50 anos atrás”, afirmou o professor doutor Antônio Carlos do Nascimento Osório, nessa quinta-feira (29), durante sua palestra no III Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão (ENEPEX), realizado pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).

O pesquisador, da área de Educação, é docente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Em sua fala, Osório tratou sobre “Questões contemporâneas da Universidade: os desafios e as superações”.

Para o professor, a universidade abriu mão de sua função principal, que é gerar conhecimento.  “Estão organizadas a partir de um sistema produtivista, onde o que mais importa são os resultados, são os números, e não o processo”, afirmou.

Como consequência desse sistema produtivista, ele apontou o aumento, expressivo, no número de cursos sem qualidade em instituições superiores do país. “É o que chamamos de indústria do diploma. O que importa é quantidade de alunos formados e não a contribuição, efetiva, que esses novos profissionais darão para a sociedade”.

O pesquisador também falou sobre a “evasão” nas universidades do Estado e do Brasil e criticou a ineficiência das leis e das políticas públicas para o Ensino Superior, como o sistema de cotas. “Não sou contra o sistema de cotas. Na verdade, o que temos que entender é que as cotas garantem o acesso do aluno à vaga, mas não garantem a acessibilidade dele ao curso. O acesso é algo superado, mas a permanência ainda é um desafio”.

O III Enepex é resultado da integração do 7º EPEX/UEMS e 10º ENEPE/UFGD. Esta edição é organizada pela Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (Proec) da UEMS e tem como temática “O Impacto da Universidade na Sociedade”.

O evento, realizado de quarta (28) até sexta-feira (30), na cidade universitária de Dourados, conta com cerca de 1,3 mil trabalhos inscritos nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão, e aproximadamente 1,8 mil participantes.

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Termina nesta sexta-feira (30) o prazo de inscrições para o Prêmio MPT na Escola 2016, que premiará os melhores trabalhos literários, artísticos e culturais produzidos pelos alunos das escolas participantes do projeto em todo o Brasil. O regulamento do concurso traz as regras para seleção e avaliação dos trabalhos, bem como o formulário de inscrição. A postagem dos trabalhos, em sua etapa regional, deve ser feita pelo Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Os vencedores receberão prêmios que totalizam R$ 240 mil - R$ 40 mil para cada categoria, divididos entre os cinco melhores trabalhos, com valores que variam conforme a colocação obtida. A premiação será dividida entre alunos, professores, coordenadores do projeto na escola e coordenadores municipais do projeto.

O Prêmio MPT na Escola consiste em um conjunto de ações voltadas para debates, nas escolas de ensino fundamental, dos temas relativos aos direitos da criança e do adolescente, especialmente a erradicação do trabalho infantil e a proteção ao trabalhador adolescente.

Utilizando materiais e cartilhas fornecidos pelo programa, o Ministério Público do Trabalho busca a conscientização sobre os malefícios e mitos do trabalho infantil, romper barreiras culturais de permissibilidade do trabalho infantil, capacitar e sensibilizar sobre os direitos da criança e divulgar o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

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Durante as eleições municipais, que estão marcadas para o próximo domingo (2), a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS) realizará diversas ações para coibir crimes eleitorais, nos 79 municípios do Estado. Todo efetivo está empenhado para garantir a lisura do processo eleitoral e a segurança do eleitor, especialmente, na véspera e no dia de votação.

Segundo o comandante do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), Coronel Waldir Ribeiro Acosta, a operação eleições 2016 terá início neste sábado (1) e serão empregados 2.600 homens. O planejamento inclui policiamento a pé, montado, motorizado, tático e de trânsito. As equipes do serviço de inteligência também estarão atuando para evitar que pessoas mal-intencionadas interfiram no processo ou coajam eleitores.

A operação eleições 2016 será divida por comandos.  No caso de Campo Grande que possui 237 lugares de votação, 1.794 seções e 595.194 eleitores, as ações serão coordenadas pelo CPM e terá um reforço de 600 homens. “Nós teremos policiamento em todas as escolas, além do policiamento de rotina”, enfatizou o comandante do CPM.

Já cerca de dois mil homens serão encaminhados para auxiliar os Comandos de Policiamento de Área, que são os responsáveis pela segurança das regiões de Corumbá, Ponta Porã, Dourados, Três Lagoas e Coxim. Esses locais também terão apoio do Batalhão de Choque. Em relação às áreas de conflito indígenas e a região de fronteira, o coronel Waldir Ribeiro Acosta informou que os batalhões de área e a Polícia Militar local, estão responsáveis pelos seus planejamentos e poderão contar com suporte das equipes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), Polícia Militar Ambiental e Rodoviária, bem como as polícias Federal e Rodoviária Federal. Nessas regiões serão desenvolvidas ações em conjunto.

