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Redação Douranews

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O Procon de Dourados realizou, nesta terça-feira (20), pesquisa de preço do gás de cozinha, o botijão de 13 kg. Foram pesquisados 12 estabelecimentos na cidade e o menor preço encontrado, para entrega em domicílio, foi de R$ 70; o maior preço foi de R$ 80.

Confira preços e locais de revenda

A diferença entre o menor e o maior preço, para entrega em domicílio, é de 14,3%, de acordo com o que apuraram os fiscais do Procon, ao encontrar três estabelecimentos praticando o preço de venda do gás de cozinha a R$ 70, quatro estabelecimentos vendendo a R$ 75 e outros três a R$ 78.

O preço médio do gás praticado em Dourados, segundo a pesquisa, é de R$ 75,25. Em maio de 2019 o valor médio de venda do gás em Dourados era de R$ 74,61, contabilizou o Procon. Telefones para esclarecer dúvidas ou encaminhar alguma sugestão, ou reclamação, são o 151 e o 3411-7754.

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O vereador Carlito do Gás destacou a importância das Casas de Apoio a pacientes e acompanhante de pacientes com câncer que, quando não conseguem tratamento nas cidades de origem, recorrem a centro de referência como Barretos e também a Campo Grande, onde também são oferecidos (em menor escala que em Barretos, cujo hospital possui reconhecimento internacional no tratamento da doença) o apoio nos tratamentos como quimioterapia e radioterapia. O vereador foi um dos colaboradores para a realização do churrasco com renda a ser revertida para a manutenção de Casas de Apoio mantidas nas duas cidades pela Associação Amigos do Chitão.

“Os pacientes precisam de um local para deitar depois das sessões de quimioterapia, que são desgastantes. Precisam se alimentar para aguentar os efeitos colaterais dos medicamentos. O convívio com outros pacientes pode aliviar a dor psicológica e cria uma rede de solidariedade. Tudo isso faz das Casas de Apoio como as mantidas pelo meu amigo “Chitão” um porto seguro para dezenas de pessoas e foi com grande satisfação que me uni a essa causa e junto com outros colaboradores promovemos o churrasco que foi muito prestigiado e mostrou que mesmo em um tempo em que impera o individualismo ainda existem pessoas que se preocupam com o próximo”, afirmou Carlito referindo-se ao churrasco beneficente, realizado domingo (18) na Seleta.

O vereador agradeceu à diretoria da Seleta “e todos aqueles que de uma maneira ou outra colaboraram para o sucesso do evento”, lembrando que câncer é uma doença que causa naturalmente um impacto negativo na vida dos pacientes e dos familiares. “Foi pensando nisso que mobilizamos esforços para ajudar a manter essas Casas de Apoio em Campo Grande e Barretos. Sabemos que todas essas pessoas que passaram e passam por lá merecem e precisam de cuidados especiais. Quanto mais elas se sentirem acolhidas, melhor será o processo de recuperação. Queremos que todos se sintam como se estivessem em suas casas”, finalizou o vereador. (Com assessoria)

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Uma denúncia que foi divulgada no final da manhã desta quarta-feira (21), na rádio FMCidade 101, informa que os vereadores Romualdo Ramim (PDT), Cido Medeiros (DEM) e Cirilo Ramão (MDB) deverão ser alvos de investigação em inquérito do MPE (Ministério Público Estadual) que apura favorecimentos e tráfico de influências junto a servidores do Município para se beneficiarem de casas do programa habitacional da Prefeitura de Dourados.

De acordo com a informação, os três vereadores teriam contado com a participação direta de servidores que ocupam cargos de comissão na administração pública, ligados ao departamento de habitação, para se beneficiarem com unidades e distribuição de casas, fora da fila dos sorteios, aos eleitores. O pedido de abertura de Comissão Processante contra eles já teria sido protocolado na Câmara.

Dos três citados na mira do MPE, o vereador Cirilo acaba de retornar às funções depois de ter sido afastado em dezembro do ano passado, quando foi preso sob suspeita de integrar esquema de corrupção, com o recebimento de propinas, na operação ‘Cifra Negra’ desencadeada pela Promotoria junto ao Legislativo e que também prendeu Pedro Pepa (DEM) e Idenor Machado (PSDB), outros investigados. Pepa também reassumiu o cargo, junto com Cirilo, nesta semana, depois que todos foram absolvidos pelo Plenário da Câmara. Idenor permanece afastado judicialmente.

