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Redação Douranews

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Ex-assessor especial da prefeita Délia Razuk até o mês passado, o advogado Alexandre Mantovani, que encabeçou a chapa “União pela Ordem”, foi escolhido, nesta terça-feira (20), novo presidente da 4ª Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para o triênio 2019/2021, que reúne profissionais de Dourados e Itaporã.

A votação ocorreu durante todo o dia, foi encerrada às 17 horas e a apuração dos votos, concluída por volta das 20 horas, indicou vitória de Mantovani sobre a advogada Edna Regina Alvarenga Bonelli, da chapa “Independência e Força”, por diferença de 38 votos.

O resultado final apontou 524 votos para Mantovani e 486 para Bonelli, uma das disputas mais apertadas dos últimos embates pelo comando da Ordem no Município. O novo presidente tem como vice-presidente da 4ª Subseção da OAB a advogada Raíssa Moreira, conforme divulgou a assessoria do candidato eleito.

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Já somam, pelo menos, 50 pessoas mortas e há ainda outras 72 que ficaram feridas nesta terça-feira (20) em um ataque suicida com bomba durante uma reunião de altos líderes religiosos em Cabul, em um dos atentados mais letais na capital afegã nas últimas semanas.

Como publica o portal da revista IstoÉ, com base em agências internacionais de notícias, o ataque ocorreu em um salão de festas durante a reunião de ‘ulemás’ para comemorar o aniversário do profeta Maomé, e chega após várias semanas de uma onda de violência no país que deixou centenas de mortos.

“Ulemás de todas as partes do país e muitas outras pessoas participaram da cerimônia”, informou à AFP o porta-voz do Ministério da Defesa, Najib Danish.

“O Alcorão estava sendo recitado quando a bomba explodiu”, disse Mohammad Hanif, estudante de leitura religiosa, à AFP. “Foi um caos, muitos gritaram, levamos os feridos nas ambulâncias e muitos dos mortos são jovens”, acrescentou, com as roupas cobertas de sangue.

As fotos nas redes sociais mostraram corpos caídos no chão, manchas de sangue e cadeiras viradas. O ataque ainda não havia sido reivindicado, mas o grupo EI (Estado Islâmico), de extremistas sunitas, geralmente são autores de ataques suicidas no Afeganistão, conforme a publicação.

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A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) declarou, nesta segunda-feira (19) que fará “aliança até com o diabo” para combater o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Candidata derrotada ao Senado por Minas Gerais nas eleições de outubro, Dilma participou do 1º Forum de Pensamentos Mundial de Crítico, realizado em Buenos Aires, na Argentina.

"A gente fará aliança até com o diabo para combatê-los. Agora, tem que ter uma espinha dorsal. Tem que ter um coração. E o coração é antineoliberal e antiautoritário neofascista. Essa a nossa solução”, afirmou, conforme reproduziu o portal r7.

"Eles deixaram claro que não basta ganhar de nós eleitoralmente. Eles dizem, de forma clara, que querem agora destroçar o partido", afirmou. Dilma disse ainda que a reação contra o PT surgiu porque a sigla é a de maior hegemonia na esquerda brasileira e afirmou que o partido não saiu derrotado das eleições gerais deste ano.

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (20) a Operação Caronte, para desarticular um esquema criminoso que ocorria no posto de controle migratório (o Posto Esdras) em Corumbá. De acordo com as investigações, ditas “empresas de turismo” vendiam um ‘pacote’ aos estrangeiros que desejavam entrar no País cobrando, além do transporte até São Paulo, taxas para não precisar passar pela fiscalização imigratória.

Cerca de 30 policiais federais atuaram em cumprimento a cinco mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão.

A prática criminosa consistia no desvio de documentos de imigração (conhecidos como “tarjetas”), os quais eram entregues aos despachantes que vendiam no ‘pacote’ aos estrangeiros que desejassem entrar irregularmente no País. Após essa fase, os documentos eram inseridos nos sistemas de controle, burlando totalmente as regras estabelecidas, permitindo o acesso das pessoas ao Brasil, via Corumbá, sem qualquer tipo de fiscalização.

O estratagema criminoso era composto por despachantes das “empresas de turismo”, contudo tinha a participação de um policial federal, um servidor administrativo e um contratado da PF, os quais facilitavam a entrada irregular dos estrangeiros. Os valores cobrados variavam de acordo com os migrantes, sendo que, inclusive, estrangeiros com impedimento ou com multa vigente tinham registros adulterados, de forma a permitir o ingresso em território nacional.

A operação foi batizada de Caronte, pois esse personagem mitológico era um barqueiro que somente atravessava as pessoas para o outro plano mediante o pagamento de uma moeda, em alusão à corrupção praticada para permitir acesso ao território nacional, explicou a assessoria de comunicação social da Polícia Federal em Corumbá.

