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Redação Douranews

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A agência do Detran em Dourados, a segunda maior de Mato Grosso do Sul, será ampliada a fim de dar maior comodidade aos clientes e servidores. A assinatura do contrato com a empresa vencedora da licitação aconteceu nesta quinta-feira (23) e a arquiteta do Detran, Maria Moura, anunciou que a obra já será iniciada segunda-feira (27), com prazo estimado de 18 meses para conclusão.

“O projeto prevê a manutenção e ampliação das instalações elétricas da unidade, assim como rede de cabeamento elétrico, malha de aterramento, a construção de uma nova edificação, disposição de uma passarela coberta e um novo pórtico de entrada”, comenta.

A arquiteta Maria Moura ressalta que o primeiro passo será a construção de um novo bloco, que servirá de apoio durante a reforma, a fim de que não interrompa o atendimento. “A cada novo bloco reformado, os servidores serão alocados no setor de apoio e ao finalizar a obra, ele será dividido entre refeitório e setor jurídico da agência”, encerra.

Para o diretor-adjunto do Detran, Valter Bortoletto, uma cidade como Dourados, que possui 120 mil condutores e 160 mil veículos, precisa de espaços adequados para o atendimento. “Queremos oferecer mais conforto tanto para os nossos clientes quanto para os nossos servidores. Neste momento de pandemia, em que sabemos que a limpeza e organização são fundamentais para garantir a segurança de todos, essa reforma trará melhores condições a todos”.

Segundo Bortoletto, durante a pandemia, na agência de Dourados são realizados 400 atendimentos diariamente, conforme o limite de 30% autorizado pelo município. Em dias normais, esse número sobe para 1300 atendimentos diários. O valor total da obra será de R$ 1,6 milhão.

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A direção do HU (Hospital Universitário) de Dourados decidiu devolver à empresa JBS parte dos equipamentos enviados como doação para ajudar no combate à Covid-19 no Município. No entanto, essa decisão “não prejudica a estruturação tecnológica dos leitos de UTI destinados ao atendimento de pacientes com Covid-19 internados na instituição”, disse, em nota, a direção do hospital.

Os itens enviados como doação passaram por avaliação técnica de uma comissão multiprofissional, que emitiu parecer opinativo favorável à aceitação de 15 camas hospitalares elétricas, 3 desfibriladores e 15 monitores multiparâmetro.

Entre os equipamentos recusados, de acordo com a nota, estão 10 ventiladores pulmonares, “por não possuírem todos os requisitos que a comissão entende serem necessários para assistência aos pacientes com Covid, e 75 bombas de infusão que não têm registro na Anvisa e não apresentam compatibilidade técnica total com os insumos já em utilização na UTI do HU”.

Ainda segundo a direção do Hospital Universitário da UFGD, os equipamentos devolvidos não vão fazer falta para a instalação dos dez novos leitos em processos de abertura na unidade. Num segundo lote de doação da JBS, foram enviadas ao HU seis macas e 30 camas hospitalares mecânicas, que também estão sendo devolvidas “porque o espaço físico para leitos já conta com a quantidade de camas hospitalares necessárias”, segundo a nota.

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O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) segue com o constante trabalho de combate e prevenção ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya, em todos os bairros e distritos. Mesmo com as ações dos agentes de saúde, o índice de notificações da dengue continua alto e a administração municipal alerta à população para que se empenhe nessa luta pela saúde pública.

A coordenadora do CCZ, a bióloga Rosana Alexandre da Silva, lembra que a dengue já causou a morte de três pessoas neste ano em Dourados. Ela alerta que a população não deve se esquecer dos cuidados para prevenir a doença e focar apenas na pandemia do coronavírus, deixando de lado o asseio com o lugar onde mora.

Informações - CCZ: 3411-7753

“Estamos em um momento em que os cuidados com o coronavírus estão muito visados e não poderia ser diferente, claro, diante de uma pandemia. No entanto, as pessoas não podem esquecer que o mosquito também pode gerar morte e as recomendações são claras e já conhecidas de se evitar recipientes que possam acumular água no quintal”, ressalta.

