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Redação Douranews

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A diretoria do Santos prometeu pagar os salários atrasados dos jogadores na quinta-feira (19) e não cumpriu. Mas, em campo, o time demonstrou força e se recuperou de uma fase ruim com a importante vitória por 2 a 0 sobre o RB Brasil, neste sábado (23), no Pacaembu, no jogo de ida das quartas de final do Paulistão. Com o resultado, o Santos pode até perder por um gol de diferença na terça-feira (26), em Campinas, e ainda assim se classifica às semifinais. Eventual derrota por dois gols (não importa o placar) leva a decisão para os pênaltis, informa o Globoesporte.com.

O técnico Jorge Sampaoli comemorou a vitória e a vantagem obtida. O argentino confirmou que os salários ainda não foram quitados com todo o elenco e falou mais uma vez sobre a decisão de devolver a parte dele até que todos recebam. “Somos parte de uma família, de uma equipe de trabalho. Comissão técnica, jogadores, todos... Não vejo lógica em receber o salário enquanto os outros não recebem. Eu faria o mesmo se o cozinheiro não estivesse recebendo. Não é justo. Tem que ser igual para todos. Se o clube tem algum problema, eu entendo. Mas o que não entendo é um receber e outro não. Espero que até semana que vem todos recebam”, disse.

Sobre a vantagem e a atuação do time, o técnico comentou: “Esse é um resultado muito bom pela maneira que nós jogamos. Foi justo. Mas não é definitivo. Vamos jogar uma nova partida, contra um adversário complicado e será tão difícil quanto hoje. O plano da partida era focar em fazer pressão na saída de bola deles. É uma equipe que gosta de jogar com ela. Fizemos uma partida intensa nesse quesito. Tivemos muita verticalidade, aproveitando nossos laterais”, completou Sampaoli.

Palmeiras enrosca

No outro jogo das quartas de final do Paulistão, o empate em 1 a 1 entre Novorizontino e Palmeiras, no jogo de ida, irritou o técnico Felipão. No lance que originou o primeiro gol da equipe mandante, a bola teria pegado na mão de Murilo Henrique. O Palmeiras reclama de um toque na mão, enquanto a FPF afirma que o gol foi legal. “Sobre VAR, no dia em que eu parar de ser técnico vou dizer algumas coisas”, protestou o treinador.

Felipão também falou sobre o fraco desempenho que o Palmeiras vem tendo nas últimas três partidas, principalmente na primeira etapa do jogo. “Não sei se a nossa logística está errada. Mas alguma coisa não foi bem nesses últimos três jogos (contra Mirassol, São Paulo e Ponte Preta). Alguma coisa tenho que procurar, dentro do meu conhecimento, para que isso não aconteça”, disse ao Globoesporte.com.

O jogo da volta entre Palmeiras e Novorizontino será terça-feira, no Pacaembu. Quem vencer avança às semifinais do Paulistão. Em caso de novo empate, a decisão da vaga será na disputa por pênaltis.

Mais jogos

Ferroviária x Corinthians e São Paulo x Ituano completam a rodada das quartas do Paulista neste domingo (24) e fazem o jogo de volta na quarta-feira (27), quando serão definidos os semifinalistas da competição.

Comentário

A primeira reunião do Fórum de Turismo da Grande Dourados de 2019, realizada quinta-feira (21) passada, durante encontro com representantes da Fundtur-MS (a Fundação de Turismo do Estado), em Dourados, serviu para repassar aos municípios da região as demandas do Ministério do Turismo em relação ao Mapa Brasileiro do Turismo. Também foram apresentadas as formas de institucionalização das Instâncias de Governanças Regional de Turismo (IGR) para a retomada desse mecanismo.

Representantes dos munícipios de Dourados, Deodápolis, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Maracaju, Naviraí e Ponta Porã, além da Fundtur-MS, do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Uems (Universidade Estadual de MS) e Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados) participaram do encontro. A secretária Rose Ane Vieira (Desenvolvimento) representou a prefeita Délia no ato. 

