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Redação Douranews

Redação Douranews

A médica Mariana Croda, que foi superintendente do HU (Hospital Universitário) da UFGD em Dourados durante os últimos três anos, deixou a função para assumir a Superintendência de Ações de Saúde na Secretaria estadual de Saúde do Governo de Mato Grosso do Sul.

Ela já acompanhou a agenda do novo secretário estadual, Carlos Coimbra, na visita a unidades de saúde do Município nesta terça-feira (9) e confirmou ao Douranews que está assumindo novo desafio. Recentemente, o marido dela, o infectologista Júlio Croda, já havia se transferido para Campo Grande, onde continua atuando na área de pesquisas e prevenção às doenças infectocontagiosas.

Para a vaga de Mariana Croda no HU, a Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), que administra as unidades federais de saúde do âmbito do Ministério da Educação, já confirmou o nome de Ricardo do Carmo, que era chefe da Divisão de Apoio Diagnóstico Terapêutico do HU em Dourados.

Comentário

Dos 13 principais delitos em Mato Grosso do Sul, nove tiveram redução – principalmente os mais violentos, que resultam em morte. Esse é o caso do latrocínio, com queda de 46% no ano passado. Os números foram apresentados nesta terça-feira (9) durante Coletiva de Imprensa pelo novo secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, e pela governadora em exercício Rose Modesto.

Apesar de fazer fronteira com dois países e enfrentar diariamente o tráfico de drogas, todos os crimes contra a vida sofreram redução em 2017, na comparação com 2016. Os roubos seguidos de morte, por exemplo, tiveram queda de 41 para 22 casos. A Sejusp também registrou queda em homicídios dolosos (-9%), feminicídios (-21%), homicídios culposos (-43%) e homicídios culposos no trânsito (-10%).

“Mato Grosso do Sul é o 5º Estado mais seguro para se viver. Esses números positivos temos que comemorar, mas sem jamais se acomodar. Vamos continuar tratando a segurança como uma das prioridades”, afirmou Rose. O Estado recebeu pontuação de 76,4 no Ranking de Competitividade dos Estados, bem acima da média nacional, de 46,2. Uma das áreas analisadas na definição da pontuação dos estados é a segurança pública, e nesse quesito Mato Grosso do Sul avançou 9 pontos em relação ao levantamento anterior.

Rose analisou que os índices são resultados de ações do governo que já investiu R$ 90 milhões por meio do programa MS Mais Seguro, tem qualificado os servidores da área, abriu concursos para 200 homens no Corpo de Bombeiros e 450 na Polícia Militar e está construindo presídios.

A Polícia Civil também solucionou mais crimes com morte no comparativo com 2016. No caso do feminicídio, por exemplo, apenas 1 dos 27 casos registrados em 2017 ainda não foi solucionado. O crime aconteceu no final do ano e ainda está sendo investigado.

Antônio Carlos Videira destacou o trabalho da polícia e afirmou que os números refletem o trabalho da polícia nas ruas e afirmou que irá intensificar o intercâmbio das agências de inteligência com outros estados e países para combater o crime. “Focamos nosso trabalho naqueles crimes que causam mais danos e provocam morte”, disse o ex-adjunto da Sejusp e agora substituto do deputado José Carlos Barbosa, que ocupou a Secretaria até o mês passado e retornou à Assembleia Legislativa.

Mais números

Outros crimes, como roubos (-5%), também caíram no comparativo. Foram 516 casos a menos no ano passado. Roubos a estabelecimentos comerciais tiveram diminuição de 16% e furtos de veículos caíram 7%.

Ainda conforme os dados da Polícia Civil, os únicos crimes que tiveram aumento foram roubos de veículos (1%), roubos em residências (9%), furtos (4%) e furtos em residências (12%).

Ao mesmo tempo, também houve aumento de 42% na quantidade de drogas apreendidas em Mato Grosso do Sul, passando de 300 toneladas para mais de 427 toneladas.