Somente este ano, conforme a coordenadora do CCZ, foram 2.091 casos notificados de dengue em Dourados, com 1.162 casos positivos e três óbitos pela doença. Foram registrados ainda 12 casos confirmados de zika vírus e 47 de chikungunya. Rosana afirma que o trabalho acontece em todas as regiões da cidade e conta com mutirões aos sábados.

Nesta semana, os agentes estão realizando ações de orientação, análises e eliminação de focos do mosquito em residências e comércios situados no Jardim Novo Horizonte, Jardim das Primaveras, Vila Guarani, Parque das Nações I e II, Flor de Maio, Vila Hilda, Bonanza, Cohab II, Jardim Água Boa, Vila Adelina Rigotti, Jardim Esplanada e área central. Até esta quinta-feira (23), a equipe encontrou nesta semana de trabalho seis focos do mosquito Aedes nos pontos trabalhados. Neste sábado (25), o CCZ realizará mutirão no jardim Progresso, Cohab II e Jardim Pelica

 

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O presidente da 4ª Subseção da OAB de Dourados/Itaporã, Alexandre Mantovani, foi convidado pelo Conselho Federal para palestrar no I Congresso Digital Covid-19, no painel “Os Desafios da Jovem Advocacia no Processo Civil para esse ‘Novo Normal’”, que vai acontecer no dia 30, a partir das 14 horas, em plataforma digital.

O evento, um dos maiores do campo jurídico do mundo, segundo os organizadores, e que será transmitido em tempo real, conta com 513 palestrantes nacionais e internacionais, que vão falar sobre as repercussões jurídicas da pandemia. Serão seis salas de transmissão simultânea, com 168 painéis, 17 conferências magnas e 513 palestras.

“Me sinto honrado com o convite da OAB Nacional. Tenho certeza que será um congresso histórico, trazendo conhecimento e novas experiências para os participantes e palestrantes, que agora se adequam ao ‘novo normal’. É momento oportuno para aperfeiçoarmos nossos conhecimentos”, destacou Mantovani

O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. Os participantes ganharão certificado de 50 horas. Interessados deverão fazer a inscrição através do link https://www.oab.org.br/congressodigital/

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O cinegrafista Chico Leite, de 52 anos de idade, morreu nesta quinta-feira (23) em Dourados. De acordo com amigos de trabalho, ele teve um infarto fulminante, por volta de duas horas da madrugada, em casa, e morreu antes de receber os primeiros socorros em hospital da cidade.

Chico Leite trabalhou por vários anos na antiga TV Caiuás, atual RIT e atualmente integrava o corpo de funcionários do Departamento de Comunicação da Unigran.

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Uma grande quantidade de maconha apreendida na noite desta quarta-feira (22) na base operacional de Água Clara está sendo pesada pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) de Três Lagoas.

A droga, em tabletes diferenciados de várias cores, lotou a sala de atendimento da PRF na cidade.

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Nova edição do Relatório técnico descritivo, agora abordando aspectos dos indicadores de morbidade e de mortalidade da Covid-19 em Mato Grosso do Sul, entre a 27ª e a 29ª semanas epidemiológicas, no período de 21 a 27 de junho, considerando os registros de 28 óbitos por Covid, enquanto as SRAGs (Síndromes Respiratórias Agudas Graves) foram responsáveis pela morte de outras 60 pessoas, conclui que morreram 2,14 vezes mais pessoas por Síndromes Respiratórias Agudas Graves do que por Covid-19 em uma semana no Estado.

De acordo com os pesquisadores, as SRAGs estão com proporções acima da média dos anos anteriores quando comparadas com as mesmas semanas epidemiológicas de 2019. O relatório aponta o expressivo aumento de notificações de casos desse sintoma no Estado a partir de 7 a 13 de junho, ao registrar mais de 250 notificações por semana e atingindo mais de 400 notificações no período de 5 a 11 de julho. A demora na atualização dos dados pelos municípios é apontada como fator de mais dificuldades para a compreensão da doença.

