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Redação Douranews

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Quarta, 06 Fevereiro 2019 15:29

UCP oferece 250 vagas em Mingua Guazú

A UCP (Universidad Central Del Paraguay) vai oferecer este ano 250 vagas na unidade 3 em Ciudad Del Leste/Mingua do Complexo Internacional.

A UCP possui sede um Pedro Juan Caballero, na rua das Nações Unidas esquina do Palácio de Justiça no centro e a sede 2 localizada no bairro Boqueron na avenida do Lago da Republica no centro de Ciudad Del Leste. E agora inaugura o campus universitário no Km 18 da Ruta Assunção em Ciudad Del Leste/Mingua Guazú.

Em Mingua Guazú existe uma das melhores estruturas da região com toda a comodidade para os professores e alunos que optarem em fazer neste local o 1º e 2º semestres. A unidade que tem a melhor estrutura física do país e com corpo docente altamente qualificado e todo equipamento para o desenvolvimento letivo, terá um foco especial para os universitários convalidados, aqueles que já possuem alguma graduação na área branca e pretendem ingressar no curso de medicina utilizando algumas matérias já estudadas em outras carreiras de graduação.

Com mais esta unidade, a UCP se consolida de vez como a maior faculdade de medicina do Paraguai atraindo universitários do Brasil, da Argentina e outros países da América do Sul, além dos próprios paraguaios que estão tendo a oportunidade de estudar “em casa” com uma grande estrutura e profissionais capacitados, melhorando a qualidade do serviço que será oferecido no futuro para a comunidade onde estes profissionais irão atuar.

“Estamos fazendo de tudo para que a qualidade do ensino oferecido seja a melhor possível e para isso estamos capacitando nosso pessoal e todo o nosso corpo docente para que a excelência no ensino reflita na qualidade dos profissionais médicos que em breve estarão no mercado de trabalho”, disse o diretor administrativo da UCP, Karlos Bernardo.

As matrículas podem ser feitas no próprio site da universidade no www.medicinaucp.com. As vagas são limitadas em 250 alunos e o início das aulas está marcado para 18 de fevereiro.

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O governador Reinaldo Azambuja recebeu nesta terça-feira (5), no gabinete, a visita do corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel Moreira. O corregedor nacional coordena a correição geral que está sendo realizada nesta semana com o objetivo de verificar a efetividade da atuação das entidades ligadas ao Ministério Público no Estado.

Durante a reunião, Reinaldo Azambuja falou sobre as medidas tomadas pelo Governo de Mato Grosso do Sul para enfrentar a maior crise financeira da história brasileira, como a redução do tamanho da máquina para a menor estrutura administrativa do País. “Tínhamos 15 secretarias, hoje temos nove. Estamos elaborando também um Programa de Demissão Voluntária. São medidas para gastar menos com o governo e investir mais nas pessoas”, disse.

Na correição-geral, que é realizada até sexta-feira (8), são verificados o funcionamento e a regularidade dos serviços prestados em Mato Grosso do Sul pelo Ministério Público da União (Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho e Ministério Público Militar) e pelo Ministério Público Estadual. Uma equipe composta por membros e servidores do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) visita as instituições e verifica a efetividade da atuação funcional dos órgãos. Ao final da correição, será elaborado um relatório com determinações e recomendações, que deverão ser cumpridas pelas unidades, para a melhoria da instituição.

Comentário

Para manter o bem-estar e uma vida saudável, a nutrição é extremamente importante. Uma boa alimentação é fator essencial para que o indivíduo tenha imunidade alta e, consequentemente, saúde. O nutricionista é responsável por investigar e controlar a relação do homem com o alimento consumido.

Com a função de planejar, coordenar e administrar planos nutricionais, o futuro profissional desta área pode atuar em diversas vertentes, entre elas coordenando planos nutricionais em hospitais, empresas, restaurantes, SPAs, hotéis, abrigos infantis ou de idosos, entre várias outras opções.

Porém, a profissão vai muito além de definir cardápios, como define a professora Aline Onishi, coordenadora do curso de Nutrição da Unigran. Para ela, o nutricionista é o profissional apto a sugerir pratos variados, com alimentos equilibrados que supram a necessidade de cada pessoa que esteja em processo de emagrecimento, além de prescrever e orientar sobre dietas para pacientes individuais que estejam passando por problemas de saúde, entre as mais comuns como hipertensão, diabetes, problemas cardíacos, obesos, em estado de desnutrição, entre outros.

