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Redação Douranews

Redação Douranews

A diretoria do Palmeiras entrou nesta quarta-feira (25) com o pedido de impugnação do segundo jogo da final do Campeonato Paulista no TJD (o Tribunal de Justiça Desportiva) de São Paulo. O pedido foi protocolado pelos advogados José Luís Oliveira Lima e Leonardo Holanda em um documento com cerca de 100 páginas.

A alegação do Verdão é de que houve interferência externa da arbitragem na anulação da marcação de um pênalti, de Ralf sobre Dudu, no segundo tempo do clássico que definiu o Corinthians como campeão estadual.

Depois de reunir imagens da confusão em sua arena e até contratar uma empresa para investigar o caso, o Palmeiras defende que tem provas de que o árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza voltou atrás na decisão após receber informações de fora, conforme reproduz o Globoesporte.com.

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O Real Madrid sequer precisou de Cristiano Ronaldo, o principal astro do time, para sair na frente na briga por uma vaga na final da Liga dos Campeões. Nesta quarta-feira (25), o português esteve apagado, errou lances que não costuma errar e não fez gol. Mas o Real tem Marcelo, que marcou numa bonita finalização de fora da área, e tem Asensio, que entrou para dar velocidade à equipe e deixou o seu justamente num contra-ataque.

O Bayern de Munique, que abriu o marcador com o gol de Kimmich, sofreu com o azar: as lesões de Robben e Boateng e o erro de Rafinha custaram a derrota por 2 a 1 em casa no primeiro jogo das semifinais. Vai ter que vencer no Santiago Bernabeu, escreve o Globoesporte.com.

Artilheiro disparado da Liga dos Campeões, com 15 gols, Cristiano Ronaldo balançou as redes nos últimos 11 jogos do Real Madrid na competição. Mas nesta quarta-feira, estava meio fora de órbita: errou o que não costuma errar e fez uma partida ruim.

Real Madrid e Bayern de Munique voltam a se enfrentar na terça-feira (dia 1º de maio), às 15h45 (de Brasília), no Santiago Bernabéu, em Madri. No dia seguinte, acontece o jogo de volta entre Roma e Liverpool, que venceu a primeira partida por 5 a 2, no estádio Olímpico de Roma.

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A Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres realizou uma ação na manhã desta quarta-feira (25) no auditório da Prefeitura de Dourados com o tema central “Protagonismo da mulher douradense”, ministrado pela coordenadora Sônia Pimentel. Centenas de mulheres envolvidas em lutas sociais participaram do evento. O momento foi de debates, conhecimento e troca de experiências.

Para a coordenadora, a abordagem do assunto constantemente é de suma importância para alcançar o maior público possível e trabalhar a conscientização quanto aos direitos do público feminino e contra a violência ainda existente, tanto explícita quanto implícita.

“Muitas ainda desconhecem sobre a violência de gênero que é mais implícita e também ainda se intimidam a denunciar a violência física, isso já não pode mais ser admitido. Nós trabalhamos com a conscientização sobre os direitos que temos e devemos buscá-los, e sob o encaminhamento da gestão Délia Razuk o assunto é tratado durante todo o ano, não apenas em datas específicas”, disse.

Ao falar sobre o empoderamento feminino, a coordenadora destacou a satisfação em abordar o tema com “mulheres de luta”.

“A crescente participação das mulheres nos campos sociais, políticos e econômicos é muito satisfatória, a mulher tem entendido que deve ser protagonista da sua própria história e atuar na área que quiser e nós queremos mais, a participação feminina em todos os campos tem que crescer e para isso trabalhamos o empoderamento”, destacou.

A Coordenadoria Especial de Políticas para a Mulher, criada pela Lei 2.726/2004, é um organismo governamental que visa articular, propor, acompanhar e desenvolver políticas públicas que estimulem e levem a cidadania e a justiça social das mulheres incorporando as dimensões de classe, gênero, ético racial, geracional e da livre orientação e liberdade sexual.