Videira anunciou ainda que o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Esli Ricardo de Lima, será empossado secretário-adjunto no dia 16, em cerimônia no Comando-Geral da PM, no Parque dos Poderes.

Comentário

Quando o assunto é seguro agrícola, dois fatores influenciam decisivamente para que muitos produtores rurais fiquem indecisos na hora da contratação. O primeiro deles é o preço do seguro, que em função do risco de catástrofes climáticas costuma ter um custo um pouco mais elevado do que outros tipos de seguro. O segundo é a incerteza quanto a obtenção do benefício de subvenção federal ao seguro agrícola, que ocorre quando o governo subsidia parte do valor do seguro.

No modelo brasileiro, o agricultor contrata o seguro considerando a existência do subsídio e só algum tempo depois é que vai saber se foi ou não contemplado com o benefício. Caso não tenha sido, o pagamento da diferença é cobrado do segurado.

Foi exatamente visando minimizar os impactos deste cenário que o Sicredi, cooperativa de crédito financeiro com mais de 3,6 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros, passou a oferecer aos produtores a opção de financiar o prêmio do seguro juntamente com a operação de custeio da lavoura, preservando integralmente as possibilidades do produtor obter o benefício de subvenção.

“Como a questão do subsídio é uma incógnita e os produtores por vezes não têm recursos para desembolsar o valor do prêmio, muitos deles ficam em dúvida e acabam não contratando o seguro. Entendemos que esta possibilidade de inclusão dos valores diretamente na operação de custeio ajude um grande número de associados a optar pela aquisição do seguro agrícola, que com as mudanças climáticas tem se mostrado indispensável na proteção das lavouras”, pontua Felipe Michels Caballero, gerente de Produtos de Seguro da Corretora de Seguros Sicredi.

Para o Sicredi, a expectativa agora é de incremento das contratações junto às operações de crédito rural e, por consequência, maior segurança para o seu quadro de associados. “Tornando o seguro mais acessível, deveremos ter uma maior pulverização das vendas em nossas regiões de atuação. Isso, em médio e longo prazo, vai ajudar a melhorar ainda mais as condições dos produtos oferecidos”, diz Caballero.

Comentário

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu, na tarde desta segunda-feira (8), uma carga com alho e cigarros contrabandeados do Paraguai. A operação ocorreu no Km 68, em Ponta Porã, onde os policiais abordaram o veículo S10 Colina D 4X com placas de Nova Andradina.

No interior do automóvel foram encontrados vários pacotes de cigarros, que somaram 4.500 maços e 12 volumes com alho importados sem o correspondente pagamento do imposto de importação.

Em consulta aos sistemas, a equipe PRF constatou que o motorista, de 56 anos, e o passageiro de 53 anos, tinham ocorrência registada de 19 de maio de 2016 pelo mesmo tipo de infração. Os homens, o veículo e a carga foram encaminhados à Polícia Federal em Ponta Porã.

Comentário

A presidente interina do Confaz-M/MS (Conselho dos Secretários Municipais de Receita, Fazenda e Finanças do Mato Grosso do Sul), Nídia Natachi Penteado, espera um 2018 menos turbulento para os municípios de Mato Grosso do Sul do ponto de vista financeiro. Segundo ela, o ano que passou trouxe um impacto negativo muito forte nas finanças das prefeituras por conta da queda da receita e de outros fatores da política econômica adotada pelo governo federal.

Apesar de reconhecer a gravidade da crise institucional e financeira do país, Nídia defende mais investimentos e novas conquistas para os municípios no atual exercício financeiro como forma de recompensa pelas perdas decorrentes da retração verificada nos repasses institucionais no ano passado, principalmente o FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

De acordo com a dirigente, muitas prefeituras fecharam o ano em dificuldade porque foram obrigadas a aplicar muito além dos recursos previstos em seus orçamentos. Ela aponta, entre outros pontos, os investimentos nos programas sociais criados pelo governo federal. “Como muitos sabem, o governo criou uma séria de programas sociais, mas não indicou a fonte de receita, forçando os prefeitos, por meio das secretarias municipais de finanças, a desembolsar muito mais como contrapartida”, reclamou a dirigente, advertindo também para outros pontos cruciais que marcaram o ano de 2017 para a gestão publica municipal.