“Nossos acadêmicos, futuros nutricionistas, têm à disposição em nossa Instituição ampla estrutura física laboratorial, além de professores gabaritados para garantir o aprendizado teórico e prático da profissão. Nós temos também uma ampla cozinha experimental utilizada durante as aulas e projetos complementares”, diz Onishi.

A Unigran disponibiliza também aos acadêmicos aulas práticas no Núcleo de Nutrição da Instituição. “Nossos acadêmicos podem observar a atuação de profissionais desde o primeiro semestre do curso e depois, já no último semestre, realizar atendimentos supervisionados, todos gratuitos”, finaliza a coordenadora Aline.

Processo Seletivo 2019

Com duração de oito semestres, o curso de Nutrição é oferecido no período noturno. Mais informações podem ser obtidas AQUI. Para ingresso em 2019, a Unigran oferece vagas por meio do Vestibular que pode ser agendando no site www.vestibularunigran.com.br, ou ainda com nota do Enem ou como portador de diploma. Contatos pelo telefone (67) 3411-4313 ou (67) 9 9222-5948 (WhatsApp).

Comentário

Após 24 horas da “demissão”, suplente da deputada federal licenciada Tereza Cristina, que assumiu o Ministério da Agricultura e Pecuária do Governo Jair Bolsonaro, o secretário estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul, Geraldo Resende Pereira, do PSDB, teria que ter ido a Brasília no prazo regimental para assumir a vaga antes de optar pelo cargo oferecido no Governo do Estado, sem perder a condição de suplente imediato em Brasília.

Como ele se ‘esqueceu’ desse detalhe e logo assumiu o cargo oferecido pelo governador Reinaldo Azambuja, teve que ser exonerado por um dia, na terça (5) e está reassumindo só nesta quarta-feira (6) o cargo no primeiro escalão de Mato Grosso do Sul, proporcionando, agora sim, as condições legais para que a segunda suplente, Bia Cavassa, de Corumbá, possa desempenhar a função na Câmara dos Deputados.

Ainda assim, o deputado foi devidamente contemplado com o salário superior a R$ 33 mil, pago pela Câmara dos Deputados a todos os parlamentares no mês de janeiro, mesmo com a Casa em recesso, o que deve ter ajudado bem, porque somou aos outros R$ 24 mil recebidos como secretário de Estado.

Veja aqui:

salario janeiro geraldo

                                                                                                                                Fonte: Câmara dos Deputados

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A deputada Caroline de Toni (PSL-SC) protocolou nesta terça-feira (5) pedido de criação de uma CPI (comissão parlamentar de inquérito) para investigar os gastos do governo federal com publicidade estatal nos últimos anos. A CPI terá 27 membros titulares e igual número de suplentes. A deputada propôs o prazo de 120 dias, prorrogável por mais 60, para apuração.

“A população brasileira tem direito de saber quais valores têm sido gastos pelo governo federal nos últimos anos com publicidade estatal, bem como as razões de manter em sigilo tais informações, uma vez que sempre houve transparência com relação a tais dados”, afirma Caroline de Toni no requerimento de criação da CPI.

Essa é a terceira comissão investigativa proposta pelos deputados nesta semana. Outros dois pedidos de instauração de CPIs foram apresentados na terça. O primeiro, para investigar o rompimento da barragem de Brumadinho (MG), proposto pela deputada Joice Hasselmann (PSL-SP). O segundo, de autoria do deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), pretende auditar financiamentos concedidos pelo BNDES entre 2003 e 2015 para empresas brasileiras com atuação no exterior.

Critérios

São necessárias assinaturas de 171 deputados (1/3 do total de 513 parlamentares) para a criação de uma CPI. Pelo Regimento Interno da Câmara, só podem funcionar na Casa cinco CPIs simultaneamente. A partir da sexta, a criação depende de aprovação de projeto de resolução no Plenário, informa a Agência Câmara de notícias.

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O vereador Marcelo Mourão (PRP) cobrou na tribuna da Câmara de Dourados, na sessão de segunda-feira (4), a primeira após o recesso, por melhorias no funcionamento do parquímetro da área central do município. Uma das propostas dele é o aumento do prazo para regularização de multas para no mínimo 10 dias.

