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Redação Douranews

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O Imam (Instituto do Meio Ambiente) procedeu nesta sexta-feira (21) com duas atividades alusivas ao Dia da Árvore, comemorado nesta data por anteceder o início da Primavera no hemisfério sul do planeta, que, dependendo do ano, pode ocorrer entre os dias 22 e 23 de setembro.

Uma das atividades realizada pelas equipes do Imam e que segue ocorrendo até terça-feira (25) é o plantio de 80 espécies nativas às margens do córrego Rego D’Água, no Parque Primo Fioravante Vicente, fruto de parceria com a PMA (Polícia Militar Ambiental) e acadêmicos de Gestão Ambiental da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados).

“Neste caso específico, o plantio visa à fixação de solo nas margens do curso d’água, impedindo o assoreamento e a erosão, e permitindo melhoria na qualidade da água. As árvores são fundamentais para o meio ambiente e para todos nós”, disse a educadora ambiental Deisy Claro Duarte.

A outra atividade aconteceu com o apoio do Supermercado Abevê. Foram doadas 50 mudas de espécies nativas e frutíferas para a comunidade do Parque do Lago.

Segundo o Imam, em oito meses já foram doadas mais de 8.500 mudas, superando as doações de todo o ano de 2017. Quem precisar de mudas deve comparecer ao Imam com documentação pessoal, e se tiver comprovação de pagamento do IPTU, pode levar até três unidades.

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O jornal Correio do Estado publica resultado de pesquisa estimulada que aponta o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) liderando a corrida eleitoral e com chances, segundo os números contratados junto ao instituto Ipems, de vencer no primeiro turno. Ele teria hoje 42,94% das intenções de voto no levantamento realizado com 1.500 eleitores, em 40 municípios de Mato Grosso do Sul.

O juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) aparece em segundo lugar, com 29,35%, seguido pelo deputado estadual Junior Mochi (MDB), com 7,77%. Humberto Amaducci (PT) tem 4,76%; Marcelo Bluma (PV) aparece com 2,62%; e João Alfredo (PSOL) é o último; com 0,72%. Votos brancos, nulos, nenhum dos candidatos, indecisos ou não responderam totalizam 11,84%.

A soma total das intenções de votos dos demais candidatos é de 45,22%, contra 42,94% de Azambuja, segundo o resumo feito pelo jornal. Para vencer a disputa no primeiro turno, o governador precisa conquistar, pelo menos, mais 2 pontos porcentuais. Seria vitória apertada. Hoje, a diferença dele em relação à soma dos votos dos rivais é 2,28 pontos porcentuais, enquanto a margem de erro é de 2,53 pontos porcentuais para mais ou para menos sobre o resultado total da amostragem. O grau de acerto da pesquisa é de 95%.

Conforme analisa o jornalista Adilson Trindade, autor da reportagem para o Correio, o desempenho de Azambuja nesta pesquisa do Ipems mostra ainda não ter havido estragos na imagem dele com a Operação Vostok, da Polícia Federal, que levou 14 pessoas à prisão, incluindo o filho Rodrigo, pecuaristas, o deputado estadual Zé Teixeira e o conselheiro do Tribunal de Contas, ex-deputado Márcio Monteiro.

A pesquisa foi realizada no período de 16 a 20 deste mês, com 1.500 eleitores, em 40 municípios. Ela foi registrada sob o número MS 07532/2018 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS), conforme dispõe a Resolução do TSE nº 23.549/2017/Eleições 2018.

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Abertas nesta sexta-feira (21), as inscrições no concurso público para técnicos-administrativos do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul) oferecem 23 vagas para cargos de nível superior e 20 para cargos de nível médio, de acordo com o edital de abertura do certame publicado pela Central de Seleção. O prazo vai até o dia 14 de outubro.

As opções para cargos de nível superior, de acordo com o edital, são: Administrador, Contador, Engenheiro Civil, Médico/Psiquiatra, Pedagogo, Técnico em Assuntos Educacionais, Tecnólogo em Gestão Pública e Tecnólogo em Gestão de Finanças. Para o nível médio, os cargos previstos no edital são: Assistente em Administração, Técnicos em Agropecuária, Contabilidade, Edificações e Tecnologia da Informação, e Técnicos de Laboratório, nas áreas de Agropecuária, Biologia, Eletrotécnica e Mecânica.