A instituição está situada na rua João Rosa Góes, 395, no centro da cidade, onde também atende pelos telefones 3411 7708/7746, e pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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A grande potencialidade de Mato Grosso do Sul para a produção agrícola levou a Brandt, uma das empresas líderes globais do mercado de fertilizantes foliares, a fortalecer a presença nas regiões Sul e Central do estado, incluindo Campo Grande. Antonio Coutinho, diretor técnico da Brandt do Brasil, destaca que, além da região ter grande capacidade produtiva, os agricultores também demostram interesse no uso de novas tecnologias que contribuem para o aumento da produtividade nas lavouras.

“Trata-se de um estado com grande potencial agrícola. Além disso, tem posição estratégica intermediária em relação ao cerrado e o sul do Brasil e é marcado pelo uso crescente de tecnologia de ponta, inclusive em insumos para o aumento dos resultados de produção”.

Por conta desse perfil inovador, Mato Grosso do Sul deve contabilizar aumento de produção de soja em 2018, segundo o quarto levantamento da safra 2017/2018 da Conab (a Companhia Nacional de Abastecimento). A instituição projeta que os agricultores sul-mato-grossenses colham 8,7 milhões de toneladas nesta safra.

Sete municípios de Mato Grosso do Sul estão entre os maiores produtores agrícolas do país. Maracaju é o segundo município com maior área de soja e considerado o berço do plantio direto. Essas características reforçam a importância da presença da Brandt na região. “Temos forte integração e parceria com a Fundação MS no desenvolvimento das culturas de soja e milho na região. Nossa intenção é ajudar os agricultores a elevar ainda mais os níveis de produtividade’’, ressalta Coutinho.

A Brandt do Brasil espera crescimento importante dos negócios em 2018, em função da ampliação da equipe de campo. Em Mato Grosso do Sul, a empresa tem parceiros em Ponta Porã, Maracaju, Chapadão do Sul, São Gabriel do Oeste, entre outros municípios, com presença em todo o estado. MS representa cerca de 30% das vendas da empresa no Brasil.

A expansão da Brandt no país pode incluir aquisições. “Também contamos com as exportações para os países vizinhos para manter o excelente ritmo de crescimento dos nossos negócios. A empresa realizou recentemente os primeiros embarques de insumos para Uruguai, Paraguai e Bolívia. Nosso planejamento é atingir outros países da América do Sul”, informa Antonio Coutinho.

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A quebra da safra argentina mostra que o Brasil, assim como Mato Grosso do Sul, também tem mercado para o subproduto. A exportação do farelo de soja do Estado apresentou um aumento de 352% entre janeiro e março deste ano em relação a 2017, representando um total de 118,5 mil toneladas.

Nos últimos três anos, os principais compradores do produto processado foram a Tailândia, Indonésia e Holanda. O farelo é utilizado na produção da ração animal, representando 30% da composição nutricional.

“A quebra da safra argentina trouxe oportunidade para a exportação não só do grão de Mato Grosso do Sul, mas também do farelo, o produto ganha competitividade neste momento”, afirma o técnico do Departamento de Economia da Famasul, Luiz Gama.

De acordo com a entidade, no período analisado, as exportações renderam uma receita de US$ 45 milhões, uma alta de 370% se comparado ao mesmo período do ano passado.

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Quatro consórcios, entre os 18 que se candidataram, foram autorizados a realizar os levantamentos necessários como parte da fase de estudos de engenharia e de viabilidade técnica, ambiental e econômica para implantação da nova ferrovia, com cerca de 1.000 quilômetros de extensão, que ligará o Porto de Paranaguá a Dourados, no Mato Grosso do Sul.

A assinatura do termo técnico ocorreu no final do mês passado no Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, com a presença dos representantes das empresas habilitadas para o trabalho e do Banco Mundial.

A obra da nova ferrovia está dividida em dois trechos. O primeiro tem 400 quilômetros e liga Guarapuava ao litoral do Paraná. O segundo vai de Guarapuava até Dourados, passando por Guaíra, com a construção de mais 350 quilômetros de trilhos.

Atualmente, menos de 20% das mercadorias que chegam a Paranaguá são entregues por via férrea. A projeção é que haja crescimento de 450% com o novo ramal ferroviário. “E o porto estará preparado para isso, graças ao planejamento eficiente e a modernização que implantamos, além dos investimentos públicos e privados feitos nos últimos anos”, ressaltou o governador Beto Richa, antes de renunciar ao cargo, no começo do mês, para tentar novo projeto político.