AFM

Nídia também criticou o fato de o governo federal não cumprir a liberação de R$ 2 bilhões previstos à título de AFM (Auxílio Financeiro aos Municípios) mesmo depois de acordo firmado com a diretoria da CNM (Confederação Nacional de Municípios) e dirigentes de entidades municipalistas, como a Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).

A verba compensatória deveria ser transferida para os cofres das prefeituras brasileiras em dezembro. No entanto, o governo decidiu recuar, prometendo cumprir o acordo este mês. Por causa da não liberação dos recursos, dos quais os 79 municípios do Estado têm direito a pouco mais de R$ 29 milhões, o presidente da Assomasul, Pedro Caravina, assinou no fim do ano passado nota de repúdio em sinal de protesto contra o governo.

Na nota, Caravina destacou que ‘em ato de completo desrespeito e descaso com as administrações municipais de todo o país, foi informado, na quinta-feira (28), que o repasse pactuado e reafirmado em diversas oportunidades pelo presidente da República, Michel Temer, não será repassado no exercício de 2017. O mais grave é que essa notícia foi dada justamente no dia em que estava previsto o depósito dos valores nos cofres municipais”.

A Assomasul ressalta ainda que essa atitude surpreendeu todos os prefeitos de MS e do Brasil, que confiaram na palavra e no compromisso do presidente, e fizeram seu planejamento de encerramento financeiro do ano contando com os recursos prometidos. “A situação enfrentada pelos municípios é alarmante. Por isso, a Assomasul apoiará qualquer movimento contra esse ato leviano do Governo Federal com as administrações municipais. O sentimento que fica é o de revolta pela confirmação de que o auxílio financeiro, tão justo e necessário para os municípios e a população, está condicionado ao apoio político para aprovação da Reforma da Previdência. Os prefeitos e prefeitas de Mato Grosso do Sul não aceitarão calados esse ato de desrespeito. E a Assomasul será a voz desse grito de revolta que ecoa em cada município do de Mato Grosso do Sul”, diz a nota.

Comentário

O governo federal disse que não vai seguir a recomendação do MPF (Ministério Público Federal) de exonerar todos os 12 vice-presidentes da Caixa Econômica Federal. A Casa Civil da Presidência da República enviou resposta à recomendação do MPF na quinta-feira (4) passada, argumentando que trocar executivos do banco, bem como outras medidas indicadas, “não estão inseridas nas atribuições institucionais deste ministério”.

Em nota, a Caixa diz que os atuais vice-presidentes foram aprovados pelo Conselho de Administração do banco, pelo Ministério da Fazenda e pelo presidente da República, e que “inexiste fato concreto” que motive a troca.

A Caixa também informou que as próximas indicações serão disciplinadas pelo novo estatuto da empresa. “Por inexistir regra na Lei das Estatais, a Caixa entende que o novo estatuto do banco disciplinará as futuras indicações e nomeações de vice-presidentes, não cabendo sua aplicação aos atuais ocupantes de modo a impor suas substituições”.

Recomendação

No dia 15 de dezembro, o MPF encaminhou à Casa Civil uma recomendação para trocar todos os 12 vice-presidentes da Caixa. A justificativa está no fato de, entre os vice-presidentes existirem investigados em operações da Polícia Federal. Além disso, o MPF cita a relação de alguns desses executivos com o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-ministro Geddel Vieira Lima, ambos presos por denúncias de corrupção, conforme repercutiu a Agência Brasil.