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Como as provas serão aplicadas em períodos diferentes (manhã e tarde), os candidatos poderão optar em concorrer a um cargo de nível superior e a um de nível médio, caso atendam aos requisitos para os cargos. As taxas de inscrição são de R$ 130 (superior) e R$ 90 (médio), e poderão ser pagas até 15 de outubro, exclusivamente nas agências do Banco do Brasil.

Cargos e salários

A carga horária de trabalho é de 40 horas semanais, com exceção da vaga para Médico/Psiquiatra, que é de 20 horas por semana. A jornada de trabalho poderá ocorrer durante o turno diurno e/ou noturno, de segunda a sábado, de acordo com as especificidades do cargo e as necessidades do IFMS.

A remuneração inicial é de R$ 4.638,66 para os cargos de nível superior e de R$ 2.904,96 para os de nível médio, já incluso o valor do auxílio-alimentação. O servidor poderá ter benefícios como auxílios transporte e pré-escolar, assistência à saúde suplementar, incentivo à qualificação e outros, de acordo com a legislação vigente.

A prova, objetiva de caráter classificatório e eliminatório, composta de 50 questões de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Informática, Legislação e Conhecimentos Específicos, deverá ser aplicada no dia 20 de janeiro de 2019, exclusivamente em Campo Grande, no período da manhã para todos os cargos de nível médio, e à tarde para os de nível superior. A homologação do resultado final está prevista para março de 2019.

A escolha da unidade de lotação pelo candidato aprovado dependerá da sua classificação no concurso e da opção que fizer quando for convocado para o provimento do cargo. O IFMS possui campi nos municípios de Aquidauana, Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Jardim, Naviraí, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas.

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Um homem de 37 anos foi preso na manhã desta quinta-feira (20), na rodovia BR 262, que corta a cidade de Três Lagoas, na região leste do Estado, com drogas, armas e munições. Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), o suspeito foi abordado em uma fiscalização.

No caminhão que ele conduzia foi encontrado uma tonelada de maconha em um fundo falso. De acordo com a PRF, o homem também estava com 992 munições de calibre 9mm, uma pistola e um revólver. As armas eram de fabricação argentina.

Durante a abordagem, os militares verificaram que o suspeito já havia sido preso, por receptação, em Ponta Porã, no dia 12 deste mês e em seguida liberado. Agora, vai responder pelos crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma, como reincidente.

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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) divulgou extensa carta na noite desta quinta-feira (20) direcionada aos eleitores, na qual pede serenidade e prega união entre partidos para que o futuro presidente promova os ajustes necessários para evitar uma "crise econômica ainda mais profunda".

"Em minha já longa vida recordo-me de poucos momentos tão decisivos para o futuro do Brasil em que as soluções dos grandes desafios dependeram do povo", diz o ex-presidente na abertura da carta, referindo-se às eleições que ocorrem em outubro.

Veja a íntegra da carta que FHC divulgou no perfil social que mantém no Facebook:

Carta aos eleitores e eleitoras

Em poucas semanas escolheremos os candidatos que passarão ao segundo turno. Em minha já longa vida recordo-me de poucos momentos tão decisivos para o futuro do Brasil em que as soluções dos grandes desafios dependeram do povo. Que hoje dependam, é mérito do próprio povo e de dirigentes políticos que lutaram contra o autoritarismo nas ruas e no Congresso e criaram as condições para a promulgação, há trinta anos, da Constituição que nos rege.

Em plena vigência do estado de direito nosso primeiro compromisso há de ser com a continuidade da democracia. Ganhe quem ganhar, o povo terá decidido soberanamente o vencedor e ponto final.

A democracia para mim é um valor pétreo. Mas ela não opera no vazio. Em poucas ocasiões vi condições políticas e sociais tão desafiadoras quanto as atuais. Fui ministro de um governo fruto de outro impeachment, processo sempre traumático. Na época, a inflação beirava 1000 por cento ao ano. O presidente Itamar Franco percebeu que a coesão política era essencial para enfrentar os problemas. Formou um ministério com políticos de vários partidos, incluída a oposição ao seu governo, tal era sua angústia com o possível despedaçamento do país. Com meu apoio e de muitas outras pessoas, lançou-se a estabilizar a economia. Criara as bases políticas para tanto.

Agora, a fragmentação social e política é maior ainda. Tanto porque as economias contemporâneas criam novas ocupações, mas destroem muitas outras, gerando angústia e medo do futuro, como porque as conexões entre as pessoas se multiplicaram. Ao lado das mídias tradicionais, as “mídias sociais” permitem a cada pessoa participar diretamente da rede de informações (verdadeiras e falsas) que formam a opinião pública. Sem mídia livre não há democracia.