“Precisamos enfrentar a questão do parquímetro. Você não encontra os funcionários para comprar o crédito, vai fazer suas obrigações e quando volta ao carro, a multa está lá. Está chegando às casas das pessoas 5 pontos a menos na carteira de motorista e mais de R$ 156 para pagar. Não podemos assistir calados aqui esse descalabro da falta de atenção da empresa que explora esse serviço e que está brincando com a nossa inteligência. Se falta pessoas, contrate mais pessoas. Onde estão essas pessoas? Onde você encontra os créditos para comprar, para resolver?”, questionou Marcelo.

Por meio da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), ele teve acesso ao contrato firmado em 2016 entre a Prefeitura e a empresa, que determina que sejam mantidos 68 atendentes após transcorridos 15 meses da assinatura do contrato, cláusula que não está sendo cumprida.

Outra questão que o parlamentar abordou é o pouco tempo, de 48 horas, que os usuários multados têm para quitar o débito e regularizar a situação. Ele exemplificou o caso de pessoas que vêm de outras cidades buscar tratamentos de saúde em Dourados, são multadas, mas não podem voltar em dois dias para regularizar essa situação.

Entre outras medidas, Marcelo vai protocolar na Câmara uma proposta visando aumentar o prazo de regularização de multas para no mínimo 10 dias. A multa para quem estaciona em desacordo com a regulamentação é de R$ 156,18, considerada infração grave com a perda de cinco pontos na carteira.

Durante a sessão, ele já encaminhou um requerimento à Prefeitura solicitando informações sobre o número de funcionários desde a implantação do novo sistema de parquímetro até agora e quantos estão na ativa, de férias e afastados. (Com assessoria)

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O diretor geral do Procon de Dourados, procurador Mário Julio Cerveira, coordenou pessoalmente, com a equipe técnica do órgão fiscalizador, um mutirão de orientações à comunidade indígena, na manhã desta terça-feira (5) na Escola Tengatuí Marangatú, da aldeia Jaguapiru. A ação, com ênfase no Direito do Consumidor, ocorreu em parceria com a Defensoria Pública do Consumidor e contou com palestra e esclarecimentos a população.

A cobrança do serviço de energia elétrica à comunidade foi um dos pontos centrais do debate, diante de inúmeras reclamações quanto a valores elevados nas contas de luz do mês de janeiro.

Mariza Fátima Gonçalves, defensora pública do Consumidor, disse que esses aumentos têm sido sentidos pela população douradense, sendo que na Reserva Indígena essa situação se agravou pelo fato de que a Energisa não vinha disponibilizando funcionários para medir o consumo nas casas.

“A forma que vinha ocorrendo era medir o consumo pela média e a conta vinha baixa, vários meses seguidos. Posteriormente veio uma conta mais alta que muitos relatam não terem condições de pagar. Muitas famílias tiveram o fornecimento cortado; estamos verificando os casos que contaram com irregularidades e já ajuizamos algumas ações individuais para restabelecer alguns serviços”, disse.

Conforme a defensora, o Ministério Público e OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) acompanharão alguns procedimentos.

O diretor do Procon, Mário Cerveira destacou a ampla participação da comunidade indígena na atividade e enfatizou que “educar e conscientizar a população sobre direitos enquanto consumidores são direcionamentos da gestão municipal”.

“A prefeita Délia Razuk encaminha esse tipo de ação como a de hoje por estar solidária com os consumidores que estão com problemas com as contas de energia, com valores que se elevaram. Temos acompanhado essas reclamações, bem como também o protesto de populares recentemente na concessionária e estamos com a Defensoria Pública na busca de garantir os direitos dos consumidores de Dourados”, apontou.

Jorge Paredes, líder da comunidade indígena, disse que a ação foi muito esclarecedora e ressaltou a importância de trabalhar a conscientização quanto aos direitos dos consumidores com a comunidade indígena. “Foi importante, pois conseguimos entender que por falta de ação da Energisa as contas se elevaram disparadamente. Nós índios temos que lutar, buscar nossos direitos, levar as demandas da nossa comunidade e isso tem que ser debatido, cada um apoiar a fiscalizar ações que abusem do consumidor”, disse.