O relatório indica que “aparentemente, a 29ª semana (12 a 18 de julho) apresentou mais de 300 casos notificados de SRAGs e muitos casos de internações e óbitos registrados como SRAGs não específicas podem ser casos de Covid-19. Isso chama a atenção para a subnotificação da doença, a baixa proporção de população testada e pela baixa sensibilidade do teste, aplicado de forma pouco invasiva (swab nasal ou oral)”, analisa Adeir Archanjo da Mota, professor da UFGD que coordena uma equipe de pesquisadores multidisciplinares, composta de epidemiologista, geógrafos e uma comunicadora, da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), UFOB (Universidade Federal do Oeste da Bahia) e de acadêmicos e docentes da UFGD de Dourados.

O epidemiologista Cremildo João Baptista, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, explica que nem tudo que é SRAG é Covid19 e vice-versa: “É preciso realizar melhor a diferenciação e, sem testes, essa diferenciação pode ficar comprometida”. Para a pesquisadora em Comunicação, Saúde e Políticas Públicas da Universidade Federal do Oeste da Bahia, professora Fernanda Vasques Ferreira, os gestores públicos precisam encarar a realidade da pandemia com responsabilidade com a preservação das vidas e pautados pela ciência.

“Estamos diante de um fenômeno complexo - a doença. Não há espaço para ações que denotem amadorismo por parte dos gestores públicos. A doença já mostrou quais as marcas que irá deixar na sociedade e nos setores em todas as dimensões da vida humana. É momento de acolher os estudos científicos com seriedade e atenção, interpretá-los adequadamente e colocar em prática medidas que, de fato, reduzam os impactos da doença na vida das pessoas”, enfatizou a pesquisadora. Segundo Fernanda Vasques Ferreira, ações coordenadas e balizadas nos princípios da saúde coletiva além de serem mais eficientes, eficazes e resolutivas, também transmitem o adequado nível de comunicação à população da gravidade da situação que a pandemia impõe.

“Culpabilizar os indivíduos, responsabilizá-los por mortes e transferir para as pessoas a decisão que deve ser das autoridades que ocupam cargos institucionais - em especial os gestores públicos - é uma leviandade. A doença não pode ser tratada com preconceito, com estigmas, sob a guarida da religiosidade ou da moralidade. A doença precisa ser tratada pela ciência”, sentenciou a pesquisadora que tem projetos de pesquisa na área de comunicação e prevenção para a saúde. Segundo ela, é preciso tomar cuidado ao comunicar as informações oficiais relativas à Covid-19 para não criar falsas expectativas que possam gerar otimismo sem correspondência com a realidade.

O Relatório também indica que devem ser combatidas práticas de desinformação, descontextualização, infodemia e disseminação de fake news com o objetivo de preservar vidas. De acordo com a professora, das 231 notificações no catálogo do Canal Saúde Sem Fake News, do Ministério da Saúde, apenas 30 são informações que correspondem à verdade. O canal incluiu a etiqueta ‘Novo Coronavírus Fake News’ para distinguir as notificações falsas da Covid-19 das notificações falsas relativas a outras áreas da saúde. Fernanda alerta que quem tiver dúvidas sobre as informações disseminadas nas redes sociais deve enviar uma mensagem de WhatsApp para o número (61) 99289-4640 com texto ou imagem da informação duvidosa.

Equipe

O relatório foi produzido pelos professores doutores Adeir Archanjo da Mota, da Universidade Federal da Grande Dourados; Cremildo João Baptista, Ana Paula Archanjo Batarce, Elisa Pinheiro de Freitas, Eva Teixeira dos Santos, Mauro Henrique Soares da Silva, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul; Fernanda Vasques Ferreira, da Universidade Federal do Oeste da Bahia; e pelo mestre Anderson Antonio Molina da Silva, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, com o apoio técnico dos acadêmicos Antonio Idêrlian Pereira de Sousa e Pedro Antônio Araújo da Silva, da UFGD; Eduardo Henrique Rezende Santos, Leandro Pereira Santos e Rafael Rocha Sá, da UFMS.