Mudanças bruscas de escolhas eleitorais são possíveis, para o bem ou para o mal, a depender da ação de cada um de nós.

Nas escolhas que faremos o pano de fundo é sombrio. Desatinos de política econômica, herdados pelo atual governo, levaram a uma situação na qual há cerca de treze milhões de desempregados e um déficit público acumulado, sem contar os juros, de quase R$ 400 bilhões só nos últimos quatro anos, aos quais se somarão mais de R$ 100 bilhões em 2018. Essa sequência de déficits primários levou a dívida pública do governo federal a quase R$ 4 trilhões e a dívida pública total a mais de R$ 5 trilhões, cerca de 80% do PIB este ano, a despeito da redução da taxa de juros básica nos últimos dois anos. A situação fiscal da União é precária e a de vários Estados, dramática.

Como o novo governo terá gastos obrigatórios (principalmente salários do funcionalismo e benefícios da previdência) que já consomem cerca de 80% das receitas da União, além de uma conta de juros estimada em R$ 380 bilhões em 2019, o quadro fiscal da União tende a se agravar. O agravamento colocará em perigo o controle da inflação e forçará a elevação da taxa de juros. Sem a reversão desse círculo vicioso o país, mais cedo que tarde, mergulhará em uma crise econômica ainda mais profunda.

Diante de tão dramática situação, os candidatos à Presidência deveriam se recordar do que prometeu Churchill aos ingleses na guerra: sangue, suor e lágrimas. Poucos têm coragem e condição política para isso. No geral, acenam com promessas que não se realizarão com soluções simplistas, que não resolvem as questões desafiadoras. É necessária uma clara definição de rumo, a começar pelo compromisso com o ajuste inadiável das contas públicas. São medidas que exigem explicação ao povo e tempo para que seus benefícios sejam sentidos. A primeira dessas medidas é uma lei da Previdência que elimine privilégios e assegure o equilíbrio do sistema em face do envelhecimento da população brasileira. A fixação de idades mínimas para a aposentadoria é inadiável. Ou os homens públicos em geral e os candidatos em particular dizem a verdade e mostram a insensatez das promessas enganadoras ou, ganhe quem ganhar, o pião continuará a girar sem sair do lugar, sobre um terreno que está afundando.

Ante a dramaticidade do quadro atual, ou se busca a coesão política, com coragem para falar o que já se sabe e a sensatez para juntar os mais capazes para evitar que o barco naufrague, ou o remendo eleitoral da escolha de um salvador da Pátria ou de um demagogo, mesmo que bem intencionado, nos levará ao aprofundamento da crise econômica, social e política.

Os partidos têm responsabilidade nessa crise. Nos últimos anos, lançaram-se com voracidade crescente ao butim do Estado, enredando-se na corrupção, não apenas individual, mas institucional: nomeando agentes políticos para, em conivência com chefes de empresas, privadas e públicas, desviarem recursos para os cofres partidários e suas campanhas. É um fato a desmoralização do sistema político inteiro, mesmo que nem todos hajam participado da sanha devastadora de recursos públicos. A proliferação dos partidos (mais de 20 na Câmara Federal e muitos outros na fila para serem registrados) acelerou o “dá-cá, toma-lá” e levou de roldão o sistema eleitoral-partidário que montamos na Constituição de 1988. Ou se restabelece a confiança nos partidos e na política ou nada de duradouro será feito.

É neste quadro preocupante que se vê a radicalização dos sentimentos políticos. A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta: basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado. O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos.

Ainda há tempo para deter a marcha da insensatez. Como nas Diretas-já, não é o partidarismo, nem muito menos o personalismo, que devolverá rumo ao desenvolvimento social e econômico. É preciso revalorizar a virtude da tolerância à política, requisito para que a democracia funcione. Qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária para adoção das medidas que levem à superação da crise. As promessas que têm sido feitas são irrealizáveis. As demandas do povo se transformarão em insatisfação ainda maior, num quadro de violência crescente e expansão do crime organizado.

Sem que haja escolha de uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país; sem que a sociedade civil volte a atuar como tal e não como massa de manobra de partidos; sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar. Os maiores interessados nesse encontro e nessa convergência devem ser os próprios candidatos que não se aliam às visões radicais que opõem “eles” contra ”nós”.