O Fórum de Turismo da Grande Dourados é uma instância regional que visa à integração de instituições que compõem a cadeia produtiva do turismo da região, envolvendo entidades governamentais e organizações ligadas diretamente ao setor do turismo. E tem como premissas o fortalecimento do trade turístico da região; a geração de novas fontes de recursos para as ações de promoção dos destinos e o aumento da taxa de permanência do turista na região, como definiram os participantes.

Comentário

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Dourados reforça o apelo à população para que procure colaborar mais no combate a possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, que tem feito vítimas na cidade e região.

De acordo com a coordenadora do CCZ, a bióloga Rosana Alexandre da Silva, a situação é preocupante, considerando o número de casos positivos de dengue, principalmente, no município: 224 até quinta-feira (21).

Na sexta (22), morreu no HU (Hospital Universitário) o estudante Nicolas Ferruzzi, de 11 anos, com sintoma da dengue hemorrágica, ou dengue brava, conforme a nomenclatura para esse caso instituída pela OMS (Organização Mundial de Saúde) a partir de 2014.

Segundo ela, somente neste ano, até o dia 21 de março, foram notificados 513 casos de dengue em Dourados, sendo 224 confirmados como positivos e 138 negativos. Em relação à chikungunya foram 33 notificações, com sete casos positivos para a doença. Já em relação à zika não há registro de casos em Dourados, apenas quatro notificações.

“São números que preocupam, pois os casos têm aumentado, inclusive com um óbito registrado, infelizmente. O município, por meio dos agentes, tem feito a sua parte. As visitas domiciliares são intensificadas, no entanto, o poder público sozinho não está conseguindo vencer o mosquito. É preciso que a população colabore mais, mantendo seus quintais livres de focos”, pediu Rosana.

“Que a morte do estudante Nicolas não seja em vão. Lamentavelmente ocorreu um óbito. Que esse triste fato relembre as pessoas de que todo cuidado é pouco, que é preciso vigiar, todos os dias, e eliminar toda situação favorável para a proliferação do mosquito”, assinala.

A planilha de notificações para bloqueio da dengue revela que na região do Parque das Nações II foi confirmado maior número de casos positivos de dengue: 26. O Jardim Água Boa contou com 20 casos e o BNH 4º Plano, 16. Na aldeia Jaguapiru foram 12 casos positivos de dengue e Jardim dos Estados e Campo Dourado, com 10 cada.

“Em todas as regiões da cidade há infestação. Temos que reforçar a vigilância e para isso contamos com o apoio dos moradores”, reforça a coordenadora do CCZ. Rosana conta que os agentes de endemias estão trabalhando em regime de plantão noturno, finais de semana e feriados. “É um trabalho intenso, que não para. Todo o dia estamos presentes, fiscalizando, orientando a população, repetindo sempre que cada um deve fazer a sua parte, mantendo limpos seus quintais e terrenos baldios”, diz.

Populares também podem contribuir por meio de denúncia anônima sobre a existência de eventuais focos ou ambientes favoráveis em imóveis do município para a proliferação do Aedes aegypti. O telefone do CCZ é 3411-7753.

O município dispõe de três viaturas para a aplicação do fumacê que atuam em todas as regiões da cidade. Outras duas são esperadas. Também, em breve, mais 15 agentes de endemias, aprovados em concurso, deverão reforçar as equipes atuais, informa o CCZ por meio da assessoria de comunicação do Município.

Comentário

A Agehab (Agência municipal de Habitação e Interesse Social) promoveu, na noite desta sexta-feira (22), a entrega de 119 escrituras definitivas para moradores de loteamentos sociais implantados nos bairros Vila Cachoeirinha, Ypê Roxo, Brasil 500 e Canaã VI. A ação faz parte da política de levar justiça social e cidadania aos moradores dessas áreas, como definiu o advogado Carlos Augusto de Melo Pimentel, diretor-presidente da Agehab.