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A equipe técnica da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso do Sul), responsável pelo acompanhamento das safras de grãos no Estado, revisou a produção e a produtividade do milho segunda safra. Antes prevista em 72 sacas por hectare, foi revisada para 76 sacas e, por consequência, a expectativa de produção estadual passou de 8.195 para 8.650 milhões de toneladas.

De acordo o Siga/MS (Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio), projeto realizado pela Aprosoja/MS e Famasul com apoio do FUNDEMS e Bayer, as projeções iniciais foram mais conservadoras devido ao atraso na implantação da cultura na janela de cultivo do cereal. “Durante a fase do plantio cerca de 29% da área dedicada ao milho foi implantada após 10 de março, que é considerada a melhor janela de plantio para o milho em Mato Grosso do Sul, além de uma geada prevista pela Embrapa CPAO em janeiro, o que gerou uma expectativa inicial modesta”, explica o presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi.

A revisão da produtividade neste momento ocorre porque após a implantação da cultura e apesar do período de março a julho ter sido marcado pela irregularidade das chuvas, verificou-se que as geadas não comprometeram de forma significativa a produtividade e a qualidade avaliada nas lavouras. E, apesar do início da colheita estar em atraso, verifica-se que a produtividade será acima do que inicialmente foi previsto.

Na primeira quinzena de julho a Aprosoja/MS apresentou revisão, em definitivo, sobre a redução na área de milho 2ª safra estadual para 1.895 milhão de hectares, ante uma área de 2.173 milhões de hectares plantados no ciclo anterior, o que ocorreu principalmente por essa preocupação dos produtores quanto a geada, que não se confirmou.

Colheita

Comparando ao mesmo período do ano passado, a porcentagem de área colhida na safra 2019/2020, encontra-se inferior em aproximadamente 38,54%, isso porque a área colhida até o momento equivale a 5.1% do total cultivado com milho, o equivalente a 95.876 hectares. A região centro de MS está com a colheita mais avançada, com média de 8,9%. Já a região norte está com 6,5% e a região sul com 3,6% de média.

Dobashi esclarece que a colheita do milho 2ª safra neste ato ocorrerá de forma bastante espaçada, diante da alta variação das lavouras e que as equipes da entidade estão em campo acompanhando o produtor para ter a melhor acurácia dos dados de campo.

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Diagnosticado com a Covid-19 no dia 15, o ex-senador Delcídio Amaral foi internado na noite desta quarta-feira (22) no Hospital Cassems, em Campo Grande. O estado de saúde do ex-senador pelo PT, e atualmente filiado ao PTB, agravou-se no fim da tarde desta quarta-feira, quando precisou de ajuda médica.

“Baixei hospital", relatou o político que, desde o dia em que anunciou que testou positivo para Covid-19, vem publicando uma espécie de ‘diário’ no perfil pessoal que mantém nas redes sociais, de como a doença causada pelo coronavírus se comporta em seu organismo.

Pouco depois das 20h desta quarta-feira, Delcídio fez a seguinte postagem no Facebook, logo que chegou ao hospital:
A Covid-19 me pegou! (8º dia)
Esse vírus é traiçoeiro. Até hoje, com altos e baixos (o tal ioiô), dei conta de ficar em casa isolado, mas o negócio deu uma desandada nos meus exames e sintomas, com perda rápida de peso e muito cansaço. Não deu outra: baixei hospital!
Mais do que nunca insisto no que, pra mim, já virou um mantra: FIQUEM EM CASA o máximo que puderem mas se precisarem sair, sempre USEM MÁSCARA e respeitem o DISTANCIAMENTO SOCIAL. Até aparecer uma vacina efetiva, não existe outra forma de nos protegermos e aos nossos entes queridos.
“Você nunca sabe o quão forte você é, até que ser forte passa a ser a única escolha que você tem”! (Bob Marley)