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O presidente da Câmara de Dourados, vereador Alan Guedes (DEM), recebeu segunda-feira (19) os representantes da BPW (Business Professional Women), a Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais, no Município. A presidente da BPW Dourados, Evânia Ribeiro, a vice, Sandra Araújo de Oliveira, a coordenadora da Comissão da Saúde, Cristiane Iguma Câmara e a coordenadora de Negócios, Ely de Oliveira Semmelroth, estiveram na Câmara para a apresentação do projeto ‘Doando Vidas’.

A organização não-governamental de atuação internacional pretende desenvolver o potencial profissional e de liderança de mulheres em todos os níveis. Mais de 50 mulheres já fazem parte da Associação. Conforme a empresária de Comunicação Evânia Ribeiro, o projeto ‘Doando Vidas’ tem como foco o fomento da doação de órgãos, tecidos (sangue e medula óssea) e leite materno.

A campanha acontece a partir deste sábado (24) até o dia 29 de setembro, em parceria com a Universidade Federal da Grande Dourados, o Hemosul Dourados e a Central Estadual de Transplante (CET-MS). “Vale destacar a importante participação da Câmara neste evento, pois o apoio é fundamental para relevância e alcance dos objetivos do projeto. A Casa de Leis é uma parceira essencial, pois presta relevantes serviços à população douradense, público-alvo da Campanha Doando Vidas”, ressaltou a presidente da BPW Dourados.

Dentre as ações, será realizado o lançamento da campanha com blitz educativa de conscientização, no sábado em parceria com o evento ‘Rotary pela Saúde’ e ainda, a caminhada/corrida ‘Doando Vida’, no dia 29 de setembro, ambos na Praça Antônio João. A Câmara de Dourados é parceira institucional na campanha.

“Parabenizo a BPW Dourados pelo trabalho desenvolvido, é uma causa muito nobre, um projeto legal e de grande valia. Podem contar conosco. O papel da Câmara também é apoiar essas iniciativas”, mencionou Alan Guedes. No dia 24 de setembro, às 13 horas, a Casa de Leis realiza o Seminário ‘Quem doa órgãos, doa vida’, sob proposição do vereador Madson Valente (DEM).

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O governo federal poderá usar o modelo de parcerias público-privadas (PPP) para destravar a construção de creches municipais. A decisão pode ser tomada na próxima reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do qual fazem parte o presidente da República, sete ministros de Estados e três presidentes de bancos federais. A possibilidade de apoio federal à construção de creches foi tratada pela secretária especial do PPI, Martha Seillier, no programa Brasil em Pauta, da TV Brasil.

“O grande motivo para fazer isso é que temos no governo federal um grande passivo de obras inacabadas, ainda do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), para creches”, explicou Seillier durante o programa. Segundo ela, “são milhares de creches que iniciaram obras e não concluíram, e hoje o governo federal tem pouquíssimas chances de terminar todas essas obras. Mesmo que terminasse, os municípios têm baixa capacidade de trazer professores e equipar esses empreendimentos”.

“A gente está vislumbrando a possibilidade de fazer a PPP das creches para que um parceiro privado finalize essas obras e equipe as creches para entrarem em funcionamento. E parte dessas vagas venham a ser compradas pelo governo com voucher ou vale-creche, que seria a contraprestação pelos investimentos feitos pela iniciativa privada”, detalhou a secretária sobre como poderiam funcionar as parcerias.

A Agência Brasil já anunciou que o governo calcula que a retomada de projetos interrompidos do PAC deve exigir R$ 200 bilhões de investimentos. Além de creches, o valor engloba obras para construção de novas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), obras de desenvolvimento regional e presídios.

Leilões

O interesse de investidores, em especial estrangeiros, por ativos do PPI renderão ao menos R$ 262,1 bilhões. Esse valor representa os investimentos contratados até o final de julho. Na semana passada, leilões promovidos pelo Ministério da Infraestrutura em terminais nos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR) somaram a previsão de R$ 420 milhões àquele total.