Não é de estagnação econômica, regressão política e social que o Brasil precisa. Somos todos responsáveis para evitar esse descaminho. É hora de juntar forças e escolher bem, antes que os acontecimentos nos levem para uma perigosa radicalização. Pensemos no país e não apenas nos partidos, neste ou naquele candidato. Caso contrário, será impossível mudar para melhor a vida do povo. É isto o que está em jogo: o povo e o país. A Nação é o que importa neste momento decisivo.

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O horário de verão deste ano começa no dia 4 de novembro, um domingo, depois do segundo turno das eleições. A mudança foi determinada por decreto presidencial publicado no ano passado a pedido do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, quando era presidido pelo ministro Gilmar Mendes.

O motivo é a apuração dos votos das eleições 2018. O TSE desejava reduzir a diferença entre a apuração nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e a apuração no Nordeste, parte do Norte, e ainda no Acre e sudoeste do Amazonas, onde a diferença, com o horário de verão, chega a 3 horas do horário de Brasília.

Com isso, o período do horário de verão de 2018 e 2019 vai ter 15 dias a menos, terminando no terceiro domingo de fevereiro do próximo ano. Segundo balanço do ONS, o Operador Nacional do Sistema Elétrico, entre 2013 e 2016, o valor da economia com o horário de verão caiu de 405 milhões para 147 milhões de reais, uma redução de 63% na economia de energia elétrica.

O Ministério de Minas e Energia chegou a discutir o fim do horário de verão. O argumento é que o consumo não é mais tão influenciado pela luminosidade, mas pelo calor, com o aumento do consumo nos momentos mais quentes do dia, segundo divulga a Agência Brasil.

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Base da alimentação do brasileiro, o arroz e o feijão representam 38% do montante de alimentos jogado fora no país. O dado faz parte da pesquisa sobre hábitos de consumo e desperdício de alimentos, do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Embrapa (a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) com apoio da FGV (a Fundação Getúlio Vargas).

A pesquisa ouviu 1.764 famílias de diferentes classes sociais e de todas as regiões brasileiras. O ranking dos alimentos mais desperdiçados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) com os maiores percentuais relativos ao total desperdiçado. “A grande surpresa foram as carnes aparecerem com um índice tão alto de desperdício, um produto de alto valor agregado, de alto valor nutricional e que é desperdiçado. E destaco ainda o leite, que é o quinto grande grupo mais jogado fora”, disse o professor de marketing da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da FGV, Carlos Eduardo Lourenço.

Os dados detalhados da pesquisa foram apresentados nesta quinta-feira (20) no Seminário Internacional Perdas e Desperdício de Alimentos em Cadeias Agroalimentares: Oportunidades para Políticas Públicas, na sede da Embrapa, em Brasília. No Brasil, a média de alimentos desperdiçados por domicílio é de 353 gramas por dia. Individualmente a média é de 114 gramas por dia.

Entre os motivos do desperdício apontados pelos pesquisadores está a busca pelo sabor e a preferência pela fartura dos consumidores brasileiros. O não aproveitamento das sobras das refeições é o principal fator para o descarte de arroz e feijão. “Essa busca pelo sabor e pelo frescor do alimento acaba tendo outro impacto que é o descarte de um excesso ou quando acontece algum evento que muda o planejamento da família”, disse Lourenço, explicando, entretanto que a culinária diversa e saborosa do brasileiro deve ser valorizada.

Como exemplo desses eventos, o professor da FGV cita o caso pesquisado de uma pessoa que, após um churrasco, acabou descartando quatro quilos de carne ou ainda o caso de quem salgou demais o feijão durante o cozimento e acabou jogando a panela toda fora, em vez de tentar recuperar o alimento, conforme reproduz reportagem do portal de notícias da Agência Brasil.

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O período de inscrições para o I Acampa Dourados, evento que será promovido pela Prefeitura de Dourados por meio da Secretaria Municipal de Cultura e o Imam (Instituto do Meio Ambiente) entre os dias 29 e 30 de setembro, foi prorrogado até a sexta-feira (28) da semana que vem.

Interessados em participar podem procurar a sede da Cultura, localizada no Parque dos Ipês entre 7h30 e 13h30, e preencher uma ficha com nome e contato. Menores de idade devem apresentar-se com pai ou responsável.

O Acampa acontece nas dependências do Parque Arnulpho Fioravanti, atrás do shopping Avenida Center. O parque tem características ecológicas fantásticas e está localizado no ‘coração’ da cidade, como definem os organizadores do ato.

Na quarta-feira (20), a Semsur realizou serviço de limpeza e asseio nos mais de 10 mil metros quadrados destinados à instalação das barracas e estrutura para o evento, bem como a limpeza das trilhas ecológicas e acesso às nascentes, ao lago, além do campo de futebol e outras estruturas, retirando mais de uma tonelada de resíduos do local.