De acordo com Pimentel, além dessas 119 unidades já devidamente registradas, outras 33 estão em processo de conclusão da documentação. “Com essa atualização, vamos passar de 670 imóveis regularizados em Dourados desde 2017, além de 166 em processo de finalização”, disse o diretor da Agência de Habitação.

Conforme o levantamento da Agehab, entre os novos proprietários definitivos de imóveis foram contempladas, no ato realizado no Cras (Centro de Referência e Assistência Social) da Vila Cachoeirinha, 47 famílias moradoras do bairro, mais 48 do Ypê Roxo, 20 do antigo loteamento Brasil 500 e mais outras do Canaã VI. Pimentel disse que conjuntos habitacionais já tradicionais na cidade ainda enfrentam problemas com a falta de documentação.

Por isso, segundo ele, a Prefeitura resolveu promover uma agenda de visitação aos próprios locais, levando a ação social de entrega dos novos documentos de posse definitiva e aproveitando para aferir mais de perto as demandas da comunidade. “Levamos a prefeita Délia Razuk, a equipe da administração e vereadores para essa interatividade com a população, ao mesmo tempo em que entregamos serviços realizados”, disse Pimentel.

O secretário de Governo, Celso Schuch dos Santos, representou a prefeita Délia Razuk na cerimônia de entrega das escrituras, aonde também compareceram os vereadores Alberto Alves dos Santos (Bebeto), do PR, líder da prefeita na Câmara e o vice-líder, Mauricio Lemes (PSB).

Novos projetos

A Agência de Habitação do Município está priorizando também a reserva de áreas próprias para implantação de novos projetos, dentro do programa Lote Humanizado, visando atender as famílias que ainda não possuem um imóvel com parcerias pelo sistema compartilhado de construção. A Prefeitura vai fornecer o lote e o apoio técnico de profissionais qualificados e os assentados também vão participar com a contrapartida em forma de mão-de-obra supervisionada.

A primeira experiência nesse sentido deverá ocorrer, nos próximos dias, na região das sitiocas Campina Verde, com um grupo de aproximadamente 50 famílias do assentamento Ouro Fino. “A prefeita Délia Razuk tem afirmado que essas famílias precisam de uma forma de segurança social e a garantia do Poder Público para que possam se estabelecer definitivamente com a casa própria, é isso o que procuramos fazer nesse projeto”, afirmou Carlos Augusto Pimentel.

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O IST (Instituto Senai de Tecnologia) de Alimentos e Bebidas, que funciona na unidade de Dourados, recebeu a certificação Lean Six Sigma Green Belt, que têm como objetivo capacitar gestores para tornar as organizações mais eficientes em todos os processos que realiza. A ferramenta, que trabalha com melhorias contínuas dentro da empresa por meio de dados e informações com a aplicação de técnicas estruturadas para a resolução de problemas, permitirá que o Instituto amplie o portfólio de serviços e atuação nas empresas.

Na avaliação do gerente do Senai de Dourados, Gilberto Evidio Schaedler, a certificação do IST Alimentos e Bebidas representa mais uma conquista da instituição para melhor atender as indústrias do Estado. “Conseguir certificar a equipe do IST no Green Belt demonstra que o Senai está no caminho certo para atender as necessidades das indústrias de Mato Grosso do Sul, fortalecendo o setor, que pode trabalhar de forma mais eficiente, com menos desperdícios e conseguindo excelentes resultados”, afirmou.

Segundo o supervisor de consultoria laboratório de Dourados, Lucas Alves Gomes, a partir de agora o Instituto poderá atuar em médias e grandes empresas com projetos estratégicos de melhoria contínua, e também obter resultados financeiros significantes. “Atualmente já trabalhamos com Lean Manufacturing e o Green Belt vem para complementar nossos serviços”, ressaltou.

O Green Belt

O Green Belt é a certificação intermediária do Lean Six Sigma, que abrange conceitos do Lean e do Six Sigma para se tornar a mais eficiente metodologia de otimização de processos da atualidade. Essa certificação capacita para a análise de dados de forma bastante avançada, para gerar resultados em sua organização.