Martha Seillier tem expectativa que o montante se multiplique cerca de quatro vezes com os ativos para exploração petrolífera. “A cessão onerosa é o maior leilão de óleo e gás do mundo. A expectativa é que se invista cerca de R$ 1 trilhão na exploração desses excedentes na bacia de Santos”. O dinheiro aliviará as contas do Tesouro Nacional. “Só de outorga de direito de exploração a previsão é de arrecadação de R$ 100 bilhões”, disse a secretária durante o programa Brasil em Pauta.

De acordo com ela, além do petróleo, há outras áreas estratégicas com oportunidade de investimento como as concessões para 16 mil quilômetros de rodovias e de 22 aeroportos. “Não é qualquer país do mundo que tem esse volume de investimentos a serem feitos em parceria com a iniciativa privada”, comentou.

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Como diz o dito popular, o bom filho à casa torna. E este foi o caso do técnico Fábio Carille no Corinthians, após uma rápida passagem pelo futebol árabe com o Al Wehda da Arábia Saudita.

Antes da partida de Carille, as esperanças eram de que o time conseguiria se manter em grande nível com o seu sucessor e companheiro de longa data na equipe técnica do Corinthians, Osmar Loss. Mas não foi o caso. O time sofreu sem o seu antigo treinador, amargando uma luta contra o rebaixamento durante boa parte da temporada no Campeonato Brasileiro. E o substituto de Loss, Jair Ventura, não se saiu muito melhor. Era hora de apostar as fichas no retorno de Carille, e assim foi feito.

Acompanhados de Carille, vieram bons reforços. Peças importantes do Fluminense, como os meio-campistas Richard e Junior Sornoza, se juntaram aos paulistas. Esse também foi o caso de Ramiro, que foi presença regular no meio-campo do Grêmio por cinco anos antes de sua chegada à Itaquera. Além, claro, do retorno de outro “bom filho”, o atacante Vágner Love, saindo de mais uma passagem na Turquia.

O começo do ano serviu até bem para o time paulista. Diante da possibilidade de não ter que dividir tanta atenção entre o campeonato estadual e uma fase de grupos da Copa Libertadores, o clube permitiu-se manter em um ritmo de vitórias que culminou com o tricampeonato paulista, alcançado com uma vitória na Arena Corinthians por 2 a 1 sobre o São Paulo. Ao mesmo tempo, avançava-se tanto na Copa do Brasil quanto na Copa Sul-Americana, mesmo com a sorte tentando pregar uma peça nesta última ao colocar o Timão de frente aos argentinos do Racing logo na primeira fase da competição.

Mas chegando no Brasileirão, as coisas começaram a balançar. Junto da inconsistência no Campeonato Brasileiro, vieram a eliminação na Copa do Brasil para o Flamengo e os questionamentos quanto à qualidade do time de se manter na briga por títulos.

Hoje, o Corinthians se vê um pouco distante dos favoritos ao título nas casas de aposta esportiva online. O topo hoje é ocupado por Santos, com o trabalho de Jorge Sampaoli dando frutos; Palmeiras, com Felipão e sua trupe buscando a recuperação; e Flamengo, ainda que este esteja topando com certas dificuldades de se encontrar com o português Jorge Jesus em seu comando.

Para “encostar” em seus rivais nessa briga, o Corinthians precisava se reforçar. E foi o que ele fez. Chegaram o volante Matheus Jesus, do clube português Estoril, e mais um jogador do Fluminense, o atacante Everaldo, na tentativa de resolver o dilema da falta de gols – 15 marcados em 13 jogos, apenas a nona melhor marca do campeonato – que já acomete o time há anos.

Entretanto, seus rivais não ficaram necessariamente para trás. Exceto o Santos, que alcançou um excelente encaixe com as peças já disponibilizadas à Sampaoli.