A prefeita Délia Razuk comemorou o anúncio do início dessa fase e disse que Dourados se sente honrada em integrar o novo modelo de mercado econômico “que vai projetar Mato Grosso do Sul e o Paraná”. Ao destacar a luta iniciada nesse sentido ainda nos anos 90, a prefeita de Dourados observou que o projeto futurista ganhou força com a criação da Ferroeste, empresa pública do Paraná que abriu os caminhos “para o escoamento das nossas mais de 8 milhões e meio de toneladas de grãos”.

“A política de parcerias que defendemos em Dourados se desenha também para o plano nacional, onde o transporte rodoviário, que já carrega o Brasil sobre rodas, agora se revigora pelos trilhos, mostrando a grandeza dos nossos propósitos”, discorreu a prefeita.

Consórcios

Os consórcios responsáveis pelo estudo são: HaB, constituído pelas empresas Bureau da Engenharia ECT Ltda., Hendal e Advice Concultoria e Serviços; o consórcio SSSE, formado pela empresa espanhola Sener Ingeneria e pelas nacionais Sener Setepla e Engefoto; o consórcio Egis-Esteio-Copel, do qual fazem parte a empresa francesa Egis Engenharia e Consultoria Ltda. e pelas nacionais Esteio Engenharia e Aerolevantamentos S.A e Copel, e o consórcio formado pela STS (Sistemas de Transportes Sustentáveis), Pullin e Campano Consultores Associados e Navarro Prado Advogados, pela consultoria Millennia Systems, dos Estados Unidos, e pela EnVia Technologies International.

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A Funed (Fundação de Esporte de Dourados) encerrou no final da tarde desta terça-feira (24) as inscrições para a edição 2018 da Corrida do Trabalhador, que acontece em Dourados no feriado dia 1º de maio.

Segundo informou a Fundação, foram mais de 400 os inscritos para a prova, entre atletas masculino e feminino. A prova tem percurso de 5 quilômetros, com largada às 8 horas, na Praça Antônio João, e chegada ao mesmo local.

Os corredores seguirão pela Marcelino Pires, sentido ao Monumento ao Colono, e retornam pela mesma avenida, logo após a conversão no cruzamento com a rua 31 de Março, uma rua antes da Coronel Ponciano.

O presidente da Funed, Jânio César Amaro, informou que receberão troféus e medalhas os cinco primeiros colocados no geral, tanto no masculino como no feminino, e os três primeiros por faixa etária - até 17 anos, de 18 a 29, de 30 a 39, de 40 a 49, de 50 a 59 e de 60 anos acima, além de cadeirantes. Os 200 corredores que concluírem o percurso serão agraciados com medalhas de participação.

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A prefeita Délia Razuk destacou, ao participar, na manhã de segunda-feira (16), da entrega dos 512 apartamentos construídos no Residencial Ildefonso Pedroso, o crescimento acelerado que movimenta a região onde está localizado o novo conjunto habitacional, e agradeceu pelo empenho que tem sido feito através dos governos federal e do estado para ajudar o Município a atingir esse estágio.

“Nós prometemos, em campanha, trabalhar para que não faltasse mão-de-obra, esse é o maior desejo de todos os que buscam chegar ao governo, porque, com emprego, as famílias tem renda garantida e podem almejar melhor qualidade de vida. Graças a Deus, e a essas parcerias que temos com os Governos, Dourados é hoje esse grande canteiro de obras”, discursou a prefeita.

Délia Razuk agradeceu a presença do ministro Carlos Marun, “um grande amigo de Dourados” e reconheceu também nas ações do governador Reinaldo Azambuja o apoio necessário “para que mais famílias tenham oportunidade de trabalho garantido”. A prefeita também anunciou que em breve mais 200 unidades do conjunto Estrela Guassu, que está sendo implantado na região do Jardim Clímax e a assinatura do programa de lotes urbanizados, consolidam essa parceria com os governos para atender famílias em situação de vulnerabilidade social.