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O vereador Madson Valente (Democratas) defendeu, esta semana, a propósito da comemoração do Dia Mundial da Água, celebrado sexta-feira (22), maior comprometimento da sociedade com a preservação do principal mineral, “vital para nossas vidas”, como considerou.

Madson considera que, embora o Brasil seja o maior detentor de água doce do mundo, representando 12% do total do planeta, o país possui problemas de distribuição, “visto que nossas águas concentram-se, em sua maioria, no norte do país, região menos povoada, enquanto o sudeste, por exemplo, de maior densidade populacional, já vivencia problemas de abastecimento”.

Outra situação que o vereador destaca, é de que a água deve ser vista pelo seu valor vital para a sobrevivência humana e não pela ótica capitalista, de valor econômico. “Por isso defendi que os serviços de saneamento sejam geridos por empresas públicas, visto que os lucros obtidos são revertidos para melhorias dos sistemas, objetivando sempre as buscas da universalização dos serviços de abastecimento de água e também do esgotamento sanitário, visto que cuidar do esgotamento é evitar a contaminação dos lençóis superficiais e subterrâneos”, alertou Madson.

"Tenho plena convicção que temos que avançar muito nesta discussão, que precisamos de políticas públicas, que necessitamos de conscientização sobre o uso racional da água, portanto, considero que somente as mudanças de atitudes poderão contribuir para garantir água potável para a humanidade, sendo esta uma questão de responsabilidade pública e moral", completou o vereador.

Comentário

O Viva Mulher – programa realizado pelo Centro de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para a Mulher da Secretaria municipal de Assistência Social, registrou desde janeiro de 2017 até fevereiro deste ano, uma média de dois atendimentos diários de acolhimento e acompanhamento psicossocial e jurídico à mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

Essa média é resultado dos números de atendimentos realizados em 2017 (518), em 2018 (935) e neste ano, até fevereiro (72). Todas estas pessoas receberam orientações e/ou acompanhamento psicossocial, informa a coordenação do programa.

No entanto, ainda são muitas as mulheres que sofrem violência e não procuram amparo no Viva Mulher. Tais crimes, tipificados na Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, são caracterizados pela violência física, psicológica, sexual, patrimonial e a violência moral, ou qualquer conduta que se configura como uma destas.

“Ainda existe um número elevado de registros de ocorrências na DAM (a Delegacia de Atendimento à Mulher), porém, nem todas as mulheres vítimas de violência desejam receber acompanhamento psicossocial no Centro”, informa a coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres, Sônia Maria Rodrigues Pimentel.

Ela reitera que a estrutura do Viva Mulher comporta muito mais atendimentos e as vítimas devem ser encorajadas a buscar amparo. “Toda mulher que sofre violência deve denunciar o agressor, solicitar apoio nos serviços sócio-assistenciais, como também, em qualquer serviço público que a vítima consiga estabelecer vínculo e procurar informações”, disse, lembrando que o Viva Mulher recebe encaminhamentos de diferentes órgãos públicos; a maior demanda é da DAM.

Os atendimentos acontecem para todos os tipos de violência tipificados e, em casos graves, é disponibilizado até mesmo um lugar para abrigar as mulheres e filhos. “A permanência pode ser de até seis meses. Destaca-se, que a mulher e seus filhos, menores de 18 anos, acolhidos em instituição, recebem todo acompanhamento”, explicou Sônia Pimentel.

O trabalho é mais um proposto pela Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e luta para promover a inexistência desse tipo de crime na sociedade, conforme explica a coordenadora do Viva Mulher, Marly Maria Morgenrotti Ferreira.

“Consideramos as causas de violência doméstica como multifatoriais, ou seja, são resultantes de um conjunto de aspectos sociais, econômicos, emocionais, culturais. Sendo assim, entendemos a necessidade de políticas públicas transversais efetivas, cada setor assumindo sua responsabilidade”, disse Marli, ao propor constante diálogo em torno desse tema.