Em área ao lado do campo principal será estruturada a fogueira do Fogo de Conselhos, onde os acampantes participarão de atividades de contação de histórias. “O projeto é para integrar a comunidade douradense com o meio ambiente em um período divertido de acampamento no parque com o apoio de 14 instituições e uma área extensa para montagem de barracas e desenvolvimento das atividades lúdicas e culturais programadas”, disse Fabiano Costa, do Imam.

Conforme a programação, durante o período de camping, serão oferecidos aos participantes, oficina de orientação, trilhas ecológicas orientadas, oficinas do Grupo de Escoteiros, atrações musicais e outras atividades.

São parceiros para a realização do evento as Secretarias de Serviços Urbanos, Saúde e a de Educação, a Guarda Municipal, o Exército Brasileiro, o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar Ambiental (Projeto Florestinha), Guarda Mirim, o Samu, Sanesul e grupos de Escoteiros do Mar Antenor Martins, Laranja Doce e São Jorge. A organização é do Imam e da Secretaria de Cultura.

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A Praça Antônio João, palco para a Expotrânsito no contexto da Semana Nacional de Educação no Trânsito, tem recebido visitação de famílias, grupos de escolas e Ceims. A programação é promovida pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito de Dourados, em parceria com o Detran, Instituto Federal, Polícia Rodoviária Federal, Guarda Municipal, Guarda Mirim, Instituto do Meio Ambiente, Samu e Corpo de Bombeiros.

“É importante que todos tenham acesso às ações que estão sendo realizadas, pois assim, ocorre através de jogos, diversões, o trabalho de conscientização sobre regras de trânsito. Estendemos o convite e contamos com a presença de todos”, disse o diretor-presidente da Agetran, Carlos Fábio Selhorst dos Santos.

O diretor destaca que o pensamento de unidade para o trânsito permeia as ações da administração. “Foi uma determinação da prefeita Délia Razuk para que as parcerias fossem estabelecidas e que esse trabalho fosse possível em nossa cidade. O trânsito é feito por todos e para todos. O Cristian [Lelis, coordenador de Educação no Trânsito] e a nossa equipe não poupou esforços para que tudo esteja acontecendo com excelência”, destacou Carlos Fábio.

A Expotrânsito foi aberta na quarta-feira (19) e acontece até nesta sexta (21), das 8 às 11 e das 13h30 às 17 horas. Além desta atividade, a semana tem nesta sexta-feira, também, a blitz do Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, a partir das 9 horas, na avenida Marcelino Pires na região central de Dourados.

Na segunda-feira (24) acontecem palestras em escolas da Rede Municipal e particulares e na terça-feira (25), em empresas de Dourados e região. O tema da campanha segue sendo o do Maio Amarelo: ‘Nós Somos o Trânsito’, e visa conscientizar as pessoas do papel fundamental de cada um no trânsito e trazer a reflexão de que, no fundo, todos somos pedestres.

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A Defesa Civil de Mato Grosso do Sul divulgou nesta quinta-feira (20) um alerta para o Estado sobre o risco de tempestades intensas com descargas elétricas, considerando a transição da estação do inverno para a primavera e o acentuado calor que está fazendo em todas as regiões.

O aviso, que abrange todos os 79 municípios, pede que a população não se abrigue debaixo de árvores, não estacione veículos próximo a torres de transmissão e placas de propaganda, desligue aparelhos eletrônicos e o quadro geral de energia quando for possível, o que pode evitar a queima dos aparelhos.

Conforme o alerta meteorológico, válido até nesta sexta (21), a região Norte de Mato Grosso do Sul tem previsão de chuva entre 30 e 60 milímetros, ventos intensos de 60 a 100 Km/h e queda de granizo. Podem ocorrer ainda estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

Para as cidades do Sul do Estado, a previsão também é de chuva intensa, com possibilidades de alcançar até 60 milímetros de precipitação, queda de árvores e granizo, além de alagamentos. No entanto, para essa área o alerta vale somente para esta quinta-feira, segundo a Defesa Civil.

Municípios

A tempestade já fez estragos em diversas cidades do Estado. Em alguns lugares a chuva e o vento, que começaram no início da manhã, causaram estragos, como em Sete Quedas, Iguatemi e Mundo Novo onde a Defesa Civil registrou queda de árvores e até uma estrutura foi lançada na rua pela força do vento.

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