Após a polêmica gerada com a possibilidade de flexibilização da Lei da Ficha Limpa, o autor do projeto que trata do tema, senador Dalírio Beber (PSDB-SC), pediu a retirada da proposta ao plenário do Senado. Por maioria simples, os senadores aprovaram o pedido, arquivando definitivamente a matéria. Com isso, os parlamentares se anteciparam à votação que ocorreria ainda na tarde desta terça-feira (20) de um requerimento para retirada da urgência do texto.

Em meio à mobilização organizada por senadores contrários a mudanças na legislação, Dalírio Beber pediu a palavra na tribuna ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). Ele explicou que não tinha a intenção de prejudicar o cumprimento da Ficha Limpa, mas afirmou que o assunto é controverso com relação à inelegibilidade de condenados antes da entrada em vigor da norma, em 2010.

“O objetivo não foi desfigurar a lei complementar da Ficha Limpa, com origem na iniciativa popular, que sempre contou com meu respeito. Sou a favor da Ficha Limpa, não tenho nenhum benefício com esse projeto. Minha intenção foi preencher a lacuna deixada pelo Parlamento em relação ao passado e a leis pendentes", disse.

O parlamentar citou casos em que, segundo ele, há insegurança jurídica quanto ao "direito adquirido". "Decido retirar o projeto, certo de que jamais quis criar tamanha celeuma nem constrangimento aos meus pares. Peço apoio dos nobres colegas para que retiremos essa proposta e sigamos em frente". Com informações da Agência Brasil

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Na primeira declaração como futuro ministro da Saúde, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) também criticou o modelo de contratação de profissionais cubanos no programa Mais Médicos. Para ele, houve “improvisações” no processo, e as negociações foram comparáveis a um “convênio entre Cuba e o PT e não entre Cuba e o Brasil”, disse nesta terça-feira (20), em Brasília.

"Esse era um dos riscos de se fazer um convênio terceririzando uma mão de obra tão essencial. Os critérios, à época, me parecem que eram muito mais de um convênio entre Cuba e o PT e não entre Cuba e o Brasil, porque não houve uma tratativa bilateral, mas sim uma ruptura unilateral”, afirmou Mandetta.

O futuro ministro da Saúde lembrou que este era um risco para o qual já se alertava no início: "A gente precisa de políticas sustentáveis, as improvisações em saúde costumam terminar mal, e essa não foi diferente das outras", avaliou.

Mais Médicos

Mandetta disse que vai conversar com o atual ministro da Saúde, Gilberto Occhi, sobre a reposição das cerca de 8.500 vagas abertas com a saída dos profissionais cubanos do programa Mais Médicos.
Ele admitiu que pode vir a flexibilizar a exigência de revalidação dos diplomas de médicos. Segundo o futuro ministro, a hipótese é considerada para autorizar o trabalho de profissionais com diploma estrangeiro no país. "Há possibilidade de se fazer avaliação em serviço, há possibilidade de se fazer uma série de medidas onde você resguarda a população e dá garantias da qualidade daquele profissional”, afirmou Mandetta.

Para o futuro ministro, a exigência do Revalida é uma segurança para os pacientes. “O que a gente quer fazer com o Revalida é revalidar, saber quem é, o que estudou, o que falta de lacuna para atender o povo brasileiro, o grau de competência e de vínculo com a comunidade", afirmou.

O Revalida reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem trabalhar no Brasil. O exame é feito tanto por estrangeiros formados em medicina fora do Brasil, quanto por brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

Perfil

Médico e ex-secretário de Saúde de Campo Grande, Mandetta está no segundo mandato de deputado federal e não disputou as eleições deste ano. Ele foi anunciado mais cedo como o mais novo integrante do primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro.

Mandetta é investigado por suposta fraude em licitação, tráfico de influência e caixa 2 no contrato para implementar um sistema de informatização na saúde em Campo Grande, no período em que foi secretário, entre 2005 e 2010. Questionado sobre as suspeitas, ele negou irregularidades.

"Exigia auditorias a cada 15% da execução do projeto. Tem seis auditorias. O projeto sofreu uma ruptura a partir de 2013, por interrupção adiministrativa, e um deputado de um partido de oposição resolveu fazer todas essas denúncias. Sempre que isso ocorre, a gente se sente desconfortável, mas quem é pessoa pública tem que se submeter a essas situações."

O futuro ministro chegou a ter os bens bloqueados em uma ação civil pública relativa ao caso. Na conversa com a imprensa após ter seu nome confirmado para o ministério, Mandetta disse que foi respaldado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. "Estive com o presidente, antes de ventilarem meu nome, levei a ele toda a situação”, contou. “Não sou réu, não tenho ainda a condição de saber quais são as eventuais culpabilidades a mim impostas, e quando for, se for o caso, apresento ao presidente. Mas, no momento, ele é o eleito e achou mais importante contar essa unidade que a gente pode representar para o setor, com essa experiência administrativa", relatou à Agência Brasil de notícias.