O Palmeiras foi atrás de peças melhores para o seu ataque também, recrutando Henrique Dourado e Luiz Adriano para o resto do ano. Enquanto isso, o Flamengo foi atrás de uma reformulação quase completa do elenco, trazendo dois veteranos multi-campeões da Europa, com Filipe Luís e Rafinha para reforçar suas laterais. Ao mesmo tempo, chegaram o zagueiro Pablo Marí e o meio-campista Gerson. E dependendo da maré, ainda há mais coisas por vir do Velho Continente, incluindo um tal de Mario Balotelli para o ataque rubro-negro.

Para piorar, o São Paulo não deixou por menos. Uma vez que suas chances de levantar um troféu no ano restam no Brasileirão, a diretoria são-paulina optou por recrutar o ex-Atlético de Madrid Juanfran e o lateral-direito modelo da última década Daniel Alves. Ele que provavelmente não atuará necessariamente em sua posição de origem, mas que mostrou, em especial na sua última temporada, que não lhe falta versatilidade quando o assunto é bola no campo.

Frente a essa situação, vê-se que o Corinthians tem em seu horizonte um trabalho de nível hercúleo para não se deixar ficar muito distante dos seus rivais. É um cenário que deve preocupar – e muito – seus fãs, que foram testemunha do trabalho de Carille quase “tirando leite de pedra” na campanha do título da Série A em 2017, ao perceber que a situação atual é quiçá não tão recuperável como aquela de quase dois anos atrás.

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A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã desta quarta-feira (21) a 63ª fase da Operação Lava Jato. Segundo a PF, são cumpridos dois mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão em São Paulo e na Bahia. De acordo com o MPF (Ministério Público Federal), os alvos de prisão são o ex-executivo do Grupo Odebrecht Maurício Ferro e o advogado Nilton Serson. Bernardo Gradin, ex-presidente da Braskem, é alvo de buscas.

Segundo o MPF, a ação desta quarta visa identificar quem foram os beneficiários de R$ 118 milhões pagos pela Braskem, por meio do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, entre 2005 e 2013. De acordo com o MPF, a Braskem, a mando do ex-diretor jurídico Maurício Ferro, pagou R$ 78 milhões ao advogado Nilton Serson por meio de 18 contratos fictícios de advocacia.

As investigações identificaram que Serson também recebeu do setor responsável pelo pagamento de propinas da Odebrecht outros US$ 10 milhões em contas mantidas no exterior.

Segundo o MPF, a operação busca aprofundar as investigações dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro relacionados às MPs (medidas provisórias) 470 e 472, que concederam o direito de pagamento de débitos fiscais sobre o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) com a utilização de prejuízos fiscais de exercícios anteriores. A investigação aponta que pelo menos um desses contratos tratava das discussões envolvendo o crédito de IPI.

O MPF informou que as investigações partiram de uma ação penal que apura o pagamento de R$ 50 milhões como contrapartida para a edição de MPs. Segundo a PF, esta fase investiga a suspeita de pagamentos periódicos por parte da Odebrecht a dois ex-ministros identificados na planilha do Setor de Operações Estruturadas da empreiteira como "Italiano" e "Pós-Itália". Em depoimento, Marcelo Odebrecht afirmou que "Italiano" se referia ao ex-ministro Antônio Palocci e "Pós-Itália" era Guido Mantega.

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A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos é uma das 17 estatais que serão privatizadas ainda este ano. O anúncio será feito nesta quarta-feira (21), segundo informou nesta terça (20) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Nas justificativas para a privatização dos Correios, o Ministério da Economia aponta corrupção, interferências políticas na gestão da empresa, ineficiência, greves constantes e perda de mercado para empresas privadas na entrega de mercadorias vendidas pela internet, o e-commerce.

Como exemplos de ineficiência, o estudo aponta o "elevado índice de extravio", e morosidade no ressarcimento dos produtos extraviados. Nos estudos para a venda da estatal, o Ministério da Economia aponta ainda o rombo de R$ 11 bilhões no fundo de pensão dos funcionários, o Postalis. Além disso, o Postal Saúde, o plano que atende aos funcionários, tem um rombo de R$ 3,9 bilhões.

O estudo diz que os Correios são uma "vaca indo para o brejo", envolvendo risco fiscal de R$ 21 bilhões.
Em junho deste ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que o governo federal não pode vender estatais sem aval do Congresso e sem licitação quando a transação implicar perda de controle acionário.