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O Governo de Mato Grosso do Sul manifestou apoio ao pedido feito pela companhia Rumo S/A para que a ANTT (Agência Nacional de Transporte e Trânsito) abra processo para relicitação da concessão da ferrovia Malha Oeste, que inclui os trechos de Três Lagoas a Corumbá e o ramal até Ponta Porã. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, disse que o assunto vem sendo discutido há quatro anos e que havia três alternativas em estudo, sendo a relicitação viável e fundamental para se conseguir a revitalização de toda a malha.

“É uma ferrovia existente, não tem necessidade de desapropriação nem licenciamento ambiental, portanto esses são pontos positivos. Serão necessários investimentos de vulto, é preciso fazer investimentos em trilhos, dormentes e travessias urbanas para torná-la operacional. Trata-se de uma ferrovia bastante importante e com uso muito restrito: hoje tem apenas três contratos em vigência para transporte de minério até Porto Esperança, de celulose de Três Lagoas até Mairinque (SP) e outro que cruza a ferrovia até a Bolívia, com vergalhões de ferro. Poderia se transformar na ferrovia da celulose do Brasil. Ou então, só combustível já viabilizaria. Hoje todo o transporte é feito por caminhão”, frisou.

O anúncio do pedido de relicitação repercutiu bem no mercado. No comunicado, a empresa informa que “adotará todas as providências necessárias para o cumprimento das condições estabelecidas no Processo de Relicitação. Durante as negociações do Processo de Relicitação perante a ANTT, a Malha Oeste continuará a prestar os serviços de transporte ferroviário de cargas, conforme condições, prazos e determinações da ANTT. A Companhia manterá seus acionistas e o mercado em geral atualizados a respeito do Processo de Relicitação e das informações adicionais sobre o tema”.

Iniciada ainda quando o Brasil era um Império e concluída em 1914, a Ferrovia Noroeste do Brasil tem 1.622 quilômetros de extensão, desde Bauru (SP) a Corumbá (MS), considerada estratégica para o projeto de desenvolvimento do país na época. Sem investimentos em melhorias, acabou sucateada e deixou de ser competitiva tanto para o transporte de passageiros, quanto de carga. Em 5 de março de 1996 foi arrematada pelo consórcio denominado Ferrovia Novoeste S.A. dentro do programa de privatizações do Governo federal. O prazo da concessão foi de 30 anos, portanto a vencer em 2026.

Desde 2015 o Governo do Estado vem buscando alternativas para revitalizar a ferrovia e integrá-la ao ambicioso projeto de logística que interliga os modais hidroviário, ferroviário e rodoviário visando agilizar o transporte da produção de grãos, minérios, celulose, carne e outros produtos do Estado, e no sentido inverso, combustíveis, insumos agrícolas e demais produtos para abastecer o mercado interno.

Para solucionar o problema da ferrovia, Jaime Verruck conta que as alternativas seriam a ampliação da concessão, caducidade do contrato ou a relicitação. “A ampliação da concessão como foi feita na malha paulista se revelou um processo demorado e nada fácil. A caducidade também demora, portanto restou o pedido de relicitação, feito agora pela Rumo e que tem todo apoio do governo”, disse.

O assunto foi tratado em reunião virtual realizada no início de junho, da qual participaram, pela Rumo, o diretor-presidente João Alberto Fernandez, o diretor de Relações Institucionais Guilherme Perin e o presidente do Comitê de Pessoas, Marco Marinho Lutz. Pelo governo estavam presentes o governador Reinaldo Azambuja e os secretários Jaime Verruck e Eduardo Riedel (Governo e Gestão Estratégica). Na reunião ficou acertado que o caminho seria o pedido de relicitação, agora consumado. (Da assessoria)

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