Ajuda

Para denúncias, ou, pedidos de informações e encaminhamentos quanto às ações de violência contra a mulher, o telefone da DAM é 3421-1177. O Disque Denúncia atende pelo telefone 180 e o Centro Viva Mulher atende vítimas dessa situação pelo telefone 3424-5268.

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Coordenador da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento das Unidades de Conservação Ambiental, o deputado estadual Renato Câmara (MDB) defendeu, nesta sexta-feira (22), durante a realização do 1º Seminário Estadual da Água, realizado no dia mundial da água pela Assembleia Legislativa, a criação do Fundo Estadual de Recursos Hídricos.

“Não se faz preservação sem investimentos. A ideia é obter suporte financeiro para a consecução de estudos, ações, planos, programas, projetos, obras e serviços que visem à recuperação e conservação das águas. A Assembleia Legislativa atuará como guardiã dos recursos hídricos de Mato Grosso do Sul. Temos o município de Bonito com suas águas cristalinas, o Pantanal com seus rios e o Aquífero Guarani com sua reserva de água potável. E temos o dever de cuidar de nossas riquezas”, destacou.

Câmara lembrou ainda da participação do Estado no Pacto Nacional pela Gestão das Águas, que está no segundo ciclo. “Já no próximo ano, as metas assinadas neste Pacto serão apresentadas na Assembleia Legislativa, durante o 2º Seminário Estadual da Água. Vamos debater os avanços e as dificuldades encontradas”, acrescentou.

Palestras

No seminário, realizado em conjunto com o Rotary Internacional, os recursos hídricos e de saneamento foram apresentados pela pesquisadora Cláudia Maria Real Leite. Segundo ela, aproximadamente 780 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a água limpa e saneamento básico. “Nosso trabalho não se limita à escavação de poços. Compartilhamos nossos conhecimentos com líderes comunitários e professores para que os resultados das nossas ações sejam duradouros”, disse ela durante palestra.

A engenheira Ana Luzia de Almeida Batista Abrão explicou sobre bacia hidrográfica, recursos hídricos, águas superficiais, água subterrânea, área legalmente protegida, unidades de proteção integral, unidades de uso sustentável e Reserva Particular do Patrimônio Natural. E o coordenador de cartografia do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, Arnaldo Rodrigues Menecozi, exibiu uma pesquisa que resultou na publicação do livro “Enciclopédia das Águas”, referência para estudos nas áreas de geografia, topografia, hidrografia, história, cultura, turismo e meio ambiente.

As professoras Viviane Scalan Fachin e Marinete Aparecida Zacharias Rodrigues comentaram sobre a história da água, evolução geológica e humana, placas tectônicas, assoalhos dos oceanos, ocupação humana na América do Sul e representação das bacias hidrográficas em Mato Grosso do Sul.

Debates

As discussões continuaram no período vespertino com realização de três palestras. No início da tarde, o gerente de Recursos Hídricos do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) falou sobre as ações do órgão e da Semagro (a Secretaria estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) em palestra intitulada “As políticas públicas da Semagro para as bacias do Paraná e do Paraguai”.

Na sequência, Synara Olendzid Broch, doutora em Desenvolvimento Sustentável, professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRHidro/MS), proferiu a palestra “A importância da água para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul”.

Na parte final do evento, o prefeito de Ivinhema, Éder Ulison França Lima, falou sobre “os desafios do gestor municipal na proteção dos recursos hídricos e meio ambiente”. No encerramento, os participantes puderam prestigiar a apresentação do coral Fronteiras Abertas.

Das discussões do seminário e de outras a serem feitas nos próximos dias por grupo de trabalho de participantes do evento, será elaborada uma carta a ser apresentada em sessão da Casa de Leis nas próximas semanas para justificar, inclusive, a proposta de criação do Fundo Estadual de Recursos Hídricos.

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Uma das fundadoras da ADL (Academia Douradense de Letras), morreu na tarde desta sexta-feira (22), no Hospital da Cassems, em Dourados, vítima de câncer, e será sepultada às 16 horas deste sábado, no cemitério Parque Dourados, a poetisa Ruth Hellmann.