“O nosso principal objetivo é para garantir que as eleições transcorram dentro da normalidade e que o cidadão possa exercer seu direito ao voto com tranquilidade e toda a liberdade possível. Estamos atentos ao cumprimento da legislação eleitoral e qualquer pessoa que a desrespeite será detida”, completou o comando de policiamento do interior.

Lei Seca

Para garantir a ordem e a tranquilidade no dia das eleições, o Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE/MS) e os juízes eleitorais instituem uma portaria normativa chamada de “Lei Seca”.  Essa medida proíbe a venda e o consumo de bebidas alcoólicas em bares, restaurantes, lanchonetes, hotéis, trailers, quiosques, conveniências, padarias, supermercados e demais estabelecimentos comerciais, além de locais abertos ao público em todo o Estado em horários predeterminados, que podem compreender desde a véspera até o fim do pleito eleitoral.

Conforme o TRE/MS, cada juiz tem autonomia para definir a proibição nos municípios em que atua. Em Campo Grande, a “Lei Seca” entrará em vigor no domingo (2) às 3h e segue até às 17h. 

O descumprimento dessa portaria caracterizará a prática de crime de desobediência, previsto no artigo 347, do Código Eleitoral, cujo pena é de três meses a um ano de detenção e o pagamento de 10 a 20 dias de multa.

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Como parte da iniciativa de acompanhar e analisar o cenário político em Mato Grosso do Sul, a Fiems divulga, nesta sexta-feira (30), mais uma pesquisa para a Prefeitura de Dourados nas eleições municipais deste ano. De acordo com a pesquisa Fiems, agora encomendada ao instituto Vox Populi, a vereadora Délia Razuk (PR) seria eleita prefeita do município com 36% das intenções de votos, enquanto o deputado federal Geraldo Resende (PSDB) aparece em 2º lugar com 29%.

Pesquisa Dourados

O deputado estadual Renato Câmara (PMDB) está em 3º lugar com 11%, enquanto o candidato Professor Ênio (PSOL) aparece em 4º com 1%, empatado com Wanderlei Carneiro (PP). De acordo com o Vox Populi, os votos indecisos, brancos e nulos somaram 11% e não sabem ou não responderam totalizaram outros 11%.

Rejeição

Ainda conforme a pesquisa Fiems/Vox Populi, o maior percentual de rejeição é do candidato Geraldo Resende, com 24%, seguido pela vereadora Délia Razuk, com 17%, enquanto logo depois aparecem Wanderlei Carneiro, com 9%, Renato Câmara, com 8%, e Professor Ênio, com 6%, sendo que 9% não votariam em nenhum deles, 7% poderia votar em qualquer um deles e 20% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi contratada pela Fiems e executada pelo Vox Populi, sendo registrada no TRE/MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) sob o nº MS-07336/2016 e realizada de 24 a 26 de setembro deste ano junto a 400 pessoas. A margem de erro é de 4,9% e o intervalo de confiança é 95%.

Último debate

Na noite desta quinta-feira (29), ao ser informado sobre os números dessa pesquisa realizada peloa Fiems, o candidato Geraldo Resende, do PSDB, disse ao Douranews e depois e repetiu, durante o debate na TV RIT, que o eleitor não deve acreditar 'em pesquisas fajutas que estão circulando por aí'. Já o candidato Renato Câmara, do PMDB, disse que "tá bom, reflete um momento" e a candidata Délia Razuk comentou que "isso confirma as outras (pesquisas) que também nos colocam em primeiro lugar". Wanderlei e Ênio afirmaram que "é melhor esperar o resultado das urnas".

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Em ritmo acelerado, as obras do novo prédio do Hospital de Câncer Alfredo Abrão (HCAA), em Campo Grande, devem ser concluídas nas próximas semanas. A estimativa da Fundação Carmem Prudente, que mantém a unidade hospitalar, é inaugurar a obra na segunda quinzena de outubro. Nesta quinta-feira (29), o governador Reinaldo Azambuja e o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, Nelson Tavares, vistoriaram a construção.

“A obra avança muito rápido e está na fase final. É muito bom ver isso porque o funcionamento desse hospital é prioridade para as pessoas de Mato Grosso do Sul, e o Governo do Estado vai transformar o Hospital de Câncer em referência oncológica para o Estado”, falou o governador Reinaldo Azambuja.

Em janeiro desse ano o Governo do Estado aportou R$ 1,2 milhão para obras de finalização do subsolo e do térreo do prédio, onde funcionarão 20 Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), salas de exames, consultórios, recepção e salas administrativas. O HCCA ainda recebeu  R$ 400 mil de emendas parlamentares de 20 deputados estaduais e R$ 208,5 mil do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). Os recursos serão utilizados para equipar a unidade.

