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Domingo, 20 Setembro 2020 11:13

Amigos de motoentregador que morreu atropelado pedem justiça em carreata

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Anderson trabalhava de moto como entregador quando foi atropelado na semana passada Anderson trabalhava de moto como entregador quando foi atropelado na semana passada Reprodução/redes sociais

Amigos e colegas de trabalho, além de familiares do motociclista Anderson Maia de Oliveira, de 27 anos, que morreu atropelado por uma caminhonete S10 de cor branca, com placas de Naviraí, onde a Polícia encontrou vestígios de bebida alcoólica, promoveram na manhã deste domingo (20) uma carreata pedindo justiça. Antes, eles se concentraram em frente da delegacia de Polícia Civiul com fsaixas e cartazes, pedindo punição do caso.

protesto anderson

Familiares e amigos de Anderson Maia, em frente ao prédio da Depac: "foi crime" (Eliel Oliveira)

O fato ocorreu na Vila Matos na madrugada de domingo (13) passado, quando a caminhonete invadiu a preferencial da rua Ponta Porã, por onde Anderson Maia seguida, cruzando a rua Balbina de Matos. O motociclista que conduzia uma YBR-125, de cor prata, com placa de Dourados, era morador no condomínio Moradas.

De acordo com a Perícia Técnica da Polícia Civil, o condutor da caminhonete não obedeceu o semáforo do cruzamento da rua Ponta Porã com a Balbina e provocou o acidente. Com o impacto, o corpo de Anderson foi arremessado sobre um carro Ônix, de cor branca, com placas de Caarapó, que estava estacionado na rua Ponta Porã. A moto conduzida pela vítima pegou fogo no local.

Versão

O motorista da S10 se apresentou no dia seguinte ao crime, segunda-feira (14) na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e negou que avançou o sinal vermelho e que estava bêbado ao provocar o acidente que matou o motoentregador. Acompanhado dos advogados Maiara Pagani e Alex Niedack, o homem airmou que o sinal estava verde pra ele e que não viu a motocicleta pilotada pela vítima.

“Na hora que ele bateu, ele levou um susto tão grande que os motoqueiros começaram a acelerar atrás dele e falar ‘vamos matar’, ‘vamos pegar’ que ele encostou a caminhonete e saiu do local com medo de represálias”, relatou a advogada Maiara Pagani. Sobre a garrafa de bebida alcoólica e o energético encontrados dentro do veículo, a advogada alega que o suspeito informou que havia ido a uma festa na sexta-feira e que as bebidas eram deste dia.

Última modificação em Domingo, 20 Setembro 2020 11:24

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