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O presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou nesta terça-feira (20), pela conta do Twitter, que o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), de 53 anos, vai assumir o Ministério da Saúde a partir de janeiro de 2019. Ortopedista pediátrico, Mandetta não se candidatou à reeleição, portanto estará sem mandato no próximo ano.

“Com o apoio da grande maioria dos profissionais de saúde do Brasil, anuncio como futuro Ministro da Saúde, o doutor Luiz Henrique Mandetta”, postou Bolsonaro no Twitter. O presidente eleito disse ainda que Mandetta terá de “tapar ralos”, facilitando a vida das pessoas com pouco dinheiro em caixa.

O futuro ministro chegou ao gabinete de transição no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) no início da tarde para se reunir com Bolsonaro. Mandetta tentou evitar a imprensa. Com a ajuda do deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), o futuro ministro entrou com um grupo de assessores parlamentares.

Associação Médica elogia

O anúncio do presidente eleito deixou “honrada” a AMMS (Associação Médica de Mato Grosso do Sul), disse, em nota, a presidente da entidade, neuropediatra Maria José Maldonado. Ela disse que a indicação de Mandetta é um grande prestígio não apenas para a classe médica do Estado, mas para toda população de Mato Grosso do Sul, que já conta com dois nomes para compor o ministério do novo governo que toma posse dia 1º de janeiro de 2019.

Luiz Henrique Mandetta deverá assumir o Ministério da Saúde e a deputada federal Tereza Cristina, também de Mato Grosso do Sul, deverá assumir o Ministério da Agricultura, possivelmente, em fevereiro, após reassumir o mandato para o qual foi reeleita e licenciar-se do cargo.

A respeito de Mandetta, a presidente da AMMS disse que conhece bem a competência médica e o profundo conhecimento das reais necessidades para que não só o Estado, mas o país possa evoluir no atendimento à saúde pública. “Não temos dúvida de que com Luiz Henrique Mandetta, a saúde brasileira estará em boas mãos e deverá ganhar um grande impulso”, afirmou.

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A UFGD está convocando todos os colaboradores que atuarão no Processo Seletivo Vestibular (PSV), que acontecerá neste domingo (25), pela manhã e à tarde, para um encontro de capacitação que será realizado sábado (24), às 14 horas, na escola para onde foi convocado.

O Centro de Seleção, encarregado do Processo Seletivo, informa ainda que todos os inscritos para essa tarefa deverão se apresentar no dia da prova às 6 horas no local para onde foi convocado e onde vai trabalhar durante o vestibular.

A lista completa de todos os convocados, por função e local, pode ser conferida AQUI 

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Os estudantes da UCP (Universidad Central Del Paraguay) passam a contar a partir de agora com um convênio que permite a realização de estágio dentro de instituições de saúde ligadas ao Governo do Estado de Amambay. O convênio foi firmado recentemente pelo diretor administrativo da UCP, Karlos Bernardo, o governador de Amambay Ronald Acevedo e a doutora Cynthia Ovandro do Conselho Regional de Saúde de Pedro Juan Caballero.

Com o acordo, os universitários a partir do quinto semestre terão a oportunidade de estagiar no Hospital Juan Pablo II e outros locais de atendimento ao público. O estágio será supervisionado por profissionais médicos destes estabelecimentos e dos professores da universidade.

Ainda de acordo com o documento assinado recentemente haverá uma contrapartida por parte da UCP que vai ajudar na melhoria da qualidade do serviço prestado para a população de Pedro Juan Caballero que busca atendimento médico. Todo o acordo firmado será acompanhado pelo Conselho Regional de Saúde.

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O Serviço de Atendimento Móvel da Sanesul está presente, nesta terça (20) e quarta-feira (21) na Praça Antônio João, em Dourados, na Campanha ‘Saindo do Sufoco’, que é promovida pelo Procon local. “Os interessados poderão negociar débitos, fazer a revisão das contas, alteração de nome, pedido de ligação nova, pesquisa sobre a tarifa social e recuperação de inativas”, explicou o gerente comercial da Sanesul, Walmir Santos Lino.

Em Dourados, 70 mil famílias são atendidas pela Sanesul. A expectativa, de acordo com o gerente regional Paulo Roberto Nepomuceno, é de atender o máximo de usuários inadimplentes que desejam colocar a conta em dia. “Temos uma média de 0.5% de devedores e será ótima oportunidade para conciliação de dívida”, comentou.

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// MANOEL AFONSO

Amplavisão - Otimismo & Patriotismo: o efeito Bolsonaro

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