Atualmente, o Hospital de Câncer funciona no cruzamento da Avenida Presidente Ernesto Geisel com a Rua Marechal Cândido Mariano Rondon. A unidade faz cerca de 16 mil procedimentos por mês e conta com 48 leitos. O novo prédio está em construção na Rua Marechal Cândido Mariano Rondon, ao lado do já existente.

Abertura de novos leitos – Seguindo a lógica de reestruturação do Sistema de Saúde de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado abriu, em agosto desse ano, oito novos leitos de UTI no Hospital de Câncer em Campo Grande. Somados aos quatro já existentes no local, são 12 leitos mantidos pelo Estado no HCCA a um custo de R$ 540 mil/mês. A intenção é abrir outros oito até o final do ano, após a inauguração do novo prédio, totalizando 20 leitos de UTI adulto com custeio mensal de R$ 900 mil.

O programa de reestruturação do sistema de saúde do Estado prevê a abertura de 60 leitos de UTI na Capital e no interior de Mato Grosso do Sul. Além dos oito novos leitos de UTI adulto no Hospital Alfredo Abrão, o Governo já entregou 10 leitos de UTI no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, e 10 leitos no Hospital da Vida em Dourados. Ainda está prevista a entrega de 10 leitos de UTI no Hospital Regional de Nova Andradina e outros 10 no Hospital Regional de Ponta Porã.

Para o governador Reinaldo Azambuja, a entrega dos leitos é uma ação direta nos municípios e forma de dar melhores condições de acesso aos atendimentos de urgência para a população. Todos estão disponíveis por meio do Sistema Único de Saúde.

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Passava das 16 horas locais de uma quarta-feira (28) na comunidade Vila Serrana, em Fragoso, no município de Magé, a cerca de 60 quilômetros do Rio, quando uma cena chamou a atenção dos fiscais do TRE (Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Num cruzamento de ruas estreitas, via-se uma aglomeração de pessoas com celulares nas mãos, em torno de um poste com um roteador e sinal livre de wi-fi. Bastou a fiscalização e a reportagem do jornal OGlobo se aproximarem para cada um tomar seu rumo. Com seus telefones nas mãos, os fiscais logo rastrearam um sinal forte de internet gratuita e constataram a nova prática dos candidatos: oferecer o serviço em troca de votos.

Depois da distribuição de cestas básicas, óculos, dentaduras e até laqueaduras, comuns em eleições anteriores, alguns candidatos que ainda insistem nesse tipo de política assistencialista se ajustaram aos novos tempos. Eles passaram a praticar uma espécie de neoclientelismo, com serviços de wi-fi gratuito e a distribuição de pizzas — com a inscrição do nome do candidato nas caixas de papelão. Entre as práticas flagradas pelos fiscais do TRE, uma chama a atenção: um candidato a vereador distribui caixas de remédios como Viagra e Cialis para a disfunção erétil.

Reduto do clã Cozzolino, que domina a política local há mais de três décadas, Magé sempre mereceu um olhar mais atento de quem busca reprimir as políticas assistencialistas. O juiz da fiscalização eleitoral da cidade, Vitor Moreira Lima, vem intensificando as ações, pessoalmente, a fim de coibir tais práticas. Lá, a disputa para a prefeitura está acirrada entre dois candidatos: o deputado estadual Renato Cozzolino, pela coligação “O trabalho vai voltar”, e o prefeito Rafael Tubarão (PPS).

Já foram detectados dois pontos de wi-fi gratuito na Vila Serrana. Uma das redes tinha o slogan “Juntos Venceremos” do candidato a vereador Neneco da Limeira, que fazia campanha no dia da operação do TRE. Neneco nega ser o responsável pelo serviço: “Foi uma coincidência o nome (da rede) do wi-fi ser justamente o meu slogan. Na minha residência não tem nem sinal de internet. Sei quem pôs o wi-fi, mas não estou aqui para denunciar ninguém. Acho que foi má-fé do outro candidato para me prejudicar”, disse Neneco.

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A candidata Délia Razuk fez questão de lembrar, ao replicar pergunta feita ao candidato Geraldo Resende sobre obras e serviços na área de saúde, que foi o marido dela, ex-deputado Roberto Razuk, quem trouxe o PAM (Pronto Atendimento Médico) para Dourados.

Essa estratégia representa uma espécie de 'antídoto' ao fato de ter se sentido agredida no debate realizado domingo (25) passado pela TV morena, a partir dos estúdios da emissora em Ponta Porã, quando Geraldo cobrou dela qual seria o papel do marido em um eventual futuro governo municipal.

No primeiro bloco, os candidatos foram discretos, procurando falar mais de projetos e realizações, no caso dos que possuem mandato (Renato, deputado estadual, Geraldo, federal e Délia, vereadora), enquanto Wanderlei e Ênio se preocuparam em formular propostas que julgam capazes de realizar.

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