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A Prefeitura de Toledo, no interior do Paraná, divulgou nota nesta segunda-feira (8) em que se manifesta descontente com a publicação da matéria veiculada durante o Programa Fantástico, da Rede Globo, onde foi citada, na noite deste domingo (7), como a ‘cidadezinha’ do interior do Paraná onde foi registrado um tornado na área rural do município.

“A palavra ‘Cidadezinha’ demonstra desconhecimento sobre o município considerado a "Capital do Agronegócio do Paraná", um dos maiores produtores de grãos do Brasil”, diz a nota. Dos 399 municípios do Paraná, Toledo ocupa, de acordo com os números apresentados pela Prefeitura, a 12º posição entre as maiores cidades do Estado, com mais de 135 mil habitantes.

Assista o vídeo

Para reforçar a informação, a Prefeitura apresenta indicadores que revelam a grandeza da cidade referência em economia, desenvolvimento e qualidade de vida. “Entendemos que o chamamento não tenha sido intencional e talvez soe até carinhoso, porém acabou provocando certo constrangimento da população. Aproveitamos então para sugerir uma matéria que exalte os potenciais do município”.

Conheça Toledo em números

7º lugar estadual e 89º nacional no ranking de cidades mais inteligentes do Brasil no Connected Smart Cities 2017/Urban System.

1º lugar em PIB agropecuário do Paraná e da região sul e 11º lugar no país

1º lugar em VBP (Valor bruto da produção agropecuária) do Paraná (pelo 5º ano seguido).

3º lugar em valor adicionado da agropecuária do Brasil

1º lugar em rebanho suíno do Paraná

2º lugar em plantel de frango do Paraná

5º maior produtor de leite do Paraná, produção de 100 milhões de litros/ano

4º lugar em Piscicultura Comercial do Paraná e 1º lugar em tanque escavado

Possui 300 km de estradas rurais asfaltadas

É polo industrial com a maior indústria de medicamentos genéricos do Brasil

É o único município com Parque Aquático Público Gratuito do Brasil – Parque das Águas;

1º CEU das Artes do país;Único que possui 2 Centros de Revitalização da Terceira Idade no Brasil,Possui seis restaurantes populares.A cidade também é considerada polo universitário, com oito centros de ensino superior, sendo a cidade com mais universidades públicas do oeste do Paraná. Duas universidades federais e uma estadual.

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A Prefeitura de Dourados está solicitando à população que utilize o canal de denúncia à Guarda Municipal em caso de flagrante de ações de vandalismo e depredação do patrimônio público. Segundo o comandante da Guarda Municipal, Silvio Reginaldo Peres Costa, prédios e instalações em Dourados têm sido prejudicados com a ação de ladrões que praticam furtos e vândalos que destroem algumas edificações.

Entre os casos, o mais recente aconteceu nos dias de festas de fim de ano, quando o Centro Dorcelina Folador, destinado ao atendimento de pessoas portadoras de necessidades especiais, teve objetos furtados em duas ocasiões. “É importante que as pessoas façam as denúncias no caso de flagrarem pessoas destruindo o patrimônio público ou até mesmo atitudes suspeitas”, disse o comandante.

Estas ações têm gerado custos ao município, que precisa realizar reparos e refazer serviços imprescindíveis. “O patrimônio público é dos cidadãos. Quem mora em Dourados e comete estes delitos está cortando a própria carne. Quem denuncia cuida do que é seu de direito”, completou o comandante.

Entre outros registros, o furto de fios da estrutura da Avenida Guaicurus, por exemplo, causou prejuízos a milhares de pessoas que utilizam a via. Algumas bocas-de-lobo também tiveram a grade furtada, deixando verdadeiras armadilhas nas ruas.

Os telefones para contato com a Guarda Municipal são: 199, 153 e o 3424-2309.