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A Caixa Econômica Federal lançou nesta terça-feira (21) uma linha de crédito imobiliário atualizada pela inflação, medida pelo IPCA (o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, da qual participaram o presidente Jair Bolsonaro, ministros e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. A linha anunciada nesta terça valerá para imóveis residenciais enquadrados no SFH (o Sistema Financeiro da Habitação) e no SFI (Sistema Financeiro Imobiliários).

De acordo com a Caixa:
• a taxa mínima será de IPCA + 2,95% ao ano;
• a taxa máxima será de IPCA + 4,95% ao ano;
• as taxas valerão para novos contratos;
• as taxas entrarão em vigor a partir de 26 de agosto;
• a adesão à nova modalidade será facultativa, ou seja, o cliente poderá optar por aderir ou não ao formato;
• os contratos terão prazo máximo de 30 anos;
• o financiamento será de até 80% do valor do imóvel;
• a parcela vai ser recalculada mensalmente, de acordo com a inflação divulgada pelo IBGE (portanto, a parcela pode variar a cada mês);
• o consumidor que optar pela modalidade de correção pelo IPCA não poderá alterar o contrato para ter a correção pela Taxa Referencial;
• o banco disponibilizou R$ 10 bilhões para a nova linha de crédito.

Atualmente, de acordo com a Caixa, a taxa mínima é composta pela Taxa Referencial + 8,5% ao ano; e a taxa máxima, por TR + 9,75%. Durante o evento no Palácio do Planalto, Pedro Guimarães afirmou que na condição atual a parcela de um imóvel de R$ 300 mil seria superior a R$ 3 mil. Com a nova modalidade, segundo ele, a parcela cairá para cerca de R$ 2 mil.

Expectativas

De acordo com a Caixa, a expectativa é que a mudança anunciada nesta terça-feira reduza o custo de crédito imobiliário. Para analistas, porém, empréstimos para a compra da casa própria corrigidos pela inflação representam risco porque, se o IPCA aumentar no período do contrato, o custo do financiamento também aumentará.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, a correção pela inflação visa dar mais transparência para o cliente que optar pelo crédito. Ele afirmou ainda que o custo também poderá aumentar se acompanhar a TR. Atualmente, há linhas de crédito com a correção vinculada à Taxa Referencial (definida pelo Banco Central), com diferentes sistemas de amortização.

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O deputado Barbosinha (DEM) usou a tribuna durante a sessão desta terça-feira (20) para compartilhar os números da arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e as quedas verificadas na apuração dos índices relacionados com Dourados, por exemplo. Durante a fala, Barbosinha destacou a situação da cidade de Dourados que, conforme os dados, em 2016 era a segunda maior economia do Estado; os índices foram reduzidos desde então de 7,0731 para a previsão de 4,9405 para 2020.

“A crise tem efeito intenso na cidade de Dourados, com repercussão em todas as áreas: na saúde, educação e infraestrutura”, alertou Barbosinha, lembrando que isso representa, em média, perdas da ordem de R$ 2 milhões por mês a partir do ano que vem. O deputado advertiu que o Município tem a obrigação de trabalhar para rever isso.

“Estamos falando de recursos da ordem de R$ 180 milhões, se formos tratar de um mandato de quatro anos”, preocupou-se o deputado douradense, que é o líder do Governo na Assembleia. “Temos um problema de gestão a ser resolvido”, cobrou, apontando ainda deficiências na contratualização dos serviços de saúde que oneram, e muito, o caixa já deficitário do Município.

Acompanhe a íntegra do pronunciamento

O deputado Marçal Filho (PSDB) parabenizou a fala de Barbosinha em aparte e afirmou que Dourados precisa de mais representatividade política no âmbito federal. “Precisamos resgatar Dourados e retomar o protagonismo que um dia já tivemos”, observou. O deputado Neno Razuk (PTB) também comentou a questão, afirmando que o Poder Executivo municipal de Dourados está trabalhando por melhorias. “Essa não é uma questão administrativa. O que a Prefeitura pode fazer já está fazendo. Esse é o resultado de anos de abandono da cidade de Dourados”, defendeu-se.

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