Gaúcha de Erechim, ela residia em Dourados desde 1981 e, depois de participar da fundação da Academia Douradense de Letras, tomou posse em 27 de março de 1993 na Cadeira nº 15 (Patrono: Clori Benedetti de Freitas), sendo denominada "A Poetisa das Crianças e Musa dos Cordéis".

Hellmann lançou o primeiro livro em 1990, chamado "Poemas espontâneos", e desde então escreveu 23 obras, sendo três de poemas e 19 histórias infantis. Além dos livros, publicou dezenas de folhetos de literatura de cordel, gênero literário que lhe rendeu muitos prêmios em concursos de diversos estados.

Há seis anos enfrentando a doença que a vitimou, e passando por tratamentos quimioterápicos, Ruth Hellmann não parou com as atividades literárias, publicando livros e participando de feiras, palestras e sessões de contação de histórias em escolas e bibliotecas de Dourados e outros municípios de Mato Grosso do Sul. Recebeu em 2011, da Câmara de Vereadores, o título de "Cidadã Douradense", e o Prêmio "Marçal de Sousa – Tupã I"

Obras

"Amar Você"; "Alguns Amigos"; "Mela e Melô"; "As abelhas"; "Ande no Alfabeto"; "Jati chorou" e sua tradução para a língua inglesa "Jati Cried"; "Amigas Amoras"; "Elefantes Elegantes"; "Ande em Números"; "Fitas no Formigueiro"; "Pequenos Poemas"; "A sacada e a cevada"; "Versos e Versículos"; "Upa-Upa", livro trilíngue (português, guarani e espanhol); "Pão e Poesia – Pan y Poesía" (português e espanhol); "Poemas para Dourados"; "Ande nas Vogais", "Angol no sítio", "A Lenda dos Tuiuiús" e "Perseverança", lançado em 2018, levam a assinatura da imortal.

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O funeral do garoto Nicolas Lima Henklain Ferruzzi, de 11 anos, que morreu nesta sexta-feira (22), por volta de 3h30 da madrugada, após diagnosticado com dengue hemorrágica, acontece no complexo de capelas da Pax Primavera, em Dourados. O corpo será levado na manhã deste sábado (23) para ser cremado em Maringá, no norte do Paraná.

De acordo com familiares, Nicolas foi atendido terça-feira (19) no Hospital Santa Rita e na quinta (21), já em estado gravíssimo, transferido para a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do HU (Hospital Universitário), onde trabalham os pais dele, o médico neuro-cirurgião Emerson Ferruzzi e a esposa Jucilaine Lima Ferruzi.

Análise do Blog do Clóvis

Campanhas de amigos e colegas de trabalho, da UFGD, do próprio HU e da escola Lumière, onde o menino estudava, de doações de sangue para ajudar no tratamento, resultaram infrutíferas. Acometido da dengue no estado hemorrágico, Nicolas morreu na madrugada desta sexta.

A dengue hemorrágica

Embora ainda seja chamada de dengue hemorrágica pela população, a versão mais ameaçadora dessa doença agora tem o nome de dengue grave, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), nomenclatura que o Brasil também passou a adotar a partir de 2014.

Além dos sintomas clássicos (febre, enjoo e dores no corpo), ela envolve sangramentos, palidez, sudorese, dificuldade de respirar e comprometimento de alguns órgãos, o que pode levar a óbito imediato.

Existem quatro tipos de vírus da dengue e qualquer um pode causar esse problema considerado muito perigoso. Os quadros graves são mais comuns em quem já foi atacado por um desses agentes infecciosos anteriormente. Isso porque, na segunda agressão, o sistema imunológico do próprio paciente tende a disparar uma reação excessivamente forte.

Em Dourados

Boletim epidemiológico divulgado quinta-feira (21) pela Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul mostra que, em 2019, Dourados já registrou 481 notificações de dengue, com 185 casos confirmados. Durante todo o ano de 2018, foram 21 confirmações da doença no Município.

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