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Com objetivo de reforçar a segurança da região de fronteira de Mato Grosso do Sul, a Sejusp (Secretaria estadual de Justiça e Segurança Pública) desencadeou em Ponta Porã a Operação Fronteira Segura, que na primeira fase contou com a participação das policias estaduais.

A partir desta semana, desde segunda-feira (4), após reunião coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada de Fronteiras e Divisas da Sejusp, as ações passam a contar com o reforço do Exército Brasileiro, por meio do 11º Regimento de Cavalaria Mecanizado, da Guarda Municipal e das polícias Federal e Rodoviária Federal.

Comissários da Polícia Nacional paraguaia também marcaram presença e reforçam as ações no país vizinho, de acordo com o secretário executivo do Gabinete de Gestão e coordenador da operação, coronel Edimilson de Oliveira Ribeiro.

“Para manter a ordem na região de fronteira, esse encontro com representantes de todas as forças, para que fosse feita uma definição das estratégias que serão adotadas nesta segunda etapa da operação, uma vez que as ações estão sendo intensificadas por tempo indeterminado”, justificou Ribeiro.

“Essa foi uma missão dada pelo secretário Antonio Carlos Videira, e até agora os resultados alcançados na primeira fase foram positivos. O nosso foco a partir desta terça-feira contempla a união das forças de segurança dos três entes federativos com o desenvolvimento de atividades na região urbana e rural de Ponta Porã e cidades circunvizinhas, com a realização de ações de saturação, prevenção e de repressão ao crime organizado e transfronteiriços”, pontuou o coronel.

Além das forças federais participam desta etapa da Operação Fronteira Segura equipes do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, Batalhão de Choque, o Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), o pessoal do Garras (Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) e o Grupamento Aéreo.

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Um pedestre morreu atropelado por um motociclista na noite desta terça-feira (5), quando tentava atravessar a rodovia MS 156, no prolongamento do trevo do DOF, em Dourados.

Antônio Pinheiro da Fonseca, de 58 anos, foi colhido por uma motocicleta modelo Titan, de cor preta, que era conduzida por Everton Morelo, e que, também por conta do impacto, foi socorrido em estado grave ao Hospital da Vida.

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O MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo) denunciou 53 PMs (policiais militares) do Estado acusados de manter ligações e de favorecer a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). De acordo com a denúncia, apresentada nesta segunda-feira (4), os PMs eram integrantes do 22º Batalhão da Polícia Militar, no Jardim Marajoara, zona sul de São Paulo. Eles foram alvo da Operação Ubirajara, deflagrada em dezembro do ano passado, como destaca a Agência Brasil de notícias.

Segundo o Ministério Público, os policiais denunciados permitiam o tráfico de drogas no território abrangido pelo batalhão e passaram a integrar o PCC. Na denúncia, o MPSP diz ainda que os policiais praticaram diversos ilícitos, como concussão (crime praticado por funcionário público, em que é exigida vantagem pessoal indevida), corrupção passiva, falsidade ideológica, violação de sigilo funcional e crime de associação ao tráfico de drogas.

“As investigações começaram com o recebimento de um relato anônimo que deu detalhes sobre como os policiais militares envolvidos no esquema apreenderam grande quantidade de drogas e passaram a negociar com um traficante local, exigindo dinheiro para evitar a prisão em flagrante, e a apontar uma adolescente como responsável pelo crime”, destaca o MPSP em nota.

A Operação Ubirajara colheu provas de mais de 82 mil ligações telefônicas interceptadas, documentos e outros tipos de material, que revelaram que não se tratava de um caso isolado, e sim um esquema de corrupção sistêmico.

"O papel dos policiais militares dentro da organização criminosa também era claro: não reprimir a prática do delito de tráfico, bem como facilitá-lo, não passando viatura policial próximo aos pontos de venda, informando acerca de alguma operação policial pelo local e até mesmo alterando a verdade em documentos públicos para que não ocorresse apreensão de droga ou a prisão dos traficantes", diz o promotor na denúncia.

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// MANOEL AFONSO

Amplavisão – Atração dos holofotes, o medo do anonimato

NA CAVERNA Após o desastre eleitoral de 2018 os dirigentes do PT e MDB daqui hibernaram talvez para reflexão da humildade. Haja chinelos! A reduç&ati...

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