O conjunto habitacional Estrela Guassu, cuja construção foi retomada recentemente, vai contemplar pelo menos 200 famílias em vulnerabilidade social. O contrato para a retomada dos serviços foi firmado pela prefeita Délia Razuk junto ao Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal no começo do ano. Serão R$ 27,3 milhões investidos na construção das casas e na infraestrutura da região, que vai receber drenagem, pavimentação e urbanização de primeira qualidade.

Durante a entrega dos novos apartamentos no Ildefonso, a prefeita lembrou o enfrentamento assumido com relação à segurança das famílias dos conjuntos Dioclécio Artuzi e Harrison de Figueiredo, na travessia da rodovia MS 156, para o acesso das crianças à escola do bairro Guaicurus. “Até que fosse implantada a passarela de pedestres, nosso pessoal da Guarda Municipal e da Agetran permaneceu aqui, dando esse acompanhamento”, agradeceu ela, aplaudida pelos moradores da região presentes no ato.

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Uma adolescente de 17 anos e uma jovem de 20 anos, ambas moradoras na cidade de Várzea Grande no Mato Grosso, foram detidas com quase 17 quilos de maconha e 200 gramas da conhecida super maconha (Skank), no começo da noite desta terça-feira (24), no terminal rodoviário de Dourados, em ação da equipe de policiais militares do Canil municipal que combate as chamadas ‘mulas’ do tráfico na região.

De acordo com a Polícia, as duas viajavam no ônibus que saiu de Ponta Porã para Campo Grande e ao fazerem a parada na rodoviária de Dourados, os militares juntamente com a cadela farejadora Inka, conferindo a bagagem e vistoriando passageiros daquele ônibus, detectaram indício de drogas na bagagem da adolescente.

Com a menina de 17 anos foram encontrados 10 tabletes de maconha que totalizaram 8,2 quilos, além de dois pacotes de Skank que pesaram 200 gramas. Ja na bagagem da jovem de 20 anos foram encontrados outros 10 tabletes de maconha que totalizaram 8,5 quilos. A dupla revelou que foi contratada por telefone para levar as drogas até o Mato Grosso e que receberiam R$ 1.500 cada uma pelo transporte. As meninas e o entorpecente foram encaminhadas para a delegacia do 1º Distrito Policial de Dourados.

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O senador Waldemir Moka (MDB) sugeriu nesta terça-feira (24) a criação de uma confederação para reunir todas as entidades que atuam em defesa de pacientes com doenças raras no Brasil. Caso acolham a ideia, as associações devem criar, primeiramente, uma federação em cada Estado.

A sugestão do senador foi apresentada durante audiência pública na Câmara dos Deputados, proposta pelo deputado Sérgio Vidigal (PDT-ES). Moka foi convidado para participar dos debates por presidir a Subcomissão sobre Doenças Raras do Senado.

O senador entende que a luta, de forma isolada, torna a batalha das entidades mais difícil. “Já conseguimos avançar muito em relação ao assunto. Hoje, o tema ‘doenças raras’ tem tido muito espaço, especialmente no Senado com a criação dessa subcomissão”, afirmou.

O parlamentar, que é médico, explicou o funcionamento da subcomissão do Senado e adiantou que, ao final dos trabalhos, será apresentado projeto de lei que tratará exclusivamente sobre doenças raras. O relator do colegiado é o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO).

Moka afirmou que o Senado também discute um projeto que institui a Política Nacional para Doenças Raras no SUS (Sistema Único de Saúde). O projeto prevê mecanismos acelerados para o registro de medicamentos na Anvisa e a incorporação de medicamentos no SUS no caso dessas doenças. Conforme o projeto, o registro de medicamentos para doenças raras pela Anvisa deve ser prioritário e ter prazo máximo de 120 dias (mesmo prazo previsto na regulamentação hoje), enquanto para outros medicamentos esse prazo costuma ser de um ano.

Para o deputado Mandetta (DEM-MS), é preciso estudar uma mudança na Lei de Licitações (Lei 8.666/93) para garantir que o medicamento para doenças raras chegue mais rápido na ponta.

Conforme a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, existem de 6 a 8 mil doenças raras diagnosticadas no mundo. Cerca de 13 milhões de pacientes apresentam doenças raras no Brasil.

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