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A Câmara de Dourados divulgou no começo da tarde desta segunda-feira (8), ao reabrir o expediente interno [as sessões ordinárias só serão retomadas dentro de um mês, no dia 5 de fevereiro], o volume de trabalho realizado pelos atuais 19 vereadores durante a legislatura de 2017.

A assessoria considerou como ‘saldo positivo’ a discussão de 127 projetos de lei ordinários, 31 projetos de lei complementar, 80 projetos de decreto legislativo, quatro projetos de emenda à LOM (Lei Orgânica do Município) e oito projetos de resolução.

Esses números, comparativamente a 2015, por exemplo, ano em que a casa era presidida pelo vereador tucano Idenor Machado, refletem a baixa qualidade da produção na legislatura passada. Naquele ano, os vereadores aprovaram 133 projetos de lei ordinária e 38 de lei complementar; além de 73 projetos de decreto legislativo, dois projetos de emendas à LOM e ainda nove projetos de resolução e dois vetos do Executivo.

Em 2013, também sob a presidência do vereador Idenor, foram 250 projetos, sendo 163 Projetos de Lei, 36 Projetos de Lei Complementar, dois Projetos de Emenda à LOM, sete Projetos de Resolução e 41 Projetos de Decreto Legislativo. Naquela legislatura, os vereadores superaram a 4.000 proposições.

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Um trabalho integrado entre secretarias, como forma de alcançar resultados mais eficazes e dar respostas positivas à sociedade. Esta foi a recomendação da prefeita Délia Razuk (PR) à equipe de auxiliares neste início de ano. Em reunião na manhã desta segunda-feira (8), depois de um recesso de mais de vinte dias, a prefeita também cobrou que cada secretário apresente, mensalmente, um cronograma de ações a serem desenvolvidas, dentro do plano de governo apresentado à população.

“Precisamos desenvolver um trabalho em conjunto para melhorarmos ainda mais o desempenho, avançarmos para novas conquistas”, pediu, lembrando que o primeiro ano de mandato, apesar de dificuldades, foi de realizações importantes. “Efetivamos importantes parcerias, temos um trabalho em conjunto com o governo do Estado, conquistamos emendas parlamentares e tem, ainda, o manifesto interesse de grandes grupos empresariais em investir em Dourados”, observou a prefeita.

Délia cita como exemplos de parcerias importantes para Dourados o projeto de recuperação da malha asfáltica das avenidas Marcelino Pires, Weimar Torres, Joaquim Teixeira Alves e Hayel Bon Faker, que o governo do Estado está retomando e a ampliação e modernização do aeroporto Francisco de Matos Pereira, cujo projeto será executado pelo Exército, com previsão de início nos próximos dias.

“Somos uma cidade privilegiada. Apenas Dourados e outras dez do país estão no projeto do governo federal para modernização dos aeroportos. Serão cerca de R$ 60 milhões de investimentos, o que vai dar ao nosso aeroporto condições adequadas para pouso e decolagem de aeronaves de grande porte. Isso amplia horizontes e abre oportunidade de nosso município receber novos investidores”, diz a prefeita. Ela também citou a futura linha férrea, ligando Dourados ao Porto de Paranaguá como um projeto que, juntamente com o aeroporto moderno, colocará Dourados em um novo e irreversível ciclo de desenvolvimento.

A prefeita de Dourados também avalia como positivo a reativação da usina de asfalto do Município, que vai permitir, quando em funcionamento pleno, a manutenção das vias públicas, consistindo em grande reforço para as operações tapa-buracos. A revitalização de áreas públicas, como praças e parques, incluindo os distritos, também são ações que a administração considera importantes.

Na reunião com os secretários, Délia reforçou o apelo para que todos mantenham a política de contenção de gastos para fazer frente às demandas. “Vamos manter os pés no chão, trabalhar dentro do orçamento, porém, sem perder de vista os cidadãos, preparando cada vez mais os servidores para o atendimento de qualidade, em todos os setores, dentro daquele nosso compromisso com as pessoas”, concluiu a prefeita.

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